catálogo on-line
Livraria / Editora / Alfarrabista } { Porto bibliographias@gmail.com
.
.
Antero de Quental — Prosas Escolhidas (Selecção e prefácio de Fidelino de Figueiredo)
Fidelino de Figueiredo ― Menoridade da Inteligência
Publicado na «Biblioteca de Ensaios», agrega este «Política e Inteligência», ««Uma interrogação vital»», «Noção de cultura», «A passividade da escola», «A assimilação da turba» e «Memorialismo e voluntarismo»; juntando-se-lhe, em apêndice, «De regresso de Hollywood…(reflexões sobre o cinema)».
Fidelino de Figueiredo ― Cultura Intervalar
Primeira edição de um dos principais livros do autor, escrito já no exílio (brasileiro) do Estado Novo, via monárquica - o que não deixa de ser curioso, tendo em conta que ocupara na BN o lugar de anteriores exilados republicanos, propriamente em cultura intervalar. Com vários capítulos de interesse, podendo destacar-se os dois centrais «A Melancolia da História» e «Tragédia de um Poeta». Tem ainda, a terminar, um apêndice que reúne «Sete anedotas exemplares».
12€
Fidelino de Figueiredo ― Motivos de Novo Estilo
Segunda edição, acrescentada de um prólogo do autor. Inclui o ainda hoje frequentemente repescado «Do conceito de geração».
Exemplar por estrear, em muito bom estado.
10€
Fidelino de Figueiredo ― Interpretações
Coimbra, Editorial Nobel, 1944. In-8º de 88, [8] págs. Br.
Segunda edição de um livro que reúne os ensaios «Imagem-Fôrça: Um conceito para a filosofia da educação» e «America the Beautiful».
Exemplar em bom estado, sem defeitos de relevo (apenas uma pequena marca na folha preliminar).
8€
Fidelino de Figueiredo ― Diálogo ao Espelho
Fidelino de Figueiredo ― Entre Dois Universos
Guimarães Editores, Lisboa. (1959). In-8º de 278, [10] págs. Br.
Fidelino de Figueiredo — Paixão e Ressurreição do Homem
Fidelino de Figueiredo — A Épica Portuguesa no Século XVI
Raul Proença — O Caso da Biblioteca
Fidelino de Figueiredo ― Um Seculo de Relações Luso-Brasileiras (1825-1925)
Emprêsa Literária Fluminense, L.da / Lisboa. In-8º de 28, [4] págs. Br.
Interessante panorâmica de um professor português que anos mais tarde, durante o Estado Novo, se viria a exilar precisamente no Brasil (e nos Estados Unidos); partindo de uma muito razoável perspectiva equilibrada que ainda hoje faz todo o sentido, entre os extremos do lusotropicalismo e de um certo complexo de Édipo anti-lusitano que se tornaria moda na esquerda brasileira a partir de meados do século passado: “A minha amizade ao Brasil está bem demonstrada e o meu obstinado sentimento patrio já recebeu tambem sufficiente tempêro de amargura probatoria para á vontade poder applaudir aquelle nacionalismo brasileiro, não lusophobo, nem xenophobo, que com firme commedimento de expressão declara a sua vontade de insuflar no formidavel corpo brasileiro uma alma brasileira, que não renega a hereditariedade de que provém”.
Exemplar desvalorizado por algum desgaste e pequenas falhas de papel na capa.
Homenagem a Almeida Garrett: Festas da Biblioteca do Clube Fenianos Portuenses
Interessantíssima e pouco conhecida publicação dos Fenianos – cuja devoção pelo esquerdista Garrett, em pleno Estado Novo, não parece nada de estranhar –, com contribuições literárias variadas: «Uma “Verdadeira Curiosidade Literária” “ e não menos interessante Curiosidade Política” da biografia de Garrett (três cartas do poeta)», por Magalhães Basto, sobre as insistentes e vãs tentativas em se fazer eleito deputado pelo círculo eleitoral do Porto; «Almeida Garrett e o Porto», por António de Macedo, então presidente do Ateneu e várias vezes publicador nas edições dos Fenianos; «Shakespeare e Garrett», do exilado (nessa altura no Brasil) Fidelino de Figueiredo, perorando acerca da influência d’«O Bardo» na literatura de Garrett, o Camões e o Frei Luiz de Sousa em particular; «Quelques traducteurs de Garrett ou Le Désir d’Universalité», Andrée Crabbé Rocha; e «Almeida Garrett e a Etnografia Portuguesa», por Jorge Dias, sublinhando o cariz pioneiro das recolhas folclóricas pelo poeta.
Exemplar de uma suponível série especial numerada pelos editores (coube a este o n.º6) e assinada pelo presidente da Assembleia Geral, Correia Guimarães; que se distingue da corrente por isso, pelas cores da capa e por não conter as folhas iniciais com publicidade. Em bom estado, mas parecendo ter perdido o agrafo original por efeito de ferrugem.
Homenagem a Almeida Garrett: Festas da Biblioteca do Clube Fenianos Portuenses
Fidelino de Figueiredo ― Mariana Alcoforado
Primeira edição independente, em separata de «O Instituto», com tiragem limitada a 50 exemplares; estando este relativamente bem conservado (dada a fraca qualidade do papel), mas com alguma acidez na capa.


