catálogo on-line
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Álvares Cabral e o Templo da Graça
Oliva Guerra — Roteiro Lírico de Sintra
Joaquim Pacheco Neves — Vila do Conde
Joaquim Pacheco Neves — Vila do Conde
Alberto Pimentel — Memória sobre a História e Administração do Município de Setubal
Luís Chaves — Os Pelourinhos Portugueses
Museu Marítimo de Macau (Manuel Bairrão Oleiro / Rui Brito Peixoto)
João Paulo Freire (Mário) — Mafra: Historia, Bibliographia e Notas
preliminar – preparado para o Guia de Portugal de Raul Proença – da sua devoção por ela: “Aos nove annos vim para Mafra. E como quere que por esse tempo viesse a Lisboa, nunca mais, para a minha aspiração e para o meu espirito, outra terra me ofereceu eguaes encantos e tão profunda e tão sentida admiração”. Será certamente o mais completo repositório bibliográfico de tudo quanto até à data se escrevera, em Portugal e lá fora, sobre a terra cujo convento a prosa de Saramago viria a imortalizar.
João Paulo Freire (Mário) — Lôas e Cirios no Conselho de Mafra
A Beira na Rota dos Escritores do Século XX
Os Melhores Quadros do Museu Municipal do Pôrto
Edições Ilustradas Marques Abreu, (Avenida Rodrigues de Freitas, 310) Porto. (Imprensa das Oficinas de Fotogravura de Marques Abreu / Porto – 1927). In-8º gr. de [24] págs. + [10] ff. de estampa. Br.
Edição graficamente apuradíssima, como habitualmente na casa que a imprimiu; impressa sobre bom papel; tendo a capa em cartolina perfurada e rematada por um atilho, com um cliché à frente reproduzindo o quadro «Anunciação», do Grão-Vasco.
Bom exemplar, apesar de algumas marcas superficiais de manuseio.
Manuel Ivo Cruz ― O Teatro Nacional de S. Carlos
Monografia do velho teatro lisboeta, num álbum impresso sobre papel couché e abundantemente ilustrado de uma ponta à outra, acompanhando a história e as histórias das inúmeras personagens a ela associadas; capa cartonada com sobrecapa de papel, que o exemplar conserva.
15€
quarteto - um quarto do século XX
Volume de homanegam à casa de Pedro Bandeira Freire, que por então cumpria 25 anos de actividade; recolhendo depoimentos mais ou menos longos de, só por exemplo, João Soares, Almeida Faria, Baptista-Bastos, Dinis Machado, Eduardo Prado Coelho, Fernando Fernandes, Fernando Lopes, João Lopes, Joaquim Leitão, Jorge Leitão Ramos, José Fonseca e Costa, José Manuel Castelo Lopes, Lauro António, Luís Filipe Costa, Luís Francisco Rebelo, Luís Galvão Teles, Maria João Seixas, Maria Teresa Horta, Mário Dorminsky, Nuno Artur Silva, Paulo Branco, Nuno Bragança, Francisco Bélard e João Bénard da Costa. Depois, um dossier de ilustrações e, no final, a lista de todos os filmes que estiveram em exibição ao longo desse quartel.
Exemplar por estrear.
A Sé Catedral de Viana do Castelo
Maria Augusta d’Alpuim, 1984. (Edição: Paróquia de Santa Maria Maior com o patrocínio da Câmara Municipal de Viana do Castelo. Composto e impresso na Gráfica da Casa dos Rapazes – Viana do Castelo). In-8º de 67, [7] págs. + [9] ff. de estampa. Br.
A maior parte do texto é dedicado a apontamentos soltos, históricos e eclesiásticos, relacionados com a povoação vianense, sendo à sua igreja matriz dedicado apenas o quarto final e as boas fotografias de Félix Iglesias Llano impressas em folhas à parte; o desenho da capa foi de Mário Emílio e o prefácio assinado pelo 2º bispo da recente diocese, Armindo Lopes Coelho.
Exemplar valorizado por dedicatória de oferta manuscrita pela autora no Porto a 5-5-1985.
Viana Monumental e Artística
Edição do Grupo Desportivo e Cultural dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, E.P. Viana do Castelo, 1990. (Composto e impresso na Companhia Editora do Minho, S.A. – Barcelos). In-4º de 144 págs. Br.
Trabalho de um geógrafo, sem grande critério quando especula sobre assuntos históricos e sobretudo sem um plano sistemático de conjunto, mas ainda assim cheio de motivos de interesse para os devotos – como este vosso amigo – da mais graciosa e airosa das cidades portuguesas, o estudo espraia-se pelas duas grandes divisões «Processo histórico-geográfico de crescimento de Viana do Castelo» e «Património Monumental e Artístico» (amplo roteiro sobre o edificado da povoação), terminando por um «Glossário artístico», considerações finais e bibliografia.
Edição de 500 exemplares numerados e rubricados pelo autor; este, com o n.º123, apresenta dois selos da mais ocidental livraria portuense – a Esquina – e parece ainda por estrear.
20€
Forais de Caminha
Caminha ∙ 1984 (composto e impresso nas Oficinas Gráficas de Barbosa & Xavier – Braga). In-4º gr. de LII, 179, [I] + [3] ff. desd. Br.
“Edição comemorativa do VII centenário da outorga da primeira carta de foral concedida aos habitantes do concelho de Caminha por El-Rei D. Dinis e pela Rainha Santa Isabel, na cidade de Lisboa aos 24 de Julho do ano de 1284”; graficamente esmerada e constituída por 1250 exemplares, este – com o selo da portuense Livraria Esquina – em muito bom estado salvo pequenos defeitos exteriores.
Castelos do Alto Minho
1986 (Gutenberg Viana do Castelo). In-8º gr. de 23, [1] págs. Br.
Reproduz fotografias coevas e mais antigas dos monumentos considerados, dos quais apresenta uma breve nótula e bibliografia atinente.
Ângela Beirante ― Santarém Quinhentista
Lisboa, 1981. (Distribuidora: Livraria Portugal. Composição e impressão: Ramos, Afonso & Moita). In-8º gr. de 309, [3] págs. Br.“Este estudo é a continuação de um outro já editado pela Universidade Nova, com o título de Santarém Medieval. Durante a pesquisa documental, que venho realizando há já alguns anos, fui reunindo material variado relativo aos séculos XII a XVI. Ao reflectir demoradamente sobre ele e ao tentar integrá-lo num trabalho de conjunto, deparei com sérias dificuldades. Verifiquei que o século XVI tinha uma individualidade própria em relação à Idade Média. Sendo o seu herdeiro e mantendo-a viva em muitas das suas facetas, há nele um conjunto de novidades que lhe imprimem uma dinâmica diferente, um ritmo novo que anima estruturas velhas. / O século XVI assiste à formação de impérios à escala do globo e à formação política de estados e principados, mecenas da arte e do pensamento. (...) Lisboa é cabeça de império e Santarém, como porto do grande rio que é o Tejo, entra na sua órbita porque neste sécuo, mais do que nos antecessores, os caminhos do mar são curtos. / É no século de Quinhentos que grande parte das igrejas e corporações religiosas de Santarém procede à medição rigorosa das suas terras e casas, à pesagem da sua prata e à feitura dos respectivos tombos (...)”.
Assim começava a autora a sua introdução ao livro, que dividiu nas secções principais «A Tessitura Urbana», «A Propriedade Suburbana», «Uma Economia em Mutação» e «A Sociedade»; e ilustrou com gravuras e mapas variados.
Bom exemplar, sem usura digna de nota, salvo ligeiros vincos à cabeça de poucas folhas iniciais.
Joaquim Veríssimo Serrão ― Santarém: História e Arte
Edição da Comissão Municipal de Turismo de Santarém / 1951. (Composto e impresso na Tipografia Dias Ferreira). In-8º gr. de 78, [6] págs. Br.
Exemplar em bom estado no miolo, sem defeitos significativos, que apenas existem à superfície: alguma folga da lombada sobre o encaixe e pequenas manchas e marcas de corrosão na face inferior da capa, toda entretanto recoberta de papel transparente.
Joaquim Veríssimo Serrão ― Santarém: História e Arte
Edição da Comissão Municipal de Turismo de Santarém, 1959. (Comp. e imp. nas oficinas da Atlântida – Coimbra). In-8º de 204, [2] págs. Br.
Entremeando em todas elas folhas hors-texte com fotogravuras e gravuras dos trabalhos de Brás Ruivo, o autor apresentou aqui as secções principais de capítulos «História de Santarém», «Santarenos Ilustres», «Belezas Naturais de Santarém», «Santarém Antiga», «Recheio Monumental de Santarém» e «Arquitectura Civil».
Bom exemplar, sem defeitos a salientar.





