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Natal... Natais (Oito séculos de Poesia sobre o Natal)

Natal... Natais (Oito séculos de Poesia sobre o Natal / Antologia de Vasco Graça Moura)

(Editor: Público, Comunicação Social, SA / Impressão: Gráfica Maiadouro, SA.) In-8º gr. de 378, [vi] págs. Cart.

"Esta antologia reúne oito séculos de poesia em língua portuguesa sobre o Natal. Inicia-se com Afonso X, o Sábio, cujas Cantigas de Santa maria foram escritas em galego-português no século XIII, e termina com Rui Lage e Pedro Sena-Lino, poetas que começaram a publicar em livro em 2002 e 2005, respectivamente. Inclui 202 textos de 130 poetas. (...) Não se trata, evidentemente, de uma recolha exaustiva. (...) seria preciso, pelo menos, o dobro do espaço e mais do dobro da quantidade dos textos recolhidos para que pudéssemos aproximar-nos de um panorama razoavelmente completo, só no tocante ao nosso país"

O volume foi cartonado e revestido de sobrecapa de papel (na imagem).

18€

António Ramos Rosa — O Princípio da Água

centro cultural do alto minho (Impressão: Gráfica Casa dos Rapazes - Viana do Castelo). [S/d - DL 2000]. In-8º gr. de 42, [iv], [II] págs. Br.

Como habitualmente nas publicações da casa, não deverá ter sido muito ampla a tiragem desta edição.

Exemplar por estrear.

10€

Artur Lambert da Fonseca — Continuidades Poéticas

Continuidades Poéticas (prefaciadas pelo P.e Nuno Archer, S. J.)

Vila do Conde, MCMLVIII. (Gráfica Santa Clara – Vila do Conde – 250 ex. 25-9-58). In-4º de 112, [XII] págs. Br.

Parece ter sido o terceiro título publicado, em edição de autor, pelo próprio - com uma tiragem declarada de apenas 250 exemplares, segundo a nota de impressão na face inferior da capa em cartão; no exemplar, já um pouco esboroado. Em contrapartida, o exemplar integra um folheto com o título «Continuidades Poéticas (Opiniões)», reproduzindo algumas recensões críticas ao livro por João Ameal, Amândio César, Carlos Lobo de Oliveira e a sobrinha de Pascoaes, Maria José Teixeira de Vasconcelos, sua amiga e apreciadora; com data de MCMLXIX, deverá ter sido lapso, uma vez que esses textos datam de 1958 e 1959: se a publicação não foi simultânea, talvez tenha sido pouco posterior. Além disso, tem uma dedicatória de oferta manuscrita pelo autor em folha preliminar. 

19€

Artur Lambert da Fonseca — «a Sacra Pastorícia» / «as Muralhas de Sortelha»

«a Sacra Pastorícia»
Poesia KRAK – L. Sampedro. (1972) In-8º gr. de 28, [4] págs. Br.

[No mesmo volume, ao invés]:
«as Muralhas de Sortelha»
(idem), 58, [2] págs.

Boa edição em papel avergoado, a primeira de cada, apresentando em complemento os dois títulos reunidos, um de cada lado do volume (ilustrado por várias fotogravuras a página inteira com imagens de pastores e de vários aspectos do complexo amuralhado da conhecida e sui generis povoação serrana); tendo composição e impressão da Gráfica de Coimbra, sob chancela da editora lisboeta Sampedro; com tiragem decerto reduzida. «a Sacra Pastorícia» agrupa textos em verso e prosa; «as Muralhas...», exclusivamente em verso.

Exemplar por estrear.

14€

Maria Teresa Horta — Os Anjos

Litexa Portugal, 1983. In-8º de 120, [4] págs. Br.

Edição publicada na colecção poética «De Viva Voz» (dirigida por Artur Lucena).

Exemplar valorizado por autógrafo da autora, sem mais, na folha de rosto.
 
15€

Dalila Pereira da Costa — Elegias da Terra-Mãe

Edições Nova Renascença (Composto e Impresso na Tipografia Camões, Póvoa de Varzim / Dezembro de 1983). In-4º de 44, [IV] págs. Br.

"Em louvor da Padroeira e Anjo de Portugal", é este um conjunto de composições naquele registo esotérico-lusitano que fez uma certa moda à época, bastando pensar em alguns escritos de Lima de Freitas e de vários outros adeptos desta «derivação» da impropriamente chamada «filosofia portuguesa».

Exemplar ainda em boa condição no miolo, mas prejudicado por ligeiro desgaste da capa e o que parece a marca de remoção de um ex-libris na folha preliminar.

8€

Pascoaes — Embryões

Embryões (...) / Ilustrações de Joana Antunes // (Transcrição de Nuno Ribeiro a partir do fac-simile da edição original, publicado pelo Município de Amarante em 2015)

(Officina Noctua, Agosto 2025). (Impressão: Papelmunde). In-8º peq. de 98, [ii] págs. Br.

Edição de 300 exemplares, 30 dos quais numerados à parte. 
O prefácio ficou a cargo do nosso colega e amigo Francisco Brito, livreiro antiquário da Cólofon, de Guimarães, um dos poucos (e salvo erro o mais recente) que terão posto à venda um exemplar da raríssima edição original deste livro que, dado a ler a Junqueiro, mereceu deste a resposta “dize a teu filho que se deixe de versos”, o que levou o dito filho do Sr. Conselheiro – Pascoaes – a queimar os que lhe restavam. [Mais tarde, ao ler o terceiro/quarto, o Sempre, o poeta de Os Simples manifestou o desejo de conhecer a mãe do jovem poeta, para a abençoar. As voltas que a vida – e a musa... – dá...]

13€ [P.V.P.]

o gosto é fugitivo, a sorte escassa: antologia de poesia do Abade de Jazente

o gosto é fugitivo, a sorte escassa: antologia de poesia do (...) / ilustrações de Vera Matias // Transcrição de Nuno Ribeiro, baseada no fac-simile da edição de Bernardo António Farropo intitulada Poesias de Paulino Cabral de Vasconcelos Abade de Jazente (Porto, Oficina de António Álvares Ribeiro, 1786-1787) – editado em 2009 pela Câmara Municipal de Amarante – cotejada com a edição de 1944 (edição de Mário Gonçalves Viana, Porto, Livraria Figueirinhas) e a de 1983 (edição de Miguel Tamen, Lisboa, Editorial Comunicação).

officina noctua (Novembro 2023). In-8º peq. de 170, [I], [i] págs. Br.

É bastante extenso – quase três dezenas de páginas – o prefácio de Fernando Pinto do Amaral a esta recolha, “cerca de 100 poemas, todos sonetos, salvo o texto final, alusivo ao terramoto de 1755 em Lisboa”; sublinhando, entre outras, a curiosidade de a edição em 2 volumes de 1786-1787 ter escoado 2 mil exemplares em menos de um ano. 

19€ [P.V.P.]

Abade de Jazente — Poesias (texto integral da 1ª edição)

Imprensa Nacional - Casa da Moeda (Esta edição foi composta e impressa por Sociedade Industrial Gráfica Telles da Silva, Lda. / Acabou de imprimir-se em Novembro de 1985). In-8º gr. de 561, [ii], [I] págs. Br.

“ 'Abade de Jazente’ é o nome da função que desempenhou durante a maior parte da sua vida (1719-1789) Paulino António Cabral, a quem um editor do Porto acrescentou em 1786 o apelido 'Vasconcelos’. Acidentalmente foi um dos maiores poetas menores portugueses do século XVIII”, lia-se no início da nota final na face inferior da capa, seguindo a toada de Miguel Tamen – que num monótono prefácio académico, estendendo-se por duas monótonas dezenas de páginas, arguía este poeta de monotonia... acusação algo injusta para um sonetista que, não tendo o génio de um Camões, um Bocage ou um Antero, tinha porém muito mais graça (pelo menos a que vem com letra pequena). Certeira, certeira era essa nota ao assim rematar: “poetas bem menores têm bibliografias bem maiores”...
A anterior integral datava de 1909, e depois desta, saída precisamente há 40 anos, nenhuma mais houve. Veremos se a antologia acima apresentada, pela conterrânea Officina Noctua, consegue alguma coisa quanto a isso, chamando a atenção para este injustamente esquecido senhor.

28€

Bocage — Opera Omnia (direcção de Hernâni Cidade)

Livraria Bertrand / Lisboa / MCMLXIX (a MCMLXXIII). 6 vols. in-8º. Br.

O primeiro volume recolhe os «Sonetos» (prefácio, preparação do texto e notas de Hernâni Cidade); o segundo «Odes – Canções – Epístolas – Idílios – Cantos e Cantatas (aparato de Herculano de Carvalho); o terceiro «Elegias – Epicédios – Poesias Várias – Fragmentos – Elogios Dramáticos – Dramas Alegóricos – Fragmentos Dramáticos – Traduções» (Herculano de Carvalho e Maria Helena Paiva); o quarto «Poesia Anacreôntica – Poesia sobre Mote – Poesia Epigramática – Apólogos ou Fábulas Morais – Vária» (António Salgado Júnior); o quinto «Dramas Traduzidos» (Helena Paiva) e «Poemas Traduzidos do Latim» (Álvaro Saraiva de Carvalho); e o sexto «Poemas Didácticos Traduzidos» (Helena Cidade Moura).

50€

Obras Poeticas de Bocage

Porto: Imprensa Portugueza – Editora, 1875 (e 1876). 8 vols. in- enc. em 5.

As Obras Poeticas não cobrem rigorosamente todo o espectro desta edição na «Bibliotheca da Actualidade», nem sequer o dos 7 volumes assim designados: «Sonetos», «Canções, Elegias, Idylios, Cantatas, Epistolas e Satyras», «Redondilhas (Anacreonticas), Cançonetas, Glosas, Fabulas, Epigrammas», «Elogios dramaticos, Dramas allegoricos, Fragmentos», «Versões lyricas, Episodios Traduzidos, Fastos», «Poemas didacticos traduzidos» e «Dramas traduzidos». O oitavo e último volume é o estudo independente Bocage: sua vida e epoca litteraria, por Theophilo Braga.

Encadernação em cinco tomos, com lombada em pele gravada a ouro e as pastas revestidas de papel em efeito mosqueado; só o último volume, de Teófilo Braga, conserva a capa original (imagem da esquerda, acima).

125€

Satyras de Francisco de Saa de Miranda.

Satyras de Francisco de Saa de Miranda. Impressas no Porto por Ioão Rodriguez. Com as licenças necessarias. Anno 1626.

(Esta edição comemorativa do quarto centenário da morte de Sá de Miranda,  acabou de se imprimir em Março de mil novecentos e cinquenta e oito, e dela se fizeram: quarenta e três exemplares em papel Whatman numerados de um a quarenta e três, e rubricados pelo editor, apenas entrando no mercado os números um a vinte; Trinta exemplares em papel inglês Goat-skin, imitação pergaminho numerados de quarenta e quatro a setenta e três, rubricados pelo editor; Quatrocentos exemplares em papel Ingres francês numerados de setenta e quatro a quatrocentos e setenta e três, rubricados pelo editor, dos quais os últimos cem ficam fora do mercado.) 
In-8º peq. de [X], 140 [aliás, 240], [II] págs. Enc.

O exemplar aqui apresentado tem o nº 171, pertencendo portanto à série mais «comum»,
mesmo assim impressa num belíssimo papel Ingres. 
Revestido de bonita cartonagem editorial, o volume, carminado à cabeça, foi ainda coberto de estojo para protecção, numa das edições d’«O Mundo do Livro», que é como quem diz do seu livreiro: outro João Rodrigues, mas Pires e lisboeta. 
E acompanha a edição em fac-simile, dentro do mesmo estojo, o livrinho impresso à parte (também na casa Minerva do Comércio) 

Francisco de Sá de Miranda (elementos iconográficos), por Ernesto Soares
O Mundo do Livro / Lisboa, 1958. In-8º peq. de 19, [I] págs. Br.

Um pequeno estudo de algumas páginas acompanhado da reprodução de vários retratos atribuídos ao poeta e impressos em folhas couché destacadas. 

40€ 

A Egipciaca Santa Maria: poema de Francisco de Sá e Miranda

A Egipciaca Santa Maria: poema de Francisco de Sá e Miranda / pela primeira vez publicado por Theophilo Braga

Porto: Livraria Chardron, de Lelo & Irmão, editores. 1913. In-8º de XIII, [I], 228, [2] págs. Br.

Crê-se esta a primeira edição do poema atribuído a Sá de Miranda, preparada por Teófilo a partir de uma cópia do suposto manuscrito original, que pertencia a Pereira Merello, bibliómano coleccionador lisboeta cuja biblioteca (constituída durante décadas sem qualquer freio nos gastos, segundo constava) fôra posta a leilão com um catálogo revisto e prefaciado, justamente, pelo escritor – o qual na nota preliminar dá conta de todo o processo e das quezílias que a intransigência do coleccionador provocaria com Inocêncio e Carolina Michaelis, entre outros curiosos assuntos bibliográficos. O volume recolhe ainda, no final, cinco sonetos (também tidos como inéditos) em castelhano e ainda a «Vida de Maria Egipcia», a «Legenda de Santa Maria Egipciaca» e «Morte da Egipcia penitente» (o texto de um manuscrito do séc.XIV, um capítulo da «Legenda Aurea» de Voragine e um canto do livro de Leonel da Costa, respectivamente).

Exemplar por estrear, com as folhas ainda por abrir. 

20€

Gomes de Amorim — Os Lusíadas de Luís de Camões

Os Lusiadas de Luiz de Camões (edição crítica e annotada em todos os logares duvidosos, restituindo, quanto possivel, o texto primitivo pela correcção de erros que nunca se tinham expungido), por (...) /  
(Socio correspondente da Academia Real das Sciencias de Lisboa e honrado por ella com o premio D. Fernando, destinado ao melhor trabalho sobre a vida e obras de Garrett; membro do Instituto de Coimbra; da Academia Real das Sciencias da Belgica; da Academia Hespanhola, e por esta laureado com a medalha de oiro, no concurso internacional de poesia no segundo centenario da morte de Calderon de la Barca; da Academia Real de Historia, de Madrid; do Instituto Historico, Geographico e Ethnographico do Brazil, etc.

Lisboa: Imprensa Nacional, 1889. 2 vols. in-8º gr. de 526, [ii] e [I], [i], 453, [iv], [I] págs. Enc.

É verdadeiramente caudaloso o aparato crítico do biógrafo, discípulo e secretário do cantor de Camões – Garrett – a esta edição, começando com centena e meia de páginas de considerações e investigações bibliográficas que, embora um tanto especulativas, ainda hoje interessarão os camonianos; e com mais outra centena e meia terminando, num apêndice de informações e documentos que frequentemente se afasta do assunto mas contém igualmente informação útil, interessante ou apenas engraçada.
Resumindo, a teoria de Gomes de Amorim para justificar este folegante empreendimento era a de que ao longo dos séculos o texto primitivo do poema fôra frequentemente adulterado por editores e tipógrafos, tentando ele aqui apresentar correcções – novamente bastante especulativas, mas nem sempre impertinentes – decorridas dos seus estudos sobre o tema.

Ambos os exemplares revestidos da mesma encadernação com lombada em pele gravada a ouro; ambos conservando ambas as faces da capa de publicação.

85€ 

Luís de Camões — Os Lusiadas

Os Lusiadas, poema epico de Luiz de Camões. Nova edição mais correcta.

Lisboa: Na Impressão Regia. 1827. In-16º de 377, [1] págs. Enc.

Foi esta uma das primeiras das muitas edições oitocentistas em pequeno formato do poema, dada a lume sem qualquer tipo de aparato crítico (nem prefácios, nem notas, nem variantes, nem glossário), reproduzindo apenas e só os dez cantos do texto.

Exemplar guarnecido de uma bela encadernação da época com cantos e lombada em pele, esta última gravada a ouro.

60€

Luís de Camões — Os Lusiadas

Os Lusiadas (segundo o têsto da primeira edição de 1572, com as variantes da 2ª edição impressa por Manoel de Lyra em 1584, e acrecentada com dois apêndices por A.J.Gonçálvez Guimarãis)

Coimbra: Imprensa da Universidade & Braga: Livraria Cruz – Editora. M DCCCC XXIII. In-8º de XIX, [III], 448, [IV] págs. Br.

Importante edição, reconhecido marco da bibliografia camoneana, preparada por Gonçalves Guimarães a partir da 1ª, que reproduz. Inclui a abrir um competente prefácio, da sua pena, em que são deixados apontamentos sobre a prioridade temporal das edições iniciais do poema e as várias alterações introduzidas; e, a fechar, uma nota com as variantes da 2ª edição, a que se seguem os dois apêndices (I – Sobre a pronúncia geral do português no tempo de L. de Camões. II – Algumas reflexões sobre a métrica) de aspectos técnicos gramaticais, com curiosas estatísticas e quadros vários. Inclui ainda uma gravura com a reprodução do frontispício da 1ª edição, além da reprodução do alvará com a licença de impressão passado em nome do rei (Sebastião) e do parecer de Fr. Bertholameu Ferreira, pela Inquisição.

Exemplar da tiragem corrente; encadernado em pele com lombada gravada a dourado.
 
30€ 

O Episodio do Adamastor nos «Lusiadas» de Luis de Camões

Livorno: Tipographia de Raffaello Giusti – 1897. In-4º gr. de 46, [II] págs. Br.

Reedição no mesmo local, um ano depois, de uma ainda mais rara edição de apenas 56 exemplares preparada por Joaquim de Araújo tomando como mote o cruzador «Adamastor»; esta, (também?) com três estampas em folhas à parte – o retrato de Camões, uma fotogravura do navio de guerra e uma outra com os promotores da lusa iniciativa em território italiano –, tem declarada uma tiragem de 192 exemplares, “simbolicos do numero de versos do Episodio”, dos quais aquele que aqui se apresenta está ainda por estrear, com os cadernos por abrir (apesar de algum desgaste da capa, principalmente sobre o encaixe).
 
45€

Episodios de Ignez de Castro e Adamastor

Episodios de Ignez de Castro e Adamastor extrahidos dos Cantos III e V dos Lusiadas com a traducção em versos francezes por J. A. d’Escodeca de Boisse

Lisboa: Imprensa Nacional, 1865. In-4º gr. de [38] págs. inums. Br.

Com um prefácio do editor, que explicava ser esta uma edição especial em homenagem à divulgação de Camões e d’«Os Lusíadas» pela cultura francesa; aproveitando a tradução do texto épico que o escritor francês Jean August Escodeca de Boisse preparava (não a chegando a terminar, por ter nesse mesmo ano morrido), e da qual se reproduziram aqui estas versões preliminares. Inclui um conhecido retrato de Camões gravado em litografia sobre folha própria junto ao frontispício. 

Exemplar exteriormente um tanto frágil, a recomendar futura encadernação, e também afectado por marcas frequentes de acidez no miolo.

25€

Ignez de Castro: episodio extrahido do canto terceiro do poema epico Os Lusiadas

Ignez de Castro: episodio extrahido do canto terceiro do poema epico Os Lusiadas de Luiz de Camões / edição em quatorze linguas

Lisboa: Imprensa Nacional, 1873. In-4º gr. de [88] págs. Enc.

Interessante recolha inesiana compilando as versões então conhecidas do célebre excerto do canto III que começa no magnífico verso “Estavas, linda Inês, posta em sossego”, com datas de 1745 a 1863, num total de 13 idiomas; sendo a tradução para francês a do duque de Palmela. Na anteportada reproduz-se um conhecido retrato do Épico. 

Exemplar encadernado logo à época com as pastas em percalina granitada e a lombada em pele granulada gravada a ouro; conservando a hoje rara capa de publicação (na imagem).

40€

José Fernandes Fafe — Os Lusíadas e os Outros e outros poemas

(o jornal, 1990). In-8º de 86, [2] págs. Br.

“Após mais de 20 anos sem publicar nenhum novo livro de versos, com este Os Lusíadas e os Outros e outros poemas regressa ao convívio dos leitores, com uma obra diferente”, este portuense embaixador que 3 anos antes fizera sair na Imprensa Nacional a sua obra em verso quase completa - que também temos.

Volume publicado na colecção «Horas de Poesia».

8€