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The Complete Works of William Shakespeare, edited by Thomas Keightley

The Complete Works of William Shakespeare, edited by Thomas Keightley / with a preface by J. H. Lobban, M. A. "Editor of The Granta Shakespeare", Lecturer in English Literature, Birbeck College (University of London) / with 32 illustrations in colour after famous artists (...)

Virtue & Co., ltd. / Selfridge & Co. Ltd. (Printed in Great Britain at The Mayflower Press, Plymouth). In-4º de xiv, [ii], 209, [i]; [ii], 237, [i]; [ii], 198; e [ii], 299, [i] págs. Enc.

A nota preliminar, mais extensa do que o prefácio aludido, argumentava que a divisão tripartida tradicional das peças - a do «First Folio» - era incongruente e insatisfatória, defendendo a que aqui se adopta (quadripartida - quatro partições aliás numeradas de forma autónoma) com a ideia de que "The critical rearrangement of the plays, the nineteenth century's greatest contribution to our literary history, was the result of a vast amount of detailed and highly specialised international research, textual, bibliographical, prosodic".
Edição esmerada, com cerca de um milhar de páginas (em tamanho de letra pequeno) impressas sobre papel fino tendo o corte dourado por todo e encadernadas em pele maleável também gravada a ouro. As boas ilustrações foram impressas em folhas à parte de papel couché, reproduzindo trabalhos de uma dúzia de artistas entre os quais os nomes cá mais conhecidos serão hoje os de Millais, Collier e Holman Hunt.

Dois ligeiros rasgões em cada uma das extemidades da lombada; de resto, sem defeitos significativos a destacar.  

40€

Shakespeare — Obras Completas

Obras Completas / estudio preliminar, traduccion y notas por Luis Astrana Marin / primera version integra del ingles / unica edicion completa en lengua castellana / (octava edicion)

M. Aguilar, editor / Madrid, 1947. In-8º de 1877, [III] págs. Enc.

Recolha no figurino e formato habituais da Aguilar, com o volume encadernado em pele maleável gravada a ouro e a seco - e, neste caso, tendo o corte das folhas tintado com motivos ornamentais que parecem decalque de antigos padrões saxónicos. Os textos dramáticos ocupam naturalmente quase toda a extensão do livro, cabendo pouco mais de uma centena de páginas finais à produção lírica, mormente os sonetos – que aqui foram traduzidos de forma um tanto preguiçosa, em prosa, e não «à Graça Moura».
A ilustrar as guardas está um quadro do grande astro literário do período isabelino declamando em face precisamente da sua rainha Elizabeth.

40€

Shakespeare — O Rei Lear

O Rei Lear (Tradução e notas de Álvaro Cunhal / Introdução de Luís de Sousa Rebelo)

caminho (Impressão e acabamento: Tipografia Peres / Data de impressão: Setembro de 2002). In-8º gr. de 269, [I] págs. Enc.

“A versão d’O Rei Lear, que agora se publica, apareceu inicialmente nas Obras de Shakespeare, editadas em fascículos pela Tipografia Scarpa em Lisboa, que, para o efeito, se assumiu como editora do projecto. (...) O problema da produção da capa para o último volume, devido à falência da casa fornecedora, deixou o conjunto da obra materialmente deficiente, impedindo a sua posterior circulação no mercado. Estas circunstâncias fazem da edição (...) uma raridade bibliográfica”, assim começava Rebelo o seu prefácio, passando depois a explicar as circunstâncias e o anonimato da tradução – de um Cunhal que, como Lear..., se encontrava então preso pelo regime.
Falando nisso, vêm bem a propósito estas palavras da fala do Duque da Cornualha, a págs. 77, que imediatamente nos fazem pensar no principal saudoso do dito regime nestes nossos parvos tempos, mais e menos parvos do que ele: “Isto é um homem que, louvado pela sua sem-cerimónia, afecta uma insolente grosseria e afasta a fala do seu uso natural: ele não sabe adular, ele! Sendo honesto e franco, tem de dizer a verdade; se é bem recebida, tanto melhor; se não o é, fica a franqueza. Conheço bem esta espécie de mariolas que, sob tal franqueza, escondem mais manhas e más intenções que vinte cortesãos insignificantes e mesureiros, que entretanto cumprem com o máximo escrúpulo os seus deveres”.

Encadernação em tela fina gravada a dourado, com sobrecapa ilustrada de papel.

17€    

Shakespeare — Medida por Medida

Medida por Medida (Introdução, tradução e notas por M. Gomes da Torre)

Campo das Letras (Novembro de 2001). In-8º de 152, [I], [iii] págs. Enc. 

“O enredo de Medida por Medida foi algumas vezes usado por outros dramaturgos como base para adaptações expurgadas das partes mais escabrosas em situações e linguagem, assim se adaptando à mentalidade dominante dos períodos em que tais adaptações foram feitas. Em face de tudo isto, pode ser um tanto ou quanto surpreendente que no último meio século (...) tenha figurado entre as peças de Shakespeare mais frequentemente representadas” 

Volume publicado na colecção «Shakespeare para o século XX», com capa cartonada gravada a dourado. 

Exemplar novo.

12€

Shakespeare — Muito Barulho por Nada

Muito Barulho por Nada (Introdução, tradução e notas por Maria João Pires)

Campo das Letras (Novembro de 2001). In-8º de 151, [v], [II] págs. Enc.

No texto introdutório, a tradutora dizia esta a terceira edição da comédia publicada em Portugal, tendo-a precedido uma de Sophia (que traduziu o Hamlet, recorde-se) uma década antes e a de Henrique Braga e João Grave na década de 1920, para a Lello, na colecção shakesperiana que começou nessa altura – embora Maria João Pires, por lapso, referisse noutro passo que datou da segunda metade do século. “Nada nesta peça se afigura previsível: a vivavidade e a espontaneidade, com as quais os brilhantes jogos de palavras e de wit se revelam, mantêm sempre presente o compromisso entre a liberdade, a criatividade e o carácter formal das personagens e suas atitudes.  

Outro que tal (ver acima).

12€

Shakespeare — Como Queiram

Como Queiram (tradução e prefácio: Daniel Jonas)

húmus (Impressão: Papelmunde / Maio de 2014). In-8º de 121, [vi], [I] págs. Br.

"A tradução aqui publicada foi realizada para a criação apresentada no Teatro Carlos Alberto (Porto), entre 14 e 23 de Fevereiro de 2014", com encenação de Beatriz Batarda e interpretações de, entre outros, Bruno Nogueira, Leonor Salgueiro, Marco Martins, Nuno Lopes, Rui Mendes e Sara Carinhas.

12º título da «Colecção Teatro Nacional São João», no habitual figurino gráfico da série.  

8€

Georg Büchner — Woyzeck (tradução e prefácio: João Barrento)

húmus (Impressão: Papelmunde / Março de 2010). In-8º de 

Woyzeck é o mais (in)acabado exemplo de “drama aberto” da dramaturgia pós-moderna. Não se saberá nunca o que seria esta peça que não chegou a sê-lo, se Georg Büchner não tivesse morrido prematuramente [sic], de tifo, aos vinte e três anos, no exílio suíço. (...) Os fragmentos dos quatro manuscritos de que dispomos poderiam ter evoluído para uma tragicomédia absurda da qual saltasse a imagem ampliada da grande opacidade, impenetrável, da natureza humana (como na farsa trágica Leôncio e Lena). Ou também numa monumental sátira, escrita da perspectiva tomista-materialista, céptica e cínica, do médico e do pensador anti-idealista Georg Büchner. (...) Assim, fragmentária e redundante como nos chegou, é matéria movediça e fulgurante, como a dos sonhos”
Assim começava Barrento o seu longo prefácio, a que chamou “a majestade do absurdo”.

9€

Pirandello — Cecè / O Barrete de Guizos / O Homem com a Flor na Boca / Sonho (ou talvez não)

Cecè / O Barrete de Guizos / O Homem com a Flor na Boca / Sonho (ou talvez não) // tradução e prefácio: Simão do Vale Africano

húmus (Impressão: Papelmunde / Novembro de 2018). In-8º de 144, [ii], [II] págs. Br.

Como todas as desta série, a edição é graficamente cuidada, revestido o volume de sobrecapa ilustrada de papel.

10€

Maria Velho da Costa — Madame / versão de cena (2000)

húmus (Impressão: Papelmunde / Novembro de 2018). In-8º de 80 págs. Br. 

Publicada na colecção Teatro Nacional São João, que a co-edita, a edição contou com prefácios da própria Maria Velho da Costa (explicando como e porque reconfigurou a peça para esta encenação, após várias conversas com encenador e actrizes, alterando substancialmente a verão original publicada na Dom Quixote) e do encenador Ricardo Pais; e com um posfácio de Abel Barros Baptista, aproveitado do programa de sala à altura da encenação.
O texto cruza temas e personagens femininas (Maria Eduarda e Capitu, representadas por Eunice Muñoz e Eva Wilma, que pelos vistos pretendiam contracenar – funcionando esta peça quase como encomenda para esse efeito) dos romances Os Maias, de Eça, e Dom Casmurro, de Machado de Assis. 

8€   

Obras de Gil Vicente

Obras de Gil Vicente (autos – farsas – comédias – tragicomédias – obras várias – contribuições para o conhecimento das obras de Gil Vicente)

1965 / Lello & Irmão – Editores (144, Rua das Carmelitas – Porto). In-8º de 1468 págs. Enc.

“A presente edição das obras completas de Gil Vicente em «papel bíblia» visa proprocionar ao leitor uma visão de conjunto das manifestações artísticas de um dos gigantes do século XVI (...) um dos grandes génios da plêiade do Renascimento, sem haver renegado a Idade Média. (...) Espírito superior, a sua obra teatral é fonte preciosa para o estudo da linguagem, dos costumes, da vida social do tempo”.
Mais uma edição dada a lume por ocasião do penta-centenário, com a típica encadernação em pele maleável comum à generalidade destas monumentais da Lello; infelizmente, não é sequer indicada a responsabilidade pela fixação do texto.

40€ 

Hélia Correia — Montedemo

Ficção Portuguesa (Relógio d’Água, 1987). In-8º de 56, [ii] págs. Br.

“Para meu espanto e maravilhamento, eis que o Montedemo e a sua gente me aparecem agora, passados alguns anos – e armados de um esplendor, de uma frescura, de tão bela e dramática energia que confesso – me enchi de desumano orgulho com que Pigmaleão viu mexer-se a sua estátua”, dizia a autora no seu prefácio a esta 3.ª edição do livro, aproveitado do catálogo da representação da peça pelo teatro «O Bando» que lhe servira de mote; as duas primitivas saídas na Ulmeiro em 1983 e 1984.
Ilustram a frente da capa precisamente uma fotografia dessa encenação e atrás uma outra, «retrato da escritora quando jovem». 

10€

Natália Correia — O Encoberto

Galeria Panorama. [1969?]. (Composto e impresso na Soc. Ind. Gráfica Telles da Silva, Lda.). In-8º de 122, [4], [II] págs. Br.

Proibindo a encenação, a censura marcelista proibiu também a circulação do livro, de nada servindo a carta de reclamação que a autora enviou (como outras) directamente a Marcelo Caetano já quase um ano decorrido nem o tom bastante (demasiado) respeitoso que nela usou; a peça apenas viria a ser reeditada pela Afrodite de Ribeiro de Melo em 1977. O parecer do  sempre doutíssimo censor: “É uma peça sobre o “mito” do regresso de D Sebastião, o “Encoberto”. / Trata-se do desenvolvimento em estilo de “paródia” de assunto histórico, com não poucas pinceladas pornográficas, à maneira de “Natália Correia”, com alusões ao povo português ou a figuras históricas com expressões de chacota e uma clara intenção de ridicularizar. / Conclusão: Julgo ser de proibir, por inconveniência política e ser pornográfica”. 
Este livro integrou precisamente a colecção de «obras visadas pela Censura» que saiu há tempos (em fac-simile) com o jornal Público

Exemplar com pequenas marcas na face superior da capa e ainda algo amolgado no topo ao longo de grande parte do volume; conservando-se todavia as folhas limpas.

17€

Heiner Müller — A Missão e outras peças

(Organização, tradução e posfácio de Anabela Mendes / Ilustrações e capa de José Castanheira)

a páginas tantas / Teatro / Lisboa  1982. (em Março de 1983 foi composto e impresso na sociedade industrial gráfica telles da silva, em lisboa). In-8º de págs. Br.

O volume recolhe «O Horácio», «Mauser», «A Máquina-Hamlet», «A Missão», «O Pai», «Anúncio de Morte»; rematados pelo texto crítico final da tradutora, em panorâmica, apresentando o autor ao público português «A Des-Construção da História - A propósito de Heiner Müller e de algumas das suas peças». A tradução de Anabela Mendes teve a colaboração do acima apresentado em nome próprio João Barrento, dinamizador desta «cooperativa de serviços culturais», editoriais inclusive.

15€

Teatro Romântico Brasileiro (prefácio e organização de Duarte Ivo Cruz)

Escritores dos Países de Língua Portuguesa, 38 / Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2008. In-8º gr. de 497, [V], [ii] págs. Br.

O volume recolhe seis peças representadas entre 1838 (data também da primeira peça romântica portuguesa, Um Auto de Gil Vicente, de Garrett, cuja influência em vários destes contemporâneos do outro lado do Atlântico, com os quais privou deste lado – no exílio parisiense –, o maestro escalpelizava no seu prefácio de duas dezenas e meia de páginas) e 1868: «António José, ou o Poeta e a Inquisição», de Gonçalves de Magalhães; «O Noviço», de Martins Pena; «Leonor de Mendonça», de Gonçalves Dias, segundo Ivo Cruz única peça do romantismo brasileiro que se pode pôr a par do Frei Luís de Sousa; «Macário», drama faustiano de Álvares de Azevedo; «A Torre em concurso», de Joaquim Manuel de Macedo; e a porventura cá mais conhecida «Gonzaga, ou a Revolução de Minas», do nome principal do romantismo brasileiro, Castro Alves.

Exemplar provavelmente por estrear, apenas com ligeiras marcas na capa.   

17€

Dramaturgias Emergentes — Volume Um

na capa:) Dramaturgias Emergentes — Volume Um // Antes dos Lagartos, Pedro Eiras / Arte da Guerra, Fernando Moreira / Balancé, Ângela Marks / Dorme Devagar, João Tuna / O Espantalho Teso, Jorge Louraço Figueira

Centro de Dramaturgias Contemporâneas – Porto / Livros Cotovia – Lisboa. (Acabou de imprimir-se em Junho de 2001 na Tipografia Guerra (Viseu) numa tiragem de 1000 exemplares). In-4º de 232, [IV] págs. Br.

"Em Outubro de 1999, o DRAMAT - Centro de Dramaturgias Contemporâneas do Teatro Nacional de São João deu início, no Teatro Rivoli do Porto, a uma oficina de escrita teatral destinada a um pequeno grupo de autores iniciantes. Alguns deles eram muito jovens, outros nem tanto; alguns estavam ligados ao meio teatral, outros à academia, à docência ou à investigação científica em áreas diversas; poucos eram os que tinham uma ou outra peça encenada ou publicada, muitos os que sonhavam tê-las, ou que as mantinham guardadas nas gavetas".

Exemplares por estrear.

12€

Dramaturgias Emergentes — Volume Dois

Dramaturgias Emergentes — Volume Dois // Farol, Joaquim Paulo Nogueira / Os Nomes Que Faltam, Carlos Alberto Machado / O Parque dos Piqueniques, José Mora Ramos / Stormy Weather, Marcela Costa / O Violino do Avô Africano, Helena Miranda

Centro de Dramaturgias Contemporâneas – Porto / Livros Cotovia – Lisboa. (Acabou de imprimir-se em Junho de 2001 na Tipografia Guerra (Viseu) numa tiragem de 1000 exemplares). In-4º de 198, [VI] págs. Br.

Segundo dos dois volumes publicados – salvo erro, esta série de inéditos ficou por aqui.
Igualmente disponíveis vários exemplares em fundo de edição.

10€

Giraldo sem Pavor ou a Tomada d’Evora

Giraldo sem Pavor ou a Tomada d’Evora, drama historico em quatro actos e cinco quadros composto por Pedro da Rocha Felgueiras.

Rio de Janeiro, Typographia Commercial de Soares & C.ª — 1850. In-8º de 99, [1] págs. Enc.

Primeira e, salvo erro, única edição da peça.

Exemplar forrado de modesta encadernação com lombada em pele (gravada a ouro), já algo esboroada nas extremidades. Conserva a gravura de Giraldo que se diz frequentemente faltar. No miolo, o papel permanece em relativo bom estado, tendo só pouco relevantes vestígios de acidez e um por outro ligeiro rasgão marginal. 

45€

Federico Garcia Lorca — A Sapateira Prodigiosa

C.I.T.A.C / Coimbra (Dactilografou: António da Silva / Rua Tenente Valadim. Coimbra). In-8º de 51, [I] págs. Br.

Como habitualmente em edições dactilografadas, a tiragem desta, do Centro de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra, deverá ter sido relativamente exígua - e daí aparecer tão pouco, sendo uma «peça» quase desconhecida do "Respeitável público" com que começa a peça propriamente dita.

Ou toda, ou este exemplar ostenta o carimbo - branco, em relevo - do referido CITAC. 

15€

Federico García Lorca — Yerma: poema trágico en tres actos y seis quadros

Editorial Losada, S. A. / Buenos Aires. In-8º peq. de 101, [XI], [ii] págs. Br.

"Presentamos hoy la decimoquinta edición de Yerma que, en la obra dramática de García Lorca, representa una de las culminaciones decisivas. Fue estrenada en el Teatro Español de Madrid en abril de 1934 por Margarita Xirgu, alcanzando luego numerosas representaciones. Yerma es la tragedia de la esterilidad, de la maternidad frustrada, envuelta en una atmósfera de poesía tan elemental como profunda". 

5€

Jaime Cortesão — O Infante de Sagres

O Infante de Sagres (drama épico em IV actos, com duas composições musicais de Oscar da Silva / representado pela primeira vez no «República» de Lisboa em Dezembro de 1916)

Edição da «Renascença Portuguesa», Porto. (1916). In-4º de 104, [12] págs. Br.

 
Primeira edição propriamente dita da peça, que na estreia contou, segundo o elenco apresentado, com Ângela Pinto, Augusto Rosa, Chaby e Robles Monteiro, entre outros; e que o próprio Cortesão conta ter tido apoio na composição de, por exemplo, António Vasconcelos, Joaquim Vasconcelos e Pedro Azevedo. 
Capa em papel vegetal com ilustração a cores, na face inferior reproduzindo a Cruz de Aviz.
 
25€