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Eduardo de Noronha — A Dança no estrangeiro e em Portugal

A Dança no estrangeiro e em Portugal (aventuras galantes do Teatro de S. Carlos)

Coimbra Editora, L.da (antiga livraria França & Arménio) R. Ferreira Borges, 79. (1922). In-8º de 355, [i] págs. Br.

Do prefácio: "Dançou-se sempre. Houve períodos de estacionamento, de declinação, de progresso. entramos neste ultimo período. A dança é hoje uma necessidade, um anceio, uma predilecção excepcional, uma quási mania. / Na primeira parte dêste livro vai coordenado e compilado tudo quanto pude consultar sôbre o assunto em publicações nacionais e estrangeiras. Na segunda exarei o que se relaciona com o nosso país e em especial o sucedido no Teatro de S. Carlos e algumas das aventuras galantes originadas naquele proscénio, desenvolvidas e epilogadas cá fora".
Naquela primeira parte, as secções de capítulos «A dança primitiva», «A Renascença da dança», «A aura do bailado», «A dança em Espanha, Inglaterra e Escócia», «A glória do Tango», «Danças exóticas» e «O delírio do Cancan»; na segunda, «No teatro de S, Carlos», «A sala curta», «Bailes de máscaras», «Dançarinas revolucionárias», «A música clássica e a dança», Nervosismo e futurismo», «Evocação».

Exemplar em brochura mas apresentando desconjunções, a pedir encadernação. Pertenceu ao conhecido genealogista (e não só) Armando de Matos, de quem tem assinatura no anterrosto e ex-libris na anteportada.

15€

Eduardo de Noronha ― Os Marechaes de D. Maria II

Os Marechaes de D. Maria II (Saldanha, Terceira e Santa Maria): A Historia e a Anedota

João Romano Torres & C.ª – Editores. Lisboa. [S/d]. In-8º de 297, [7] págs. Br.

Primeira edição deste conhecido estudo histórico, cujo interesse para a análise das primeiras décadas do constitucionalimo é indisputável. O volume era apresentado por uma «Explicação» prévia em que o autor, notando o menor interesse (até bibliográfico) que suscitavam, justificava a atenção acrescida por si dedicada ao Duque da Terceira – tomando como principal fonte escrita as Memorias do marquês de Fronteira – e ao Conde da Ponte de Santa Maria, António Vicente de Queirós (este, hoje pouco menos que esquecido); e lamentava não ter sido marechal do nosso primeiro constitucionalismo uma quarta figura, o marquês de Sá da Bandeira.

Exemplar bem conservado, sem defeitos a salientar.
 
18€