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Pedro Homem de Melo — Pedro

Cabanas 1975 (Artes Gráficas - Porto). In-8º de 139, [5] págs. Br.

Desta espécie de antologia, organizada pelo próprio autor, destacam-se algumas das suas composições mais conhecidas: «O Rapaz da Camisola Verde», «Povo que Lavas no Rio», «O Fandangueiro», «Miragaia», «Coimbra», «Bodas Vermelhas», «Canção de Viana».

O exemplar tem uma dedicatória de oferta manuscrita pelo poeta, como habitualmente sucedia nestas suas edições.

20€ (reservado)

Pedro Homem de Melo ― Expulsos do Governo da Cidade

1979 (Compôs e imprimiu 1000 ex. Gráfica Firmeza-Porto, em 17-12-79). In-8º de 59, [5] págs. Br.

O livrinho de versos reproduz na aba esquerda apreciações críticas elogiosas de Gaspar Simões, Elaine Sanceau, Júlio Dantas e Vinicius de Morais – que dizia, no delírio ou no favor da amizade, ser o autor então o maior poeta português vivo –; e apresenta no final uma bastante escusada resenha genealógica da família Homem.

Em folha preliminar destacada são reproduzidos dois retratos, um do poeta e outro da mulher, ambos da autoria do pintor Carlos Carneiro, o filho de António Carneiro.

Exemplar valorizado por uma das apesar de tudo habituais dedicatórias de oferta manuscritas pelo cantor do Alto Minho, na sua letra praticamente indecifrável – e datada de 26 – Abril – 981.


14€

Pedro Homem de Melo ― Eu desci aos infernos

Porto, Edições Asa. 1972. In-8º de 178, [2] págs. Br.

Primeira edição, com dedicatória impressa a Norberto de Itália e um retrato do autor, por Carlos Carneiro, em folha destacada. Integra o longo estudo introdutório de Óscar Lopes «Pedro Homem de Mello (Panorama crítico e interpretativo da sua obra poética)».

Exemplar nº364, autografado pelo autor. Em bom estado, com as folhas perfeitamente limpas (apenas o rebordo tem uma pequena mancha).


17€

Pedro Homem de Melo ― Folclore

Ática, Lisboa. (1971). In-8º de 308, [4] págs. Br.

Ainda hoje um dos mais apreciados tratados de folclore português – conquanto que abarcando em exclusivo a faixa mais litoral de norte (sobretudo; e sobretudo, como seria de esperar, Alto Minho) e centro do país. No prefácio, em que dava conta do interesse pela coisa desde menino, justamente por bandas alto-minhotas, terminava o autor prevenindo o leitor de que nada consultou “a não ser o livro, nem sempre aberto, que é o Povo.”. “Tudo aquilo que, até hoje, escrevi ou mostrei, resultou, apenas, do que sentiram, durante meio século, os meus olhos, os meus ouvidos, os meus pés (e o mesmo será dizermos o meu corpo e a minha alma!) de bailador”.

Capa e extra-textos de Teófilo Rego.

Exemplar valorizado por dedicatória de oferta manuscrita por Pedro Homem de Melo..


35€ (reservado)