catálogo on-line

Livraria / Editora / Alfarrabista } { Porto bibliographias@gmail.com

.

.

Mostrar mensagens com a etiqueta Arte. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Arte. Mostrar todas as mensagens

Columbano

Columbano (Catálogo da Exposição) / (Este Catálogo foi subsidiado pelo Fundo de Fomento Cultural)

Museu Nacional de Arte Contemporânea (Composto e impresso na Litografia Tejo, Lisboa). [S/d – 1983?]. In-4º de 169, [ii], [I] págs. Br.

Como na exposição de que este catálogo ficou para memória, há sobretudo quadros e desenhos, mas também alguns exemplos de aguarelas, gravuras, cerâmica, tapeçaria e esculturas. 

14€

Paysages du Portugal par Sérgio Telles

Paris, 1971. (Editions Primeia). In-4º de [60] págs. inums. Br.

Catálogo da exposição promovida em Paris pelo Centro Cultural Português, da Gulbenkian; impresso sobre papel couché com reproduções a cores e p/b de alguns dos trabalhos expostos. A mais do prefácio de Joaquim Veríssimo Serrão (à época, o director do Centro, depois de alguns anos como leitor na capital francesa) e de uma relação biográfica acerca do pintor, são ainda transcritos alguns textos («Testemunhos») para o efeito compostos por Jorge Amado, Henry Dauberville, François Baboulet, Óscar Lopes, Fernando de Pamplona, Mário de Oliveira e Nuno de Miranda.

15€

Exposition Sérgio Telles: Tableaux et Gravures de la Période de Paris

Exposition Sérgio Telles: Tableaux et Gravures de la Période de Paris (6 juin 1980- 3 juillet 1980 / Wildenstein Tokyo)

(Édition ------ Wildenstein Tokyo / Réalisation --- Create M). In-8º gr. q/quadrado de págs. inums. Br.

Uma primeira série destas cenas da vida parisiense foi impressa a cores e depois a maioria a p/b.

Exemplar valorizado por dedicatória de oferta manuscrita pelo pintor na folha preliminar de papel canelado, precisamente em Tóquio e 1980, "Para os queridos amigos Fernanda, Ruy e Fernando Russell Cortez, com as saudades do (...)".

20€

Lima de Freitas — Voz Visível

Lisboa – 1971. (Composto e impresso na União Gráfica, S. A. R. L.). In-8º de 191, [iii], [II] págs. Br.

Alguns dos dezasseis ensaios aqui recolhidos: «Sobre Manet, Gauguin e Braque»; «Razão, inconsciente, figura»; «Iconografias e fraseologia»; «Picasso, invasor vertical»; «O gosto da novidade e a arte moderna portuguesa»; «Vieira da Silva e os seres de espelho»; «Pintura, embalagem e crítica profissional»; «A arte consumida e a arte consumada»; «O ponto de fuga».

Exemplar nº 93 da “Tiragem especial de 150 exemplares numerados e assinados pelo autor”, infelizmente algo desdourado por pequenos rasgões (sem falha de papel) e vincos na capa.

20€

Arpad Szenes / Vieira da Silva - pintura

Câmara Municipal de Aveiro (Execução gráfica: Rainho & Neves, Lda., Santa Maria da Feira). In-4º gr. de 109, [III] + 100, [II] págs. Enc.

“Por trás de um grande homem há sempre uma grande mulher” ou vice-versa? Por trás de uma grande pintora há sempre um grande pintor ou vice-versa? Nem, nem. Só muito às vezes, e esta foi uma delas, a mais feliz – artisticamente falando – que em Portugal se viu, sem necessidade de pedir licença ao ainda contemporâneo casal Almada/Sara Afonso, por exemplo. 
Belíssimo álbum 2 em 1, de dupla face, uma para cada membro do casal; impresso em bom papel com várias reproduções em folha desdobrável; encadernado em tela com sobrecapa de papel.

60€

Vieira da Silva / por Jacques Lassaigne e Guy Weelen

Publicações Europa-América (1978). In-4º de 343, [i] págs. Br. 

Além da abundante reprodução de trabalhos da nossa maior pintora, sempre proveitosa, o que torna única esta edição (publicada em Barcelona pela editora Polígrafa, detentora dos direitos) é a igualmente abundante recolha fotográfica de – o mínimo que se pode dizer é que, por regra, são de fabulosas para cima.
A tradução dos textos ficou a cargo de Maria Teresa Tendeiro e o crítico de arte Rui Mário Gonçalves.

Encadernação editorial em tela com sobrecapa de papel ilustrada por um dos trabalhos de Maria Helena, que no exemplar padece de pequenos defeitos.  

35€

Vieira da Silva: Obra Gráfica 1933-1991

Vieira da Silva: Obra Gráfica 1933-1991 (Colecção Gérard A. Schreiner)

De 1 a 28 de Março/1993, Convento de São Francisco, Câmara Municipal de Tomar. (Fotografia: CML – Gabinete de Comunicação Social – Lisboa / José Barbosa. Fotolito, impressão  e acabamentos: SIG – Sociedade Industrial Gráfica, Lda. / Camarate). In-4º de 110, [III], [iii] págs. Enc. 

“Maria Helena Vieira da Silva preferia o buril entre as técnicas de gravura que praticou ou foi instada a praticar. Não por desinência técnica mas por estética. Para a autora a gravura devia  servir os mesmos objectivos e efeitos que perseguia na pintura. Por isso, não confiava nas possibilidades das [sic] cores impressas puderem [sic] traduzir a preocupação de luminosidade da sua  pintura (...) O pictural absorve o linear (ou vice-versa) no sentido do primado do movimento. É um  modo dinâmico do olhar. Um olhar resolutamente afastado dos limites do espaço. Um olhar que funciona por relações e não por repartições entre as formas” – e apesar das gralhas no português não está nada desinteressante este texto preliminar mais longo de António Rodrigues, entre outros, incluindo um do coleccionador cuja colecção aqui se apresentava, depois de exposição inicial em Lisboa.
Abre o volume uma magnífica imagem (fotografia ou montagem fotográfica?) de Denise Colomb, impressa a página inteira, retratando a nossa mais genial pintora no seu atelier.

Encadernação editorial em tela gravada a dourado, recoberta de sobrecapa de papel.

20€

O Retrato em França de 1610 a 1789

Museu Nacional de Arte Antiga/Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, Junho de 1976. (Composto e impresso na Litografia Amorim). In-8º gr. de [100] págs. inums. Br.

Catálogo da exposição itinerante que em Portugal foi organizada pela Gulbenkian e montada no MNAA; impresso em papel couché com tiragem de 1000 exemplares, sendo os textos traduzidos por Alexandre O’Neill e o arranjo gráfico de Américo Silva. Os trabalhos em causa foram seleccionados a partir de museus provinciais (não nacionais) franceses e aparecem reproduzidos, em parte, na segunda secção do volume, ocupada a primeira por uma ficha técnica, crítica e biográfica (notas dedicadas aos artistas escolhidos, entre os quais Derouet, Mignard, Greuze e Fragonard).

10€

Paulo Varela Gomes — A Confissão de Cyrillo

A Confissão de Cyrillo: estudos de História da Arte e da Arquitectura

Hiena Editora (Lisboa, Dezembro de 1992). In-8º de 155, [II], [iii] págs. Br.

“Este volume é composto por cinco ensaios: A Confissão de Cyrillo (inédito); O regresso à Ordem (e às Ordens), aspectos da cultura arquitectónica em Portugal na época do Padre Inácio da Piedade Vasconcellos (1676-1747); Iniciativas arquitectónicas dos Teatinos em Lisboa (1648-1698), mais alguns elementos; A Capela de S. João Baptista da Igreja de S. Roque de Lisboa e a cultura arquitectónica do barroco em Portugal (comunicação ainda inédita); Arte Nua, estudo sobre a escultura neoclássica em Portugal (Machado de Castro e João José de Aguiar).

10€

Os Lusíadas que Fomos, os Lusíadas que Somos

Os Lusíadas que Fomos, os Lusíadas que Somos (uma iniciativa do Diário de Notícias integrada nas comemorações do IV centenário da publicação de «Os Lusíadas»)

(Arranjo gráfico de J. P. Abreu F. Lima e Maria Manuela Xavier/composto e impresso na Tip. Anuário em 8-11-1972). In-8º gr. quadrado de [6] págs. + 52 ff. ilust. Br.

Depois de um curto e escusado texto de Natércia Freire, apresenta o volume o trabalho de cada artista convidado, acompanhado da citação do épico que, mais ou menos, o motivou. Foram alguns dos participantes Almada, Sara Afonso, Vieira da Silva, Maria Keil, Júlio Resende, Guilherme Camarinha, Artur Bual, Carlos Botelho, Nadir Afonso, Júlio (dos Reis Pereira), Tomaz de Melo, Lima de Freitas, João Abel Manta, Charrua, Lurdes Castro, Cruzeiro Seixas e um aqui bem comportado Cesariny (como poeta, dificilmente alinharia...). 

20€

José Saraiva — Os Paineis do Infante Santo

(Acabou-se de imprimir este livro em Lisboa na Vespera do Natal de MCMXXV. Composto e impresso na Tipografia Central, Limitada). In-8º gr. de VIII, 255, [I] págs. Br.

Trabalho publicado em edição de autor (que o dedicou a Oliveira Ramos) de bastante aprumo, impressa a duas cores sobre bom papel e ilustrada no texto e por estampas em folhas à parte de papel couché ; com capa de Alberto Sousa. Recorde-se que José Saraiva defenderia uma tese polémica, que muita (ainda mais) tinta fez correr acerca do assunto: a de que a figura venerada nos painéis centrais seria D. Fernando, o Infante Santo, e de que se estaria perante uma espécie de reprodução dos funerais nacionais dedicados ao príncipe; tese que ainda recentemente foi retomada numa nova monografia, mas que continua a não colher a geral aceitação dos especialistas.

Exemplar por estrear, conservando os cadernos por abrir.
 
35€

André Chastel — Il sacco di Roma (1527)

Giulio Einaudi editore. (1983). In-8º gr. de XLI, [I], 274, [4] págs. Br.

Edição italiana, publicada decerto em simultâneo, ou quase, com a que saíra originalmente nos E.U.A. (Princeton). O estudo de Chastel - um dos principais especialistas em arte italiana e do Renascimento em particular - cruza, no tratamento do tema, a história da arte com a da cultura e a propriamente política do período em causa; estando o volume abundante e criteriosamente ilustrado em folhas centrais, destacadas e não incluídas na paginação.

Bom exemplar, tendo apenas ligeiras marcas na sobrecapa que, antes assim, conserva.  

15€

Ernesto de Sousa — Almada, um Nome de Guerra (1969-1972 / 1984)

Improvisações Colaborações / Serralves (2012). In-4º de iv, [ii], 98, [viii] págs. Br.

Além de uma sequência com dezenas de fotogramas do filme, o catálogo reproduz depois textos vários do próprio Ernesto de Sousa (a maioria), de José-Augusto França, de Artur Fino, de Rui Nunes e de Cesariny - numa polémica que terá começado pela não-autorização de inclusão de um poema seu num espectáculo que Ernesto de Sousa organizava; sendo transcritas na íntegra ambas as peças, a do poeta e a de resposta do autor. 

Exemplar novo, do nosso amplo acervo de livros de arte da fundação editora portuense.

14€

Gilles Plazy — Cézanne ou la peinture absolue

(1988, Liana Levi). In-4º de 189, [V] págs. Cart.

“Cézanne, à force d’acharnement et non sans détour, a tenu la gageure d’une peinture absolue capable d’unir l’homme et le monde, la terre et le ciel, le dessin et la couleur, le peintre et Dieu”.

Cartonado e Impresso em papel couché, o álbum foi o terceiro título saído na colecção «Art plus / Des images à lire». 

18€

André Chastel — Il sacco di Roma (1527)

Giulio Einaudi editore. (1983). In-8º de XLI, [I], 274, [4] págs. Br.

Edição italiana, publicada decerto em simultâneo, ou quase, com a que saíra originalmente nos E.U.A. (Princeton). O estudo de Chastel - um dos principais especialistas em arte italiana e do Renascimento em particular - cruza, no tratamento do tema, a história da arte com a da cultura e a propriamente política do período em causa; estando o volume abundante e criteriosamente ilustrado em folhas centrais, destacadas e não incluídas na paginação.

Bom exemplar, tendo apenas ligeiras marcas na sobrecapa que, antes assim, conserva. 

15€ 

Kenneth Clark — Civilização: Uma Visão Pessoal

Civilização: Uma Visão Pessoal (Tradução: Madalena Nicol / Revisão: Luis Lorenzo Rivera)

Martins Fontes/Editora Universidade de Brasília (1980). In-8º gr. de 376, [IV] págs. Br.

No meio da actividade editorial dos tijolos de José Rodrigues dos Santos, parece que a Gradiva de vez em quando ainda vai editando livros - publicou no final do ano passado esta adaptação dos textos lidos no mais célebre programa televisivo de divulgação da História da Arte; até agora inédita em Portugal. Nós por cá ainda temos este exemplar da (primeira) edição brasileira, única até então disponível no mercado lusófono. 
Quanto ao livro, apesar de um tanto simplista e simplificador, desde logo no próprio conceito de civilização que lhe serviu de título, lê-se com gosto e não fica nada mal em qualquer biblioteca civilizada.
A ilustração é criteriosa e abundante.
Exemplar com o selo de uma livraria portuense O Século, na Rua de Sá da Bandeira, que o livreiro não crê ter chegado a conhecer.

15€

Graça Morais — Terra Quente, O Fim Do Milénio

Terra Quente, O Fim Do Milénio / As Quatro Estações do Ano (Agosto de 1999 - Agosto de 2000) // Texto de António Carlos Carvalho, Fotografias de Roberto Santandreu

Gótica (Novembro de 2000). In-4º de 183, [III] págs. Enc.

Homenagem à «Terra Quente» do Nordeste transmontano (integra mais ou menos o território dos concelhos de Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Macedo de Cavaleiros, Mirandela, Mogadouro e Vila Flor, na confluência hidrográfica do Douro e dos seus belos afluentes Tua e Sabor) por uma das suas «fihas» mais ilustres (Graça Morais é natural do Vieiro). Além do texto e das fotografias referidos em subtítulo há ainda abundantes reproduções de trabalhos da artista e também alguma prosa – retirada de diários – da sua própria pena.   

O álbum foi encadernado em tela, revestida de uma sobrecapa de papel. 

30€

A Linguagem Simbólica da Natureza

A Linguagem Simbólica da Natureza: A Flora e a Fauna na Pintura Seiscentista Portuguesa / (…) Prefácio de Vítor Serrão

vega (DL 2009). In-4º de 384, [II] págs. Br.

Dizia a nota editorial inscrita na badana que neste livro “é interpretado o significado simbólico da flora e da fauna representadas na produção pictural seiscentista portuguesa de pintores como Josefa de Óbidos (1630-1684), Baltazar Gomes Figueira (1604-1674), Bento Coelho da Silveira (c.1630-1708), e André Reinoso (c.1590-1650), entre outros. Nos pintores da escola de Óbidos, Josefa e Baltazar, é de realçar a exactidão da reprodução do mundo natural, o que permitiu a identificação de espécies de fauna e flora características da Lagoa de Óbidos” ultimamente nas notícias.  
Quanto ao prefácio de Serrão, salientava ser este “um dos pontos altos desta fase amadurecida de estudos sobre a Natureza Morta portuguesa do século XVII. (…) O cruzamento entre a História da Arte, a Iconologia, a Filosofia e a História Natural – num vasto processo de lição sobre as representações barrocas que nunca fora antes empreendido – confere inegável sucesso a uma metodologia de ponta de que a autora é responsável e que afirma a originalidade da sua investigação”.

25€

La Femme et l'Amour

La Femme et l'Amour (Texte et documents réunis par André Lejard)

La Guilde du Livre, Lausanne. (Achevé d'imprimer le 30 septembre 1967, sur les presses des Imprimeries Populaires - Arts graphiques, à Genève. La composition a été faite en caractère Garamond corps 12 et le tirage exécuté sur papier offset sans bois. La reliure est due aux soins des Ateliers Mayer et Soutter, à Renens. (...) / Edition hors commerce réservée aux membres de la Guilde du Livre). In-8º gr. de 265, [XV] págs. Enc.

Ut pictura poesis, o volume recolhe composições poéticas e artísticas agrupadas em duas não-secções (a ordem é meramente de exposição): Antiguidade Grega e Romana e Oriente / Ocidente, da Idade Média a Pierre Jean Jouve, nome final da lista de mais ou menos ilustres que, para elencar aqui apenas o séc.XX, antologia Rilke, T. S. Elliot, Yeats, Jarry, Apollinaire, Maïakovski, Pasternak, Valéry, Alberti, Breton, Eluard, Desnos e Lorca.

Encadernação do editor em tela com título e motivos ornamentais gravados a dourado na lombada e um cliché recortado sobre a pasta superior - que neste exemplar, nº 1659 de uma tiragem inteiramente numerada, apresenta uma pequena marca de corrosão, a qual com ligeiras manchas nessa mesma pasta é seu único defeito. 

20€

Emanuel Ribeiro — Da Tarde de Ontem à Manhã de Hoje (bosquejo de arte)

Da Tarde de Ontem à Manhã de Hoje (bosquejo de arte) / Gravuras em madeira do autor

(Tip. Sequeira, Limitada / 114, Rua José Falcão, 122 – Porto). In-8º peq. de 31, [I] págs. Br.

Outro volumezinho mais com as elocubrações do autor, ostentando o seu ex-libris ("Depois das flores os frutos") em folha preliminar; outro exemplar mais com a habitual dedicatória de "homenagem" ao escultor José dos Santos.

10€