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Georges Sadoul — Dicionário dos Cineastas (actualizado por Émile Breton / 1977)

Livros Horizonte (1979). (Fotocomposto por Gris Impressores / Impresso na Litografia Amorim). In-8º de 335, [1] págs. Br.

Quem olhe para a capa e de imediato reconheça Lia Gama logo suspeitará de uma edição «à portuguesa», e aparentemente assim foi, com as fichas dos cineastas nacionais a serem asseguradas por Jorge Leitão Ramos, Manuel Machado da Luz e Salvato Teles de Meneses.

Terceiro título publicado na colecção «Horizonte de Cinema».

14€

Georges Sadoul — Dictionnaire des Films

Microcosme / Éditions du Seuil. (1965). In-8º de 279, [VII] págs. Br.

Quinto volume publicado numa bem conhecida colecção que imediatamente antes dera a lume o complementar deste - Dictionnaire des Cinéastes. Abundantes ilustrações no texto, em pequeno ou quando muito médio formato, reproduzindo fotogramas de grande parte dos filmes recenseados por este famoso especialista em História do Cinema.


10€

Georges Sadoul — A Vida de Charlot

(Portugália Editora). (Composto e impresso na Tip. Leandro). In-12º de 278, [VII], [iii] págs. Br.

Esta edição portuguesa, integrada na série «o livro de bolso», teve tradução de Maria Helena da Costa Dias e capa de João da Câmara Leme.

Exemplar em 2.ª mão, mas sem defeitos de maior.

8€


The Lumiere Project: the European Film Archives at the Crossroads

(Edited by Catherine A. Surowiec) The Lumiere Project: the European Film Archives at the Crossroads

(Associação Projecto LUMIERE / Printed in PORTUGAL (Guide – Artes Gráficas, Lisboa) February 1996). In-4º gr. de 261, [III] págs. Cart. 

"As cinema celebrates its first hundred years, we ourselves also stand at the brink of a new millenium. The preservation of film history is at a crossroads. (...) Lavishly illustrated in glorious colour, this book helps to bring alive the common concerns facing the future of our cinema heritage". Devido em boa parte a esforço de portugueses como António-Pedro Vasconcelos, e presidido por José Manuel Costa, que aqui assina um longo texto introdutório, este Projecto Lumiere, entre outras coisas, dedicou-se à restauração de um corpus de cem clássicos do cinema europeu (incluindo o nosso Oliveira, por exemplo); neste álbum apresentados com algum detalhe e informação útil (sabiam que o Aniki-Bobó deve o argumento a um texto do republicano Rodrigues de Freitas?) e abundantemente ilustrados por fotogramas retirados dos filmes a restauro.  
Cartonado e revestido de uma sobrecapa em papel, o volume teve design gráfico do habituée Manuel Rosa.   
  
Exemplar usado; com o selo da livraria portuguesa do Instituto Português do Oriente e ex-libris aposto.

30€

Marcello Mastroianni — Eu lembro-me, sim, bem me lembro

Eu lembro-me, sim, bem me lembro (Tradução de José Colaço Barreiros)

teorema (impresso no mês de outubro de 1997). In-8º de 184, [VI] págs. Br.

"Talvez nenhum actor se tenha jamais despedido do público com um testamento palpitante de vitalidade como Mi Ricordo, si, io mi Ricordo, o filme-confissão realizado pela sua companheira Anna Maria Tató, durante a rodagem, em Portugal, de Viagem ao Princípio do Mundo, de Manoel de Oliveira. Ao longo deste texto, que serviu de suporte ao filme, Mastroianni puxa pelos múltiplos fios da memória e da reflexão, para nos dar um retrato do seu percurso de cinquenta anos através da vasta constelação do cinema em que brilham nomes como De Sica, Visconti, Fellini, Ferreri... um riquíssimo passado, pontuado também por muitas leituras, mas sem renunciar àquilo que chama a "nostalgia do futuro"."
Dizia Mastroianni: "Aos 72 anos e depois de mais de 170 filmes, continuo cada vez mais ávido de experiências novas. Como, por exemplo, esta, aqui nestas montanhas de Portugal" - as de Castro Laboreiro, em Melgaço, alternadas na outra ponta do alto Alto-Minho com Caminha, onde vários planos foram também filmados; o quartel-general da comitiva era em Peso, mas já se sabe que o realizador e ex-automobilista de competição só estava bem a fazer longas viagens de carro... A propósito, uma das entradas deste «diário», "88 anos!", reza assim: "Manoel de Oliveira tem oitenta e oito anos. Nunca vi os filmes dele, mas conheço-o de nome, é considerado um papa do cinema internacional. Achei a ideia de trabalhar com um realizador de oitenta e oito anos um privilégio. (...) Mas digo: oitenta e oito anos! Chega a ser irritante, na sua energia. De manhã às oito está na piscina a tomar banho, e faz frio, eh!".

Exemplares por estrear.

10€

Paul Virilio — Guerra e Cinema: Logística da Percepção

Guerra e Cinema: Logística da Percepção (Tradução Luís Lima)

Orfeu Negro (Impressão: Guide – Artes Gráficas / Lisboa, Janeiro de 2019). In-8º peq. de 202, [VI] págs. Br.

“Este ensaio desenvolve uma abordagem praticamente inexistente, que consiste na utilização sistemática das técnicas cinematográficas nos conflitos decorridos ao longo do século XX. (...) Hoje compreende-se melhor a importância decisiva dessa «logística da percepção» e o segredo que a rodeia. Guerra das imagens e dos sons que substitui a guerra dos objectos (projécteis, vectores explosivos mais ou menos devastadores...) em prol de uma vontade de iluminação generalizada, capaz de tudo dar a ver e a saber, em cada lugar, a cada instante, versão técnica do olho de Deus que proibiria para sempre o acidente, a surpresa”.
Capítulos: «A força militar é regulada na sua relação com o semelhante»; «O cinema não é eu vejo, mas sim eu voo» [sic - falta um circunflexo para o vôo]; «Deixai toda a esperança, ó vós que entrais no inferno das imagens»; «A impostura da imediatez»; «A sala de cinema Fern Andra»; «Quem tem prioridade no tempo tem prioridade no direito»; «Um travelling com oitenta anos». 
A edição original francesa saíra em 1984 nos celebérrimos Cahiers du Cinéma.

Exemplares novos, com o marcador próprio da edição.

15€

Shakespeare no Cinema

Shakespeare no Cinema (em colaboração com o Teatro Nacional D. Maria II / com o apoio do British Council e de Filmes Lusomundo / por Ocasião da vinda a Portugal da Renaissance Theatre Company de Kenneth Branagh). 

Cinemateca Portuguesa, Sala Dr. Félix Ribeiro / Abril de 1990. 18 ff. em policópia, agrafadas.  

De tiragem plausivelmente não muito ampla, dada a opção por impressão policópia, com o conjunto de folhas A4 agrafado manualmente a uma capa em cartolina, a publicação teve uma «Nota de Abertura» do director, Bénard da Costa, intitulada «Um Programa Shakespeare»; e depois o texto principal («Shakespeare e o Cinema») de Frederico Lourenço, que para quem não saiba foi fugaz crítico de cinema antes de se lançar na literatura e na linguística; terminando por uma bastante exaustiva «Filmografia» preparada por Manuel Cintra Ferreira.

15€

ricardo malheiro: um sibarita no cinema

Câmara Municipal de V. N. Famalicão, 2001. In-8º de 434, [II] págs. Br.

Era enfim a biografia deste nome incontornável do Cinema Novo e dos primórdios da curta-metragem em Portugal, bastante investigada e desenvolvida e acrescentada no final de um extenso dossier fotográfico, a p/b sobre fundo negro, com imagens do actor, realizador e sobretudo produtor na Famalicão natal, na Espinho onde viveu e dirigiu o Casino, na Lisboa onde viria a desembocar, no estrangeiro, etc., da mulher, da família, dos amigos, do métier, do meio político, etc.etc. A este último propósito, sublinhe-se como sendo Malheiro um homem muito bem relacionado nos círculos do antigo regime, no seu ano de despedida (1969) apenas se dedicou a figuras da resistência: Lopes Graça, Namora e Sophia, no célebre documentário que foi o trabalho de estreia de um jovem João César Monteiro, depois o enfant terrible da nossa Sétima Arte.

15€

quarteto - um quarto do século XX

Contemporânea (2000). (fotolitos impressão e acabamento: Rocha Artes Gráficas). In-8º quadrado de 142, [II] págs. Br.

Volume de homanegam à casa de Pedro Bandeira Freire, que por então cumpria 25 anos de actividade; recolhendo depoimentos mais ou menos longos de, só por exemplo, João Soares, Almeida Faria, Baptista-Bastos, Dinis Machado, Eduardo Prado Coelho, Fernando Fernandes, Fernando Lopes, João Lopes, Joaquim Leitão, Jorge Leitão Ramos, José Fonseca e Costa, José Manuel Castelo Lopes, Lauro António, Luís Filipe Costa, Luís Francisco Rebelo, Luís Galvão Teles, Maria João Seixas, Maria Teresa Horta, Mário Dorminsky, Nuno Artur Silva, Paulo Branco, Nuno Bragança, Francisco Bélard e João Bénard da Costa. Depois, um dossier de ilustrações e, no final, a lista de todos os filmes que estiveram em exibição ao longo desse quartel.

Exemplar por estrear.


15€

F. Scott Fitzgerald ― Crónicas de Hollywood

teorema. [S/d - DL1991]. In-8º de 175, [IX] págs. Br.

Foi a edição portuguesa da colectânea de contos Pat Hobby Stories, cuja edição original saíra apenas na década de 60, já bastante após a morte do escritor; também com tradução de Telma Costa.

Vários exemplares disponíveis.

8€

Liv Ullmann ― Mutações

Nova Nordica (1984). In-8º de 220, [VI] págs. Br.

Na face inferior da capa reproduziam-se apreciações da imprensa anglo-americana a este interessante livro, por exemplo do Washington Post (“Este livro pertence a uma classe à parte. Uma das coisas mais extraordinárias a respeito da autobiografia de Liv Ullmann é o pouquíssimo que a obra depende da celebridade da autora para demonstrar a sua força”) e da Harper’s Magazine (“Se Truman Capote pudesse actuar no palco tão bem como Liv Ullmann sabe escrever, ele estaria em condições de representar Hamlet diante de plateias apinhadas para o resto da vida”). Não é indicado o nome do tradutor para português, parecendo provável que se trate do aproveitamento – não indicado também – de uma qualquer edição brasileira a partir da tradução para inglês assegurada pela própria actriz.

10€

Ingmar Bergman ― Cenas da Vida Conjugal

editorial O Século (1975). In-8º de 190, [2] págs. Br.

Ao prefácio do próprio realizador sueco, datado de 1972 (a edição original é de 1973, ano em que o filme estreou nas salas), seguem-se os capítulos «Pureza e Pânico», «A arte de varrer para baixo do tapete», «Paula», «Vale de lágrimas», «Os analfabetos» e «A meio da noite numa casa escura em algum lugar do mundo». 
Primeira edição portuguesa, baseada na brasileira cuja tradução fôra de Jaime Bernardes da Silva. Salvo erro, este livro – do qual Bergman diria “Levei três meses a escrever estas cenas, mas levei uma vida inteira a vivê-las” (citado de memória) – não chegaria a integrar os títulos do realizador sueco publicados mais tarde pela Assírio & Alvim, apenas voltando a ser publicado no nosso país numa pequena edição do Teatro D. Maria II, já em 2012.
10€

Charles Chaplin ― Minha Vida

Minha Vida
/ Edição Comemorativa do Centenário de Nascimento (1889-1989) // Introdução: Sérgio Augusto, Prefácio: Octavio de Faria, Poesia: Carlos Drummond de Andrade // 7.ª edição

José Olympio Editora (1989). In-8º de 510, [2] págs. Br.

Edição comemorativa de um livro originalmente publicado em 1964, sendo a versão brasileira assegurada por uma equipa de tradutores de respeito: a escritora Rachel de Queirós (capítulos iniciais), Magalhães Júnior (segundo quartel de capítulos) e Genolino Amado (metade do livro, terceiro e quarto quartéis). O volume é ilustrado por vários conjuntos de folhas couché à parte com fotogravuras variadas de diversas épocas – o actor, a família, colegas, filmes, etc.

14€

Henri Agel ― O Cinema (Tradução de António Couto Soares)

Livraria Civilização – Editora (Rua Alberto Aires de Gouveia, 27 – ) Porto. (1983). In-8º de 406 págs. Br.

Acerca deste seu ainda hoje trabalho de referência, dizia o autor no início do prefácio: "Não nos pareceu necessário, neste livro, tratar das origens, história e técnica do cinema, uma vez que já há muitas e excelentes obras sobre estes aspectos (...) procurámos antes fazer um estudo analítico dos meios de expressão característicos do cinema durante este meio século".

Capítulos: «Cinema e Sociedade», «A Linguagem do Filme: a Imagem», «A Linguagem do Filme: o Som», «A Linguagem do Filme: a Cor», «A Linguagem do Filme: Luz e Cenário», «A Linguagem do Filme: os Intérpretes», «A Linguagem do Filme: os Efeitos Especiais», «O Significado do Filme», «Quadro Esquemático da História do Cinema», «Iniciação ao Cinema», seguidos da conclusão «Cinema e Verdade».

Abundantemente ilustrado em dezenas de folhas à parte, não numeradas, de papel couché.


14€

Jorge Leitão Ramos ― Dicionário do Cinema Português 1962-1988

Caminho (1989). In-4º de 420, [6] págs. Enc

“Quando, adolescente, me comecei a interessar por cinema, o passo seguinte ao acto de ver muitos filmes foi o de querer saber mais coisas sobre eles e a gente que os faz. Das revistas à aquisição de obras de referência (dicionários, monografias sobre realizadores, actores, géneros histórias do cinema...) se fez um trajecto, aliás comum, vulgar e normal em qualquer pessoa que se interesse por qualquer assunto. Foi então que descobri que, sobre cinema português, não havia qualquer obra de referência, parcelar ou global”.

Tiragem de 3000 exemplares encadernados em tela com sobrecapa de papel, pertencendo este a uma série com defeito de impressão: um caderno saiu mal dobrado, havendo prejuízo da normal leitura entre as págs. 366 e 370 e da 375 à 378.


25€

Baptista Bastos ― O Filme e o Realismo

Lisboa, Editora Arcádia. 1962. In-8º de 204, [4] págs. Br.

Primeira edição, integrada na «Biblioteca Arcádia de Bolso», de um dos livros iniciais do autor, reunindo uma série de textos aparentemente inéditos – que entrecruzam os temas propriamente cinéfilos com referências filosóficas e literárias e, sobretudo, com permanentes remissões para a literatura portuguesa (em particular, contemporânea), desde Eça a Ferreira de Castro, passando pelo «núcleo duro» neo-realista (Soeiro, Namora, Redol, Manuel da Fonseca, o primeiro Carlos de Oliveira) e abarcando, entre outros, «compagnons de route» como Cardoso Pires e Vergílio Ferreira.


14€

Pássaros de Asas Cortadas

Pássaros de Asas Cortadas (seguindo a peça de Luís Francisco Rebelo / adaptação de Artur Ramos e Luís Francisco Rebelo / diálogos de Sttau Monteiro e Alexandre O'Neill / planificação de Artur Ramos)

Prelo: Lisboa - 1963. In-8º peq. de 138, [6] págs. Br.

Gravuras da Fotogravura Lisboa vão entremeando o volume, ilustrando-o com aspectos do filme de que se reproduzem aqui os diálogos.

Exemplar bem conservado, salvo o habitual ligeiro desgaste da capa.


10€

António Ferro ―Teatro e Cinema (1936-1949)

Edições SNI, Lisboa. 1950. In-8º de 140, [8] págs. Br.

Agrupa, sob a secção «Teatro», os textos «O sonho vosso de cada noite», «O Teatro do Povo no alto da Serra» e «Teatro Ligeiro, teatro sério»; e, em «Cinema», «Cinemas ambulantes, caravanas de imagens», «Grandeza e miséria do Cinema Português», «O Estado e o Cinema» e «O Cinema e o Teatro».

Bom exemplar, apenas fugazmente marcado por acidez nas folhas finais.

10€ (reservado)

Le nouveau Cinéaste Amateur

Le nouveau Cinéaste Amateur (Technique * Pratique * Esthétique) / avec la collaboration de Suzanne Monier / 420 illustrations, tableaux et schémas)

Publications Photo-Cinéma PM  Paul Montel, Paris. (1956). In-8º de 330, [22] págs. Enc.

Hoje forçosamente desactualizado em vários pontos, guarda ainda assim este trabalho indiscutível interesse, por exemplo, enquanto repositório técnico e espécie de manual ilustrado de bons conselhos genéricos (quanto ao tratamento da cor e da luz, ao enquadramento, ao som, à montagem, à projecção, etc.) para uso prático; além da mais óbvia valia que nele verão coleccionadores (modelos antigos de câmaras aparecem reproduzidos, e descritos, às largas dezenas). São algumas das grandes secções de capítulos «Lorsque vous filmez en extérieur», «Pour obtenir de meilleures images», «La couleur et sa magie», «Comment composer des scènes attrayantes», «La caméra et ses particularités mécaniques», «Fantaisies & truquages», «La documentation par le cinéma», etc.
O volume foi bem encadernado pelo editor em tela com reforço.

15€    
 

Cadernos de Cinema - 7 e 8


À Margem do Cinema Nacional

Cine-Clube do Porto. 1956. In-8º de 181, [3] págs. Br.

Ilustrado na capa por um original de Mário Bonito, o volume  integra vários capítulos de interesse para uma história do cinema português, como sejam «Os desenhos animados e os artistas portugueses», «A sétima arte e o gosto do público», «A Cinemateca Nacional» (numa velha, monótona e infeliz história, começavam já aqui os lamentos pelas dificuldades dos meios cinéfilos portuenses em aceder aos sacrossantos – ainda que, bem se sabe, tantas vezes deficientemente cuidados – arquivos da Cinemateca Portuguesa, à qual, de resto, vários outros capítulos foram dedicados, escritos por ocasião da abertura), «Elementos oficiais sobre o cinema português», «O Estatuto do Cinema Não Comercial», «O 1º encontro dos Cine-Clubes Portugueses», «A desefa dos filmes», «Cultura cinematográfica», «Equívocos e confusões do cinema nacional», «O documentalismo português», «A propósito da Federação dos Cine-Clubes», etc.; sendo ainda apresentados, em apêndice, vários textos finais, dos que se poderá destacar dois artigos de Henrique Alves Costa e uma exposição colectiva ao Ministro da Presidência assinada, entre outros, pelo mesmo Alves Costa, pelo autor, e por Eurico da Costa, Ernesto de Sousa, Henrique Espírito Santo e João Falcato. Foram ainda incluídas, em duas folhas destacadas de papel couché, algumas fotogravuras de filmes nacionais, entre elas quatro em sequência de «O Pintor e a Cidade», de Manoel de Oliveira.


  
(Em Defesa do Cinema) Cartas Abertas aos Senhores Deputados da Nação

Cine-Clube do Porto, 1955. In-8º de 75, [1] págs. Br.

Recolhe as crónicas assinadas pelo autor no «Jornal de Notícias» em 1954, opondo-se aos cortes nas fitas e defendendo a sua conservação sob a égide da Cinemateca Nacional. Como habitualmente nestas séries do Cine-Clube, apresenta, também em folhas extra-texto, imagens de filmes vários.   


 
 
Exemplares em bom estado, só com ligeiros defeitos.
20€, preço conjunto