catálogo on-line

Livraria / Editora / Alfarrabista } { Porto bibliographias@gmail.com

.

.

Mostrar mensagens com a etiqueta Madeira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Madeira. Mostrar todas as mensagens

Lourdes Castro — «A Praia Formosa»

«A Praia Formosa»: photographias do meu avô Jacinto A. Moniz de Bettencourt / ilha da madeira

Fundação de Serralves / Assírio & Alvim. (2008). In-4º quadrado. Br.

“Os negativos em vidro (12x16,5cm) destas fotografias estavam guardados em três caixas de madeira – com separações em madeira também para não tocarem umas nas outras – e assim permaneceram cem anos até 2006, quando as levámos ao Porto, em mão, ao Centro Português de Fotografia, que as digitalizou”, assim explicava a neta e famosa artista madeirense, recentemente falecida, em nota final a este belíssimo álbum de fotografias do avô.

Exemplares novos, fundos da fundação/editora portuense. 

20€

Funchal: Roteiro Histórico Turístico da Cidade

2004, Câmara Municipal do Funchal. In-8º gr. q/quadrado de 223, [i] págs. Br.

“O desenvolvimento geral dos quase 500 anos de vida da cidade através de um percurso a pé, com uma sumária descrição dos seus núcleos e museus, igrejas e fortalezas, casas senhoriais e populares, acrescidas de uma ou outra história mais curiosa”, neste interessante volume em que estranhamento não aparecem identificados nem autor do texto, nem das boas fotografias que o ilustram, alternando-se na «função» com a reprodução de engraçadíssimas fotografias e gravuras de época, mais antigas. 
A apresentação do álbum ficou por conta do então presidente da Câmara, Miguel Albuquerque, depois presidente do governo da ilha – cargo no qual permanece até hoje, apesar de tudo, para fingido desespero do líder do «Chega!».

15€

Forasteiros na Madeira Oitocentista

(Edição da Secretaria Regional de Turismo, Cultura e Emigração / DRAC). 

Conjunto de 15 postais em que figuram a imperatriz «Sissi» da Áustria (cujo cliché foi aproveitado para capa; a Madeira era um dos poisos preferidos para se ir «tomar ares» em caso de afecção dos pulmões), António Nobre (outro que tal, e infelizmente não lhe serviu de muito), o rei Carlos e a rainha Amélia,  os exploradores «africanos» Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens, etc. 

15€

Rui Carita — Paulo Dias de Almeida e a sua Descrição da Ilha da Madeira

Paulo Dias de Almeida Tenente Coronel do Real Corpo de Engenharia e a sua Descrição da Ilha da Madeira de 1817 / 1827

Funchal, 1982 / Direcção Regional dos Assuntos Culturais da Madeira. (Composição e impressão: Gráfica Maiadouro – Vila da Maia (Porto) / Esta obra teve a colaboração da Direcção Comercial da Imprensa Nacional – Casa da Moeda). In-8º q/quadradode 187, [I], [ii] págs. Br.

“A obra de Paulo Dias de Almeida, no campo cartográfico e no realismo da sua narrativa, acompanhada das minuciosas aguarelas retratando os trajes e costumes, mostrando-nos como viviam na nossa Ilha os homens do início do século XIX, no seu dia-a-dia, é de inestimável valor para futuros trabalhos sobre a vida económica e social da Madeira”; “Este engenheiro militar foi bem um homem de sua época. Extraído da burguesia em ascensão, partidário do liberalismo, foi mais tarde degredado para Moçambique, quando D. Miguel reinou em Portugal” com o seu bem conhecido sentido democrático. 

20€

António Aragão — Para a História do Funchal

Para a História do Funchal: pequenos passos da sua memória

Funchal 1979 // Secretaria Regional da Educação e Cultura / Direcção Regional dos Assuntos Culturais. (Composto e impresso: Empresa de Artes Gráficas da Madeira, Lda. Julho 1980). In-8º de 244, [II] págs. Br.

“Este pequeno trabalho sobre a cidade do Funchal apresenta-se como uma espécie de chamada antecipada a outros estudos mais alargados. De certo modo, impunha-se assim mesmo, reduzido e esparso, dedicado a determinados aspectos crescidos e ainda não revelados, os quais, a nosso ver, mereciam uma súbita comunicação”, aqui ampliados e reformulados nos capítulos «A Madeira e o espaço europeu no séc.XV», «O primitivo povoado de Santa Maria do Calhau em face da nova cidade do Funchal», «A cidade dos mercadores de açúcar», «O Funchal na orgânica do seu contexto urbano», «Desenvolvimento citadino e a gente de ofício», «Três construções da época manuelina: Sé Catedral, Alfândega Nova e «Casa de Colombo»», «Mais alguns mestres de obras, outros oficiais de construção e ainda a Igreja do Colégio», «Funchal, cidade fortificada».
Edição original.  

Bom exemplar, salvo leves marcas na capa.

25€

Odylo Costa (filho) ― a faca e o rio (mais) a invenção da ilha da madeira

Edição «Livros do Brasil» Lisboa. [S/d]. In-8º de 199, [9] págs. Br.

Primeira edição portuguesa (segunda geral) do romance e primeira propriamente da pequena novela, ou “conto alongado”, com direito a frontispício próprio, que o então adido cultural do Brasil em Portugal aproveitava para deixar – um «diálogo» lá em cima no Paraíso entre Jesus e São Pedro, que o/O pretendia convencer a permitir que os portugueses descobrissem a Madeira: “Senhor, deixa que os homens cheguem à minha ilha. O que resta do Paraíso terreal ali resta”. Por sua vez, pedia o autor ao leitor que nestas duas histórias “entre a leitura de uma e outra ponha o mesmo intervalo oceânico que separa o Vale do Parnaíba da Baía do Funchal”.
Foi com este livro que Odylo se deu cá a conhecer, sobretudo no meio que então frequentava, havendo por exemplo um capítulo que lhe é dedicado in as (e)vocações literárias, de A. M. Couto Viana. 
Não estando a edição datada, uma assinatura de propriedade no primeiro frontispício marca o ano de 1967.
 
7€

A Pérola do Oceano

No alto, em regiões do céu, copas de árvores muito juntas, frisadas, vão descer. Sente-se cá de longe, da amurada, o prodígio que deve ser esta paisagem vista de cada curva do terreno, do alto de cada outeiro, do mirante de cada monte.
Depois, em águas mais transparentes, num ponto que todas as casas da Ilha parecem demandar, surge o Funchal, doce presépio desta romagem dos Oceanos, uma grande cidade europeia em ar de jardim, um grande bordado multicor, garrido, movimentado e alegre.
Tantas vezes tenho passado nestes caminhos e sempre me comovi como na primeira.
E ainda hoje não compreendo que havendo já em Portugal tanta gente que viaja por prazer, haja tantos ingleses que vão à Madeira e tão poucos portugueses que a conheçam.
Já lhe chamaram a Pérola do Oceano - que mais posso eu dizer?

(Henrique Galvão, in Outras Terras, Outras Gentes)
 
Celebram-se este mês os 600 anos do povoamento da Madeira.

Sacheverell Sitwell — Portugal and Madeira

London: B. T. Batsford Ltd. (1954). In-8º de 242 págs. Enc.

Primeira edição de um dos típicos livros sobre Portugal escritos por britânicos, tão frequentes durante o século XIX e ainda bastante habituais já pelo séc.XX adentro; da autoria de um dos três irmãos de uma família famosa em Inglaterra como The Sitwells, que fez cinco viagens ao nosso país antes de o compor. Bastante raro por cá, embora por lá ainda apareça com alguma frequência.
Após a Madeira, logo a abrir, há capítulos dedicados a «Lisbon», «Belém, Sintra, Queluz», «A Journey to the Abbeys» (Alcobaça, Nazaré, Batalha e Tomar no itinerário), «Setúbal and the Algarve» (passagens por Évora, Beja e Elvas), «Trás-os-Montes» (desde Santarém, passando por Castelo Branco, depois Lamego, Solar de Mateus em Vila Real e Bragança), «Minho» (Amarante, Guimarães, Barcelos, Braga, Ponte de Lima e Viana do Castelo; uma das regiões mais belas em todo o mundo, dizia o autor, e não dizia mal...) e «Oporto, Aveiro, Coimbra» (neste aspecto, um livro inglês atípico: não se detém tanto na mais britânica das cidades portuguesas como era geralmente costume). Ilustram o volume dezenas de boas fotogravuras a p/b em folhas destacadas de papel couché, parte delas repescadas e sugeridas por Reinaldo dos Santos, além de uma a cores na anteportada: a da Igreja da Misericórdia em Viseu, pintada por Tristram Hillier.

Encadernação do editor em tela, faltando ao exemplar a sobrecapa em papel; tê-la-à perdido o proprietário que o assinou, nem mais nem menos que o já portuense Horch Symington.
 
20€

Cabral do Nascimento — Lugares Selectos de Autores Portugueses...

Lugares Selectos de Autores Portugueses que escreveram sobre o arquipélago da Madeira

MCMXLIX. (Composto e impresso na Tipografia Ideal, Calçada de S. Francisco, n.os 13, 13-A – Lisboa). In-8º de 277, [7] págs. Br.

Encomenda da Delegação de Turismo da Madeira, a antologia recolhe trechos literários em prosa de escritores portugueses, numa edição de 1500 exemplares numerados e assinados pelo antologiador; apresentando em folhas destacadas quatro gravuras a partir de litografias antigas (que este exemplar conserva na totalidade): um panorama do Curral das Freiras, uma quinta na Madeira, o Rabaçal e um traje popular em 1823. Contam-se entre os antologiados Castilho, Bulhão Pato, Júlio Dinis, Teixeira Gomes, Raul Brandão, Henrique Galvão, Ferreira de Castro e o próprio Cabral do Nascimento, além de muitos mais.
 
20€

Cabral do Nascimento — A Madeira

A Madeira (introdução, selecção e notas por...)

Livraria Bertrand, Lisboa. [S/d]. In-8º peq. de 166 págs. Br.

Segundo volume publicado na colecção Antologia da Terra Portuguesa, repescando textos em prosa e verso de escritores como Camões, Castilho, Bulhão Pato, Júlio Dinis, Pinheiro Chagas, Gomes Leal, Pedro Ivo, Teixeira Gomes, Brito Camacho, António Nobre, Raul Brandão, Delfim Guimarães, António Sérgio, Jaime Cortesão, Julião Quintinha, Norberto de Araújo, Henrique Galvão, o próprio antologiador, Ferreira de Castro, Osório de Oliveira, Vitorino Nemésio, Santana Dionísio, José Loureiro Botas, Hugo Rocha e Joaquim Paço de Arcos, entre outros.

O exemplar ostenta o ex-libris do médico republicano e publicista portuense Ribeiro dos Santos.

14€   

Willy Heinzelmann — Madeira (Portugal)

(1971 Willy Heinzelmann, autor, fotógrafo e editor / Made by Poligráfica, Porto-Lisboa). In-4º largo de 129, [iii] págs. Cart. 

"Jardim plantado no mar, terra de encanto e de sonho, a Madeira deslumbra pelo contraste flagrante da sua paisagem a um tempo fascinante e surpreendente. Exuberante, em seu mundo vegetal, oferece flores raríssimas de cores maravilhosas; temerária, em seus patamares exíguos, alcantilada sobre perigosas escarpas onde correm levadas, mostra o afã dos filhos, em longos anos de luta contra a natureza nem sempre amiga. Só na história da lenda pode encontrar-se a razão de tanta beleza e rudeza de braço-dado na ilha", a saber: "Deus compadeceu-se da miséria dos homens expulsos do reino dos céus. Misericordioso, Ele resolveu criar-lhes, cá em baixo, o paraíso perdido. Depois de muito escolher entre as regiões mais lindas do mundo, decidiu-se enfim pela Madeira".  
Capítulos: «Dados históricos», «Condições geográficas», «Habitat», «Fauna e flora», «Situação económica», «Fotografias», «Descrição das fotografias», «Bordados», «Vinho», «Tradições» e «Lendas e narrativas».

Cartonado e impresso sobre bom papel, o álbum foi publicado pelo alemão em edição de autor.

20€

Lucília Boulosa Vale — Madeira Flavour

(Execução Gráfica Grafimadeira / Santo António · Funchal). [S/d]. In-4º de [18], 224, [10] págs. Br.

Edição da autora, sendo esta a versão em inglês de um livro que em português se chamou O Paladar Madeirense; impressa em bom papel encorpado, com as folhas de receitas «emolduradas» à inglesa e ilustradas, acompanhadas das fotografias respectivas em folhas complementares de papel couché.

Bom exemplar, ainda por estrear, apenas marcado por ligeiros vincos na face inferior da capa.
 
15€