catálogo on-line

Livraria / Editora / Alfarrabista } { Porto bibliographias@gmail.com

.

.

Mostrar mensagens com a etiqueta Ribatejo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ribatejo. Mostrar todas as mensagens

Almeida Garrett ― Viagens na Minha Terra

Viagens na Minha Terra (revisão de Arminda Fortes / prefácio e notas de Carlos de Passos / capa de Isolino Vaz)

1949 / Livraria Simões Lopes de Manuel Barreira – editor, (Rua do Almada, 119) Porto. In-8º de 352, [4] págs. Br.

Ao prefácio segue-se uma útil «Bibliografia Concernente a Almeida Garrett» que se estende por quatro páginas.

Exemplar em muito bom estado, aparentemente nunca lido.
 
8€

viagens com Garrett (Texto de Isabel Lucas / fotografias de Paulo Alexandrino)

Contexto. (2000). In-8º gr. quadrado de 178, [6] págs. Br.

“Ao decidir fazer aquela viagem pelo Ribatejo, Almeida Garrett não se baseou em nenhum guião. O objectivo a que nos propusemos agora é o de seguir um percurso com paragens ao ritmo do acaso, tentando refazer o roteiro original que o escritor nos deixou. Século e meio depois, como estão as paisagens e os lugares que Almeida Garrett descreveu no livro Viagens na Minha Terra? Sem qualquer tipo de pretensão literária, fomos recolhendo impressões, apontando as marcas dos sítios, das gentes, das paisagens, de alguns costumes, das belezas e das fealdades numa determinada época, aliando o texto à imagem que muitas vezes deve ser entendida enquanto metáfora, assumindo um discurso independente da escrita, mas que não lhe é alheio”.
Um dos bons álbuns da Contexto, amplamente ilustrado pelas fotografias referidas e com graça para a bibliografia ribatejana; sairia a seguir pelo Círculo de Leitores, com capa diferente.
 
Exemplar por estrear.

20€

Cândido Beirante ― Herculano em Vale de Lobos

Herculano em Vale de Lobos (prefaciado pelo Prof. Doutor Vitorino Nemésio)
 
Edição da Junta Distrital, Santarém, 1977. In-8º gr. de 251, [3] págs. Br.
 
O prefácio de Nemésio, muito apressado, desculpava-se disso garantindo que era apenas “como quem se limita a abraçar de parabéns um amigo à porta de sua casa”, amigo – o autor – que deverá ter sido por ele arguido na Faculdade de Letras de Lisboa, e que, descendente de um trabalhador rural de Herculano em Vale de Lobos, era dito já então pelo açoriano “um dos melhores especialistas dos estudos herculanianos”. Bem documentado por ilustrações alusivas, alinha-se o livro nos capítulos principais «Personalidade de Herculano», «Nem eremita nem solitário», «Pioneiro e mestre», «Uma escola de trabalho», «Apologia do campo contra a cidade» e «Proposta de regeneração para Portugal».

Belo exemplar, só na frente da capa marcado ao de leve.
 
17€ 

Ângela Beirante ― Santarém Quinhentista

Lisboa, 1981. (Distribuidora: Livraria Portugal. Composição e impressão: Ramos, Afonso & Moita). In-8º gr. de 309, [3] págs. Br.

“Este estudo é a continuação de um outro já editado pela Universidade Nova, com o título de Santarém Medieval. Durante a pesquisa documental, que venho realizando há já alguns anos, fui reunindo material variado relativo aos séculos XII a XVI. Ao reflectir demoradamente sobre ele e ao tentar integrá-lo num trabalho de conjunto, deparei com sérias dificuldades. Verifiquei que o século XVI tinha uma individualidade própria em relação à Idade Média. Sendo o seu herdeiro e mantendo-a viva em muitas das suas facetas, há nele um conjunto de novidades que lhe imprimem uma dinâmica diferente, um ritmo novo que anima estruturas velhas. / O século XVI assiste à formação de impérios à escala do globo e à formação política de estados e principados, mecenas da arte e do pensamento. (...) Lisboa é cabeça de império e Santarém, como porto do grande rio que é o Tejo, entra na sua órbita porque neste sécuo, mais do que nos antecessores, os caminhos do mar são curtos. / É no século de Quinhentos que grande parte das igrejas e corporações religiosas de Santarém procede à medição rigorosa das suas terras e casas, à pesagem da sua prata e à feitura dos respectivos tombos (...)”.

Assim começava a autora a sua introdução ao livro, que dividiu nas secções principais «A Tessitura Urbana», «A Propriedade Suburbana», «Uma Economia em Mutação» e «A Sociedade»; e ilustrou com gravuras e mapas variados.

Bom exemplar, sem usura digna de nota, salvo ligeiros vincos à cabeça de poucas folhas iniciais.
 
20€

Joaquim Veríssimo Serrão ― Santarém: História e Arte

Santarém: História e Arte, por (...), licenciado em Letras, Leitor de Língua Portuguesa na Universidade de Toulouse

Edição da Comissão Municipal de Turismo de Santarém / 1951. (Composto e impresso na Tipografia Dias Ferreira). In-8º gr. de 78, [6] págs. Br.
 
Hoje de considerável raridade, foi este um dos trabalhos iniciais de Serrão, que, apesar de algumas tolices – já cá são costume... – em matéria de História Antiga, constitui um interessante repositório «panorâmico» de apontamentos sobre a cidade, quase sempre apresentandos em relação com os principais habitantes (naturais e adoptivos) que teve: passando por Passos Manuel, Garrett e Herculano, Anselmo Braancamp e Sá da Bandeira, Pedro Álvares Cabral, Frei Luís de Sousa, Guilherme de Azevedo, etc. O volume conta com mapas (um deles, em folha preliminar desdobrável) e abundantes gravuras com variadíssimas imagens, fotográficas e artísticas, da terra e dos monumentos.
Exemplar em bom estado no miolo, sem defeitos significativos, que apenas existem à superfície: alguma folga da lombada sobre o encaixe e pequenas manchas e marcas de corrosão na face inferior da capa, toda entretanto recoberta de papel transparente.
 
25€

Joaquim Veríssimo Serrão ― Santarém: História e Arte

Santarém: História e Arte (2.ª edição refundida, com a colaboração artística de A. Braz Ruivo)

Edição da Comissão Municipal de Turismo de Santarém, 1959. (Comp. e imp. nas oficinas da Atlântida – Coimbra). In-8º de 204, [2] págs. Br.
 
“Impunha-se, pois, uma nova edição de Santarém – História e Arte que, tendo em conta a promessa do título, conferisse ao texto uma fonte documental de melhor conteúdo e lhe retirasse o carácter de simples «roteiro» com que aparecera à luz, em 1951. Aqui a apresentamos, completamente refundida, situando-a entre o guia prático e a obra de erudição, e fazendo-a assentar em base erudita para permitir aos estudiosos a concretização e alargamento das várias matérias que trata./ Tão profunda será a diferença entre a edição de 1951 e a que agora se publica, que talvez se pudessem, com acerto, definir de livros distintos, sòmente se reconhecendo pelo título a identidade do trabalho”.
Entremeando em todas elas folhas hors-texte com fotogravuras e gravuras dos trabalhos de Brás Ruivo, o autor apresentou aqui as secções principais de capítulos «História de Santarém», «Santarenos Ilustres», «Belezas Naturais de Santarém», «Santarém Antiga», «Recheio Monumental de Santarém» e «Arquitectura Civil».

Bom exemplar, sem defeitos a salientar.
 
25€

Eugénio de Lemos ― Santarém: lenda e história

Santarém, 1940. (Composto e impresso nas oficinas do «Correio da Extremadura»). In-8º gr. de [IV], IV, [II], 66, [6] págs. Br.

“No ano áureo das comemorações centenárias presta-se homenagem aos que, no decorrer dos séculos, têm concorrido, com o fulgôr da sua inteligencia ou com o valor do seu braço, para a criação, progresso e engrandecimento da nobre e vetusta Santarém”; assim rezava o mote com que o autor, então governador-civil, apresentava o livro. Constando este dos capítulos «O Príncipe Abidis», «A Cruz e o Crescente», «Sob a dinastia Afonsina», «Da Conquista e Navegação», «Noite escura – Manhã radiosa», «Sob o govêrno da Restauração», «Horas tristes de luta», «Fim do século» e o final «Pátria Nova!», de lustre ao Estado Novo que o nomeou na função. Ilustrações na capa e ao longo do volume do conhecido artista escalabitano Brás Ruivo, prefácio de Carlos Borges.

O exemplar foi oferecido por Eugénio de Lemos à “brilhante jornalista e escritora Aurora Jardim”, tendo da autora de Romance Branco o ex-libris heráldico na contracapa.

25€

Francisco Nogueira de Brito ― Arqueologia Scalabitana

Arqueologia Scalabitana // Relatorio Elaborado por (...) / Excursão da Associação dos Arqueologos Portuguezes a Santarem em 9 de Julho de 1916 / Separata do «Boletim da Associação dos Arqueologos Portuguezes» feita a expensas do 3.º Visconde de Santarem
 
Lisboa ― Composto e impresso na Tipografia ― Casa Portuguêsa (139, Rua do Mundo, 141) 1917. In-8º gr. de 27, [1] págs. Br.
 
Relação de um périplo à maneira do que Garrett, Passos Manuel e afins fizeram mais de meio século antes, mas obviamente centrado nos temas de História da Arte do burgo santareno.
Da separata, valorizada pelas fotogravuras em folhas à parte e sobretudo pela bela capa desenhada por Alberto de Sousa, foram impressos mil exemplares correntes (como este) e seis especiais, que não terão sequer chegado a entrar no mercado.
 
14€