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Duas Cidades: Antologia sobre o Porto e Coimbra

Duas Cidades: Antologia sobre o Porto e Coimbra / Selecção e prefácio de Eugénio de Andrade // segunda edição

Editorial Inova Limitada (1972). In-8º de 73, [19] págs. Br.


Terceiro volume da colecção «duas horas de leitura», é este um mix dos textos seleccionados por Eugénio de Andrade para as anteriores e monumentais colectâneas Daqui Houve Nome Portugal, dedicada ao Porto, e Memórias de Alegria, a Coimbra – cidade onde, como recordava no prefácio, chegou também a viver alguns anos. 

Vários exemplares disponíveis.

10€

Coliseu do Porto: Ópera (temporada de 1948)

Edições Becarte. (Tip. Progredior - Porto). In-8º gr. de [20] págs. Br.

Nos 80 anos do Coliseu (1941-2021), este libreto de ópera da «Temporada de 1948», com a sinopse e o elenco italiano que por cá estaria na cidade da «Aida», de Verdi, cuja introdução começava assim:
"A tradição, uma vez criada, mantém-se, viva e forte. Desapareceu para sempre a lenda absurda, inverosímil lenda, de que o Porto era estranho à verdadeira música, ao verdadeiro canto, à música dos grandes compositores, ao canto dos grandes «divos». Esses, os que assim falavam do Porto e da sua gente, esqueciam ou simulavam esquecer as tradições gloriosas do velho e do novo Teatro S. João, com os seus desfiles aparatosos, com as suas temporadas magníficas. Esses, os que assim falavam do Porto e da sua gente, esqueciam ou simulavam esquecer que, nesta laboriosa e honrada cidade, se davam leis, se dizia a última palavra sobre o canto, sobre a ópera, sobre a música. Ficaram célebres as páginas líricas de Camilo, o maior de todos. Ficaram famosas as tertúlias literárias em que a ópera, a divina ópera, era o princípio, o meio e o fim de todas as conversas. 
O Coliseu do Porto, com a sua vasta lotação, das maiores da Península, desfez a lenda, pulverizou a mentira".    

Entre uma coisa e outra, integra ainda breves notas dedicadas a Rocha Brito e a António Maria Lopes, com o retrato de cada um, além de publicidade variada no figurino típico do género e da época.

10€

Almeida Garrett ― Miragaia

Miragaia (edição comemorativa do centenário. Introdução do Dr. Jorge de Faria)

O Mundo do Livro. Lisboa. 1954. In-8º de 34, [4] págs. Br.

Com o apuro gráfico habitual das d’«O Mundo do Livro», a edição foi gravada e impressa a duas cores na capa larga e  depois também ao longo do volume, reproduzindo um desenho de Fernando de Azevedo a retratar o poeta. Neste livrinho (uma série de cantigas encadeadas sobre a lenda de Gaia e do Rei Ramiro), publicado em 1845 no «Jornal das Belas Artes» e em 1854 pela primeira vez em volume, dizia Garrett que “O autor, ou mais exactamente o recopilador, seguiu muito pontualmente a narrativa oral do povo, e, sobretudo, quis ser fiel ao estilo, modos e tom de contar-cantar dele; sem o que, é sua íntima persuasão, se não pode restituir a perdida nacionalidade à nossa literatura”.

Exemplar em condição praticamente impecável, descontando o ligeiro desgaste da capa.
 
12€  

Hélder Pacheco ― Ver o Porto: 25 anos de escrita sobre a cidade

Edições Afrontamento (2008). In-4º quadrado de 216, [6] págs. Cart.
 
Álbum antológico, assinalando as «Bodas de Prata» da escrita de crónicas sobre o Porto e recolhendo, de entre 23 livros acerca da urbe e um ou outro disperso, 88 textos seleccionados para o efeito. Ilustram-no fotografias de colaboradores vários e sobretudo do próprio autor.
Prefácio de Miguel Veiga.

Exemplar novo, mas com ligeiros defeitos exteriores de armazenamento e já manuseado durante a Feira do Livro do... Porto, precisamente.
 
25€

Hélder Pacheco ― Intimidades Portuenses

Edições Afrontamento. (1997). In-4º de 286, [6] págs. Br.

Uma das típicas recolhas de textos do autor, principalmente ilustrada por fotografias do próprio e de Manuel Magalhães, além de fotogravuras variadas.

Exemplar valorizado por dedicatória de oferta manuscrita por Hélder Pacheco ao nosso belo escritor de origem checa, recentemente saído do «número dos vivos», Jorge Listopad.
 
22€ 

Hélder Pacheco ― O Porto no tempo da guerra (1939-1945)

Edições Afrontamento. (1998). In-4º  de 199, [7] págs. Br.

Resultado desenvolvido de uma prévia conferência pronunciada pelo autor, o livro consta dos capítulos «Não sei se o tempo existe», ««O Passado é um país estrangeiro: lá fazem-se as coisas de maneira diferente»», «E, entretanto, o quotidiano...», «Do romance à realidade.», «Entre a realidade e o futuro.», «Memórias do tempo da guerra: I – Do outro lado da Circunvalação», «II – No Coração do Burgo».
 

15€

Júlio Resende: Ribeira Negra, Porto (Com um texto de Eugénio de Andrade)

Fundação Eng. António de Almeida (1988). In-8º gr. quadrado de 42, [52] págs. Enc.

“«Ribeira Negra», o Painel de azulejos em grés, com ap. 54 m de comprimento ocupando uma área total de ap. 200m2, foi o motivo da presente publicação. Realizado pelas mãos de RESENDE, em réplica a um que lhe [sic] antecedeu, na técnica de polivinil, foi concretizado em 1986. Em 21 de Junho de 1987 foi inaugurado pela Câmara Municipal do Porto. / O Porto surge-nos aqui pela fotografia, como um espaço geo-humano envolvente. Uma dúzia de desenhos preparatórios ocupam as páginas seguintes, tendo a rematá-las a documentação fotográfica do Painel, durante a sua execução, montagem, e sua conclusão.”
Além do de Eugénio, há um texto de apresentação, sobre o Porto, do próprio Resende – reproduzido ainda em inglês e francês; sendo de referir que as (boas) fotografias são também do pintor e de colegas como Francisco Laranjo, Manuel Aguiar e Zulmiro de Carvalho.
O álbum, impresso sobre bom papel couché mate, foi encadernado em tela e revestido de sobrecapa ilustrada.
 
Exemplar da série corrente.
 
20€

Porto: os Sulcos do Olhar

Porto: os Sulcos do Olhar (Textos: Eugénio de Andrade / Fotografias: Dario Gonçalves / Aguarelas: Júlio Resende / Direcção Gráfica: Armando Alves)

1988, o jornal. In-4º de 139, [5] págs. Enc.

De boa composição, impresso em papel Printomat, o álbum foi encadernado pelo editor em tela revestida de sobrecapa em papel. Dos textos de Eugénio que aqui se reúnem vários estavam já publicados – incluindo alguns bem conhecidos – e outros inéditos.

Exemplar cuidado, provavelmente por estrear, apresentando apenas ligeiras marcas na referida sobrecapa.
 
20€

Porto em Fralda: narrativas do Porto, por dois tripeiros

1.º milhar ——— 1926. (Composto e impresso na tip. da Casa de Obras de O PRIMEIRO DE  JANEIRO). In-8º de 94, [2] págs. Br.
 
Livrinho consideravelmente raro, consideravelmente desconhecido e consideravelmente interessante, gracioso roteiro narrativo pelas ruas e instituições da cidade, composto pelos irmãos Diogo e Eduardo de Sousa Lima; e ilustrado na capa por ainda mais um Lima, João:
Porto em Fralda, escrito ao correr da pena e sem pretensão a litteratura ou humorismo, tem por fim, caros leitores e presadíssimas leitoras, demonstrar, em linhas rápidas e sem obsecação de bairrismo  o que é a Invicta e Sempre Leal Cidade da Virgem, áqueles que simplesmente a conhecem de nome... Por isso, os seus autores, tripeiros de gema, procurando enaltecer o que de bom existe neste querido Pôrto, de tradições as mais belas, não deixarão, no entretanto, de condenar, pondo a claro, a hedionda podridão que ao transeunte se depara a cada passo, por essas ruas fora, graças à inércia dos dirigentes da C. M. P., que lançaram ao abandono esta laboriosa Cidade, donde brotaram os principais rasgos de heroismo e os primeiros gritos de liberdade (...)
 
Exemplar bem conservado, descontando quando muito as ligeiras manchas da capa.

20€

Artur Magalhães Basto ― Fons Vitae

«Fons Vitae»: o misterioso quadro existente na Misericórdia do Porto

Pôrto: Tipografia do Hospital do Conde de Ferreira (Da Misericórdia do Pôrto). 1933. In-4º de 59, [1] págs. Br.

Primeira edição, já invulgar, impressa em bom papel e ilustrada em folhas destacadas de papel couché pela reprodução do quadro e de dois pormenores. O estudo dá nota das principais hipóteses aventadas até à data relativamente à autoria do quadro – Van Eyck, Van der Weyden, o nosso Grão-Vasco, etc. – e  das vicissitudes pelas quais teria passado até então.

Exemplar em boa condição, só pontuado em poucas folhas por algumas marcas de acidez.

20€

Magalhães Basto ― Um Episódio na Praça da Liberdade às 4 Horas da Manhã

Um Episódio na Praça da Liberdade às 4 Horas da Manhã (Palestra radiofónica pronunciada em 1939 pelo A. (Pôsto da Invicta Rádio) e promovida pela Comissão Organizadora da Feira do Livro

Editora – Livraria Progredior / Pôrto – 1943. In-12º de 21, [3] págs. Br.

Livrinho composto pelo autor num seu certo registo típico, descaradamente fantasioso e bem-humorado, inventando uma conversa imaginária de madrugada “Para os que me não conhecem, devo advertir que não é meu hábito passear na Praça Nova às 4 da manhã. Fi-lo (ou se preferem físe-o) uma noite destas, porque não podia dormir de preocupado que andava com o que havia de dizer hoje aqui” com os fantasmas dos escritores portugueses arrumados nas prateleiras das estantes dos pavilhões da Feira do Livro, alinhavados em torno da estátua de D. Pedro (há desse tempo uma ou outra deliciosa fotografia do pavilhão da alfarrabista portuense Moreira da Costa, ainda hoje com actividade aberta ali bem perto, na Rua de Avis, de onde um hoteleiro recém-arrivista não a conseguiu tirar – coisa talvez tão rara nos tempos que correm como os exemplares que vão aparecendo deste pequeno opúsculo.) Para quem não saiba – e parece haver ainda muita gente... – a Feira do Livro tem ultimamente decorrido nos jardins encantados do Palácio de Cristal, onde marcamos presença ano após ano, saindo de lá por vezes quase às 4 da manhã.
 
10€

Artur Magalhães Basto ― “Vereaçoens”

“Vereaçoens” (Anos de 1390-1395 // O mais antigo dos Livros de Vereações do Município do Pôrto existentes no seu Arquivo / Com / Comentário e notas de A. de Magalhães Basto, Chefe de Serviços da Secção de Manuscritos da Biblioteca Pública Municipal do Pôrto)

Publicações da Câmara Municipal do Pôrto / Gabinete de História da Cidade. (Execução de Gráficos Reunidos, Lda. Porto). In-4º de 498, [II] págs. Br.

Além das escrituras propriamente ditas, interessam em grande medida, como de costume, os comentários e longas notas finais de Magalhães Basto. Salvo erro, sairia mais tarde um segundo volume dedicado já ao início do séc.XV.

Exemplar dificilmente superável, muitíssimo bem cuidado e conservando ainda todos os cadernos por abrir, exceptuando uma mancha de escurecimento marginal na capa.
 
30€

Artur Magalhães Basto ― Os 75 anos do Ateneu

Edição do Ateneu Comercial do Pôrto (acabou de se imprimir aos 10 de Maio de 1945, nas Oficinas Gráficas da Sociedade de Papelaria, Lda.). In-8º gr. de 44, [4] págs. Br.

“Conferência pronunciada pelo autor em a noite de 11 de Dezembro de 1944, no salão nobre do Ateneu Comercial do Pôrto”, engraçadíssima no seu registo coloquial, contando sob a forma de imaginário diálogo a história da instituição portuense desde os primórdios ainda na Rua da Porta do Sol, à Batalha – fornecendo curiosos dados acerca da compra do terreno e da construção do edifício da Rua Passos Manuel e, sobretudo, da biblioteca: cujo inaugural «Gabinete de Leitura» ainda na localização primitiva era uma estante de pinho com trezentos e poucos títulos, em 1945 já 50.000 (incluindo o exemplar comprado da 1.ª edição d’Os Luziadas), e hoje sabe-se lá quantos. Aos 75 anos então contados há hoje que somar outros tantos cumpridos em 2019, 150 no total.
Edição ilustrada na capa e num desenho por Laura Costa, artista neta de Alves Costa, um dos pioneiros do Ateneu – família que bem se pode considerar das mais ilustres do séc.XX na cidade.

O exemplar aqui apresentado ostenta o ex-libris pequeno da Livraria Manuel Ferreira, da autoria de José Rodrigues, outro portuense ilustre; e tem debaixo um carimbo de oferta como “Homenagem do Ateneu aos «Amigos da Biblioteca»”.

20€     

Álbum de Memórias do Ateneu Comercial do Porto (1869-1994)

Porto ∙ 1995 (concepção gráfica e paginação: Edições Afrontamento / impressão e acabamento: Rainho & Neves, Santa Maria da Feira). In-4º gr. de 327, [9] págs. Enc.

Se não falha a memória, é o mais importante repositório histó rico, documental e  iconográfico sobre a velha instituição onde tiveram lugar, por exemplo, as conferências promovidas pela Liga Patriótica do Norte presididas pelo socialista Antero de Quental (ou, segundo o ultra-neo-liberal e cultíssimo Observador, “Linha Patriótica do Norte”).
Trabalho de uma vasta equipa à volta da Faculdade de Letras, integrando professores e alunos, teve coordenação de Gaspar Martins Pereira e Luciano Vilhena, que assinam textos – tal como Luís Miguel Duarte, Alfredo Ribeiro dos Santos, Maria do Carmo Serén, Mário Cláudio, Dulce Magalhães, Luís Grosso, etc. Riquíssimo em apontamentos não só sobre a história do Ateneu mas também a da cidade, pode bem considerar-se importante para qualquer coleccionador portuense.

O álbum foi encadernado pelo editor em tela, revestida de sobrecapa em papel – já neste caso ligeiramente desgastada – que reproduz uma conhecida escultura da casa.

35€ 

Ricardo Jorge ― Camillo e Antonio Ayres

Camillo e Antonio Ayres (Seguido do poema “As Commendas”) / (Com um retrato de Camillo e outro de Antonio Ayres) / 1.º Milhar

Emprêsa Literária Fluminense, L.da / Lisboa. (Tip. da Sociedade de Papelaria, L.da ● Pôrto ● 1925). In-8º de CCLVII, [I], [8], 84, III, [III] págs. Br.

O longo e hoje pouco interessante comentário da polémica, de que algumas peças são aqui transcritas, é frequentemente acompanhado de notas acerca da vida portuense na época a que respeita (grosso modo, a de infância e juventude do autor).

Exemplar ainda por estrear, conservando a totalidade dos cadernos por abrir; com uma etiqueta de biblioteca colada pelo respectivo anterior proprietário no pé.
 
15€

Ricardo Jorge ― Demographia e Hygiene da cidade do Porto

Demographia e Hygiene da cidade do Porto ― I: Clima-População-Mortalidade (illustrado com quadros estatisticos, tabellares e graphicos, referentes ao Porto, Lisboa e Reino, e confrontos internacionaes / por / Ricardo Jorge (Medico municipal, lente de hygiene e medicina legal na Escola Medico-Cirurgica do Porto, socio correspondente da Academia Real das Sciencias, do Instituto de Coimbra, e da Sociedade das Sciencias Medicas.))

Editado pela Repartição de Saude e Hygiene da Camara do Porto, 1899. In-4º de 444, [4] págs. Cart.
 
 
Tomo inaugural de um projectado «Annuario do Serviço Municipal de Saude e Hygiene da Cidade do Porto» que, salvo erro, não teria continuação, foi este um dos primeiros livros do higienista e é hoje raro – e bastante desconhecido mesmo entre os coleccionadores de bibliografia portuense, à qual interessa e não pouco.

“Quando em fins de 1892 se installou a Repartição municipal de Saude e hygiene, um dos serviços que a ex.ma camara nos auctorisou logo a crear, foi o da estatistica demographica da cidade. Era litteralmente uma vergonha que uma grande cidade como o Porto não tivesse um registro seu do movimento da sua gente. (...) O Porto vive no esquecimento d’essas cifras; se a semana foi boa ou ruim no mercado dos generos ou nas operações bancarias, ha muito quem escrupulise em sabe-lo; mas se os cemiterios enguliram mais cadaveres, se a tisica ou a febre typhoide diminuem o rebanho, a quem se lhe dá isso?! (...) Tentou-nos, como preliminar, a historia populacional do Porto, as causas e a marcha do seu desenvolvimento, rastreadas principalmente atravez dos documentos archivados no cartorio municipal. E’ um ensaio de demogenia local e estatistica historica, e ao mesmo tempo um esboceto da evolução social d’esta cidade que a historia tam ingratamente tem despercebido, esta cidade do Porto tam digna de rememoração como «velha burgueza, mãe do Portugal, que ella criou, vestiu de ferro, e fez nação, robusta e destemida, entre os seus braços e sobre a amurada das suas naus (Camillo)”, assim apresentava o autor num longo prefácio este seu trabalho, que dizia pioneiro na estatística e no qual destacava “a construcção dumas taboas de vida, mortalidade e sobrevivencia, raro tentada lá fóra em grupo urbano, e pela primeira vez ensaiada para um grupo social portuguez”.

Antes do tratado propriamente dito, também a longa exposição inicial acerca da história da cidade merece atenção, apesar de padecer um tanto dos mesmos defeitos e insuficiências que R.J. criticava a outros – v.g. a confusão entre Cale e Gaia, porém desculpável numa altura em que ainda se começava a desfazer esse e outros equívocos sobre a origem do burgo que ainda hoje confundem tanta gente...

Compõe-se das secções «Meteorologia – Clima», «Demographia – População» (com os capítulos «Origens e Desenvolvimento», «Composição censuaria» e «Movimento da população») e «Mortalidade» («Mortalidade geral», «Mortalidade especial», «Taboas de mortalidade e sobrevivencia» e «Mortalidade local»); apresentando, no texto e em folhas destacadas, toda uma profusão de gráficos, mapas, quadros e tabelas com diversíssimos dados geográficos e higiénico-sanitários relativos, sobretudo, ao último quartel do séc.XIX.

50€

Alberto Pimentel ― Do portal á claraboia

Do portal á claraboia (2.ª edição revista pelo auctor)

1913 / Guimarães & C.ª – Editores, Lisboa. In-8º de 175, [1] págs. Br.

Reedição já tardia de um livro originalmente publicado em 1873, marco da bibliografia portuense, “Porque é um intimo prazer dos velhos reviver o passado pela recordação e pela saudade. Porque este livro fala da minha terra, dos melhores anos da minha vida, da primavera do meu lar, fala de tudo quanto eu primeiro amei e amo ainda”. Um dos não muitos títulos portugueses dados a lume na principalmente estrangeira colecção «Horas de Leitura».
Bom exemplar, sem defeitos de maior a referir. 

17€

Alberto Pimentel ― O Arco de Vandoma

O Arco de Vandoma (romance)

1916 / Guimarães & C.ª – Editores, Lisboa. In-8º de 344, [2] págs. Br.

Edição original deste livro sobre a vida portuense, tendo por capítulos, entre muitos outros sem directa referência toponímica, «Espinhos da rua das Flores», «Sarau musical no Paço do Bispo», «Uma cavaqueira de rapazes no café Guichard», «No Bom Jesus do Monte» e «Ruínas pressagas do Arco de Vandôma».

Exemplar razoável, com algum desgaste da capa e discreta assinatura de propriedade na folha inicial, de anterrosto.
 
20€

Alberto Pimentel ― O Arco de Vandoma

O Arco de Vandoma (romance)

1945 / Livraria Figueirinhas – Pôrto. In-8º de 417, [3] págs. Br.

Segundo título publicado na conhecida colecção popular da portuense Figueirinhas que reeditou os portuenses Alberto Pimentel e Arnaldo Gama.
Bom exemplar.

8€

Alberto Pimentel ― O Pôrto por Fora e por Dentro

1945 / Livraria Figueirinhas – Pôrto. In-8º de 277, [3] págs. Br.

“Reedição popular de algumas das principais obras de Alberto Pimentel / Edição revista por seu filho Dr. Alberto Pimentel, Filho” – sendo este o terceiro título publicado.
Exemplar bem conservado, apenas com pequenos picos de acidez.
 
8€