catálogo on-line
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Leonard Woolf — After the Deluge (a study of communal psychology)
Fr. Sá-Carneiro — Poder Civil, Autoridade Democrática e Social-Democracia
Álvaro Cunhal — Rumo à Vitória
edições “a opinião” 1 (Tipografia do Carvalhido, Porto). In-8º de 296, [IV] págs. Br.
Explicava o editor em nota preliminar ser esta estreia editorial a reedição do trabalho originalmente publicado em 1964 pelas edições «avante»; sob a direcção gráfica de Armando Alves.
Muito bom exemplar.
10€
Maria de Lurdes Pintasilgo — As Minhas Respostas
Bertrand Russell — Realidade e Ficção (Tradução de António Neves Pedro)
Engels — El origen de la familia, la propiedad privada y el Estado
Editorial Ayuso (1972). In-8º peq. de 217, [V] págs. Br.
"Engels escribió esta obra en 1884, tomando como base el material del libro de Morgan La Sociedad Primitiva, así como otros datos más modernos de la Prehistoria. Engels estudia minuciosamente los rasgos históricos fundamentales del régimen social de las primeiras etapas de la Humanidad, los períodos llamados salvajismo y barbarie. Señala también cómo se habían transformado las formas del matrimonio y de la familia en relación con el progreso económico de la sociedad y como consequencia del crecimiento de la producción; a continuación analiza el proceso de desintegración del régimen gentilicio primitivo tomanco como base tres pueblos bien conocidos: los griegos, los romanos y los germanos, poniendo de manifiesto las causas económicas que provocaran la desintegración".
6€
Trindade Coelho ― Manual Politico do Cidadão Portuguez
20€
Raul Proença — Acerca do Integralismo Lusitano
Primeira edição em volume independente de uma série de seis artigos que o autor publicara ainda em vida, muito antes, nas páginas da Seara Nova: «O que é o Integralismo», «As contradições íntimas do nacionalismo integralista», «Política das ideias e política do facto», «Liberdade e Igualdade», «Progresso e as doutrinas científicas» e o hoje muito pertinente «Nacionalismo e internacionalismo». Com um prefácio («O doutrinário da Democracia e da República») sobre Raul Proença escrito por Manuel Mendes.
Exemplar bem conservado, sem defeitos significativos – só dois pequenos rasgões na capa.
Raul Proença — Páginas de Política
A primeira série apresenta um prefácio de Câmara Reis, em homenagem a Raul Proença, e os textos «Ao Futuro», «Acêrca do Integralismo Lusitano» (publicado depois em edição independente nos anos 60 - vd. o próximo «post») e «Para um evangelho duma acção idealista no mundo real (A-propósito de La Trahison des Clercs, de Julien Benda)». A segunda, bem mais interessante e variada, recolhe artigos escritos entre 1921 e 1923, tendo como assuntos a formação da Seara Nova, crónicas políticas de teoria e de polémica, personagens diversas como Junqueiro, Cortesão e Afonso Costa, etc. – e constituindo um documento de algum relevo para o estudo da nossa 1ª República.
25€
António Sérgio — Confissões de um Cooperativista
Editorial Inquérito Limitada. [S/d]. In-8º de 37, [3] págs. Br.
“Sempre o considerei [o cooperativismo] como uma fórmula de vida, uma estrutura de sociedade, uma visão de paz; como um sistema, uma solução, um ideal, um alvo – um objectivo para todos, um ideal para todos, que a todos se dirige, que se não recusa a ninguém. (...) para o advento de uma democracia que não há-de ser fictícia, porque dispensa os políticos e a actuação pelo Estado (...) Vi nele um socialismo, em suma, mas não estadualista: um socialismo libertário, acolhedor de todos, sem distinção de classes de teor económico”
António Sérgio — Sobre o Espírito do Cooperativismo
Longa digressão sobre as suas teorias cooperativistas (que advogavam explicitamente a «democracia popular» e o «socialismo libertário», entre toda uma profusão terminológica que nos poderá hoje parecer confusa), o estudo de Sérgio invoca a todo o tempo a experiência e a história dos países do Norte da Europa – em particular, da Inglaterra, onde as primeiras investidas nesse sentido remontariam já, segundo ele, a Rochdale e a meados de Oitocentos. Com referências detalhadas a Oliveira Martins, Ramalho e Antero, o volume integra ainda em apêndice uma série de «Pensamentos condicentes com o espírito cooperativo», transcrevendo períodos de Marco Aurélio, do Evangelho Segundo S.João e S.Mateus, de Antero (estes, especialmente extensos e acompanhados da transcrição de 3 sonetos), etc.
Exemplar em muito bom estado, descontando manchas de acidez na capa e de escurecimento marginal do papel no miolo. Pertenceu ao polígrafo e ministro salazarista Cortês Pinto, de quem tem a assinatura no frontispício.
Campos Lima — Nova Crença
Primeira edição de um dos livros iniciais do autor, um ensaio curto e incisivo sobre o tipo do português de um triplo ponto de vista: política, religião e arte. O primeiro, principal em qualidade e quantidade, determinou algumas passagens que poderiam parecer escritas um século depois – “politicamente somos o povo mais imbecilmente conduzido que há. A nossa incapacidade de gerir, que nos vem já de antepassados, está sufficientemente comprovada nos desastres a toda a hora sucedidos na administração publica. A divida interna e externa dia a dia vem augmentando. E, sendo o nosso maior mal, é ella sempre o nosso recurso, o expediente banal dos arruinados” – e, entre críticas a monárquicos, republicanos e socialistas, faz advogar, de forma lúcida (i.e. sabendo que a sua propaganda limitada a intelectuais e operariado dificilmente se imporia, como não se impôs), o anarquismo, de que constitui uma das principais peças na bibliografia portuguesa.
14€
