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José Cardoso Pires — Lisboa, Livro de Bordo

Lisboa, Livro de Bordo (vozes, olhares, memorações)

Lisboa Expo’98 / Publicações Dom Quixote. (1998). In-4º de 123, [III] págs. Enc.

Dispensará apresentações este que é o livro de Cardoso Pires preferido por muita gente, mesmo que não lisboeta, e nem sequer demasiado apreciadora do escritor – como monumento de amor à sua cidade é dos mais bem conseguidos que a literatura portuguesa conta.
Álbum encadernado em tela, impresso sobre folhas de papel couché, ilustradas por fotografias e trabalhos artísticos de artistas variados.
Esta, em Fevereiro de 1998, era já a sua quarta edição sendo a original de Outubro de 1997. (Alguns meses mais tarde, outro lisboeta de nome José seria consagrado com o Nobel da Literatura, e Lisboa também não ficou nisso a perder: O Ano da Morte de Ricardo Reis chegaria bem para o efeito)

20€

António de Cértima — Escandalosamente Pura (romance)

Parceria A. M. Pereira, Lda. (Rua Augusta, 44 a 54) Lisboa. (1966). In-8º de 223, [5] págs. Br.

Primeiro romance de um autor já com vasta bibliografia à época, “Ele aqui está, examinando com pena firme e inquebradiça, por vezes transformada em bisturi, um esquema flagrante da vida social lisboeta”. 
Edição original, com capa do arquitecto Mário de Oliveira. 

Exemplar por estrear.

15€

António de Cértima — Alma Encantadora do Chiado

Alma Encantadora do Chiado (Da Arte. Da Vida. Do Amor) / por (…)

“Atlantida” Livraria Editora (antiga F. França Amado, sucessor) / Rua Ferreira Borges, 105 a 111 – Coimbra —— 1927. In-8º peq. de 270 págs. Enc.

Ao contrário do que se pudesse supor, não são todos de fundo lisboeta os capítulos dedicados a assuntos mais abstractos e mais concretos, concretos-de-pessoa: o nada lisboeta Manuel Laranjeira, vagamente antepassado do livreiro, o seu amigo e conviva espinhense Amadeo, Magalhães Lima, João Lino, Martins Barata, a actriz Ângela Pinto, etc.; «Os oleiros do Vouga» natal dos Cértima; etc.

Exemplar encadernado em material sintético imitando pele, gravado a dourado na lombada; conservando a face superior da capa original. 

25€  

Fernando Castelo-Branco — Lisboa Seiscentista

Lisboa Seiscentista (terceira edição, revista e aumentada

Lisboa – 1969. In-8º gr. de 441, [3] págs. Br.

Extrapolando o contexto propriamente lisboeta, o estudo – abundante em apontamentos e notas históricas acerca da sociedade e dos costumes do tempo – é um dos mais considerados sobre o séc.XVII português, que, conforme o autor assumia no prefácio, pretendia defender das habituais acusações que lhe são feitas no sentido de uma decadência genérica (cultural, espiritual e moral); profusamente ilustrado ao longo do volume, em folhas destacadas de papel couché – várias duplas e triplas, em desdobrável –, com estampas que reproduzem gravuras e mapas antigos, esboços e projectos de arquitectura, quadros, frontispícios de livros e manuscritos da época, etc.; dividido em três partes: «A Urbe», «O Ambiente Social» e «O Ambiente Espiritual», a que se seguem a longa bibliografia e os vários índices. Terceira edição, aumentada, com uma nota introdutória própria e a reprodução da da 2ª (de 1957) e da «Introdução» da 1ª (1956).

20€

Luís Chaves — Lisboa nas Auras do Povo e da História

Lisboa nas Auras do Povo e da História – Ensaios de Etnografia (artigos publicados em revistas e jornais por (...))

Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa. (Composto e impresso na Gráfica Santelmo, 1961-1969). 4 vols. in-8º. Br.

Bastante ilustrados em folhas à parte, foram aqui recolhidas dezenas de textos como «Varinas e saloias de Lisboa», «Barcos e carroças», «Belém» (conjunto de 5 artigos), «Os pregões populares das ruas de Lisboa», «No período romano de Lisboa» (outro conjunto de 5 peças), «De Lisboa na época dos Descobrimentos», «O culto mariano em Lisboa: Capelas, ermidas, oratórios e nichos, na cidade de Lisboa, dedicados a Maria» (mais 5), «Coisas miúdas de Lisboa» (15) e muitos outros dedicados ao período medieval, às portas e ao castelo, aos tipos populares, às expressões características, à comparação etnográfica com o resto do país, etc.
O primeiro volume ostenta o selo da livraria lisboeta Artes e Letras; o segundo pertenceu à tiragem especial de apenas 100 impressos sobre papel mais encorpado; os terceiro e quarto deste bem cuidado conjunto apresentam no entanto algumas marcas na capa.

50€

Albino Lapa — A Palavra «Lisboa» na História do Jornalismo

Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa, 1967. (Composto e impresso na Gráfica Santelmo). In-8º gr. de 233, [3] págs. Br.

O trabalho de recolha foi dividido por várias secções, começando numa pequena dedicada ao séc.XVII, seguida de outra um nadinha maior dedicada ao XVIII, uma outra naturalmente muito maior ao XIX e uma já curiosamente não tão grande ao XX.

Exemplar por estrear, mantendo-se os cadernos ainda por abrir. Com o carimbo de oferta da Câmara Municipal editora.

20€

Augusto Casimiro — Lisboa Mourisca (1147-1947)

1947 / Grandes Oficinas Gráficas «Minerva», Gaspar Pinto de Sousa, Suc.res, L.da / V. N. de Famalicão. In-8º de 174, [II] págs. Br.

Não se entende muito bem o subtítulo (e por considerar que os habitantes de Lisboa são ainda hoje “mouros” foi um conhecido deputado vianense-portuense do PSD trucidado há pouco tempo…), com um arco cronológico de oito séculos, tendo em conta que o livro trata apenas do primeiro: comprove-se pelos capítulos «A terra e o mar, primeiro», «Nascimento de Lisboa», «A cerca moura», «Os Cruzados no Porto», «A primeira escaramuça. Vela de armas», «O Rei e os estrangeiros» [perdoe-se a maiúscula a um provado republicano], «Herveo de Glanvill», «O Ultimatum», «A conquista do arrabalde», «Lissibona prisioneira», «As máquinas de guerra», «Lissibona resiste», «Para o derradeiro assalto», «As horas supremas» e «A rendição».
Amarantino de nascimento, Casimiro tornar-se-ia lisboeta (com Coimbra de passagem), como o seu conterrâneo António Cândido, e Pascoaes (embora de Cortesão é que fosse cunhado) nos invernos depois de dez anos de Porto; o outro hiper-génio, Amadeo, tal como Pascoaes nem pendeu para Lisboa nem Porto; outro pintor muito «jeitosinho», António Carneiro, e Agustina ficaram portuenses. Empate técnico. Com Amarante é que em território português ninguém conseguirá empatar numa nunca compreendida tamanha concentração de génio por m2. O Tâmega é ali muito bonito e nevoento, é, mas isso não explica tudo. Uma terrinha, embora também ela lindíssima, para os lisboetas que não conheçam (fazem mal). 

25€

Programa Oficial das Comemorações do VIII Centenário da Tomada de Lisboa

(1947, Composição e Impressão da Soc. Astória, Lda.). In-4º de [114] págs. Br.

De belo recorte gráfico, o volume foi dirigido por Marques da Costa, com capa e ilustrações genéricas de Manuel Lapa (Eduardo Coelho compôs, por seu lado, os desenhos do «Cortejo Histórico») e fotografias de Horácio Novais, acompanhadas ainda de gravuras várias. São transcritos, a abrir, os textos de «Saudações Dirigidas a Lisboa pelos Chefes de Missão Acreditados em Portugal» dos países que alguma ligação têm com a tomada da cidade aos mouros no séc.XII, destacando-se depois os bem mais longos «Biografia de Lisboa», de Gustavo de Matos Sequeira, e o roteiro turístico «Por Praças e Ruas de Lisboa», de Acúrcio Pereira. Em folha desdobrável integra também uma «Planta da Cidade de Lisboa».

22€

Reinaldo dos Santos — A Tomada de Lisboa nas Iluminuras Manuelinas

A Tomada de Lisboa nas Iluminuras Manuelinas: Conferência pronunciada no salão nobre dos Paços do Concelho em 25 de Outubro (Feriado da Cidade) de 1938.

Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa – 1939. In-4º  de 14, [2] págs. + [3] ff. ilust. Br.

São as três folhas hors-texte ilustradas por uma iluminura do Livro de Horas de D.Manuel e duas outras sobre desenhos de António de Holanda (pai de Francisco). 

O exemplar tem no anterrosto uma já discreta assinatura que parece de Flávio Gonçalves e na face inferior da capa, a lápis, uma indicação de oferta com o nome do escultor José Pereira dos Santos.

16€

Reinaldo dos Santos — Conferências de Arte [3.ª série]

Conferências de Arte ★★★ I – Forma, Côr e Luz na Arte II – Lisboa na Arte III – El Subjetivismo del Arte de Velasquez

Lisboa 1949. In-4º de 57, [VII] págs. Br.

Saída aparentemente em edição do próprio autor, apresenta também um conjunto de estampas em folhas destacadas. A primeira conferência foi proferida em 1945 no Teatro D. Maria II, num conjunto de palestras da iniciativa de Amélia Rei Colaço e Robles Monteiro; a segunda em 1947 no Salão Nobre do município lisboeta; e a terceira, também em 1947, em Santander.

14€

Fialho de Almeida — Lisboa Galante (episodios e aspectos da cidade)

Livraria Civilisação (casa editora de Costa Santos, Sobrinho e Diniz / 4 – Santo Ildefonso – 12), Porto. (1890 – Typographia Elzeviriana). In-8º de 321, [7] págs. Enc.

Edição original de um dos títulos principais da bibliografia lisboeta, com capítulos como «Lisboa velha e Lisboa nova», «As ruas – O demonio da vitrine – Um adulterio côr de rosa», «Amor de velhos», «Sentimental Journey», «A senhora Ministra», «Miss Ellen», etc. Foi um dos primeiros livros do escritor.
 
Exemplar revestido de boa encadernação recente, conservando ainda ambas as faces* da pouco frequente capa primitiva e nessa condição valorizado; o corte das folhas foi carminado à cabeça e aparado por todo.
* (A superior tem uma assinatura de propriedade, a inferior apresenta algumas publicações da editora, com destaque para as de Camilo Castelo Branco, que morreria - ou morrera já? - precisamente em 1890, tendo Fialho vindo de Lisboa ao funeral onde segundo reportou poucas mais pessoas compareceram. Teria vindo também tratar das últimas provas para o livro?)
 
36€

Lisbon (Photos and Text: Manfred Hamm • Werner Radasewski)

Nicolaische Verlagsbuchhandlung Berlin. (1989). In-8º gr. quadrado de 136, [4] págs. Enc.

Segunda edição, revista, publicada em língua inglesa a partir da versão original, em língua alemã, dada a lume no ano anterior. Como habitualmente nesta série de monografias da editora berlinense, integra textos explicativos – aqui, demasiado superficiais, genéricos e assentes em lugares-comuns por vezes disparatados, mas cumprindo a função principal de divulgação – de Radasewsky em cada capítulo e, desta vez, as belíssimas e originais fotografias de Manfred Hamm, compreendendo a paisagem, monumentos, interiores e todo o género de elementos decorativos típicos. Do índice («Lisbon and its Surroundings»): «Viewpoints», «In the East and North», «In the West and South», «Outwards to the Atlantic (The Lisboan Coast and Nothern Surroundings)», «Outwards to the Península da Arrábida (Lisbon’s Southern Surroundings)».

Encadernação do editor, com sobrecapa ilustrada.

15€

Júlio Dantas — Lisboa dos Nossos Avós

Lisboa – 1966. (Composto e impresso nas oficinas da Gráfica Santelmo). In-4º de 280, [4] págs. Br.

Dada a lume na série «Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa», a edição inclui, de início, um retrato do autor (por Eloi) e a sua bibliografia. Alguns dos capítulos: «Tipos das ruas de Lisboa», «As velhas procissões», «Os cafés lisboetas», «As feiras», «Figuras pombalinas», A vida lisboeta no segundo quartel do século XIX», «Escândalos de bastidores do século XVIII», «Modas», «As meninas».
 
25€

Norberto de Araújo — Legendas de Lisboa

SPN. 1943. In-4º de 215, [7] págs. Br.

Primeira edição de um dos principais «clássicos» olisiponenses, impressa em grande formato, com desenhos de Martins Barata a ilustrar as amplas letras capitais. Capítulos divididos em duas partes: I – Trono de Santo António; II – Alma Cândida das Ruas.
Exemplar um tanto prejudicado na capa, com ligeiras manchas, pequenos rasgões e até, na lombada, algumas falhas de papel; tendo o miolo, pelo contrário, em muito bom estado, apenas com algum desgaste das folhas de guarda e conservando-se as outras, de um modo geral, bastante limpas.
 
25€

Lisboa e os seus encantos

Lisboa e os seus encantos / texto de: Vasconcelos e Sá; Fernanda de Castro; Matos Sequeira; Luiz Teixeira; Leitão de Barros; Durval Pires de Lima; Azinhal Abelho; Julieta Ferrão; Natércia Freire; Eduardo Freitas da Costa, e Ester Lemos / hors-texte de: Bernardo Marques; Carlos Botelho; Carlos Rafael; Costa Pinheiro; D. Tomaz de Mello (Tom); Leonilde Dias; Manuel Lapa; Manuel Rodrigues; Maria Keil, e Sebastião Rodrigues / Vinhetas de: Costa Pinheiro. / Na capa, pintura de Carlos Botelho

Orientação Gráfica de José Espinho / Composto e Impresso nas Oficinas Gráficas da C. M. L. (1959). In-8º de 124, [2] págs. Br.

Edição de bastante apuro, impressa sobre bom papel e valorizada pelas ilustrações por gravura, dos trabalhos artísticos originais dos pintores mencionados e de fotografias variadas com panoramas da cidade e dos arredores, que seguem, em proporção praticamente semelhante, os textos: «O carácter de Lisboa», «Jardins de Lisboa», «A velha cidade», «Lisboa moderna», «Festas populares de Lisboa», «Monumentos de Lisboa», «Ronda nocturna de Lisboa», «Os museus de Lisboa», «Lisboa, mirante do Tejo», «As realizações da Lisboa moderna» e «Moldura de Lisboa», cujos autores são, pela ordem apresentada, os referidos no complemento de título. A concluir o volume aparece um «Guia prático de Lisboa» com indicações úteis, ainda que hoje, em parte, forçosamente passadas pelo tempo.

25€

Augusto Vieira da Silva — As Freguesias de Lisboa (estudo historico)

Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa – 1943. In-4º gr. de 93, [3] págs. Br.

Primeira edição, impressa em grande formato. O longo estudo do autor divide-se nas duas partes principais «A Evolução Paroquial de Lisboa» (mais genérica, oferecendo de resto apontamentos significativos para a história do culto católico em Portugal) e «Notícias Históricas das Freguesias» (resenha das principais ocorrências em cada uma das 54 freguesias desde a data da fundação, normalmente a da igreja matriz respectiva); e tem, no final, como motivo maior de interesse uma útil selecção de bibliografia que inclui títulos vários, hoje quase desconhecidos, dos sécs. XVIII e XIX.


35€

Fialho de Almeida — Lisboa Monumental

Maio – 1957. Lisboa. (Composto e Impresso nas Oficinas Gráficas da Câmara Municipal). In-4º de 44, [4] págs. Br. 

Edição especial, publicada pela própria C.M.L. (e recentemente reeditada), comemorativa do centenário do nascimento de Fialho; reproduzindo, conforme se lê em nota prévia, o artigo saído inicialmente na Ilustração Portuguesa e mais tarde recolhido no volume Barbear, Pentear. Como ponto de maior interesse, apresenta no texto várias gravuras antigas tendo por motivo aspectos da paisagem e de monumentos lisboetas aludidos na prosa.

Bom exemplar.

20€

Arlindo de Sousa — O Nome Lisboa

Publicações da Camara Municipal de Lisboa, 1948. In-8º gr. de [4], 189, [3] págs. Br.

Capítulos: «O Velho Testamento e o nome Lisboa», «Os Gregos e o nome Lisboa», «Os Fenícios e o nome Lisboa», «De Olisipona a Lisboa», etc.; sendo a maior parte do volume depois ocupada com textos vários e transcrições de alguns antigos («Olisipo» nas literaturas latina e grega, na epigrafia romana e em documentos medievais portugueses, «As éguas das campinas do Tejo na literatura latina», «Ulisses e o nome Lisboa», etc.). Inclui ainda uma longa relação final de bibliografia.

Bom exemplar, sem falhas a referir.

23€

José Gomes Ferreira — Lisboa na moderna pintura portuguesa

artis. (1971). In-8º gr. de 15, [1], V, [III] págs. + [42] ff. de estampa. Enc.

O texto de apresentação de Gomes Ferreira é (mais) uma bela declaração de amor à cidade adoptiva, oferecendo de passagem apontamentos acerca da convivência que teve, na primeira metade do séc. XX, com vários dos principais artistas do tempo. Das estampas, impressas em heliogravura pela Neogravura lisboeta, destacam-se em quantidade trabalhos de Francisco Smith, Abel Manta e sobretudo Carlos Botelho (dito aqui o “pintor oficial de Lisboa”), sendo reproduzidos dois de António Soares, Bernardo Marques e Vieira da Silva e apenas um de gente para o efeito também bastante recomendável: Almada, Barradas, Dourdil, Pomar, Lima de Freitas e Skapinakis, por exemplo. O álbum foi encadernado pela editora em pele e apresenta em cliché, colado na pasta superior, uma reprodução do conhecido óleo de Botelho «Costa do Castelo».

35€

Anjos em Lisboa

(D.L. 2008 – Offset Mais Artes Gráficas, S. A.). In-8º gr. quadrado de [2], 247, [3] págs. Enc.

Álbum publicado em edição fora do mercado, encadernado com sobrecapa em papel de ilustração comum. Consta de «Prefácio», «Breve Introdução Histórica», «Anjos na Escultura», «Anjos na Azulejaria», «Anjos no Bronze» e «Bibliografia», apresentando estas últimas quatro secções, as principais, uma resenha de cada um dos lugares e monumentos (no que será o maior interesse do trabalho de Maria João Marta) a que foram escolhidas as peças.
 
25€