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Diderot — Pensamentos sobre a Interpretação da Natureza

Pensamentos sobre a Interpretação da Natureza & Pierre Louis Moreau de Maupertuis – Ensaio sobre a Formação dos Corpos Organizados / Tradução, Introdução e Notas de Luís Manuel A. V. Bernardo

húmus (Impressão: Papelmunde / 1.ª edição: Setembro de 2012). In-8º gr. de 169, [v], [II] págs. Br.

Espraiando-se por quatro longas dezenas de páginas, a introdução, que contou com a transcrição preliminar de um texto de Colas Duflo, terminava com uma nota a esta primeira edição portuguesa e uma bem mais sucinta recensão bibliográfica.

Exemplar novo.

12€  

Diderot — A Religiosa (Tradução de João Gaspar Simões)

Editora Arcádia (Novembro de 1971). In-8º de 219, [1], [IV] págs. Br.

Na nota de apresentação, explicava-se que a actividade romancista de Diderot só viria "a ser conhecida pòstumamente mas contribuiu também, e muito, para a sua glória literária já que se revelou duma actualidade sempre renovada. É o caso de A Religiosa, sátira plena de acção dos costumes conventuais no século XVIII, onde sob roupagens subtilmente maliciosas são copiadas do vivo figuras de freiras e de confessores; este romance - escrito em 1760 mas só descoberto e publicado em 1796 - revela-se, na verdade, possuidor de um estilo vigoroso, próprio só de um espírito que tudo apaixona e nada detém". Capa de Manuel Dias.

10€

Diderot — Ecrits philosophiques (Présentation et notes de Hervé Falcou)

Jean-Jacques Pauvert (Achevé d’imprimer le 15 Avril 1964 sur les Presses de l’Imprimerie Bosch à Utrecht). In-8º esguio de 322, [X], [iv] págs. Br.

Uma das sempre apreciadas edições de Pauvert, numa colecção de que dispomos de mais alguns volumes, recolhendo este «Lettre sur les aveugles à l’usage de ceux qui voient» (com sequência), «Lettre sur les sourds et muets à l’usage de ceux qui entendent et qui parlent», «Entretien entre d’Alembert et Diderot», «Rêve de d’Alembert», «Suite...», «Supplément au voyage de Bougainville», «Entretien d’un philosophe avec la Maréchale de XXX».

Exemplar com pequenos defeitos.

Diderot — Oeuvres Romanesques

Oeuvres Romanesques (texte établi avec une présentation et des notes par Henri Bénac, ancien élève de l’École Normale Superieure, agrégé des Lettres)

Paris: Éditions Garnier Frères. (Achevé d’imprimer sur les presses des Imprimeries Paul Dupont a Paris le 19 Octobre 1951.) In-8º de XVII, [I], 906, [VI] págs. Br.

A recolha integra o acima apresentado «Les bijoux indiscrets», «La Religieuse», «Le Neveu de Rameau», «Jacques le Fataliste», «Les deux amis de Bourbonne», «Ceci n’est pas un conte» e «Sur l’inconséquence du jugement public de nos actions particulières»; alguns deles, salvo erro, ainda inéditos em Portugal até hoje.

18€

Diderot — Les Bijoux Indiscrets (Roman)

Paris: Librairie Anti-Cléricale (26 et 35, rue des Ecoles, 26 et 35). (Typ. Collombon et Brûlé). In-8º de 285, [I] págs. Br.

A anteportada anunciava alguns dos títulos à venda pela casa, sempre sublinhando a veia anti-clerical que lhe deu (curioso, daquelas coisas só possíveis na «sagrada» e «abençoada» França) nome; recomendando um “aos pais de família republicanos que têm a fraqueza de deixar a mulher ir à missa e a filha à catequese”, dedicando outro à juventude “de modo a inculcar-lhe o desprezo da superstição e a aversão ao clero”, etc.
Les Bijoux Indiscrets  foi o primeiro romance de Diderot, “publicado anonimamente em 1748. É uma alegoria que retrata Luís XV da França como Mangogul, sultão do Congo, dono de um anel mágico que faz falar as vaginas das mulheres”; existe uma tradução portuguesa na recentemente extinta Europa-América.
Parece ser invulgar esta edição mesmo em França, não estando anunciado nenhum exemplar à venda no momento da redacção destas linhas.

Exemplar bastante razoável, apesar de natural desgaste exterior.

18€