catálogo on-line
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Sommerset Maugham — Férias de Natal
Era Tormes e amanhecia (Dicionário Gastronómico Cultural de Eça de Queiroz)
João Paulo Cavalcanti — Eça de Queirós, agitador no Brasil
Juan Ramón Jiménez — Platero e Eu
James Joyce — Exilados
João Gaspar Simões — Eça de Queirós: O Homem e o Artista
Mikhail Cholokhov — O Don tranquilo
Ernest Hemingway — Por Quem os Sinos Dobram
Ernest Hemingway — Paris é uma festa
Paris é uma festa (impressões da vida do autor em Paris, por alturas da segunda década do século XX / tradução de Virgínia Motta)
Edição «Livros do Brasil» Lisboa (Rua dos Caetanos, 22). In-8º de 249, [VII] págs. Br.
Piero Bargellini — Florença, cidade de pintores
Edição «Livros do Brasil», Lisboa. (Os trabalhos gráficos deste livro foram executados na primeira quinzena do mês de Abril de mil novecentos e cinquenta e quatro, nas oficinas de Livros do Brasil, lda.). In-8º gr. de 245, [I] págs. Br.
Edição de bom apuro gráfico, impressa sobre bom papel e graciosamente ilustrada, deste livro que dedicava capítulos a Giotto, Simone Martini, Guidolino di Pietro, Filippo Lippi e Botticelli.
Fernando Namora ― Domingo à Tarde
Primeira edição, inteiramente assinada pelo autor e numerada, com uma encadernação da própria editora ilustrada na pasta frontal.
Exemplar ainda valorizado por dedicatória de oferta manuscrita pelo autor.
28€
Fernando Namora ― Deuses e Demónios da Medicina
Edição original de um dos mais célebres livros deste escritor-médico, com capítulos dedicados aos seus colegas antepassados Hipócrates, Galeno, Avicena, Paracelso, Vesálio, Ambroise Paré, Harvey, Sydenham, John Hunter, Mesmer, Jenner, Laennec, Claude Bernard, Virchow, Lister, Koch, Pavlov, Ramon y Cajal, Freud e Osvaldo Cruz: nem um compatriota para amostra. Justificando as escolhas, dizia o autor no prefácio ter descurado nomes de maior prestígio científico, deixando-se tentar “por certas figuras que, por tão inesperadas ou tão ricas de romanesco, sempre apetece biografar”.
Exemplar valorizado por dedicatória de oferta manuscrita pelo próprio Namora a um jornalista e crítico literário português, ainda vivo, muito ligado precisamente ao neo-realismo.
35€
H. G. Wells — História Universal
George Orwell — Homenagem à Catalunha
Franz Kafka — O Processo (tradução de Gervásio Álvaro)
Dispensará apresentações este 70.º e um dos mais importantes títulos da recentemente recuperada «Colecção Dois Mundos».
Exemplar por estrear.
12€
Ernest Hemingway — Paris é uma festa
Erico Verissimo ― Fantoches
Livros do Brasil / Lisboa, 1973. In-4º de XVI, 211, [5] págs. Br.
Edição em bom papel, apresentada por uma nota do editor português e por um prefácio do autor. O interesse específico são as sátiras do próprio Veríssimo, entre ilustrações e comentários, aos textos deste que foi o seu primeiro livro, reproduzidos a partir do exemplar da edição original em que as fez.
Joracy Camargo ― Deus lhe Pague...
Livros do Brasil, Limitada – Lisboa. [S/d]. In-8º de 173, [3] págs. Br.
O prefácio do actor brasileiro, aunque bastante palavroso e sentencioso, louvava esta peça como “a grande obra cultural do teatro brasileiro” até então, marcando “o início da nossa arte cénica, na sua verdadeira expressão: - teatral, cultural e social”.
Não estando a edição datada, o exemplar apresenta uma assinatura de propriedade indicando o ano de 1951.
5€
Odylo Costa (filho) ― a faca e o rio (mais) a invenção da ilha da madeira
Primeira edição portuguesa (segunda geral) do romance e primeira propriamente da pequena novela, ou “conto alongado”, com direito a frontispício próprio, que o então adido cultural do Brasil em Portugal aproveitava para deixar – um «diálogo» lá em cima no Paraíso entre Jesus e São Pedro, que o/O pretendia convencer a permitir que os portugueses descobrissem a Madeira: “Senhor, deixa que os homens cheguem à minha ilha. O que resta do Paraíso terreal ali resta”. Por sua vez, pedia o autor ao leitor que nestas duas histórias “entre a leitura de uma e outra ponha o mesmo intervalo oceânico que separa o Vale do Parnaíba da Baía do Funchal”.
Foi com este livro que Odylo se deu cá a conhecer, sobretudo no meio que então frequentava, havendo por exemplo um capítulo que lhe é dedicado in as (e)vocações literárias, de A. M. Couto Viana.
Lígia Fagundes Teles ― Antes do Baile Verde
“Uma história de carnaval brasileiro, Avant le Bal Vert, valeu a Lygia Fagundes Telles o Grande Prémio Internacional Feminino para Estrangeiros em Língua Francesa, num concurso efectuado em Cannes, em 1969. Vinha essa vitória juntar-se às numerosas colhidas no Brasil por essa autora. Ao conto vencedor ela acrescentou outros, novos, e alguns de fases anteriores, especialmente reescritos para a presente edição”, não parecendo evidente se a nota se refere a esta, primeira portuguesa, ou à original brasileira que saíra talvez pouco antes (1970).




