catálogo on-line

Livraria / Editora / Alfarrabista } { Porto bibliographias@gmail.com

.

.

Mostrar mensagens com a etiqueta Carlos Oliveira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Carlos Oliveira. Mostrar todas as mensagens

Carlos de Oliveira ― Poesias (1945-1960)

Portugália Editora. Lisboa. (1962). In-8º gr. de [8], 174, [6] págs. Br.

Colectânea publicada na série «Poetas de Hoje», reunindo toda a produção do poeta até à data (salvo o livro de estreia, «Turismo», que foi excluído): «Mãe Pobre» (1945), «Colheita Perdida» (1948), «Descida aos Infernos» (1949), «Terra de Harmonia» (1950) e «Cantata» (1960). Primeira edição.

Exemplar em muito bom estado, ainda praticamente como novo e sem qualquer defeito significativo.
 
25€

Carlos de Oliveira ― O Aprendiz de Feiticeiro

Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1971. In-8º de 289, [5] págs. Br.

Primeira edição de um livro que, entre apontamentos literários e pequenas notas de recorte auto-biográfico (viagens; memórias; diário), resulta na melhor aproximação possível ao próprio trabalho do autor – o curto capítulo dedicado a «Micropaisagem», por exemplo, é, a esse título, bem elucidativo; e que, se não falha a memória, será talvez o mais interessante caderno de notas alguma vez publicado por um escritor português.

Com fotografias «hors-texte» de Augusto Cabrita e capa do pintor Lima de Freitas (que teve, como Carlos de Oliveira, uma passagem inicial mais ou menos demorada pelo neo-realismo).

18€

Carlos de Oliveira ― Uma abelha na chuva (romance)

Livraria Sá da Costa Editora (1984). In-8º de 180, [VI] págs. Br.

Mais uma de tantas edições do romance, que como praticamente todos os trabalhos do autor foi sendo sucessivamente remodelado, neste caso de modo muito substancial.

Capa de Sebastião Rodrigues.

10€

Carlos de Oliveira ― Pequenos Burgueses (romance)

Coimbra Editora, L.da – 1948. In-8º de 228, [4] págs. Br.

Primeira edição de um dos livros principais do autor e do (nele um caso à parte) neo-realismo português, cujos ressaibos e influências na prosa cá da terra duraram até bem mais tarde do que se possa supor: parece espantoso nunca o termos lido em lado nenhum, mas o início de Nenhum Olhar, primeiro e melhor livro de José Luís Peixoto, é decalcadíssimo – topa-se à evidência – deste terceiro e último romance (propriamente dito) de Carlos de Oliveira.

O exemplar tem o carimbo e a assinatura de José Campeão, que em Coimbra o terá comprado logo em 1948, e que mais tarde o terá vendido (ou um proprietário posterior) à livraria portuense de Manuel Ferreira, cujo ex-libris pequeno ostenta. Com algum amarelecimento da margem lateral exterior da capa.
 
35€ (reservado)

Carlos de Oliveira, 1º centenário do nascimento

Comemora-se hoje - pouquíssimo, como se o lê pouquíssimo... - o primeiro centenário do nascimento de um dos grandes poetas da história da literatura portuguesa, nascido a 10 de Agosto de 1921 no Brasil; de onde viria aos 2 anos com os regressados pais para Portugal.

Cresceu na região da Gândara (Cantanhede), fez os estudos em Coimbra, onde começou a ingressar nas fileiras neo-realistas, e foi depois para Lisboa, passando à beira-Tejo o resto dos seus dias até 1981.
Desde cedo, quer em verso quer em prosa, o seu trabalho revelaria uma preocupação e uma qualidade formal nada comuns no neo-realismo, avançando progressivamente a poética para um apuro e uma contenção que já só muito ao longe deixariam ver a toada social mais nítida desses primeiros tempos. Cantata (1960), um dos mais belos livros da poesia portuguesa, marcaria uma espécie de fronteira entre essas duas fases tão diversas - após 10 anos de «silêncio», que Alexandre O'Neill «censurava», ainda sem saber o que aí vinha, na dedicatória de oferta aqui reproduzida. 

Carlos de Oliveira ― Alcateia

Coimbra Editora, Limitada/1945. In-8º de 252 págs. Br.
 
Segunda edição, publicada pouco após a original com uma nova capa – também de Victor Palla – e, no fim do volume, excertos de recensões críticas assinadas por, entre outros, Gaspar Simões e António Ramos de Almeida.
 
Exemplar ainda em razoável/boa condição, apesar das marcas de acidez na capa inferior e do escurecimento de algumas folhas no miolo.
 
20€

Carlos de Oliveira ― Alcateia

Coimbra Editora, Limitada – 1944. In-8º de 254, [2] págs. Br.

Primeira edição do segundo romance do autor, integrada na colecção «Novos Prosadores» e ilustrada na capa por Victor Palla.
 
Exemplar em razoável condição geral, com algum gasto da capa.
 
40€

Scriptorium (III)


As sílabas de cedro, de papel,
A espuma vegetal, o selo de água,
Caindo-me nas mãos desde o início.
 
O abat-jour, o seu luar fiel,
Insinuando sem amor nem mágoa
A noite que cercou o meu ofício.
 
(Soneto Fiel, in Sobre o Lado Esquerdo, 1968)


Carlos de Oliveira