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Jean Cocteau — Nouveau Théatre de Poche
Frédéric Vitoux — La Vie de Céline
Será talvez a mais monumental biografia dedicada ao escritor francês, até hoje inédita em Portugal; com um conjunto de fotogravuras em folhas centrais a ilustrá-la.
Exemplar com defeitos exteriores.
12€
Louis-Ferdinand Celine — De un castillo a otro
Edição castelhana deste livro que é "la rememoración autobiográfica de la ajetreada existencia de Céline desde su fuga en 1944, escrita desde el presente real de su vida en Meudon, donde él ejerce la medicina, y su mujer da clases de baile. Libro desesperado y sarcástico, teñido del más radical nihilismo y presidido por la furia impotente del hombre marginado, proscrito, desposeído de todos sus bienes, hasta de la gloria literaria que legítimamente le pertenece, es un alucinante documento sobre el crepúsculo sangriento de la última guerra, y una novela de fuerza excepcional".
7€
Anatole France — La Vie Littéraire (Quatrième Série)
O longo prefácio do próprio escritor é principalmente um longo elogio do editor Calmann-Lévy, falecido pouco antes, nesta altura já «continuado» na actividade pelos filhos.
Exemplar artesanalmente cartonado, parecendo ter colada sobre a pasta superior a frente da capa original – e na lombada os fragmentos do encaixe com título e autor.
10€
Anatole France — Le Génie Latin (nouvelle édition revue par l'auteur)
Alguns dos capítulos: «Daphnis et Chloé», «La Reine de Navarre», «Remarques sur la Langue de La Fontaine», «Molière», «Jean Racine», «Chateaubriand», «Xavier de Maistre», «Sainte-Beuve Poète».
Exemplar artesanalmente cartonado, aproveitando por inteiro a capa primitiva.
Anatole France — Le Lys Rouge
Luxuosa
edição de um livro já inúmeras
vezes publicado cuja actual editora, a Gallimard, descreve como
único na obra - agora “reabilitada e de novo na moda” – do
romancista, “carnal e sexual”, narrando os amores de um artista
com uma mulher mundana casada com um político (e baseado, segundo a
editora, nos do próprio Anatole France com Mme. De Caillavet). A
trama toma por pano de fundo a cidade de Florença (daí o título),
assim ligando as duas mais encantadoras urbes
do Velho Continente; tendo este exemplar, que abaixo se descreve, uma
nota de compra precisamente “Recordação de Florença / Março de
1950”.
Exemplar n.º XIV de uma das tiragens à parte – a da série mais corrente, em papel vélin de Rives, numerada de V a LIII, entre uma tiragem total de 1000+LIII; revestido de uma boa encadernação em pergaminho que lhe conservou ambas as faces da capa e até mesmo a tira que revestia o encaixe. Peça de colecção.
Aquilino Ribeiro — Anatole France
Livrarias Aillaud e Bertrand. 1923. In-8º de 77, [3] págs. Br.
O texto de Aquilino é antecedido pela elogiosíssima apresentação em que Cardoso de Oliveira planava por todos os títulos publicados pelo romancista até à época; e por uma gravura com o retrato do escritor francês. Primeira edição.
Aquilino Ribeiro — Filhas de Babilónia
“Parte d'este livro escrevia-a há anos em Paris, a Babilónia, cuja taça d'ouro inebria toda a terra, como bradava e brada ainda do fundo dos séculos a voz irosa do profeta”, cidade em que também se passam e da qual falam ambas as novelas aqui acasaladas (termo bastante apropriado às duas narrativas): Os Olhos Deslumbrados e Maga.
10€
Frederick C. Hesse — Aquilino Ribeiro: Um Almocreve na Estrada de Santiago
Jacques Levron – Madame de Pompadour
Paule Dumaitre – Louis XIV au Temps des Mosquetaires
Encadernação editorial em tela com cliché colado sobre chapa recortada na frente.
10€
DUFRENOY – Atlas des 20 Arrondissements de Paris
Girard et Barrère, Géographes Editeurs / Paris_VIe. (1946). In-8º de 115, [1] + [12] ff. desd. Cart.
Além das rubricas típicas de um guia turístico da época – este publicado no ano do «renascimento» parisiense e francês após a Grande Guerra – distingue-se o que aqui se descreve pelos mapas que apresenta em folhas desdobráveis de cada um dos já então 20 bairros (como é próprio dos sítios civilizados, mantêm-se os mesmos vinte até hoje, sem «reformas administrativas»).
Bom exemplar, conservando os referidos mapas na íntegra e padecendo apenas de muito ligeiro desgaste exterior.
12€
André Castelot — Le Grand Siècle de Paris
Amiot Dumont, Paris. (1955). In-8º gr. de 364, [6] págs. + [24] de estampas. Br.
Edição original, já entretanto várias vezes reeditada por casas diferentes.
Exemplar com algum desgaste exterior, conservando-se o miolo em relativo bom estado.
12€
André Rousseaux — Littérature du Vingtième Siècle
A primeira série, depois de um longo prefácio do autor, tem capítulos acerca de Claudel, Fournier, Cocteau, Bainville, Mauriac, Bernanos, Bourget, Virginia Woolf e Aldous Huxley, Rilke, Maurois, etc.; e a segunda de Malraux, Valéry e também Claudel, Mauriac e Maurois, entre outros.
Primeira edição de cada um dos volumes.
André Rousseaux — Ames et Visages du XXe Siècle
Após o longo prefácio de dedicatória a Paul Bourget, o livro divide-se nas secções de capítulos – sobre François Mauriac, Georges Duhamel, Paul Valéry, Jean Cocteau, Paul Morand, Henry de Montherlant, André Malraux, Georges Bernanos, etc. – «Héritages», «Le Désert de l’Intelligence» e «Tentatives».
14€
André Rousseaux — Le Monde classique
Albin Michel, Éditeur/Paris. (1941). In-8º de 250, [4] págs. Br.
Além dos dedicados aos nomes referidos no sub-título - um por cada um, salvo Sainte-Beuve, com dois -, há também capítulos sobre Psellos, «La Renaissance Pédante» e Joubert.
Charles Baudelaire: 200 anos
Ernest Hemingway — Paris é uma festa
Paul Ariste — La Vie et le Monde du Boulevard
André Maurois — Paris
20€
Eugène Sue — Les Mystères de Paris (roman)
Genève, Éditions du Milieu du Monde. (1943). In-8º de 428, [4] págs. Br.
O autor desta versão destacava no seu prefácio a ideia de aproveitar o livro e reescrevê-lo pelo valor documental e histórico, apesar da “miséria do seu estilo” – argumentando que em nenhum momento da história francesa se escreveu pior do que no romantismo, salvo algumas “gloriosas excepções”.
Reedição de 5 mil exemplares de uma tiragem inicial de mais de 16 mil dada a lume em 1941; padecendo este já de algum desgaste exterior.
Marquês de Sade — História Secreta de Isabel da Baviera, Rainha de França
Marquês de Sade — Escritos Filosóficos e Políticos
M. Rodrigues Xavier (Venda Nova – Amadora). (Este livro foi compsto e impresso, como edição de Torres & Abreu, Lda., na Tipografia Central da Borralha-Águeda, em Dezembro de 1971). In-8º peq. de 151, [1] págs. Br.
Ao famoso «Diálogo entre um padre e um moribundo» juntam-se aqui textos como «Consolações filosóficas», «Carta de um cidadão de Paris ao rei dos franceses» e «Justificação do prazer», entre outros – vários dos quais directamente relacionados com os tempos revolucionários e pós-revolucionários, como o discurso nas honras fúnebres de Marat.
Os Melhores Contos do Marquês de Sade
Editora Arcádia (1970). In-8º de 252, [4] págs. Br.
Volume publicado na colecção Antologia, espraiando-se a introdução do tradutor por quase sessenta páginas. Os textos aqui apresentados são «Florville e Courval ou o fatalismo», «Há lugar para dois», «Émilie de Tourville ou a crueldade fraternal», «Augustine de Villebranche ou o estratagema do amor», «Aventura incompreensível e atestada por uma província inteira» e «O presidente mistificado».
Bom exemplar, embora com
a capa já ligeiramente desplastificada no encaixe.
Isidore Ducasse, «Conde de Lautréamont»: 175 anos
Jean-Paul Sartre — A Náusea (Romance / 2.ª edição)
Jean-Paul Sartre — La Putain Respecteuse: piece en un acte et deux tableaux
Uma das peças mais traduzidas do francês, com adaptações ao cinema e à televisão, cá em Portugal continua até hoje (salvo erro) por editar.
Bom exemplar, apesar de assinado na folha de rosto.
12€
Jean-Paul Sartre — Mortos sem sepultura
Editorial Presença / Lisboa - 1961. (Composto e impresso na Tipografia Nunes, Porto). In-8º de 166, [2] págs. Br.
"A nova peça de Jean-Paul Sartre aqui apresentada, uma das mais extraordinárias do autor da Náusea, coloca-nos perante a luta travada entre os homens da resistência francesa, os de-gaulistas, e os milicianos da facção de Pétain, que apoiaram a ocupação alemã".
Jean-Paul Sartre — Mortos sem sepultura
Jean-Paul Sartre — Os Dados Estão Lançados
Jean-Paul Sartre — as moscas (5.ª edição)
Emmanuel Mounier — introdução aos existencialismos
Newton de Macedo — Introdução à Filosofia (seu significado e valôr)
Um dos seus principais, o livro foi dividido pelo autor (dos pioneiros da primeira e fugaz Faculdade de Letras portuense que recentemente comemorou um século) nos capítulos «Sciência e Filosofia», «A actividade scientífica», «A actividade moral», «A actividade estética», «Significado e Valôr da Filosofia» e «História da Filosofia».
Exemplar de resto em boa condição, mas desvalorizado por um pequeno rasgão (sem falha de papel) na capa, na base do encaixe.
Alfredo Pimenta ― Estudos Filosóficos e Críticos
Magicaturas: Semanario para Ensino Alegre de Filosofia
De
acordo com os poucos catálogos em que aparece mencionada,
tratar-se-á da colecção completa desta revista que acompanha o percurso da Ditadura Militar, deixando de
publicar-se com a ascensão de Salazar ao poder. Se não nos falhou a
consulta, todos os artigos e rubricas são da exclusiva
responsabilidade de Artur Bivar ("ditador dentro desta casa"),
no registo habitual do autor de Ha
Capito
e Dominus Tecum (que também temos),
mais conhecido pelo Dicionário
Geral e Analógico da Língua Portuguesa.
Nesta espécie de revista de filosofia em vulgata há textos sobre
filósofos, sobre a filosofia nas antigas civilizações, sobre
ciência e descobertas científicas, e em cada número uma
interessante «Alpista Filosófica» com citações curiosas de
filósofos e escritores.
Os 13 números foram artesanalmente cartonados em conjunto.
Jorge Amado ― Bahia de Todos os Santos
Martins
(São Paulo, 1964). In-8º de 324, [14] págs. Br.
A editora paulista apresentava assim a coisa na badana posterior: “(…) um canto de amor à cidade mais velha e mais bela do Brasil, a mãe das cidades brasileiras. Aparece agora, em oitava edição, integrando as “Obras Ilustradas de Jorge Amado”, a grande realização editorial com que a Livraria Martins Editora comemora o 30.º aniversário da publicação de “O País do Carnaval”, primeiro livro de J. A., e o 20.º aniversário do seu contrato de exclusividade, em língua portuguêsa, com nossa Casa. / Conserva esta edição a serie de magníficas gravuras criadas especialmente para êste guia pelo pintor Manuel Martins que, para realiza-las, demorou-se em Salvador alguns mêses, em 1944. Estas gravuras vêem ilustrando o livro desde a primeira edição. Para esta edição comemorativa, Flavio Damn, o grande fotografo brasileiro, realizou dez magnificas fotos da cidade de Jorge Amado, completando assim a beleza do livro. Jorge Amado, por sua vez, actualizou o guia, reescrevendo varios capítulos e acrescentando cenas e informações, o que faz desta oitava edição um livro praticamente novo”. Acrescem a capa de Clovis Graciano e um retrato do romancista baiano por Carlos Scliar.
Exemplar da 10.ª edição (mera reimpressão da acabada de descrever).
Jorge Amado ― Farda Fardão Camisola de Dormir
Editora Record. [S/d – 1979?]. In-8º de 239, [1] págs. Br.
“Este livro (…) conta de como uns poucos e velhos literatos, totalmente desarmados, empreendem guerra e guerrilha contra a avalanche nazista e a vigilante ditadura doméstica e delas, de maneira muito curiosa, saem vitoriosos”. Capa de Jenner Augusto, ilustrações de Otávio Araújo, retrato do autor na anteportada por Jordão de Oliveira.
Contos do Brasil (primeira série)
Portugália Editora, Lisboa (1966). In-8º de 370, [2] págs. Br.
Obedecendo aos critérios bastante arrevesados que o próprio antologiador fazia questão de explicar no seu prefácio, esta recolha contempla, entre outros, peças de Machado de Assis, Monteiro Lobato, Graciliano Ramos, Mário de Andrade, Aurélio Buarque de Holanda e Lígia Fagundes Teles.
Exemplar com algum desgaste exterior; sem defeitos de monta no miolo.
Contes et chroniques d’expression portugaise (Portugal – Brésil – Afrique)
Pocket (2002). In-8º peq. de 198, [2] págs. Cart.
Exemplar revestido de cartonagem artesanal, que aparentemente terá aproveitado a face superior da capa de brochura e uma tira com os dizeres do encaixe.
8€
Manuel Ferreira ― Que Futuro para a Língua Portuguesa em África?
Edições ALAC, 1988. In-12º de 91, [1] págs. Br.
Publicado no ano seguinte ao da jubilação do autor, é um trabalho com muitos apontamentos e problemas de interesse acerca do processo de descolonização nos países africanos de língua portuguesa.
Tiragem de 1000 exemplares, este com uma pequena etiqueta colada sobre a capa mas aparentemente ainda por estrear.
Amorim de Carvalho ― tratado de versificação portuguesa
Esta segunda edição é apresentada por um prefácio «Ao Leitor» em que explicava o autor ter para ela feito só algumas alterações e ampliações. O livro divide-se nas partes «Da metrificação e das leis do verso», «Dos vícios contra a pureza musical, da harmonia imitativa e da rima», «Das estrofes e dos sistemas estróficos» e a brevíssima «Do verso metrificado ao verso livre», seguindo-se-lhes, a terminar o volume, um «Apêndice Histórico» sobre «A versificação através da poesia portuguesa».
10€






