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Lima de Freitas — Voz Visível

Lisboa – 1971. (Composto e impresso na União Gráfica, S. A. R. L.). In-8º de 191, [iii], [II] págs. Br.

Alguns dos dezasseis ensaios aqui recolhidos: «Sobre Manet, Gauguin e Braque»; «Razão, inconsciente, figura»; «Iconografias e fraseologia»; «Picasso, invasor vertical»; «O gosto da novidade e a arte moderna portuguesa»; «Vieira da Silva e os seres de espelho»; «Pintura, embalagem e crítica profissional»; «A arte consumida e a arte consumada»; «O ponto de fuga».

Exemplar nº 93 da “Tiragem especial de 150 exemplares numerados e assinados pelo autor”, infelizmente algo desdourado por pequenos rasgões (sem falha de papel) e vincos na capa.

20€

Arpad Szenes / Vieira da Silva - pintura

Câmara Municipal de Aveiro (Execução gráfica: Rainho & Neves, Lda., Santa Maria da Feira). In-4º gr. de 109, [III] + 100, [II] págs. Enc.

“Por trás de um grande homem há sempre uma grande mulher” ou vice-versa? Por trás de uma grande pintora há sempre um grande pintor ou vice-versa? Nem, nem. Só muito às vezes, e esta foi uma delas, a mais feliz – artisticamente falando – que em Portugal se viu, sem necessidade de pedir licença ao ainda contemporâneo casal Almada/Sara Afonso, por exemplo. 
Belíssimo álbum 2 em 1, de dupla face, uma para cada membro do casal; impresso em bom papel com várias reproduções em folha desdobrável; encadernado em tela com sobrecapa de papel.

60€

Vieira da Silva / por Jacques Lassaigne e Guy Weelen

Publicações Europa-América (1978). In-4º de 343, [i] págs. Br. 

Além da abundante reprodução de trabalhos da nossa maior pintora, sempre proveitosa, o que torna única esta edição (publicada em Barcelona pela editora Polígrafa, detentora dos direitos) é a igualmente abundante recolha fotográfica de – o mínimo que se pode dizer é que, por regra, são de fabulosas para cima.
A tradução dos textos ficou a cargo de Maria Teresa Tendeiro e o crítico de arte Rui Mário Gonçalves.

Encadernação editorial em tela com sobrecapa de papel ilustrada por um dos trabalhos de Maria Helena, que no exemplar padece de pequenos defeitos.  

35€

Vieira da Silva: Obra Gráfica 1933-1991

Vieira da Silva: Obra Gráfica 1933-1991 (Colecção Gérard A. Schreiner)

De 1 a 28 de Março/1993, Convento de São Francisco, Câmara Municipal de Tomar. (Fotografia: CML – Gabinete de Comunicação Social – Lisboa / José Barbosa. Fotolito, impressão  e acabamentos: SIG – Sociedade Industrial Gráfica, Lda. / Camarate). In-4º de 110, [III], [iii] págs. Enc. 

“Maria Helena Vieira da Silva preferia o buril entre as técnicas de gravura que praticou ou foi instada a praticar. Não por desinência técnica mas por estética. Para a autora a gravura devia  servir os mesmos objectivos e efeitos que perseguia na pintura. Por isso, não confiava nas possibilidades das [sic] cores impressas puderem [sic] traduzir a preocupação de luminosidade da sua  pintura (...) O pictural absorve o linear (ou vice-versa) no sentido do primado do movimento. É um  modo dinâmico do olhar. Um olhar resolutamente afastado dos limites do espaço. Um olhar que funciona por relações e não por repartições entre as formas” – e apesar das gralhas no português não está nada desinteressante este texto preliminar mais longo de António Rodrigues, entre outros, incluindo um do coleccionador cuja colecção aqui se apresentava, depois de exposição inicial em Lisboa.
Abre o volume uma magnífica imagem (fotografia ou montagem fotográfica?) de Denise Colomb, impressa a página inteira, retratando a nossa mais genial pintora no seu atelier.

Encadernação editorial em tela gravada a dourado, recoberta de sobrecapa de papel.

20€

Sophia — os três reis do oriente

os três reis do oriente (Ilustrações de Fedra Santos)

figueirinhas (Impressão e Acabamento / ITC - Porto). [S/d - DL 2010]. In-8º quadrado de 42, [II], [iv] págs. Br.

Texto integrado nos «Contos Exemplares», aqui publicado numa de várias edições autónomas.

Exemplares novos.

8€