catálogo on-line
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Ruben A. — O Mundo à Minha Procura (autobiografia)
In Memoriam Ruben Andresen Leitão
Feira do Livro do Porto
Manuel António Pina — Dito em Voz Alta (Organização de Sousa Dias)
Cartas de Eugénio de Andrade a Jorge de Sena / António Oliveira (org.)
As cartas aqui reproduzidas haviam sido devolvidas a Eugénio por Mécia de Sena (irmã de Óscar Lopes) após a morte do marido, tendo-lhe o poeta de As Mãos e os Frutos remetido igualmente as do seu correspondente. Vale citar desde logo a primeira, de 30 de Maio de 1955, ano e meio após a morte do propriamente Eu-Génio que adoptou o pseudónimo Pascoaes: "Diga-me quando puder qualquer coisa sobre a antologia do Pascoaes. Não voltou a pegar-lhe? Era bonito aparecermos com isso no próximo inverno. Quando passar pelo Porto previna-me". A segunda, de Novembro do mesmo ano, falava de um amigo não menos genial de Pascoaes - Federico García Lorca.
10€
Eugénio de Andrade — inéditos ou quase
Eduardo Lourenço — Ocasionais I
Funchal: Roteiro Histórico Turístico da Cidade
Forasteiros na Madeira Oitocentista
Boletim bibliográfico 3/2024
Teatro Romântico Brasileiro (prefácio e organização de Duarte Ivo Cruz)
Ribeiro Couto ― Histórias de Cidade Grande
João Guimarães Rosa — Ave, Palavra (3.ª edição)
João Guimarães Rosa — No Urubùquaquá, no Pinhém
João Guimarães Rosa — Sagarana (6.ª edição)
Leo Lania — Hemingway
Marguerite Duras — Moderato Cantabile
Marguerite Duras — A Amante inglesa
Pietro Citati — Ulisses e a Odisseia (A Mente Colorida)
Dramaturgias Emergentes — Volume Um
Dramaturgias Emergentes — Volume Dois
De volta, com livros
Garrett — Camões: poema em dez cantos (edição illustrada)
Poemas (A Camões no quarto centenário da publicação dos Lusíadas)
Os Lusíadas que Fomos, os Lusíadas que Somos
Veiga de Carvalho — Nótulas Camonianas
Giraldo sem Pavor ou a Tomada d’Evora
José Manuel Queimado — Evora: suas Ruas e seus Conventos
Teófilo Braga — Questões de Litteratura e Arte Portugueza
Teófilo Braga — Grammatica Portugueza Elementar
Galiza e Feminismo en Emilia Pardo Bazán
Galicia–América: cantos de emigración e exilio (1875-1951)
25 de Abril, 50 anos, 100 livros: Catálogo
Claudio Rodríguez Fer — Lugo Blues (Ilustrado por Sara Lamas)
“Cando em 1987 apareceu a primeira edición de Lugo Blues axiña se converteu nun libro de culto, e os seus versos -que percorren a memoria persoal do autor mais tamén interpelan a nosa memoria colectiva- ían pasando de man en man descifrando o espírito desta cidade amurallada. Agora, tantos anos despois, era tempo de regresar a esta gran creación de Claudio Rodríguez Fer; que aquí revisa e amplía con numerosos poemas, e que incorpora ademais o suxestivo traballo artístico de Sara Lamas”.
16€
Ernesto Guerra da Cal — Antologia Poética (Edição de Paulo Fernandes Mirás)
Federico García Lorca — Seis poemas galegos
Federico García Lorca — Seis poemas galegos
Editorial “Nós” – Compostela. [Aliás, Alvarellos Editora]. [“Esta edición facsimilar e ilustrada dos Seis poemas galegos de Federico Garcia Lorca reimprimiuse no mês de febreiro de 2024”]. In-8º q/quadrado de [30] ff. inums. Br.
Quarta tiragem desta edição em fac-simile originalmente publicada em 2018, com outras intermédias em 2019 e 2021 – vencedora do «Premio ao libro mellor editado» na Gala do Libro Galego de 2019. Ao fac-simile do livro de apenas seis poemas de que tanto porém haveria a dizer, e que um dia diremos numa nossa edição portuguesa, o editor Henrique [Quique] Alvarellos, fervoroso lorquiano, acrescenta uma recolha fotográfica de Federico na Galiza, que comenta – depois de ter procurado e descoberto as imagens em arquivos vários. O mesmo Quique afiança, como já nos afiançou em pessoa, serem estes os poemas galegos mais editados e reeditados (e traduzidos) em todo o séc.XX, mais do que os da própria Rosalia de Castro – que Lorca tanto apreciava, e a quem precisamente dedica uma destas maravilhosas composições. Maravilhosas e um nadinha lusas: foi o galego-luso Ernesto Guerra da Cal, natural da mesma Ferrol do caudilho Franco que lhe provocaria o exílio, quem verteu para galego tradicional os poemas que o amigo andaluz lhe ia ditando. É uma longa e misteriosa história… E “amigo”, incluindo o sentido medieval do termo, é vocábulo que vem muitíssimo a propósito, porque estas são cantigas de amigo «2.0».
Falando em Franco: o editor da edição original na Nós, Anxél Casal, seria assassinado no mesmíssimo dia de Lorca,pelas mesmíssimas (na Galiza como na Andaluzia, em Santiago como em Granada) matilhas fascistas.
15€
Henrique Alvarellos — Federico García Lorca en Santiago de Compostela
El Gran Viaje de Estudios de García Lorca
Pascoaes — Santa Teresa e Soror Mariana
Pascoaes — Tierra Prohibida
A Casa de Teixeira de Pascoaes (fotografias actuais de Sérgio Freitas)
Quem liam os modernistas? O «saudosista» Pascoaes
[Lidas há pouco as memórias lorquianas de Rafael Alberti, uma das mais recentes entre as múltiplas leituras a que um tradutor português de um gigante como Federico García Lorca se deve entregar - não tem a desculpa da dificuldade do idioma. A páginas tantas, conta das sessões que o grupo da «Resi» (a madrilena Residencia de los Estudiantes), incluindo ele próprio, Lorca, Aleixandre, Guillen, Salinas e outros membros da «Geração de 27», o ex-estudante Juan Ramón Jiménez, etc., fazia pelos serões poéticos. Liam: Gide, Valéry, Aragon, Eluard e... "Teixeira de Pascoaes", que aliás os viria a visitar in loco / in Lorca 1 ou 2 vezes, uma das quais correspondendo ao convite para lá pronunciar uma conferência (1923). 4 franceses e... Pascoaes. Nem este vosso amigo, adepto devoto e confesso do amarantino, faz às vezes perfeita ideia do prestígio naquela época do nosso génio Europa fora, Espanha em particular - quando nele se falava para o Nobel, em cuja short list viria mesmo a figurar. Depois, muito pouco depois, começou o investimento do Estado Novo na monomania pessoana, que após o tão ou mais centralista 25 de Abril ainda aumentaria, e juntando isso à estreiteza de vistas (salvo raríssimas excepções) da Academia e ao golpe-de-sorte brasileiro (via Adolfo Casais Monteiro e Cecília Meireles, principalmente), foi o que se sabe. 









