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Oliveira Marques — O General Sousa Dias e as Revoltas Contra a Ditadura (1926-1931)

publicações dom quixote. (1975). In-8º de 275, [17] págs. Br.

“Acham-se ainda na penumbra da história, quando não mergulhadas na escuridão total, as várias revoltas de carácter militar e civil que sacudiram o País entre 1926 e a estabilização do Estado Novo. Conhece-se muito pouco sobre os movimentos de 3 de Fevereiro de 1927, de 20 de Julho de 1928, de 4 de Abril de 1931 e de 26 de Agosto de 1931. Mesmo sobre o 28 de Maio de 1926 as nossas informações são escassas, contraditórias e, quantas vezes, deturpadas. Para alguns, essas revoltas não passaram de putschs sem qualquer raiz popular, simples aventuras de grupúsculos adentro da classe dirigente, cujo estudo importa pouco para uma história democraticamente válida. Para outros, pelo contrário, esses movimentos revolucionários exprimiram os anseios ou traduziram os interesses das massas – que neles teriam participado activamente -, continuando a história das grandes manifestações populares do nosso século, como o 5 de Outubro de 1910, o 14 de Maio de 1915 ou o 22-24 de Janeiro de 1919”.
O volume apresenta documentação variada, organizada por Oliveira Marques em colaboração com o filho do general.

10€

Oliveira Marques — A Maçonaria Portuguesa e o Estado Novo

publicações dom quixote (1975). In-8º de 336, [22] págs. Br.

“Poucas são as associações, no passado ou na actualidade, de que se saiba tão pouco ou de que se tenha ideias tão erradas como da Maçonaria. O tema central escolhido por Oliveira Marques para este seu livro – que surge como um preâmbulo a uma história geral da Maçonaria Portuguesa que o autor diz ter em mente publicar – foi a extinção oficial da Maçonaria portuguesa pelo governo de Salazar. Mas como essa extinção se não pode compreender sem uma série de documentos anteriores, a obra cobre um maior período de tempo e uma mais larga série de factos”. A primeira parte do volume é um longo elucidário de aspectos históricos, organizativos, estatutários e funcionais, com capítulos como: «Ritual», «Iniciação», «Graus», «Sinais, toques e palavras», Objectos simbólicos», «O Maçon: direitos e deveres», «Estrutura constitucional e litúrgica», «Origens da Maçonaria», «Nascimento em Portugal», «Grande Loja e Grão-Mestre», «Maçonaria e República», etc.

O exemplar pertenceu à biblioteca de Danilo Barreiros, de quem apresenta o bem conhecido ex-libris.

14€

Oliveira Marques — A Primeira Legislatura do Estado Novo (1935-1938)

A Primeira Legislatura do Estado Novo (1935-1938) / Organização, prefácio e notas de A. H. de Oliveira Marques

Publicações Europa-América. (1973). In-8º de 312 págs. Br.

“A Ditadura Militar, instaurada como consequência do movimento de 28 de Maio de 1926, durou oficialmente até ser promulgada a nova Constituição. Em 24 de Fevereiro de 1933, era o texto desta última divulgado pela imprensa a todo o País, para em 19 de Março ser plebiscitado. Assim sucedeu. Nos termos do decreto que determinava o plebiscito, seriam contadas como votos afirmativos as abstenções. Os resultados proclamados pelo Ministério do Interior foram cerca de 800 000 «sins», 500 000 abstenções e 6190 «nãos». Entrou, portanto, em vigor a nova Constituição em 11 de Abril de 1933 e, com ela, toda uma estrutura política completamente diferente”. O volume apresenta, por exemplo, a relação dos deputados, o Regimento da Assembleia Nacional e o resumo das sessões e das leis, propostas de lei, avisos prévios e moções apresentados.

12€


Oliveira Marques — A Primeira República Portuguesa (para uma visão estrutural)

Livros Horizonte. [S/d – pref. 1970]. In-8º peq. de 204, [4] págs. Br.

“Este livro não conta a história da 1.ª República Portuguesa como sucessão de factos cronològicamente encadeados e politicamente desenvolvidos. (…) Aqui não vai o leitor encontrar, pois, nem a série dos movimentos revolucionários, nem as peripécias da sucessão dos ministérios. O objectivo único deste livro foi desvelar um pouco os bastidores, analisando estruturas de base e conjunturas menos conhecidas”, mesmo assim dando conta, por exemplo, da evolução político-partidária no capítulo final «Ideologia e Política»; que completa os anteriores «A População», «A Situação Económica e Financeira», «As Classes Sociais», «A Questão Religiosa», «O Desenvolvimento Colonial» e «Aspectos Culturais».

8€

Oliveira Marques — Afonso Costa

Editora Arcádia (1972). In-8º de 429, [3] págs. Br.

“Há cem anos que nasceu Afonso Costa. Foi, porventura, entre 1910 e 1930, o mais querido e o mais odiado dos Portugueses. O seu nome simbolizou toda uma política, mesmo um regime, até. Endeusaram-no como talvez ninguém neste país, desde D. Miguel e até Salazar. Como eles, tornou-se um mito, um Messias, depois de ter sido arauto de uma situação e o estadista que, acaso mais a radicou em sete anos apenas de acção intermitente, mas fecunda. Esteve sempre entre os dois mais votados candidatos republicanos ao Parlamento, onde quer que se propusesse jamais perdendo uma eleição desde 1906. Ninguém lhe levou a palma em popularidade real e persistente, em presença viva junto de todas as camadas populares, do Minha ao Algarve, nem sequer Bernardino Machado com seu chapéu pronto a cumprimentar ou António José de Almeida com sua honestidade proverbial e seus arroubos de alma mística. O seu retrato apareceu reproduzido milhares e milhares de vezes, em livros, em jornais, em cartazes, em panfletos, em azulejos, em pratos de barro e de latão, em bustos que se vendiam nas lojas de Lisboa e nas feiras de Trás-os-Montes (...) O ódio que lhe tiveram também não conheceu limites”, assim começava a introdução desta que é ainda hoje a principal biografia de referência sobre o estadista, entre «velhas» e «novas» (das quais foi a primeira); integrada na colecção «a Obra e o Homem».

18€

Oliveira Marques — Afonso Costa

arcádia (1975). In-8º de 485, [1] págs. + [16] de estampa. Br.

Segunda edição, publicada já após “o movimento libertador de 25 de Abril de 1974 e a proclamação da «2.ª» República, acontecimento que Afonso Costa considerava condição sine qua non para regressar a Portugal” quando exilado primeiro em Paris e depois na Galiza, onde viria a morrer em 1937.

Exemplar por estrear.

15€


Oliveira Marques — Afonso Costa

Editora Arcádia (1972). In-8º de 429, [3] págs. Br.

“Há cem anos que nasceu Afonso Costa. Foi, porventura, entre 1910 e 1930, o mais querido e o mais odiado dos Portugueses. O seu nome simbolizou toda uma política, mesmo um regime, até. Endeusaram-no como talvez ninguém neste país, desde D. Miguel e até Salazar. Como eles, tornou-se um mito, um Messias, depois de ter sido arauto de uma situação e o estadista que, acaso mais a radicou em sete anos apenas de acção intermitente, mas fecunda. Esteve sempre entre os dois mais votados candidatos republicanos ao Parlamento, onde quer que se propusesse jamais perdendo uma eleição desde 1906. Ninguém lhe levou a palma em popularidade real e persistente, em presença viva junto de todas as camadas populares, do Minho ao Algarve, nem sequer Bernardino Machado com seu chapéu pronto a cumprimentar ou António José de Almeida com sua honestidade proverbial e seus arroubos de alma mística. O seu retrato apareceu reproduzido milhares e milhares de vezes, em livros, em jornais, em cartazes, em panfletos, em azulejos, em pratos de barro e de latão, em bustos que se vendiam nas lojas de Lisboa e nas feiras de Trás-os-Montes (...) O ódio que lhe tiveram também não conheceu limites”, assim começava a introdução desta que é ainda hoje a principal biografia de referência sobre o porém fugaz (1910-1917) estadista, entre «velhas» e «novas» (das quais foi a primeira); integrada na colecção «a Obra e o Homem».
 
18€

Afonso Costa — Discursos Parlamentares 1900-1910

(Complilação, prefácio e notas de A. H. de Oliveira Marques)

Publicações Europa-América (1973). In-8º de 617, [7] págs. Br.

“Notabilíssima foi a sua acção como deputado, e a sua obra parlamentar revela a espantosa capacidade de Afonso Costa em lidar, profunda e subtilmente, com os mais diversos aspectos da coisa pública, desde o problema dos salários dos carteiros às grandes questões internacionais da intervenção na Primeira Grande Guerra”.
Primeiro de três volumes publicados.

15€

Afonso Costa — Discursos Parlamentares 1911-1914

(Compilação, prefácio e notas de A. H. de Oliveira Marques)

Livraria Bertrand (Apartado 37) – Amadora. (1976). In-8º de 679, [1] págs. Br.
 
O volume abrange os discursos proferidos na Assembleia Constituinte (1911) e durante a primeira legislatura da República (1911-1915); seguindo-se ao que fôra publicado em 1973, sob o título Obras de Afonso Costa, que acima apresentamos.

15€