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Roland Barthes por Roland Barthes

Colecção Signos 10 (edições 70). (Execução gráfica da Tipografia Lousanense; Lousã, Julho /1976). In-8º de 217, [XIX] págs. Br.

Espécie elaborada de auto-ensaio auto-fotobiográfico a todos os títulos curioso, «… o meu trabalho tem sido sempre o de um “ser da linguagem”; é a linguagem, em todos os níveis (da frase ao discurso) e através das diversas formas (artes, literaturas, sistemas), é a linguagem que sempre me tem interessado, que eu sempre tenho desejado. / A minha sorte foi ter este gosto numa época intelectual que tem uma ideia muito mais ampla e muito mais profunda da linguagem do que as épocas anteriores.» [Esperasses duas gerações, meu caro...]
"Estão ali todos os elementos de uma história pessoal (fotos de infância, imagens da casa materna, uma cronologia, uma bibliografia). E, no entanto, esse livro fragmentário, quase um caderno de anotações, é a materialização de um projeto literário que se faz justamente sobre os escombros do sujeito "biografável", encerrado em uma continuidade necessária entre vida e obra, em um imaginário que o determina." [Manuel da Costa Pinto, em recensão brasileira] 
Capa de João da Câmara Leme; tradução de Jorge Constante Pereira e Isabel Gonçalves.

12€

Jorge de Sena — Sobre o Romance

edições 70. (1985). In-8º de 232, [IV] págs. Br.

Conjunto de ensaios agrupados em volume, com uma nota introdutória também de Mécia de Sena e um prefácio do marido-autor que, professor nos E.U.A., começava por anunciar reunir nele "artigos, ensaios e prefácios mais ou menos substanciosos, que escrevi e publiquei, entre 1954 e 1961, sobre autores e obras dos Estados Unidos da América do Norte"; mas após a intervenção da mulher, que o concluiu, essa seria apenas a secção final sobre «Ficção Norte-Americana»; precedida das «Ficção Inglesa», «Balzac e Thomas Mann» e, logo de início, a mais genérica «Sobre teorias e práticas da ficção». 

12€

C. R. Boxer — O Império Marítimo Português (1415-1825)

edições 70 (DL1992). In-4º de 410, [II] págs. Cart.

"Primeiro império colonial moderno e, também, o último a desaparecer, espalhado por cinco continentes, o "mundo que os portugueses criaram" foi bem o exemplo da tenacidade de um povo que conseguiu opor-se e sobreviver aos choques com inimigos bem mais poderosos. O Professor Charles R. Boxer traça a evolução do império marítimo português desde as primeiras viagens de descoberta, no início do século xv, até à independência do Brasil, numa obra que disseca as grandezas e reveses de uma aventura sem paralelo na história da humanidade. Pela visão de conjunto e profundidade da investigação O Império Marítimo Português constitui uma peça fundamental na bibliografia da história da expansão portuguesa.
Edição patrocinada pela Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, de um livro que até hoje continua a ser sucessivamente reeditado. A edição original inglesa fôra em 1969, e só alguns anos depois traduzida para português sob o título O Império Colonial Português - que, a partir daqui, passaria a O Império Marítimo Português.

18€

Amorim de Carvalho ― tratado de versificação portuguesa

edições 70, Lisboa. (1974). In-8º de 181, [3] págs. Br.

Esta segunda edição é apresentada por um prefácio «Ao Leitor» em que explicava o autor ter para ela feito só algumas alterações e ampliações. O livro divide-se nas partes «Da metrificação e das leis do verso», «Dos vícios contra a pureza musical, da harmonia imitativa e da rima», «Das estrofes e dos sistemas estróficos» e a brevíssima «Do verso metrificado ao verso livre», seguindo-se-lhes, a terminar o volume, um «Apêndice Histórico» sobre «A versificação através da poesia portuguesa».

10€