catálogo on-line

Livraria / Editora / Alfarrabista } { Porto bibliographias@gmail.com

.

.

Mostrar mensagens com a etiqueta Monografias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Monografias. Mostrar todas as mensagens

Álvares Cabral e o Templo da Graça

(Santarém. Edição dos Serviços de Turismo. 1968). In-8º de [8] págs. Br.

Edição comemorativa do 5º centenário do nascimento do navegante, de quem são apresentados o escudo de armas e alguma genealogia (e uma árvore genealógica ilustrada); além da campa tumular inscrita em caracteres góticos na bela igreja santarena, que aparece ainda ainda em duas fotografias (uma da frente e outra do absidíolo direito, justamente o do túmulo). Por via do casamento, viveu Pedro Álvares Cabral muito tempo na capital do Ribatejo, onde viria a morrer, sendo a mulher, Isabel de Castro, descendente precisamente do fundador da Graça: Afonso Telo, próximo de Pedro I e constituído (ou por ele ou depois pelo filho Fernando, perdoe-se o esquecimento) primeiro Conde de Ourém.

8€

Oliva Guerra — Roteiro Lírico de Sintra

Lisboa - 1940 (composto e impresso na Escola Tipográfica das Oficinas de S. José de Lisboa). In-4º de 78, [12] págs. Br.

Primeira edição, de reduzida tiragem, com as armas de Sintra reproduzidas na frente da capa. A monografia, largamente ilustrada volume fora por fotogravuras (algumas, de belo efeito), compõe-se de quatro itinerários que compreendem a povoação e os arredores.

Exemplar por estrear, conservando as folhas por abrir e em bom estado geral, salvo algumas marcas de acidez à cabeça.

25€

Joaquim Pacheco Neves — Vila do Conde

Vila do Conde (II edição)

1991 / Edição da Secção Cultural da Câmara Municipal de Vila do Conde. (Execução Gráfica: Escola Profissional de Santa Clara). In-8º de 105, [VII] págs. Br.

A edição original deste trabalho de referência dedicado pelo autor à sua bela terra saíra salvo erro em 1987; sendo esta patrocinada pelo município vila-condense, a cujo presidente era agradecida em nota preliminar, e que mais tarde voltaria a reeditá-lo. (Além desta, Pacheco Neves compôs uma monografia especificamente dedicada ao mosteiro da mesma Santa Clara onde a edição foi impressa.) 

15€

Joaquim Pacheco Neves — Vila do Conde

 Vila do Conde (II edição)

1991 / Edição da Secção Cultural da Câmara Municipal de Vila do Conde. (Execução Gráfica: Escola Profissional de Santa Clara). In-8º de 105, [VII] págs.

Exemplar de uma série não declarada, encadernada em pele mosqueada com as armas do município gravadas sobre a pasta superior, e revestida de sobrecapa em papel ilustrada conforme a capa da série corrente, em brochura.

20€

Alberto Pimentel — Memória sobre a História e Administração do Município de Setubal

Memória sobre a História e Administração do Município de Setubal, por (...) / Prefácio de Albérico Afonso da Costa Alho

2.ª edição / Câmara Municipal de Setúbal, 1992. (Esta edição de Memória sobre a História e Administração do Município de Setúbal acabou de se imprimir no dia 23 de Outubro de 1992, nas oficinas da Corlito / Setúbal. A tiragem é de 800 exemplares numerados). In-8º gr. de [VI], XXIX, [I], 400, [X] págs. Enc.

Edição fac-similada da raríssima original, acrescida do prefácio de três dezenas de páginas dando conta das peripécias e da polémica relativa à autoria - numa história tão tipicamente portuguesa, o executivo municipal setubalense de 1877 quis ir buscar o nome de um credenciado académico, Pimentel, para dar mais «lustre» à autoria efectiva da maior parte dos materiais e investigações apresentados no volume (Manuel Maria Portela, além de nativo ainda por cima funcionário municipal...).
No final do volume aparecem indicados os subscritores institucionais e individuais de cerca de metade do volume - o que significa que pelo menos metade da tiragem terá ficado fora de mercado. (Ao exemplar aqui apresentado coube o nº 610.)

15€

Luís Chaves — Os Pelourinhos Portugueses

Os Pelourinhos Portugueses, por Luís Chaves (Titular da Ass. dos Arqueólogos Portugueses / Antigo Conservador do Museu Etnológico Português)

Edições Apolino / Gaia — Portugal, MCMXXX. In-8º gr. de 67, [I] págs. Br.

Um dos títulos mais apreciados da graciosa colecção «Estudos Nacionais (sob a égide do Instituto de Coimbra)», sempre neste figurino típico, impressa sobre bom papel avergoado e ilustrada por clichés no texto ao longo do volume. Antes de passar à colação de vários exemplares pelo país fora, o estudo recolhe citações sobre este velho monumento característico do municipalismo português na nossa literatura (não só literária, mas também histórica e jurídica): Gil Vicente, Garrett, Herculano, Camilo, Eça, etc. 

25€

Museu Marítimo de Macau (Manuel Bairrão Oleiro / Rui Brito Peixoto)

Museu Marítimo de Macau. (Impressão e acabamento: Tipografia Martinho, Macau). S/d – 1992?]. In-4º de 200 págs. Enc.

“Porto de pesca, de abrigo, de armamento, de comércio, de passageiros: ao longo dos tempos, Macau pode ser visto como lugar de troca – de bens, de pessoas, de ideias – onde o mar não foi barreira, mas sim meio de comunicação. A cidade, fundada no século XVI com a fixação dos Portugueses, dispõe desde 1987, de um Museu Marítimo que se propõe documentar essa característica essencial”. 
Dedicado pelos autores à memória de Ernesto Veiga de Oliveira, que ainda terá deixado alguns contributos, e a João Manuel Bairrão Oleiro, o álbum, encadernado em percalina com sobrecapa de papel, foi impresso em folhas de papel couché e amplamente ilustrado a toda a extensão do volume.  

20€

João Paulo Freire (Mário) — Mafra: Historia, Bibliographia e Notas

Edição da Renascença Grafica, S.A.R.L. / (Rua Luz Soriano, 48) Lisboa. [S/d – 1925?]. In-8º gr. de 288 págs. Enc.

Nascido bem perto da povoação, dizia o autor no seu texto
preliminar – preparado para o Guia de Portugal de Raul Proença – da sua devoção por ela: “Aos nove annos vim para Mafra. E como quere que por esse tempo viesse a Lisboa, nunca mais, para a minha aspiração e para o meu espirito, outra terra me ofereceu eguaes encantos e tão profunda e tão sentida admiração”. Será certamente o mais completo repositório bibliográfico de tudo quanto até à data se escrevera, em Portugal e lá fora, sobre a terra cujo convento a prosa de Saramago viria a imortalizar.

Ilustrações por fotogravura em folhas à parte de papel couché, uma delas com o penúltimo rei português, Carlos, posando enquanto caçador na Tapada onde costumava repetir o passatempo – facto curioso sendo esta monografia da autoria de um destacado jornalista republicano. 

Exemplar revestido de boa encadernação com cantos e lombada em pele (carneira), esta última gravada a ouro sobre o encaixe. Conserva visível a face superior da capa, valorizada por um desenho de Stuart Carvalhais.

38€

João Paulo Freire (Mário) — Lôas e Cirios no Conselho de Mafra

Lôas e Cirios no Conselho de Mafra (O cirio de todos os Santos e o cirio da Senhora da Nazareth)

1926 / Companhia Portuguesa Editora, L.da / Porto. In-4º de 34 págs. Br.

Estudo composto para “matar o vício” da bibliografia durante uma gripe de que se queixava o autor como uma “trapalhada que me enerva grandemente e que me tira o meu unico consolo na vida – trabalhar. O trabalho é-me tão necessario como o monoculo ao sr. Julio Dantas. Eu, sem trabalho, sinto nos meus nervos umas contrações de cavalo refreado. Não como, não durmo, quási não falo, irritado com tudo e com todos. O sr. Dantas sem monoculo, não conquista, não tem aplomb, não escreve livros, não adopta maravilhas, não sobe o Chiado, não faz discursos, não é o sr. Dantas !  Eu sem o trabalho sou uma féra enjaulada”. Ilustrado por uns poucos clichés em fotogravura das procissões que descreve.

Exemplar por estrear, conservando os cadernos por abrir.   

15€ 

A Beira na Rota dos Escritores do Século XX

(2004). In-8º gr. quadrado de 179, [1] págs. Br.

Álbum de interesse principalmente fotográfico, agrupando fotografias de arquivos particulares e oficiais vários, publicado pela CCDR da Zona Centro sob a coordenação do Prof. José Carlos Seabra Pereira. O texto principal (bastante descuidado, mas com alguns apontamentos históricos de interesse), integrando também passagens de Aquilino Ribeiro, Eugénio de Andrade, Carlos de Oliveira, Miguel Torga, Afonso Lopes Vieira, Vergílio Ferreira e Fernando Namora, cujas assinaturas compõem a capa, foi repartido nas secções temático/geográficas que lhes aproveitam os motes: «Serra da Estrela: “Substância da eternidade”», «“À roda das Serras” (Beira Alta)», «“Sentir o tempo, fibra a fibra” (Raia e Aldeias Históricas)», «Coimbra “como não podia deixar de ser”» e «“...a longa voz do mar” (Litoral)».

Exemplar por estrear.

18€

Os Melhores Quadros do Museu Municipal do Pôrto

Os Melhores Quadros do Museu Municipal do Pôrto (primeira série) / álbuns organizados por Júlio Brandão, director do museu

Edições Ilustradas Marques Abreu, (Avenida Rodrigues de Freitas, 310) Porto. (Imprensa das Oficinas de Fotogravura de Marques Abreu / Porto – 1927). In-8º gr. de [24] págs. + [10] ff. de estampa. Br.

Edição graficamente apuradíssima, como habitualmente na casa que a imprimiu; impressa sobre bom papel; tendo a capa em cartolina perfurada e rematada por um atilho, com um cliché à frente reproduzindo o quadro «Anunciação», do Grão-Vasco.

Bom exemplar, apesar de algumas marcas superficiais de manuseio.


17€

Manuel Ivo Cruz ― O Teatro Nacional de S. Carlos

Lello & Irmão – Editores (Artes Gráficas - Porto - 1992). In-4º de 80, [II] págs. Cart.

Monografia do velho teatro lisboeta, num álbum impresso sobre papel couché e abundantemente ilustrado de uma ponta à outra, acompanhando a história e as histórias das inúmeras personagens a ela associadas; capa cartonada com sobrecapa de papel, que o exemplar conserva.

15€

quarteto - um quarto do século XX

Contemporânea (2000). (fotolitos impressão e acabamento: Rocha Artes Gráficas). In-8º quadrado de 142, [II] págs. Br.

Volume de homanegam à casa de Pedro Bandeira Freire, que por então cumpria 25 anos de actividade; recolhendo depoimentos mais ou menos longos de, só por exemplo, João Soares, Almeida Faria, Baptista-Bastos, Dinis Machado, Eduardo Prado Coelho, Fernando Fernandes, Fernando Lopes, João Lopes, Joaquim Leitão, Jorge Leitão Ramos, José Fonseca e Costa, José Manuel Castelo Lopes, Lauro António, Luís Filipe Costa, Luís Francisco Rebelo, Luís Galvão Teles, Maria João Seixas, Maria Teresa Horta, Mário Dorminsky, Nuno Artur Silva, Paulo Branco, Nuno Bragança, Francisco Bélard e João Bénard da Costa. Depois, um dossier de ilustrações e, no final, a lista de todos os filmes que estiveram em exibição ao longo desse quartel.

Exemplar por estrear.


15€

A Sé Catedral de Viana do Castelo

Maria Augusta d’Alpuim, 1984. (Edição: Paróquia de Santa Maria Maior com o patrocínio da Câmara Municipal de Viana do Castelo. Composto e impresso na Gráfica da Casa dos Rapazes – Viana do Castelo). In-8º de 67, [7] págs. + [9] ff. de estampa. Br.

A maior parte do texto é dedicado a apontamentos soltos, históricos e eclesiásticos, relacionados com a povoação vianense, sendo à sua igreja matriz dedicado apenas o quarto final e as boas fotografias de Félix Iglesias Llano impressas em folhas à parte; o desenho da capa foi de Mário Emílio e o prefácio assinado pelo 2º bispo da recente diocese, Armindo Lopes Coelho.

Exemplar valorizado por dedicatória de oferta manuscrita pela autora no Porto a 5-5-1985.


14€

Viana Monumental e Artística

Viana Monumental e Artística: espaço urbano e património de Viana do Castelo

Edição do Grupo Desportivo e Cultural dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, E.P. Viana do Castelo, 1990. (Composto e impresso na Companhia Editora do Minho, S.A. – Barcelos). In-4º de 144 págs. Br.

Trabalho de um geógrafo, sem grande critério quando especula sobre assuntos históricos e sobretudo sem um plano sistemático de conjunto, mas ainda assim cheio de motivos de interesse para os devotos – como este vosso amigo – da mais graciosa e airosa das cidades portuguesas, o estudo espraia-se pelas duas grandes divisões «Processo histórico-geográfico de crescimento de Viana do Castelo» e «Património Monumental e Artístico» (amplo roteiro sobre o edificado da povoação), terminando por um «Glossário artístico», considerações finais e bibliografia.

Edição de 500 exemplares numerados e rubricados pelo autor; este, com o n.º123, apresenta dois selos da mais ocidental livraria portuense – a Esquina – e parece ainda por estrear.

20€

Forais de Caminha

Forais de Caminha (Reprodução anastática com leitura, introdução, estudo, transliteração e notas de Manuel Raimundo Serra de Carvalho)

Caminha 1984 (composto e impresso nas Oficinas Gráficas de Barbosa & Xavier – Braga). In-4º gr. de LII, 179, [I] + [3] ff. desd. Br.

“Edição comemorativa do VII centenário da outorga da primeira carta de foral concedida aos habitantes do concelho de Caminha por El-Rei D. Dinis e pela Rainha Santa Isabel, na cidade de Lisboa aos 24 de Julho do ano de 1284”; graficamente esmerada e constituída por 1250 exemplares, este – com o selo da portuense Livraria Esquina – em muito bom estado salvo pequenos defeitos exteriores.


25€ (reservado)

Castelos do Alto Minho

Castelos do Alto Minho e outras fortificações de interesse histórico na área do distrito de Viana do Castelo, Por António Matos Reis

1986 (Gutenberg Viana do Castelo). In-8º gr. de 23, [1] págs. Br.

Reproduz fotografias coevas e mais antigas dos monumentos considerados, dos quais apresenta uma breve nótula e bibliografia atinente.


12€


Ângela Beirante ― Santarém Quinhentista

Lisboa, 1981. (Distribuidora: Livraria Portugal. Composição e impressão: Ramos, Afonso & Moita). In-8º gr. de 309, [3] págs. Br.

“Este estudo é a continuação de um outro já editado pela Universidade Nova, com o título de Santarém Medieval. Durante a pesquisa documental, que venho realizando há já alguns anos, fui reunindo material variado relativo aos séculos XII a XVI. Ao reflectir demoradamente sobre ele e ao tentar integrá-lo num trabalho de conjunto, deparei com sérias dificuldades. Verifiquei que o século XVI tinha uma individualidade própria em relação à Idade Média. Sendo o seu herdeiro e mantendo-a viva em muitas das suas facetas, há nele um conjunto de novidades que lhe imprimem uma dinâmica diferente, um ritmo novo que anima estruturas velhas. / O século XVI assiste à formação de impérios à escala do globo e à formação política de estados e principados, mecenas da arte e do pensamento. (...) Lisboa é cabeça de império e Santarém, como porto do grande rio que é o Tejo, entra na sua órbita porque neste sécuo, mais do que nos antecessores, os caminhos do mar são curtos. / É no século de Quinhentos que grande parte das igrejas e corporações religiosas de Santarém procede à medição rigorosa das suas terras e casas, à pesagem da sua prata e à feitura dos respectivos tombos (...)”.

Assim começava a autora a sua introdução ao livro, que dividiu nas secções principais «A Tessitura Urbana», «A Propriedade Suburbana», «Uma Economia em Mutação» e «A Sociedade»; e ilustrou com gravuras e mapas variados.

Bom exemplar, sem usura digna de nota, salvo ligeiros vincos à cabeça de poucas folhas iniciais.
 
20€

Joaquim Veríssimo Serrão ― Santarém: História e Arte

Santarém: História e Arte, por (...), licenciado em Letras, Leitor de Língua Portuguesa na Universidade de Toulouse

Edição da Comissão Municipal de Turismo de Santarém / 1951. (Composto e impresso na Tipografia Dias Ferreira). In-8º gr. de 78, [6] págs. Br.
 
Hoje de considerável raridade, foi este um dos trabalhos iniciais de Serrão, que, apesar de algumas tolices – já cá são costume... – em matéria de História Antiga, constitui um interessante repositório «panorâmico» de apontamentos sobre a cidade, quase sempre apresentandos em relação com os principais habitantes (naturais e adoptivos) que teve: passando por Passos Manuel, Garrett e Herculano, Anselmo Braancamp e Sá da Bandeira, Pedro Álvares Cabral, Frei Luís de Sousa, Guilherme de Azevedo, etc. O volume conta com mapas (um deles, em folha preliminar desdobrável) e abundantes gravuras com variadíssimas imagens, fotográficas e artísticas, da terra e dos monumentos.
Exemplar em bom estado no miolo, sem defeitos significativos, que apenas existem à superfície: alguma folga da lombada sobre o encaixe e pequenas manchas e marcas de corrosão na face inferior da capa, toda entretanto recoberta de papel transparente.
 
25€

Joaquim Veríssimo Serrão ― Santarém: História e Arte

Santarém: História e Arte (2.ª edição refundida, com a colaboração artística de A. Braz Ruivo)

Edição da Comissão Municipal de Turismo de Santarém, 1959. (Comp. e imp. nas oficinas da Atlântida – Coimbra). In-8º de 204, [2] págs. Br.
 
“Impunha-se, pois, uma nova edição de Santarém – História e Arte que, tendo em conta a promessa do título, conferisse ao texto uma fonte documental de melhor conteúdo e lhe retirasse o carácter de simples «roteiro» com que aparecera à luz, em 1951. Aqui a apresentamos, completamente refundida, situando-a entre o guia prático e a obra de erudição, e fazendo-a assentar em base erudita para permitir aos estudiosos a concretização e alargamento das várias matérias que trata./ Tão profunda será a diferença entre a edição de 1951 e a que agora se publica, que talvez se pudessem, com acerto, definir de livros distintos, sòmente se reconhecendo pelo título a identidade do trabalho”.
Entremeando em todas elas folhas hors-texte com fotogravuras e gravuras dos trabalhos de Brás Ruivo, o autor apresentou aqui as secções principais de capítulos «História de Santarém», «Santarenos Ilustres», «Belezas Naturais de Santarém», «Santarém Antiga», «Recheio Monumental de Santarém» e «Arquitectura Civil».

Bom exemplar, sem defeitos a salientar.
 
25€