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Patrick Modiano — Na Rua das Lojas Escuras

Na Rua das Lojas Escuras (Tradução: Ana Luísa Faria e Miguel Serras Pereira)

Crime Imperfeito (Relógio d’Água, 1987). In-8º de 185, [iii] págs. Br.

Salvo erro, foi esta a primeira edição em Portugal do escritor francês, Prémio Nobel da Literatura em 
Capa de Jorge Colombo.

12€

Edgar Allan Poe — O Mistério de Maria Roget

O Mistério de Maria Roget (Tradução de Jorge de Sena)

Crime imperfeito (Relógio d’Água, 1988). In-8º de 65, [iii] págs. Br.

Salvo erro, esta primeira edição na Relógio d’Água, que muito mais tarde reeditaria o volume com uma nova capa também a partir de um quadro de Füssli, aproveitava uma tradução deste exercício policial que Sena publicara na Portugália.

Exemplar aparentemente por estrear, embora com ligeiríssimas marcas na capa.

9€

Hélia Correia — Montedemo

Ficção Portuguesa (Relógio d’Água, 1987). In-8º de 56, [ii] págs. Br.

“Para meu espanto e maravilhamento, eis que o Montedemo e a sua gente me aparecem agora, passados alguns anos – e armados de um esplendor, de uma frescura, de tão bela e dramática energia que confesso – me enchi de desumano orgulho com que Pigmaleão viu mexer-se a sua estátua”, dizia a autora no seu prefácio a esta 3.ª edição do livro, aproveitado do catálogo da representação da peça pelo teatro «O Bando» que lhe servira de mote; as duas primitivas saídas na Ulmeiro em 1983 e 1984.
Ilustram a frente da capa precisamente uma fotografia dessa encenação e atrás uma outra, «retrato da escritora quando jovem». 

10€

As Doze Figuras do Mundo

As Doze Figuras do Mundo

Crime imperfeito (Relógio d'Água). [S/d]. In-8º de 133, [III] págs. Br.

Conjunto de cinco pequenos textos compostos pelo famoso par de amigos Adolfo Bioy Casares e Jorge Luis Borges, algures entre o conto e a novela, com aquela extensão a que no mundo anglófono e anglófilo tão caro a Borges se costuma chamar short story: «As Doze Figuras do Mundo», «As Noites de Goliadkin», «O Deus dos Touros», «As Previsões de San Giácomo» e «A Prolongada Busca de Tai An»; os três primeiros traduzidos por Miguel Serras Pereira, o quarto pelo próprio editor Francisco Vale e o quinto por Carlos Pessoa.

Exemplares novos, em fundo de edição (sobram 3).

9€

Gustave Flaubert — Três Contos (Tradução de Pedro Tamen)

Relógio d'Água (2005). In-8º de 119, [V] págs. Br.

Sem qualquer aparato prefacial ou crítico, a edição traduz os canónicos «Um Coração Simples», «A Lenda de São Julião Hospitaleiro» e «Herodíade».

Exemplar novo.

7€

Hélia Correia ― O Número dos Vivos

Lisboa, 1982. In-8º de 135, [1] págs. Br.

Edição original, já bastante invulgar, do segundo livro da escritora (publicara apenas «O Separar das Águas», noutra casa, em 1981), que terá sido também um dos primeiros dados a lume pela Relógio d’Água.


20€ (reservado)

Hélia Correia ― O Rancor (Exercício sobre Helena)

Teatro (Relógio d'Água editores, 2000). In-8º de 109, [III] págs. Br.

Peça de teatro baseada no velho tema da (pós) Guerra de Tróia. 

Primeira e única edição, já esgotada na editora - mas da qual dispomos ainda de vários exemplares.

10€


Jaime Rocha ― Tonho e as Almas

Novos Autores. (Relógio d’Água. 1984). In-8º de 94 págs. Br.

Primeira edição, com capa de João Botelho e tiragem de 1500 exemplares, este por estrear e em muito bom estado.

Publicado na colecção «Novos Autores», o «romance» terá sido aparentemente o quarto livro publicado por este, que antes fizera sair apenas três títulos de poesia: Melânquico (com o pseudónimo anterior, Sousa Fernando), A Dança dos Lilazes e Beber a Cor.


10€



Jaime Rocha ― Zona de Caça

Poesia (Relógio D'Água Editores, Setembro de 2002). In-8º de 56, [12] págs. Br.

Sétimo título de poesia publicado pelo autor, do qual temos ainda disponíveis vários exemplares.


8€

Manuel Laranjeira — Cartas (com prefácio e cartas de Miguel de Unamuno)

Interiores (Relógio d'Água, 1990). In-8º de 153, [7] págs. Br.

"Foi Laranjeira quem me ensinou a ver a alma trágica de Portugal, não direi de todo o Portugal, mas do mais profundo, do maior. E foi ele quem me ensinou a ver não poucos recantos dos tenebrosos abismos da alma humana. (...) O seu livro «Comigo (Versos de Um Solitário)» dá-nos toda a sua alma. O seu pensamento está aí demasiado concentrado. Era preciso ouvi-lo falar. (...) Iluminou a cabeça, que era poderosíssima a pensar, com a chama do seu próprio coração ardente. Poucos homens conheci que tenham juntado a uma inteligência tão clara e penetrante um sentimento tão profundo. Nele, como em Antero, a cabeça e o coração travaram renhida batalha" (do prefácio de Unamuno, que esta reedição reproduz).

Exemplar novo; de uma plausível tiragem inicial que supomos ter sido replicada.

8€