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29 de outubro de 2018

José Saramago — os apontamentos

1976, Seara Nova. In-8º de 246, [2] págs. Br.

O volume recolhe os textos publicados pelo autor no Diário de Notícias entre a aceleração e a desaceleração revolucionária após o 25 de Abril, isto é, entre Março e Novembro de 75 - DN para onde entrara como sub-director em substituição de José Carlos Vasconcelos e de onde seria despedido após esse terceiro e último 25.

Tiragem declarada de 4200 exemplares, tendo este pertencido a Santos Ferrão (aka Luís Salatina), de quem tem o ex-libris académico coimbrão e uma nota manuscrita de compra que assim reza: “Adquirido no Jardim do Príncipe Real, em Lisboa, às 17 h do dia 3 de Dezembro de 1985, acabávamos de sair da Imprensa Nacional”. Algum desgaste, sobretudo exterior.

15€  

27 de outubro de 2018

José Saramago — Memorial do Convento

editorial Caminho, O Campo da Palavra (1982). In-8º de 357, [3] págs. Br.

“O seu Memorial do Convento é um dos romances do nosso tempo que mais me emocionaram e mais me engrandeceram como ser humano”, terá dito Umberto Eco, autor do não assim tão afastado O Nome da Rosa, a Saramago – que com ele viu sublinhada e reforçada a consagração já começada após Levantado do Chão, e nele tem até hoje o seu título mais célebre.

Exemplar da primeira edição/tiragem, apesar de tudo talvez sobre-valorizada no mercado tendo em conta que já não foi propriamente pequena. Também com dedicatória de Saramago datada do ano de publicação.
 
85€

26 de outubro de 2018

José Saramago — O Ano da Morte de Ricardo Reis

editorial Caminho, o Campo da Palavra. (1984). In-8º de 415, [I] págs. Br.

Primeira edição daquela que muita gente considera a opus magna de Saramago, mosaico da Lisboa dos anos inaugurais do Estado Novo com o início da guerra civil espanhola como pano de fundo – após a morte de Fernando Pessoa, em Novembro de 1935, o romancista põe o seu heterónimo das Odes a regressar desde o Brasil a Portugal, num exercício ficcional extraordinário.
Exemplar valorizado por dedicatória manuscrita pelo autor logo ao ano da publicação.
 
40€   

25 de outubro de 2018

José Saramago — A Bagagem do Viajante

A Bagagem do Viajante (Crónicas / 2.ª edição)

Caminho, o Campo da Palavra. (1986). In-8º de 241, [3] págs. Br. 

Segunda edição do livro originalmente dado a lume em 1973 pela Futura, que foi o quarto do escritor; junto com o terceiro, Deste Mundo e do Outro, um dos dois únicos volumes de crónicas que publicou.
Exemplar bem conservado, mas com assinatura de propriedade na folha de guarda, alguns vestígios de acidez e ligeiros vincos na capa.
 
12€

24 de outubro de 2018

José Saramago — A Jangada de Pedra

Caminho, o Campo da Palavra. (1986). In-8º gr. de 330, [2] págs. Br.

Primeira edição de um dos mais celebrados e mesmo internacionalmente aclamados livros do autor.
Exemplar em bom estado, tendo só algumas marcas na capa e o habitual - mas aqui ainda muito ténue - escurecimento das margens do papel.
 
25€

23 de outubro de 2018

José Saramago — História do Cerco de Lisboa

Caminho, o Campo da Palavra. (1989). In-8º gr. de 348, [4] págs. Br.

Edição original de um dos principais romances do autor – amiúde considerado, com Memorial do Convento e O Ano da Morte de Ricardo Reis, como lhe devendo integrar o pódio.

Exemplar valorizado por dedicatória manuscrita de oferta de Saramago a Neves Águas (publicista ligado a Cortesão e ao círculo da Seara Nova, senhor de uma bela biblioteca) datada ainda do próprio ano de publicação.
 
35€

22 de outubro de 2018

José Saramago — Todos os Nomes

Caminho, o Campo da Palavra. (1997). In-8º de 279, [3] págs. Br.

Foi a edição original do romance, último título publicado por Saramago antes de receber em 1998 o Nobel.
 
Exemplar valorizado por dedicatória manuscrita do escritor logo à saída do livro.
 
27€

17 de outubro de 2018

José Saramago — Viagem a Portugal

editorial Caminho. [S/d – D.L. 86]. In-4º gr. de 237, [3] págs. Enc.

“Tome o leitor as páginas seguintes como desafio e convite. Viaje segundo um seu projecto próprio, dê mínimos ouvidos à facilidade dos itinerários cómodos e de rasto pisado, aceite enganar-se na estrada e voltar atrás, ou, pelo contrário, persevere até inventar saídas desacostumadas para o mundo. Não terá melhor viagem. E, se lho pedir a sensibilidade, registe por sua vez o que viu e sentiu, o que disse e ouviu dizer. Enfim, tome este livro como exemplo, nunca como modelo. A felicidade, fique o leitor sabendo, tem muitos rostos. Viajar é, provavelmente, um deles. Entregue as suas flores a quem saiba cuidar delas, e comece. Ou recomece. Nenhuma viagem é definitiva.”, assim terminava Saramago o seu prefácio a este peculiar livro de viagens que se assume tributário de Garrett mas que andará a meio caminho entre as dele e as que Raul Brandão empreendeu sobre As Ilhas Desconhecidas – nem tanto ao mar do lirismo, nem tanto à terra da prosódia graciosa, leve e solta por terras do Ribatejo.

O álbum foi encadernado em tela e revestido de sobrecapa ilustrada, como abundantemente ilustrado foi em toda a sua extensão.

35€

José Saramago — Viagem a Portugal

Caminho (1996). In-4º gr. de 271, [3] págs. Enc.

Recorde-se que este livro, que o próprio Saramago sublinhava importantíssimo e considerava sub-valorizado na sua bibliografia, resultou de um convite feito ao escritor para assinalar o 10.º aniversário da delegação portuguesa do co-editor Círculo de Leitores - tendo para o efeito par no Cancioneiro Popular Português recolhido por Giacometti.
Também nesta edição o volume foi encadernado em tela com sobrecapa ilustrada.
 
17€

16 de outubro de 2018

José Saramago — Levantado do Chão

Levantado do Chão (Romance / 3.ª edição)

editorial Caminho / Colecção «O Campo da Palavra». (1982). In-8º de 366, [2] págs. Br.

Segue a segunda edição pouco precedente, de que aproveita a capa e a mancha gráfica.
Exemplar com um vinco e pequenos defeitos no canto superior direito da capa e das folhas iniciais.
 
10€

José Saramago — Levantado do Chão

Levantado do Chão (Romance / 4.ª edição)

editorial Caminho / Colecção «O Campo da Palavra». (1984). In-8º de 366, [2] págs. Cart.

O mesmo se aplica a esta, com uma diferença (se não se trata aqui de uma série não declarada): a capa foi cartonada e sobre-revestida de tela fina.

Exemplar valorizado pela dedicatória que o próprio Saramago logo à época assinou no anterrosto a António Cândido de Figueiredo – de quem tem a pequena assinatura na folha de guarda.
 
20€

15 de outubro de 2018

José Saramago — Levantado do Chão

Levantado do Chão (com uma carta de Pilar del Rio & dez pinturas de Armando Alves)

Modo de Ler, editores e livreiros, lda / Portugália Editora. (2008). In-8º gr. de 398, [4] págs. Cart.

Edição especial publicada por ocasião do 10.º aniversário do Nobel, preparada por José da Cruz Santos com o patrocínio da Portugália; impressa sobre bom papel couché e cartonada na capa. As pinturas do artista alentejano radicado no Porto são reproduzidas nas cores originais e alternadas com boas fotografias a p/b de Eduardo Nogueira que retratam a vida agrícola do Alentejo.

Exemplar por estrear.

50€  

12 de outubro de 2018

Baptista-Bastos — José Saramago: Aproximação a um Retrato

Colecção A Obra e o Autor/I, Sociedade Portuguesa de Autores · Publicações Dom Quixote // Lisboa, 1996. In-8º de 113, [3] págs. + [12] ff. de estampa. Br.

Para além da longa entrevista propriamente dita, núcleo central deste volume imaugural da colecção, são também de Baptista-Bastos os dois textos que antes e depois a acompanham: um de contexto, outro de exegese literária sobre a opera «saramágica». Num conjunto de folhas couché reproduzem-se dezenas de fotografias (algumas delas inéditas) e fotogravuras, há extensas biografia e bibliografia no final e são ainda de destacar, quer (presume-se) para o efeito quer com publicação prévia na imprensa, «Testemunhos» de Maria Alzira Seixo, Eduardo Lourenço, George Steiner, Luciana Stegagno Picchio, Giuseppe Tavani, etc.
 
10€

11 de outubro de 2018

José Saramago / Prémio Nobel da Literatura 1998

Camões – Revista de Letras e Cultura Lusófonas. Outubro-Dezembro 1998. In-4º gr. de 112 págs. Br.

Inteiramente dedicado à consagração do romancista português, o volume apresenta dois textos preliminares para o efeito de José Manuel Mendes e Baptista-Bastos, recolhendo depois uma ampla amostra do que pela imprensa de todo o mundo foi escrito acerca da concessão do prémio, reproduzindo textos de extensão muito variada de escritores e críticos como Enrique Vila-Matas, Vasquez Montalban, Manuel Rivas, Dario Fo, Luciana Stegagno-Picchio, Richard Zenith, Mario Benedetti, Carlos Fuentes, etc. Também a documentação iconográfica é abundante e interessante, tornando o conjunto uma peça importantíssima e, salvo erro, a mais completa de quantas até hoje se votaram exclusivamente ao tema.

Exemplar ainda muito bem conservado, sem defeitos significativos.
 
17€

9 de outubro de 2018

O Nobel de Saramago na imprensa internacional

A 9 de Outubro de 1998, conhecido o premiado com o Nobel da Literatura, começou uma longa sequência de notícias e reportagens acerca de José «Saramágico» na Europa Ocidental e na América Latina. Durariam semanas, e na Península Ibérica meses. As linhas de força das reacções à atribuição do prémio foram duas: a de finalmente ser reconhecida a língua portuguesa, senhora de uma literatura muito respeitável desde o Cancioneiro medieval luso-galaico, passando por Camões, depois Garrett e desembocando no «século de ouro» XX com Pessoa em destaque (perdoai-lhes, que não sabem mais...); e a de o Nobel voltar a contemplar a literatura-a-sério, depois de algumas derivas bastante discutíveis (ainda não tinham visto nada...).
Em Espanha, logo nesse dia seguinte o escritor português - já então a viver em Lanzarote, após a polémica com O Evangelho Segundo Jesus Cristo e o governo português de Cavaco e do secretário de Estado Sousa Lara a tomar-se das dores da ortodoxia católica - faz capa em grande parte da imprensa de referência, que apresenta quantidade considerável de peças assinadas por outros escritores, espanhóis, como Manuel Rivas, Enrique Vila-Matas, Arturo Perez-Reverte, Manuel Vasquez Montalban, etc. Aqui fica o início da de Juan Manuel de Prada no «ABC»: 
 
"O prémio Nobel não conta entre as suas virtudes com a da infalibilidade; talvez por isso, quando acerta, a reacção de quem acolhe os seus ditames com cepticismo, junta a perplexidade ao alvoroço. Ao premiar José Saramago, a assembleia dos académicos suecos não se limita a reparar uma obscena e demasiado repetida injustiça; dirigiu também o seu veredicto para a literatura em estado puro, sem condimentos políticos, folclóricos ou sociológicos, essas rémoras que nos últimos anos têm enturvado o elenco dos ganhadores, com nomes tão discutíveis ou estranhos como Morrison ou Fo.
Foi premiado um homem na plenitude dos seus recursos, entregue a uma obra que em cada título incorpora novos motivos de deslumbramento. Em 1985, quando foi publicado «O Ano da Morte de Ricardo Reis», Saramago era para nós um escritor quase secreto, mas desde aí a sua envergadura literária e moral continuou a crescer, com um vigor impetuoso, dono de uma coerência interna que distingue os mestres."

8 de outubro de 2018

8 de Outubro de 1998

Faz hoje vinte anos que uma sua futura leitora muito ilustre celebrava o 16º aniversário e José Saramago era como nós todos informado de que a Academia Sueca lhe atribuíra o Nobel da Literatura. Foi a primeira - e, até hoje, única - vez que um escritor de língua portuguesa saiu premiado com o título. Pascoaes, Ferreira de Castro, Aquilino e Torga, portugueses, Guimarães Rosa e Jorge Amado, brasileiros, tinham sido entre muitos outros aventados em vão. Lobo Antunes auto-aventa-se todos os anos dizendo que não quer, mas não parece que venha a ter melhor sorte, coitado. O autor de «Todos os Nomes», publicado precisamente antes do prémio, foi o único nome a merecer a honra.

Podemos desdenhar dos prémios literários em geral e do Nobel em particular, podemos distanciar-nos de algumas posições políticas de Saramago (e desde logo do seu credo comunista), podemos achar pouca graça a uma certa rigidez da personagem, podemos tudo. Mas repare-se num homem que é criado por avós camponeses ribatejanos analfabetos e por pais ainda iletrados, faz a sua aprendizagem com dificuldades económicas nas escolas públicas e as suas leituras nas bibliotecas públicas, descobre a literatura, torna-se tradutor e editor, primeiro, depois jornalista e escritor, escreve romance após romance após romance e ganha assim, vindo do nada, feito do nada, pela primeira vez o Nobel. É razão suficiente para lhe dedicarmos este mês de Outubro, em exclusivo.

 
[Na imagem: «O dia em que Saramago ganhou o Nobel», ilustração de Gonçalo Viana]

7 de setembro de 2018

Feira do Livro do Porto

Decorre de 7 a 23 de Setembro a quinta edição da nova Feira do Livro do Porto, nos jardins do Palácio de Cristal, somando a também quinta participação da bibliographias - que ocupará o pavilhão nº 107, quase exclusivamente ocupado com literatura.
Pode o programa ser consultado aqui

27 de agosto de 2018

Romanceiro Geral do Povo Português

Romanceiro Geral do Povo Português (Texto literário organizado, prefaciado e anotado por Alves Redol. Texto musical escolhido, comentado e prefaciado por Fernando Lopes Graça. Ilustrações e arranjo gráfico de Maria Keil)
Iniciativas Editoriais. (1964). In-4º de XL, [VIII], 670, [IV] págs. Enc.

“Reunidos sob o título de Romanceiro Geral do Povo Português, aqui ficarão registados cerca de quinhentos romances, glosas romanceadas, décimas e outras composições da poesia tradicional, a que juntei poesias de autor consideradas por mim como parte integrante desta obra colectiva, da qual, na maior parte, o nosso povo foi guardião, co-autor, autor e também personagem”, assim começava Redol o seu longuíssimo trabalho a esta recolha que talvez dispense apresentações, bem conhecida que é, como bem conhecidas são as ilustrações de Maria Keil, muitas delas em belíssimos clichés extratexto.

Encadernação original, com gravações a ouro e sobrecapa em papel desenhada pela artista no mesmo motivo da capa de brochura, ambas conservadas.

55€

24 de agosto de 2018

Alves Redol — Constantino (guardador de vacas e de sonhos)

Constantino (guardador de vacas e de sonhos) // (Fotografias de António Neto e do autor / Arranjo gráfico de João da Câmara Leme)
 
Portugália Editora (1962). In-8º gr. de 131, [9] págs. Br.
 
Primeira edição de um dos mais celebrados livros da literatura infanto-juvenil portuguesa, de feição eminentemente documental – sublinhada pelas boas fotografias que ilustram o volume, num tipo de tratamento (lembre-se também o Lisboa: Cidade Triste e Alegre, de Victor Palla e Costa Martins) que então dava os primeiros passos por cá – rearranjada com a liberdade ficcional que o autor assumia na nota preliminar que assim começa: “Esta história simples ganhou raízes e deu fruto numa aldeia da região saloia, o Freixial, onde a sua gente me aconchega com carinho há mais de dez anos - e tanto como se eu fosse da família de cada um e de todos. Em certa medida o sou – valha a verdade! – pois foi de Bucelas que os Alves emigraram para a Borda de Água, radicando-se em Vila Franca com bem vivas saudades da origem.” 
 
38€

23 de agosto de 2018

Alves Redol — Olhos de Água

Portugália Editora, Lisboa. [S/d – 1960?]. In-8º de 303, [7] págs. Br.
 
Segunda edição, publicada na colecção «contemporânea» com capa de Infante do Carmo, de um dos títulos mais apreciados de Redol (que o dedicou a Garrett) – este romance no qual “revive ou parece reviver uma vila ribeirinha, na monotonia dos seus pequenos ridículos e dos seus pequenos dramas, perdidos, quase sem eco, no ritmo voraz de uma civilização que a não consente. Por aqui andam lavradores e campesinos, barqueiros e lojistas, mondinas e artesãos, pescadores e ceifeiras. E também os que abalam para a grande cidade e para as ilusões de outros mundos que ficam para além do mar; e ainda os que vêm até à Borda-d’Água em busca de canseira para os braços ou de aventura para dar de comer ao coração”.

Bom exemplar, levemente desgastado na capa.
 
10€

22 de agosto de 2018

Alves Redol — A Barca dos Sete Lemes

A Barca dos Sete Lemes (Romance / 2.ª edição)
 
Publicações Europa-América. (1959). In-8º de 435, [1] págs. Enc.

“A Barca dos Sete Lemes assinalava, no estilo e pela densidade da acção a melhor forma do escritor, a sua plena maturidade (...) é um grande romance e assinala uma fase culminante de domínio da criação romanesca na obra do grande escritor português”

Exemplar valorizado pela bonita encadernação em tela pintada à mão com um rótulo de pele sobre a lombada assinalando título e autor; conserva ambas as faces da capa de brochura, composta por Leonildo Dias.
 
18€

21 de agosto de 2018

Alves Redol — Teatro

Publicações Europa-América. (1966-67). 2 vols. in-8º de 248, [8] e 235, [5] págs. Br.

O primeiro volume coligiu Forja e Maria Emília, ainda inédita e apresentada por um texto introdutório do próprio Redol, «Alguns apontamentos escritos ao sabor do improviso»; sendo também do autor a longa prosa preliminar que abre o volume, «Reinvenção de outra realidade». O segundo foi a primeira edição de O Destino Morreu de Repente (Sugestão para um divertimento popular), que o ocupa em exclusivo.  
 
20€

20 de agosto de 2018

17 de agosto de 2018

Ilse Losa — O Mundo em que Vivi

Edições Afrontamento. In-8º de 196, [4] págs. Br.

Uma mais de já tantas edições do mais conhecido livro da escritora, reproduzindo na capa um texto de Óscar Lopes sobre ele.

Exemplar por estrear.
 
7€

16 de agosto de 2018

Ilse Losa — O Quadro Roubado

Figueirinhas / Porto. (1976). In-8º de 85, [3] págs. Br.

Um título menos conhecido de Ilse Losa; tendo por graça nesta edição original as ilustrações muito «BD» do pintor Jorge Pinheiro.
Bom exemplar.
 
12€