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Clara Crabée Rocha — A Poesia Lírica de Camões - uma estética da sedução

Centelha, 1983. In-8º de 77, [III] págs. Br.

Ensaio publicado em segunda edição na colecção «Temas/para compreender»; com a capa ilustrada por um trabalho de Almada (1934).

Exemplar ligeiramente desgastado na capa.

8€

Jean-Pierre Ryngaert ― O Jogo Dramático no Meio Escolar

centelha / Coimbra, 1981. In-8º de 230, [II] págs. Br.

"Neste livro, depois de uma panorâmica do quadro institucional, define-se o jogo dramático em função daquilo que ele não é - nem teatro nem psicodrama - e que, no entanto, aflora a todo o momento. Em que condições o jogo dramático facilita o aparecimento de um discurso autónomo sustentado por uma linguagem artística original? Recusando ser livro de receitas ou reflexão desligada da realidade é um livro de grande utilidade para professores, animadores e todos os que trabalham com crianças".
Em breve nota preliminar, o autor explicava dever-se esta tradução portuguesa a um estágio em que participara organizado pelo Centro Cultural de Évora, juntamente com pessoal da Escola de Teatro de Évora e um grupo de professores e animadores culturais.
Volume publicado na colecção «Teatro Transformação».

10€

Manuel Alegre ― Um Barco para Ítaca

centelha / Coimbra, 1974. In-8º de 64 págs. Br.

Embora já com a chancela da editora coimbrã, a edição aproveita a original – impressa aliás na mesma oficina de Águeda –, embora em formato ligeiramente maior e usando um tipo diferente.

Exemplar em bom estado, mas apresentando algumas marcas de uso: um ligeiro vinco marginal no pé das folhas e uma pequena mancha cercando também a base do encaixe.
 
10€

Manuel Alegre ― Letras

centelha / Coimbra, 1974. In-8º de 44, [4] págs. Br.

“Este livro composto de poemas inéditos vem juntar-se à Praça da Canção, O Canto e As Armas e Um Barco para Ítaca, livros que no seu conjunto deram corpo a uma das vozes poéticas que mais alto ergueu [sic] a esperança histórica do povo português, mais marcadamente se exprimiu em consonância com a sua revolta. / Manuel Alegre dá-nos com Letras uma obra diferente das anteriores, mas inscrita na mesma trajectória duma poesia apontada ao coração do futuro”, assim rezava na capa a encomiástica nota de apresentação a este livrinho saído no ano da Revolução (Junho, escrito quase todo em Janeiro), num tempo em que o poeta era bastante mais considerado do que em 2018, quando meio país literato achou muito ridículo que ganhasse o Prémio Camões, achando depois em 2019 que Chico Buarque pelo contrário sim senhor, está muito bem. Consta ele de 23 composições, tantas quantas as letras do alfabeto – de A a Z – que toma por mote, num esquema aparentemente inspirado em Rimbaud.

14€