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Oliveira Marques — Afonso Costa

Editora Arcádia (1972). In-8º de 429, [3] págs. Br.

“Há cem anos que nasceu Afonso Costa. Foi, porventura, entre 1910 e 1930, o mais querido e o mais odiado dos Portugueses. O seu nome simbolizou toda uma política, mesmo um regime, até. Endeusaram-no como talvez ninguém neste país, desde D. Miguel e até Salazar. Como eles, tornou-se um mito, um Messias, depois de ter sido arauto de uma situação e o estadista que, acaso mais a radicou em sete anos apenas de acção intermitente, mas fecunda. Esteve sempre entre os dois mais votados candidatos republicanos ao Parlamento, onde quer que se propusesse jamais perdendo uma eleição desde 1906. Ninguém lhe levou a palma em popularidade real e persistente, em presença viva junto de todas as camadas populares, do Minha ao Algarve, nem sequer Bernardino Machado com seu chapéu pronto a cumprimentar ou António José de Almeida com sua honestidade proverbial e seus arroubos de alma mística. O seu retrato apareceu reproduzido milhares e milhares de vezes, em livros, em jornais, em cartazes, em panfletos, em azulejos, em pratos de barro e de latão, em bustos que se vendiam nas lojas de Lisboa e nas feiras de Trás-os-Montes (...) O ódio que lhe tiveram também não conheceu limites”, assim começava a introdução desta que é ainda hoje a principal biografia de referência sobre o estadista, entre «velhas» e «novas» (das quais foi a primeira); integrada na colecção «a Obra e o Homem».

18€

Oliveira Marques — Afonso Costa

arcádia (1975). In-8º de 485, [1] págs. + [16] de estampa. Br.

Segunda edição, publicada já após “o movimento libertador de 25 de Abril de 1974 e a proclamação da «2.ª» República, acontecimento que Afonso Costa considerava condição sine qua non para regressar a Portugal” quando exilado primeiro em Paris e depois na Galiza, onde viria a morrer em 1937.

Exemplar por estrear.

15€


Oliveira Marques — Afonso Costa

Editora Arcádia (1972). In-8º de 429, [3] págs. Br.

“Há cem anos que nasceu Afonso Costa. Foi, porventura, entre 1910 e 1930, o mais querido e o mais odiado dos Portugueses. O seu nome simbolizou toda uma política, mesmo um regime, até. Endeusaram-no como talvez ninguém neste país, desde D. Miguel e até Salazar. Como eles, tornou-se um mito, um Messias, depois de ter sido arauto de uma situação e o estadista que, acaso mais a radicou em sete anos apenas de acção intermitente, mas fecunda. Esteve sempre entre os dois mais votados candidatos republicanos ao Parlamento, onde quer que se propusesse jamais perdendo uma eleição desde 1906. Ninguém lhe levou a palma em popularidade real e persistente, em presença viva junto de todas as camadas populares, do Minho ao Algarve, nem sequer Bernardino Machado com seu chapéu pronto a cumprimentar ou António José de Almeida com sua honestidade proverbial e seus arroubos de alma mística. O seu retrato apareceu reproduzido milhares e milhares de vezes, em livros, em jornais, em cartazes, em panfletos, em azulejos, em pratos de barro e de latão, em bustos que se vendiam nas lojas de Lisboa e nas feiras de Trás-os-Montes (...) O ódio que lhe tiveram também não conheceu limites”, assim começava a introdução desta que é ainda hoje a principal biografia de referência sobre o porém fugaz (1910-1917) estadista, entre «velhas» e «novas» (das quais foi a primeira); integrada na colecção «a Obra e o Homem».
 
18€

Afonso Costa — Discursos Parlamentares 1900-1910

(Complilação, prefácio e notas de A. H. de Oliveira Marques)

Publicações Europa-América (1973). In-8º de 617, [7] págs. Br.

“Notabilíssima foi a sua acção como deputado, e a sua obra parlamentar revela a espantosa capacidade de Afonso Costa em lidar, profunda e subtilmente, com os mais diversos aspectos da coisa pública, desde o problema dos salários dos carteiros às grandes questões internacionais da intervenção na Primeira Grande Guerra”.
Primeiro de três volumes publicados.

15€

Afonso Costa — Discursos Parlamentares 1911-1914

(Compilação, prefácio e notas de A. H. de Oliveira Marques)

Livraria Bertrand (Apartado 37) – Amadora. (1976). In-8º de 679, [1] págs. Br.
 
O volume abrange os discursos proferidos na Assembleia Constituinte (1911) e durante a primeira legislatura da República (1911-1915); seguindo-se ao que fôra publicado em 1973, sob o título Obras de Afonso Costa, que acima apresentamos.

15€