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3 de maio de 2018

Vitorino Nemésio — Varanda de Pilatos

Livrarias Aillaud e Bertrand . [S/d - 1926]. In-8º de 253, [3] págs. Br.

Primeira edição do romance de estreia de Vitorino Nemésio, dedicada à mulher, Gabriela Monjardino Gomes, (com quem casara esse ano, e a quem dirige um pequeno texto de abertura), e apresentando um «In Memoriam» final de Júlio Monteiro Aillaud, o editor, morto pouco antes.
Exemplar desgastado na capa, já quase solta do volume, entre pequenas falhas e rasgões. Miolo pelo contrário em muito bom estado, com as folhas praticamente limpas, sendo apenas de destacar um ligeiro rasgão na folha preliminar.
 
35€

2 de maio de 2018

Vitorino Nemésio — La Voyelle Promise (poëmes)

Coimbra: Edições Presença, 1935. (Atlantida, Rua Ferreira Borges, 103-111 – Coimbra). In-8º de [VIII], 67, [I] págs. Br.

Terceiro título de poesia publicado por Nemésio e ainda um dos primeiros de toda a sua bibliografia, embora se estreasse duas décadas antes; composto em francês numa altura em que estava como leitor na velha Universidade de Montpellier. Apesar de a capa sugerir edição parisiense, a folha de rosto indica ter-se tratado de uma das «Edições Presença», com nota tipográfica da Atlântida – em todo o caso, bastante invulgar.

Exemplar ainda valorizado por dedicatória de oferta manuscrita pelo próprio autor também em francês (devendo porém arriscar-se que boa parte da tiragem o terá sido); sem indicação de destinatário.

75€

30 de abril de 2018

Vitorino Nemésio — A Casa Fechada

Coimbra, Arménio Amado, Editor. 1937. In-8º de [XII], 298, [4] págs. Br.

Primeira edição de um dos livros iniciais do autor, com dedicatória impressa “À memória de Raúl Brandão. A sua mulher”. Na carta-prefácio, escrita de Bruxelas precisamente a Maria Angelina, dizia Nemésio: “Ao percorrer mentalmente as minhas maiores amizades para dedicar êste livro, achei as dos mortos mais perfeitas e, nesse número, a de Raúl Brandão acenou-me tornando estas palavras inadiáveis (…) pedindo a V. Ex.ª se digne aceitar da oferta aquela porção que em tudo o que era dêle lhe cabia”.
Contém as novelas «O Tubarão», «Negócio da Pomba» e «A Casa fechada».
 
Exemplar com algum escurecimento da capa sobre as margens.

33€ 

28 de abril de 2018

Vitorino Nemésio — Ondas Médias (biografia e literatura)

Livraria Bertrand, Lisboa. (1945?). In-8º de 360, [II] págs. Br.

Entre a história e sobretudo a literatura, consagra capítulos – com o texto das palestras pronunciadas via rádio ao microfone da Emissora Nacional de Radiodifusão – aos árcades pré-românticos, principalmente aos românticos (destaque para Garrett e Herculano, mas também Camilo, Bulhão Pato e Soares de Passos) e ainda, no final, a Eça e Júlio Dinis, Junqueiro, Júlio de Castilho e Anselmo Braancamp, Fausto Guedes Teixeira e por fim o de António Nobre.
Edição original, inteiramente rubricada pelo autor.

Bom exemplar, ainda por estrear, conservando a totalidade dos cadernos por abrir – e além disso valorizado por dedicatória de oferta manuscrita por Nemésio sem indicação do destinatário.
 
37€

26 de abril de 2018

Vitorino Nemésio — Sapateia Açoriana

Sapateia Açoriana, Andamento Holandês e outros poemas

Lisboa: Arcádia, 1976. In-8º de 92, [4] págs. Br.

Primeira edição. Contempla os títulos «Sapateia Açoriana», «Andamento Holandês», «Poemas Corticais», «Canções do Alentejo e do Guadiana» e «Mais Poemas».
Exemplar em muito bom estado, sem defeitos de relevo.
 
17€

24 de abril de 2018

Vitorino Nemésio: a obra e o homem

arcádia (1978). In-8º de 256 págs. Br.

Publicado na conhecida colecção homónima da Arcádia, o livro, preparado por um discípulo açoreano na Faculdade de Letras de Lisboa, teve contribuição principal de David Mourão-Ferreira e, entre as secundárias, da conterrânea açoreana – de biógrafo e biografado – Natália Correia. Dividiu o autor este seu trabalho nas secções «Visão pessoal», «A vida e a obra», «O narrador», «O poeta», «O investigador e o crítico» e «O cronista», rematadas no final por uma extensa e útil recolha bibliográfica. No figurino costumeiro, reproduzem-se a meio do volume documentos e retratos variados.

Exemplar por estrear, dos poucos que nessa qualidade restarão.
 
12€  

21 de abril de 2018

Irene Lisboa — 13 Contarelos

13 Contarelos que Irene escreveu e Ilda ilustrou para a gente nova

(Livraria Sá da Costa, Lisboa). (Êste livro foi composto e impresso na tipografia da Escola Normal Primária de Lisboa). [S/d – 1926?]. In-8º de [XII], 171, [9] págs. Br.

Primeira edição do primeiro livro de Irene Lisboa, que ainda recentemente foi reeditado em fac-simile pelo jornal Público e talvez dispense grandes apresentações; impresso em bom papel, com a graciosa capa de papel kraft. Integra os contos «Joanico», «Fala a Pena», «LindaLinda», «Còradinha», «Serão», «A Flauta Mágica», «O Conto da Serpente», «Maria, a Macha», «Medo», «As Três Pedrinhas Vermelhas», «Valverde», «Tiroleto» e «Número 12». Ilustrações de Ilda Moreira.
Bom exemplar, sem qualquer defeito a referir.
 
32€

20 de abril de 2018

Irene Lisboa — Um dia e outro dia...

(Composto e impresso na Tip. da «Seara Nova» - Calçada do Tejolo 37-A / Lisboa - 1936). In-8º de 339, [1] págs. Br.
 
Foi o segundo livro publicado por Irene Lisboa (sob o pseudónimo de João Falco), o primeiro em verso; a que chamou, em subtítulo, «Diário de uma mulher».
 
Exemplar conforme saiu dos prelos, conservando os cadernos por abrir e as margens por aparar. Alguns picos de acidez na capa.
 
25€

19 de abril de 2018

Irene Lisboa — Modernas Tendências da Educação

Modernas Tendências da Educação, por (...) / (Ilustrações de Ilda Moreira)

Cosmos (Rua da Emenda, 111-2.º), Lisboa. (1942). In-8º de 115, [1] págs. Br.

“A lêr, tôda a escola hoje ensina, em mais ou menos tempo. Qualquer criança que cumpra o quatriénio das nossas escolas primárias fica apta a percorrer um jornal e a escrever uma carta. Não é, portanto, contra o analfabetismo que iremos travar peleja. Não é êsse o único benefício (o de o debelar) que os verdadeiros pedagogos atribuem à escola, ao seu espírito e à sua função. Consideram-na capaz de ajudar à educação integral da criança: de lhe fornecer meios de a desenvolver em todos os sentidos, mentalmente, física e moralmente.”

Edição original.
 
10€

18 de abril de 2018

Irene Lisboa — Apontamentos

Lisboa, 1943. («Gráfica Lisbonense»). In-8º de 282, [6] págs. Br.

Publicado em edição de autor com tiragem decerto exígua, é este não só dos mais raros como um dos mais interessantes livros de Irene Lisboa, à base de, justamente, «Apontamentos» de tipo diarístico – que foram aqui seccionados nas duas grandes partições «De Setembro de 1942 a Fevereiro de 1943» e «De 1942 para trás, ao acaso» (constando esta dos capítulos «A fonte do veado», «Os reformados», «Férias no campo» e «Uma mão cheia de nada», anunciando o célebre livro-a-vir «Uma mão cheia de nada, outra de coisa nenhuma»).

Bom exemplar, sem defeitos de relevo.
 
25€

17 de abril de 2018

Irene Lisboa — Título qualquer serve (para novelas e noveletas)

Portugália Editora, Lisboa. (1958). In-8º de 271, [5] págs. Br.

Edição original de um livro que recolheu novelas como «O Braga», «Alexandrino», «O Passarinho da Serra», «O Baile», «Vigília», «Senilidade», «Contar Não é o Meu Forte», «Província», «Noite» e «Tempo Passou».
Bom exemplar, sem vestígios de anterior uso e tendo apenas ligeiras marcas de envelhecimento, que o tipo de papel utilizado propicia. Com um discreto carimbo na folha de guarda indicando ter-se tratado de “oferta dos editores”.
 
20€ 

16 de abril de 2018

Irene Lisboa — Uma Mão Cheia de Nada, Outra de Coisa Nenhuma

Livraria Figueirinhas / Porto (1976). In-8º de 155, [5] págs. Br.

Segunda edição, apreciada pelos desenhos de Pitum Keil do Amaral que a ilustram ao longo do volume e na capa.

Exemplar em bom estado, descontando ligeiro desgaste superficial da capa e uma assinatura de propriedade na folha preliminar, de anterrosto.

7€

14 de abril de 2018

Poetas Novos de Portugal (selecção e prefácio de Cecília Meireles)

Edições Dois Mundos Editora Ltda. Rio de Janeiro. (1944). In-8º de 315, [5] págs. Enc.

Do longo – estende-se por quase cinquenta páginas – texto introdutório da escritora brasileira, como de costume, nestas circunstâncias, proclamador de intenções e explicador de critérios, poder-se-ia, entre outras coisas, reportar: a indicação habitual de Cesário, Nobre e Antero como as raízes desta «nova» poesia portuguesa, atribuindo-lhes depois como «caules» Pessanha e, até certo ponto, Afonso Duarte, o que hoje parecerá quase uma extravagância (salvo o caso de alguns nomes do Novo Cancioneiro, Carlos de Oliveira – que aqui nem aparece –, confessado tributário do poeta da Ereira, à cabeça), para não dizer um contra-senso, mesmo cronológico (Sá-Carneiro, por exemplo, era mais velho, pelo que ainda aí não se entende que influência haveria o Orpheu de lhe ir beber...); a inclusão, aliás com algum destaque, de Irene Lisboa (João Falco) e Fernanda de Castro neste contexto, talvez explicável por simpatia feminina, ou nem isso (se por aí fôssemos, antes a lamurienta Florbela); a colação larguíssima de um Fernando Pessoa então quase inédito, mas já credor do maior – de longe – destaque e assinalado “o caso mais extraordinário das letras portuguesas”, o que as amizades portuguesas de Cecília explicariam; e a atribuição à Presença de mais méritos dos que comummente, e com bom juízo, por estes dias se lhe reconhecerá. Cronologia, gostos, tendências, compadrios e presumível «mão» lusa (de Casais Monteiro, de Cortes-Rodrigues, ou ambas; não a de Cortesão, director desta «Coleção Clássicos e Contemporâneos» e também a viver no Brasil, que decerto ditaria outras escolhas) a esmo: tudo certamente cheio de boas intenções, mas demasiado confuso, atabalhoado, desequilibrado e falho de critério.
São os principais representados Pessanha, Sá-Carneiro, Pessoa, João Falco, Régio, Nemésio, Botto, Alberto de Serpa, Carlos Queirós, Casais Monteiro, Saul Dias e J. J. Cochofel.

Primeira edição; rara em Portugal (e mesmo no Brasil pouco frequente). Este exemplar, da série encadernada pelo editor, pertenceu também a Laureano Barros, que nos típicos apontamentos a lápis sobre a guarda indicou isso mesmo - a série e a raridade. A encadernação apresenta-se porém um tanto manchada e escurecida junto às margens.
 
35€

11 de abril de 2018

João Gaspar Simões — Pântano

Lisboa, Editorial Inquérito. 1940. In-8º de 289, [7] págs. Br.

Foi a edição original, hoje pouco frequente, deste romance publicado na colectânea «os melhores romances dos melhores romancistas» - tendo como pano de fundo a sociedade lisboeta da época.

Exemplar com pequenas marcas na capa. 
 
23€
 

João Gaspar Simões — Pântano

Lisboa, Editorial Inquérito. 1940. In-8º de 289, [7] págs. Br.

Exemplar valorizado por dedicatória de oferta manuscrita pelo autor ao justamente famoso bibliófilo Laureano Barros. 

30€

9 de abril de 2018

João Gaspar Simões — Teatro

Teatro (Jantar de Família/Tem a Palavra o Diabo/Uma Mulher sem Passado)

Lisboa, Livraria Popular de Francisco Franco, 1953. In-8º de 217, [7] págs. Br.

Primeira edição, consideravelmente invulgar.

Exemplar por estrear, com as folhas ainda por abrir. Em muito bom estado, descontando apenas o leve desgaste da capa.

16€ 

7 de abril de 2018

João Gaspar Simões — Éloi, ou romance numa cabeça

Éloi, ou romance numa cabeça/3.ª Edição novamente revista

(Editora Arcádia - Lisboa). [S/d - 196_]. In-8º de 181, [3] págs. Br.

Edição publicada na colecção «Autores Portugueses», já em finais da década de 1960, e particularmente estimada pela capa que Victor Palla para ela compôs - por isso tendo sido recentemente re-publicada em fac-simile numa colecção distribuída pelo jornal Público.

14€

João Gaspar Simões — Éloi, ou romance numa cabeça

Éloi, ou romance numa cabeça/3.ª Edição novamente revista

(Editora Arcádia - Lisboa). [S/d - 196_]. In-8º de 181, [3] págs. Br.

Exemplar valorizado por dedicatória de oferta manuscrita pelo próprio Gaspar Simões sem indicação de destinatário.

20€

6 de abril de 2018

João Gaspar Simões — Interpretações Literárias

Lisboa, Editora Arcádia. 1961. In-8º de 204, [8] págs. Br.
 
Primeira edição de um conjunto de longos ensaios, em parte inéditos, sobre Balzac, Tolstoi, o brasileiro Jorge de Lima, Júlio Dinis, Afonso Duarte e James Joyce. Inclui um prefácio do autor, em que se lê ter-se ele empenhado “em obter a chave que abre a porta dos romances de Balzac, de Tolstoi ou de Júlio Dinis, associando à interpretação destes as circunstâncias psicológicas ou os traços de carácter dos romancistas que se lhe afiguram conexos nessa elaboração”. Tem ainda, no final, um índice de todos os (muitos) escritores citados ao longo do volume.
 
10€

5 de abril de 2018

João Gaspar Simões — O Mistério da Poesia

O Mistério da Poesia: ensaios de interpretação da génese poética

Editorial Inova □ Porto (1971). In-8º de 268, [14] págs. Enc.

Segunda edição de um livro publicado originalmente 40 anos antes pela Imprensa da Universidade de Coimbra; com um novo prefácio a acrescer ao dessa primeira edição, também transcrito, e reproduzindo em apêndice final os dois textos da parte de Gaspar Simões numa breve polémica com António Sérgio. De resto, e com alterações mínimas, mantêm-se os capítulos principais «Uma Carta de Fernando Pessoa», «O Mistério da Poesia», «Duas Formas de Lirismo», «João de Deus ou o Sentimento de Altitude», «Introdução a Cesário Verde», «Raul Brandão, Poeta», «Mário de Sá-Carneiro ou a Ilusão da Personalidade», «Fernando Pessoa e as Vozes da Inocência», «A Fatalidade na Poesia de António Botto», «O Sentido da Poesia de José Régio» e «Breve Introdução à Poesia de Adolfo Casais Monteiro».

Exemplar revestido de modesta encadernação com cantos e lombada em percalina, que além disso não conserva a capa primitiva; no mais, sem defeitos a assinalar.
 
10€

4 de abril de 2018

João Gaspar Simões — História do Movimento da «Presença»

História do Movimento da «Presença» (seguida de uma antologia)

Atlantida / Livraria Editora / Coimbra. (1958). In-8º de 295, [1] págs. Br. 

“Não temos, realmente, a pretensão de escrever uma História do movimento da «Presença», por breve que seja, em sentido pessoal e no plano dos juízos intemporais. Não. Esta «história» é antes uma «story», no sentido inglês, ou seja, uma narração de factos mais ou menos circunstanciais e necessàriamente anedóticos de um movimento em que o autor desempenhou, inclusivamente, um importante papel.” (Do prefácio).
Ao estudo que lhe deu título segue-se, ocupando a maior parte do volume, a referida antologia, contemplando José Régio, o próprio Gaspar Simões, Branquinho da Fonseca, Adolfo Casais Monteiro, Miguel Torga, Afonso Duarte, Fernando Pessoa, Luís de Montalvor, Mário Sá, Irene Lisboa, José Marinho, José Bacelar, Carlos Queirós, António de Navarro, Edmundo de Bettencourt, Fausto José, Alexandre de Aragão, Francisco Bugalho, Alberto de Serpa, António de Sousa, Saul Dias, Vitorino Nemésio, Olavo d’Eça Leal e Pedro Homem de Melo.

Exemplar por estrear, conservando todos os cadernos por abrir.

30€

2 de abril de 2018

O Romance Contemporâneo

O Romance Contemporâneo / Vitorino Nemésio, Paulo Quintela, Maria de Lourdes Belchior Pontes, Urbano Tavares Rodrigues, J. Monteiro-Grillo, Vieira de Almeida, José Palla e Carmo, António Quadros

Sociedade Portuguesa de Escritores / Lisboa – 1964. (Composto e impresso na Tipografia Ideal). In-4º de 191, [9] págs. Br.

Impresso em bom papel, o volume reproduz os textos de várias conferências pronunciadas em 1960 – que tiveram por título, respectivamente, «Romance, existência e visão do mundo», «O romance alemão contemporâneo», «Do romance espanhol contemporâneo», «O romance francês contemporâneo», «O moderno romance inglês», «Do romance italiano contemporâneo», «O romance norte-americano contemporâneo» e «O romance brasileiro actual».
Exemplar por estrear, conservando os cadernos por abrir.
 
15€

30 de março de 2018

Jose Régio — Há Mais Mundos (contos)

Portugália Editora (1962). In-8º de 264, [8] págs. Br.

Com capa de Câmara Leme, foi esta a edição original de um volume que agrega «Os Três Vingadores ou Nova História de Roberto do Diabo», «O Fundo do Espelho», «Conto do Natal», «Os Paradoxos do Bem», o conhecido «Os Três Reinos», «Os Alicerces da Realidade» e o mais conhecido ainda «As Historietas dum Coleccionador de Antiguidades».

Bom exemplar, sem defeitos significativos.

25€

29 de março de 2018

Jose Régio — Davam Grandes Passeios aos Domingos

Davam Grandes Passeios aos Domingos...por José Régio/com ilustrações de Lima de Freitas

Inquérito, Lisboa. [S/d – 1962?]. In-8º de 114, [6] págs. Br.

Foi, salvo erro, a segunda edição do romance, apreciada pelas ilustrações a tinta que para ela o pintor setubalense compôs.
 
Exemplar por estrear.
 
15€

28 de março de 2018

Jose Régio — Três Peças em um Acto

Três Peças em um Acto: Três Máscaras (fantasia dramática), O Meu Caso (farsa), Mário ou Eu-Próprio-o Outro (episódio tragicómico)

Portugália Editora, Lisboa. (1957). In-8º de  113, [7] págs. Enc.

Quinto e último volume do Teatro de José Régio, que apesar de mais recente é, por alguma razão, o mais raro. Edição original e salvo erro única.
Exemplar recoberto de uma bela encadernação com cantos e lombada em pele gravada a ouro e sobre-revestida de rótulos em casas abertas; conservando por inteiro a capa de brochura.
 
30€