"Numa manhã de julho de 1920, um homem, Fitzgerald, a sua mulher, Zelda, e uma velha sucata, um Marmon de 1917, que vai ser o verdadeiro protagonista da história, partem de Westport para uma longa viagem até ao Alabama.
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F. Scott Fitzgerald ― A Viagem da Velha Sucata
F. Scott Fitzgerald ― O Grande Gatsby
Portugália Editora, Lisboa. [S/d]. In-8º de 263, [5] págs. Br.
F. Scott Fitzgerald ― Belos e Malditos (romance)
Liv Ullmann ― Mutações
Na face inferior da capa reproduziam-se apreciações da imprensa anglo-americana a este interessante livro, por exemplo do Washington Post (“Este livro pertence a uma classe à parte. Uma das coisas mais extraordinárias a respeito da autobiografia de Liv Ullmann é o pouquíssimo que a obra depende da celebridade da autora para demonstrar a sua força”) e da Harper’s Magazine (“Se Truman Capote pudesse actuar no palco tão bem como Liv Ullmann sabe escrever, ele estaria em condições de representar Hamlet diante de plateias apinhadas para o resto da vida”). Não é indicado o nome do tradutor para português, parecendo provável que se trate do aproveitamento – não indicado também – de uma qualquer edição brasileira a partir da tradução para inglês assegurada pela própria actriz.
Ingmar Bergman ― Cenas da Vida Conjugal
Charles Chaplin ― Minha Vida
José Olympio Editora (1989). In-8º de 510, [2] págs. Br.
Edição comemorativa de um livro originalmente publicado em 1964, sendo a versão brasileira assegurada por uma equipa de tradutores de respeito: a escritora Rachel de Queirós (capítulos iniciais), Magalhães Júnior (segundo quartel de capítulos) e Genolino Amado (metade do livro, terceiro e quarto quartéis). O volume é ilustrado por vários conjuntos de folhas couché à parte com fotogravuras variadas de diversas épocas – o actor, a família, colegas, filmes, etc.
Henri Agel ― O Cinema (Tradução de António Couto Soares)
Acerca deste seu ainda hoje trabalho de referência, dizia o autor no início do prefácio: "Não nos pareceu necessário, neste livro, tratar das origens, história e técnica do cinema, uma vez que já há muitas e excelentes obras sobre estes aspectos (...) procurámos antes fazer um estudo analítico dos meios de expressão característicos do cinema durante este meio século".
Capítulos: «Cinema e Sociedade», «A Linguagem do Filme: a Imagem», «A Linguagem do Filme: o Som», «A Linguagem do Filme: a Cor», «A Linguagem do Filme: Luz e Cenário», «A Linguagem do Filme: os Intérpretes», «A Linguagem do Filme: os Efeitos Especiais», «O Significado do Filme», «Quadro Esquemático da História do Cinema», «Iniciação ao Cinema», seguidos da conclusão «Cinema e Verdade».
Abundantemente ilustrado em dezenas de folhas à parte, não numeradas, de papel couché.
Jorge Leitão Ramos ― Dicionário do Cinema Português 1962-1988
“Quando, adolescente, me comecei a interessar por cinema, o passo seguinte ao acto de ver muitos filmes foi o de querer saber mais coisas sobre eles e a gente que os faz. Das revistas à aquisição de obras de referência (dicionários, monografias sobre realizadores, actores, géneros histórias do cinema...) se fez um trajecto, aliás comum, vulgar e normal em qualquer pessoa que se interesse por qualquer assunto. Foi então que descobri que, sobre cinema português, não havia qualquer obra de referência, parcelar ou global”.
Tiragem de 3000 exemplares encadernados em tela com sobrecapa de papel, pertencendo este a uma série com defeito de impressão: um caderno saiu mal dobrado, havendo prejuízo da normal leitura entre as págs. 366 e 370 e da 375 à 378.
Baptista Bastos ― O Filme e o Realismo
Primeira edição, integrada na «Biblioteca Arcádia de Bolso», de um dos livros iniciais do autor, reunindo uma série de textos aparentemente inéditos – que entrecruzam os temas propriamente cinéfilos com referências filosóficas e literárias e, sobretudo, com permanentes remissões para a literatura portuguesa (em particular, contemporânea), desde Eça a Ferreira de Castro, passando pelo «núcleo duro» neo-realista (Soeiro, Namora, Redol, Manuel da Fonseca, o primeiro Carlos de Oliveira) e abarcando, entre outros, «compagnons de route» como Cardoso Pires e Vergílio Ferreira.
Baptista Bastos ― O Secreto Adeus
Primeira edição do romance de estreia de Baptista-Bastos, publicada na série «Novos Romancistas», com capa de Câmara Leme.
Exemplar valorizado por dedicatória manuscrita do autor “e a lembrança de um bom diálogo/Porto, Nov.º 63”, sem indicação de destinatário. Em bom estado, sem defeitos de relevo – uma ou outra pequena marca, apenas.
Baptista Bastos ― As Palavras dos Outros
Primeira edição de um livro de reportagens e entrevistas a gente tão vária como Amália, Matateu, Paul McCartney, Aquilino, etc. Com uma nota preliminar, do próprio Baptista-Bastos, em que se lê “que o remorso de qualquer autor sério talvez consista em não ter sabido ir mais longe quando na posse de um material tão rico e tão vivo como este”.
14€
Baptista Bastos ― As Palavras dos Outros
Segunda edição do livro, que na face inferior da capa reproduzia a hiperbólica apreciação crítica de Urbano Tavares Rodrigues acerca dele: “Uma violenta, fogosa e sibilina originalidade. Um livro fascinante pelo que encerra de vivo, irónico, dramático e terrivelmente humano. A riqueza de um prosador de primeira linha: em cada frase está presente a vocação da palavra, que faz os escritores de raça”.
10€
Baptista Bastos ― Viagem de um Pai e de um Filho pelas Ruas da Amargura
Primeira edição de um livro já várias vezes reeditado (pelo menos por 4 editoras diferentes), com tiragem de 3000 exemplares; reproduzindo na capa um óleo de Elfriede Schade. Dele dizia Óscar Lopes, porventura usando de algum exagero, “Com este livro, Baptista-Bastos produziu o livro dos livros novelísticos da sua geração, senão de toda a literatura portuguesa de aquém 1950”.
12€
Baptista Bastos ― A Colina de Cristal
Edição original d'"esse belíssimo romance que é Colina de Cristal, dorido, nostálgico percurso pelo espaço de Lisboa que o viu (ao autor] nascer" (crónica do director Domingos Lobo in A Voz do Operário).
Exemplar por estrear, com o selo da portuense o oiro do dia.
12€
José Cardoso Pires — O Burro-em-Pé (Contos / 2ª edição)
José Cardoso Pires — O Burro-em-pé (ilustrações de Júlio Pomar)
Moraes editores (1979). In-8º gr. de 175, [I] págs. Br.
Primeira edição, na variante propriamente princeps, com capa de Sebastião Rodrigues a partir de trabalho também de Pomar. O livro integra «Os Reis-Mandados», «O Conto dos Chineses», «Nós, aqui por entre o fumo», «Dinossauro Excelentíssimo» e «Por cima de toda a folha»; sendo as ilustrações reproduzidas sobre folhas destacadas.
Exemplar de resto bem conservado, mas com ligeira descoloração marginal da capa e ainda mais ligeiro amarelecimento, também marginal, das folhas no miolo.
20€
Fernando Assis Pacheco ― Walt ou o frio e o quente (noveleta)
"Eu queria apenas dizer «Gare Marítima de Alcântara», «Lisboa», num ano qualquer entre 1961 e 1974. Meto na prosa soldados, civis, incivis, chulos e putas, eu próprio estou lá, disfarçado de narrador-alferes, choro à bruta, gozo como um cabinda, narro, minto, finto o leitor, apetecia-me mandar o país Portugal ao tota, mas em segunda leitura sou um tipo basto moral e paro a meio palmo do traço proibido - ternuras!"
Mário-Henrique Leiria ― Depoimentos Escritos
Editorial Estampa, Ficções 26. (1997). In-8º de 340, [IV] págs. Br.
O prefácio à edição ficou a cargo de Leonor Correia de Matos, amiga de MHL e da destinatária das cartas que ocupam a grande maioria do volume, Isabel Alves da Silva - advogada da mulher do escritor no processo de divórcio. Antes das cartas há duas dezenas de páginas de contos e pouco mais que isso de poemas.
Exemplar novo.
O Porto: de romântico, já nem o museu...
Max Jacob ― O Copo dos Dados
Impresso sobre papel encorpado, o volume, 22.º título da muito recomendável colecção «novas direcções», teve a habitual tradução da francófila e muitíssimo recomendável Luísa Neto Jorge e capa de Soares Rocha; reunindo os dois volumes da edição francesa, o segundo de publicação já póstuma. A terminar há uma página resumindo a «Vida de Max Jacob», esse curioso e interessantíssimo picto-poeta companheiro de Apollinaire e Picasso, levado em 1944 (quase com setenta anos) pela Gestapo para um campo de extermínio e quase inteiramente por traduzir em Portugal até hoje: este livro sendo a primeira excepção.
12€
Julien Gracq ― A Literatura no Estômago
Assírio & Alvim. 1987. In-8º peq. de 53, [3] págs. Br.
Segunda edição portuguesa do ensaio, acrescentada por Ernesto Sampaio da introdução «Uma rajada mais forte», que dele dizia “condenação sem apelo não só do exibicionismo e vedetariato do escritor, como dos costumes vigentes na república das letras (prémios literários!) e da incapacidade da crítica”.
Exemplar em bom estado, descontando pequenos vestígios de acidez.
Julien Gracq ― A Costa das Sirtes (Tradução de Pedro Tamen)
"Julien Gracq, um grande romancista quase desconhecido em Portugal, revela-se agora ao público português com uma das suas obras essenciais, em que (...) o leitor é enfeitiçado e transportado «para um outro mundo, de horror e maravilhas, onde o herói experimenta a sua incapacidade de conduzir a sua própria vida»", anunciava o editor, que sublinhava a ironia de o autor de La Littérature à l'estomac (1950) ter no ano seguinte sido premiado pelo Goncourt com este livro - prémio que, muito naturalmente, recusou.
Georges Darien ― O Ladrão
Apresenta, no final, um extenso – mas nada brilhante – texto de Júlio Carrapato sobre o escritor: «Georges Darien, breve esboço da sua vida e da sua obra».
Exemplar por estrear.
15€
Georges Darien ― Le Voleur (Préface d'André Breton)
Uma breve nota editorial explicava que quando este livro foi redescoberto e reeditado pelo editor-escritor Jean-Jacques Pauvert, quase dez anos antes, muitos artigos críticos saíram na imprensa - optando-se aqui por seleccionar o de André Breton («Darien le Maudit») para o prefácio que enriquece esta nova edição.
14€
André Breton ― O Amor Louco
Primeira e atrasadíssima edição portuguesa, com tradução de Luísa Neto Jorge e capa (a melhor que o livro entre nós até agora teve) de Carlos Ferreiro; nono título publicado na série «novas direcções».
14€
Aimé Césaire ― discurso sobre o colonialismo
Aimé Césaire ― Discurso sobre o colonialismo
A edição original do livro do poeta francês fôra em 1955; sendo a tradução para esta edição portuguesa assegurada por Noémia de Sousa. Composição e impressão na viseense Tipografia Guerra, com tiragem declarada de 3000 exemplares.
Voznessenski ― Antimundos
Alexandre O'Neill ― Poesias Completas
Al Berto ― O Medo
Dispensará decerto apresentações esta conhecida recolha da produção do poeta de Sines, aqui na terceira das cinco edições dadas a lume até hoje - a primeira na Assírio e a primeira póstuma, publicada no próprio ano da morte do autor; sendo as duas anteriores da Contexto, cuja capa homoerótica, aproveitando um retrato do poeta em pose de «diva» por Paulo Nozolino, era aqui substituída (mas recentemente recuperada) por uma mais sóbria em fundo negro com o corte das folhas tintado, numa solução graficamente discutível, a roxo. Das cinco, há-de ter sido de longe esta a mais lida, consultada e requisitada pelo luso público ledor de poesia, pelo que também ela dispensará minuciosas descrições.
O Dia 24 de Agosto
Já temos uma pátria, que nos havia roubado o despotismo: a timidez, a covardia e a ignorância que o tinham criado, que se prostravam com vil idolatria ante a obra das suas mãos, acabaram. A última hora da tirania soou; o fanatismo, que ocupava a face da terra, desapareceu; o sol da liberdade brilhou no nosso horizonte, e as derradeiras trevas do despotismo foram, dissipadas por seus raios, sepultar-se no inferno.
Carlos de Oliveira ― Poesias (1945-1960)
Colectânea publicada na série «Poetas de Hoje», reunindo toda a produção do poeta até à data (salvo o livro de estreia, «Turismo», que foi excluído): «Mãe Pobre» (1945), «Colheita Perdida» (1948), «Descida aos Infernos» (1949), «Terra de Harmonia» (1950) e «Cantata» (1960). Primeira edição.
Exemplar em muito bom estado, ainda praticamente como novo e sem qualquer defeito significativo.
Carlos de Oliveira ― O Aprendiz de Feiticeiro
Primeira edição de um livro que, entre apontamentos literários e pequenas notas de recorte auto-biográfico (viagens; memórias; diário), resulta na melhor aproximação possível ao próprio trabalho do autor – o curto capítulo dedicado a «Micropaisagem», por exemplo, é, a esse título, bem elucidativo; e que, se não falha a memória, será talvez o mais interessante caderno de notas alguma vez publicado por um escritor português.
Com fotografias «hors-texte» de Augusto Cabrita e capa do pintor Lima de Freitas (que teve, como Carlos de Oliveira, uma passagem inicial mais ou menos demorada pelo neo-realismo).
18€
Carlos de Oliveira ― Uma abelha na chuva (romance)
Mais uma de tantas edições do romance, que como praticamente todos os trabalhos do autor foi sendo sucessivamente remodelado, neste caso de modo muito substancial.
Carlos de Oliveira ― Pequenos Burgueses (romance)
Primeira edição de um dos livros principais do autor e do (nele um caso à parte) neo-realismo português, cujos ressaibos e influências na prosa cá da terra duraram até bem mais tarde do que se possa supor: parece espantoso nunca o termos lido em lado nenhum, mas o início de Nenhum Olhar, primeiro e melhor livro de José Luís Peixoto, é decalcadíssimo – topa-se à evidência – deste terceiro e último romance (propriamente dito) de Carlos de Oliveira.
O exemplar tem o carimbo e a assinatura de José Campeão, que em Coimbra o terá comprado logo em 1948, e que mais tarde o terá vendido (ou um proprietário posterior) à livraria portuense de Manuel Ferreira, cujo ex-libris pequeno ostenta. Com algum amarelecimento da margem lateral exterior da capa.
Carlos de Oliveira, 1º centenário do nascimento
Ricardo Jorge ― De Ceca e Meca (Impressões e Estudos de Viagem)
“Com este volume póstumo de Ricardo Jorge termina a série das suas Impressões e Estudos de Viagem. Ao que ficou dito pelo Autor no começo do Canhenho dum vagamundo e das Passadas de erradio – os dois volumes precedentes da mesma série –, nada há que ajuntar a respeito do teor genérico, que se mantém sem alteração. Como neles, os artigos enfeixados circularam na imprensa periódica, publicados na sua quase totalidade no Diário de Notícias”, juntando-se-lhes alguma prosa que por uma razão ou outra não tivesse chegado a sair. Os ditos artigos foram encaixados pelo editor nas secções «A Caminho do Próximo Oriente», «Terra Santa e Terras de Mafoma», «De Paris» (meia centena de páginas), «Paris-Genebra» (“Lusos além e aquém”: pelos vistos, já na altura havia emigração portuguesa naquelas bandas), «De Berlim», «De Lião», «De Zagreb», «Para o Brasil», «Portugal na Holanda», «De Dresde», «À Volta de Bucareste», «Imagens do Marroco Português» e «Além-Mar em África».
Exemplar globalmente bom no miolo, mas com a capa ligeiramente desgastada e uma ligeira quebra à cabeça das folhas finais provavelmente decorrente de queda. Pertenceu ao médico e bibliófilo coimbrão Júlio Formigal, de quem tem a discreta assinatura.
15€
Abel Salazar ― Um Estio na Alemanha
Abel Salazar ― Uma Primavera em Itália
Volume inaugural de «Contemporânea: Biblioteca de Autores Nacionais e Estrangeiros», com uma longa e panegírica bio-bibliografia do autor até à época (assinada A.L. – provavelmente, Almerindo Lessa), precedida de uma sua caricatura por Luís de Pina. O livro, a meio-termo entre impressões de viagem e abstracções mais genéricas sobre arte, integra os capítulos «A loucura das païsagens», «Turim», «Milão e a sua catedral», «A Primavera do Lago de Como», «Florença», «Roma», «Nápoles», «Pisa – Génova – Turim», «Veneza», «Entêrro em Veneza», «Melancolia do Lido» e «A Morte de Veneza».
Abel Salazar ― Pousão
Reedição do interessante estudo de Abel Salazar acerca da obra do fugaz pintor alentejano e portuense de quem foi entre nós o primeiro defensor acérrimo, acompanhado nesta edição de luxo por 10 reproduções a cores de conhecidos trabalhos seus, estando todo o conjunto acoplado dentro de um belo estojo com abertura lateral; sumptuosidade que contou com o patrocínio do Casino da Póvoa.
O livro propriamente dito é igualmente um 3 em 1: ao texto primitivo somam-se aqui dois inéditos, o da historiadora de arte Laura Castro em comentário e o conto do romancista Mário Cláudio, «A Morte de Tibério», uma ficção de um trecho da última estada do pintor em Capri e dos seus derradeiros dias de vida já moribundo no Alentejo - traçada também ela com mão de mestre.
8 reproduções de trabalhos de Abel Salazar
(Obra editada pela Fundação Abel Salazar, Porto / Capa e direcção gráfica de Alberto Cardoso, fotografias de Álvaro C. Azevedo (Alvão) e de Horácio Novais // Reproduções em heliogravura executadas pela Neogravura, lda.; páginas de texto compostas e impressas pela Casa Portuguesa; capa composta e impressa pela Nova Lisboa Gráfica, lda.; Lisboa – Dezembro de 1955). In-4º gr. de [8] págs. [caderno] + [8] ff. de estampa.
Envoltos juntamente com o estudo de Diogo de Macedo numa espécie de estojo de cartolina que lhes serve de capa, os trabalhos aqui reproduzidos por heliogravura são exclusivamente retratos: além do conhecido auto-retrato de Abel Salazar, os de Camilo, Eça, Junqueiro, Maximiliano Lemos, Marck Athias, Duarte Leite e Einstein.
Ligeiro desgaste da capa, com uma pequena marca a tinta.
Agostinho da Silva ― Parábola da Mulher de Loth
(Composto e impresso nas Grandes Oficinas Gráficas «Minerva» de Gaspar Pinto de Sousa, Suc.es, Ld.a – V. N. de Famalicão, 1944. In-8º peq. de 89, [3] págs. Br.
Tríptico publicado por Agostinho da Silva em edição de autor, estando este exemplar valorizado por uma dedicatória de oferta com que brindou um destinatário (letra intraduzível, como de costume) que nem sequer o chegou a abrir – todos os cadernos se conservam fechados, conforme saíram do prelo.

















