catálogo on-line
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Gomes de Amorim — Os Lusíadas de Luís de Camões
Luís de Camões — Os Lusiadas
Luís de Camões — Os Lusiadas
O Episodio do Adamastor nos «Lusiadas» de Luis de Camões
Episodios de Ignez de Castro e Adamastor
Ignez de Castro: episodio extrahido do canto terceiro do poema epico Os Lusiadas
José Fernandes Fafe — Os Lusíadas e os Outros e outros poemas
Fernando Gil — O efeito-Lusíadas
Este vencedor do Prémio Pessoa (em 1993) dedicava-se aqui ao émulo Super-Pessoa num extenso e complexo ensaio sob o mote que assim descrevia: “Este estudo tenta elucidar uma impressão de leitura que porventura não é só do seu autor. Os Lusíadas suscitam reacções contraditórias. São por um lado uma obra laboriosa e árdua de ler – e, por outro, um deleite, para dizer como Tétis ao Gama. Foi para saber porque é assim que me pus à procura do seu princípio de composição”. Só para exemplo, uma das argúcias do filósofo na decomposição do livro é a de compreender quatro níveis no Camões que o escreveu: o homem, o autor, o narrador e o poeta.
Oliveira Simões — As Armas nos Lusíadas
Reis Brasil — O Amor em Camões
1957. (Composto e impresso em Outubro de 1957 na Tip. do «Jornal do Fundão»). In-8º de 160, [4] págs. Br.
Poesias Lyricas Selectas de Luiz de Camões
Eleutério Cerdeira — Duas Grandes Fraudes Camonianas
Selecta Camoniana ou Excerptos dos Lusiadas com summarios e notas explicativas
Camilo Castelo Branco — Camões
Garrett — Camões: poema em dez cantos (edição illustrada)
Poemas (A Camões no quarto centenário da publicação dos Lusíadas)
Os Lusíadas que Fomos, os Lusíadas que Somos
Veiga de Carvalho — Nótulas Camonianas
Annuario da Sociedade Nacional Camoneana
Porto: Sociedade Nacional Camoneana, editora – 1881. In-8º gr. de 317, [3] págs. Enc.
“Publica-se hoje o primeiro Annuario d’esta sociedade, que foi inaugurada em 10 de Junho de 1880, anniversario do fallecimento de Luiz de Camões, quando tres seculos eram passados desde que o grande Epico deixára a terra, tendo cumprido a sua gloriosa missão. (...) A celebração do tri-centenario do passamento do poeta despertou a idéa de constituir-se uma sociedade litteraria e de instrucção, cujo objecto principal fosse continuar o culto, que no mundo litterario se estabeleceu, á memoria de Luiz de Camões, ao estudo das suas obras, á litteratura contemporanea das suas producções. / Este assumpto foi proposto á discussão em uma das sessões da commissão litteraria da grande reunião, que se fez no Palacio de Crystal Portuense, para organisar os festejos que nos dias 10, 11, 12 e 13 de Junho de 1880 se prepararam para commemorar condignamente o centenario. O iniciador da idéa foi o sr. Joaquim de Vasconcelos”, convidando-se de seguida a Câmara Municipal, que se associou oferecendo para a Sociedade uma das salas da Biblioteca Municipal, em São Lázaro, que passaria a ser a sede desta tão efémera associação – no final do volume convidavam-se os sócios a participar no segundo anuário, mas o certo é que já não saiu mais nenhum, sendo este o primeiro e único publicado, em bom papel de linho; com contribuições de, entre outros, A. M. Cabral, Tito de Noronha, Conde de Samodães, Oliveira Martins («A marinha portugueza na era das conquistas»), Fernando Palha («Bibliographia Camoneana», catálogo da sua própria biblioteca) e João Franco Barreto.
Exemplar bem encadernado com lombada em pele gravada a ouro, acrescentada com dois rótulos. Não conserva a capa primitiva, supondo que tenha existido.
