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Alfredo Pimenta ― Estudos Filosóficos e Críticos

Estudos Filosóficos e Críticos, por Alfredo Pimenta / prefácio do Prof. Dr. Ricardo Jorge
 
Coimbra: Imprensa da Universidade, 1930. In-8º gr. de XLI, [I], 600 págs. Br.
 
Primeira edição, reunindo grande número dos textos originalmente publicados na coluna «Cultura Estrangeira, Cultura Portuguesa» que o autor assinou no DN durante anos consecutivos; em boa parte, recensões críticas a livros que iam entretanto saindo. Após o longo prefácio e a introdução, está o volume dividido nas secções principais «Filosofia geral», «Tomismo», «Temas scientíficos», «Problemas históricos» e «Crítica Literária».
 
Exemplar bem cuidado. Terá pertencido ao escritor Abel Brandão, de quem tem aposto o autógrafo sobre as folhas de rosto e de anterrosto.

30€

Alfredo Pimenta ― Ultimos Echos de um Violino Partido

Lisboa, Livraria Portugalia, 1941. In-8º de 107, [5] págs. Br.

Primeira edição de um dos livros de versos do escritor vimaranense, que “Ao Leitor” escrevia a seguinte nota introdutória: “Os Últimos echos de um violino partido foram entregues a Heitor Antunes, sócio da Livraria Portugália, em 1925. A morte dêste excellente editor deo origem ao extravio do livro. Tôdas as tentativas feitas para o rehaver foram inúteis./ Trespassada a Livraria Portugália para os meos amigos Pedro de Andrade e Raul Dias, procedeu-se logo à procura do original dado como perdido – e que, afinal, estava apenas sequestrado.” 

Exemplar valorizado por dedicatória de oferta manuscrita pelo próprio Pimenta “Para o dr. João Martins, com um grande abraço” a 7-2-1942.
 
20€

João Paulo Freire — O Aldrabão Pimenta e a sua «História»

O Aldrabão Pimenta e a sua «História» (Análise contundente às parvoíces insanáveis dum – magalómano mental –)   

Edição do Autor. (Comp. e imp. na Imprensa Lucas & C.ª – Lisboa). 3 vols. in-4º de 60; 75, [1]; e 86, [2] págs. Br.

“Cá o temos! Aos saltos, às upas, em cabriolas de palhaço, é vê-lo a espolinhar-se como javardo nas 568 páginas duns pseudo Elementos de História de Portugal.
Que elementos! Que História! Nemo dat quod non habeo, ninguém dá o que não possui, e é bem certo. Há de tudo, neste calhamaço, menos probidade e vergonha”, assim começava o jornalista a sua apresentação a este exercício que faz o Manifesto Anti-Dantas, de Almada, quase parecer meigo, e que por alguma razão publicou em edição de autor: ou para poupar editores, ou porque eles próprios se quiseram precaver contra consequências como processos penais...
Embora seja o único por inaugurar, conservando ainda os cadernos por abrir, o primeiro volume é o que se apresenta em pior estado, com a frente da capa manchada (exposição à luz solar) e pequenos rasgões junto ao encaixe, mal de que também padece o terceiro.
 
25€