De 1 a 28 de Março/1993, Convento de São Francisco, Câmara Municipal de Tomar. (Fotografia: CML – Gabinete de Comunicação Social – Lisboa / José Barbosa. Fotolito, impressão e acabamentos: SIG – Sociedade Industrial Gráfica, Lda. / Camarate). In-4º de 110, [III], [iii] págs. Enc.
“Maria Helena Vieira da Silva preferia o buril entre as técnicas de gravura que praticou ou foi instada a praticar. Não por desinência técnica mas por estética. Para a autora a gravura devia servir os mesmos objectivos e efeitos que perseguia na pintura. Por isso, não confiava nas possibilidades das [sic] cores impressas puderem [sic] traduzir a preocupação de luminosidade da sua pintura (...) O pictural absorve o linear (ou vice-versa) no sentido do primado do movimento. É um modo dinâmico do olhar. Um olhar resolutamente afastado dos limites do espaço. Um olhar que funciona por relações e não por repartições entre as formas” – e apesar das gralhas no português não está nada desinteressante este texto preliminar mais longo de António Rodrigues, entre outros, incluindo um do coleccionador cuja colecção aqui se apresentava, depois de exposição inicial em Lisboa.
Abre o volume uma magnífica imagem (fotografia ou montagem fotográfica?) de Denise Colomb, impressa a página inteira, retratando a nossa mais genial pintora no seu atelier.
Encadernação editorial em tela gravada a dourado, recoberta de sobrecapa de papel.
20€