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Fernando Campos — A Casa do Pó
Fernando Campos — A Sala das Perguntas
Fernando Campos — A Esmeralda Partida
Marguerite Duras — O Amante
Marguerite Duras — Olhos Azuis Cabelo Preto
Marguerite Yourcenar — Fogos
Lawrence Durrell — Monsieur ou O Príncipe das Trevas
James Joyce — Retrato do Artista quando Jovem
Marguerite Yourcenar — Como a água que Corre
Gonzalo Torrente Ballester ― A Rosa dos Ventos
Difel, Difusão Editorial, S. A. (1995). In-8º de 256, [2] págs. Br.
Primeira edição portuguesa.
Exemplar com ligeiro desgaste exterior.
10€
Gonzalo Torrente Ballester ― A Rosa dos Ventos
A Rosa dos Ventos: Materiais para uma opereta sem música (Tradução de Vanda Anastácio / 2.ª edição)
Difel, Difusão Editorial, S. A. (2000). In-8º de 256, [2] págs. Br.
"A acção de A Rosa dos Ventos decorre nos últimos anos do séc.XIX., num minúsculo país imaginário. Reconstitui o final do reinado do Grão Duque Ferdinando Luís, deposto por seu primo, o imperador centro-europeu Carlos Frederico Guilherme, depois de uma série de intrigas e de ameaças. Juntamente com a narração, na primeira pessoa, do Duque, incluem-se muitas cartas trocadas entre os seus súbditos. Através delas, evoca a sua vida nesse diminuto e inerme Estado: uma imperatriz magestosa, livre, desenvolta, apaixonada; duas filhas; militares fiéis; servidores astutos; um povo que acredita em sortilégios, em presságios, em bruxas – porque as há –, um imperador de pacotilha e um lento agonizar da independência deste país feliz.
Gonzalo Torrente Ballester ― O Casamento de Chon Recalde
Difel, Difusão Editorial (1996). In-8º de 211, [1] págs. Br.
Exemplar com pequenas marcas na capa.
10€ (reservado)
Gonzalo Torrente Ballester ― As Ilhas Extraordinárias
As Ilhas Extraordinárias (Tradução de Vanda Anastácio / 3.ª edição)
Difel, Difusão Editorial (1997). In-8º de 143, [1] págs. Br.
Uma “irónica fábula sobre o poder absoluto, ao qual não escapa nenhum aspecto da sociedade (militar, industrial, cultural, sexual). Na tradição das Novelas e contos de Voltaire, o autor apresenta uma fantasia brincalhona, divertida e também amarga e inquietante, que constitui uma reflexão sobre o poder politico e as desumanas consequências a que pode conduzir”.





