catálogo on-line
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O Lubis-Homem
Alberto Pimentel — Uma Visita ao Primeiro Romancista Portuguez em S.Miguel de Seide
Alberto Pimentel — O Livro das Lagrimas
Alberto Pimentel — Rosas Brancas
Porto: na Livraria de Novaes Junior – Editor – 1868. In-8º de 32 págs. Br.
Castilho, a quem o livro é dedicado, terminava assim o seu prefácio-em-carta: “Permitta-me dizer-lhe em prosa chã meu poeta, o que nas arriscadas viagens por mar se ouve sempre com delicias aos marinheiros velhos quando a proa vai em bom rumo e com vento de servir nas vellas cheias: andar assim que é bom andar.”
Um do títulos iniciais de Pimentel, já consideravelmente raro nesta sua primeira e porventura única (independente) edição.
25€
Alberto Pimentel — Seára em Flor
Alberto Pimentel — Memória sobre a História e Administração do Município de Setubal
Alberto Pimentel — O Capote do Snr. Braz
Antero de Figueiredo — Doida de Amor (Novela)
Doida de Amor (Novela) / Quarta edição, 6.º milhar
Livrarias Aillaud e Bertrand, Paris-Lisboa / Livraria Francisco Alves, Rio de Janeiro 1918. (Composto e impresso na typographia «A Editora L.da». In-8º de 191, [i] págs. Enc.
Exemplar com boa encadernação de lombada em pele gravada a dourado, mas que infelizmente o desproveu da capa original – da qual não conserva nenhuma das faces.
10€
Antero de Figueiredo — O Último Olhar de Jesus
Antero de Figueiredo — Senhora do Amparo
Antero de Figueiredo — Fátima
Guilherme de Santa Rita — O Bezerro de Oiro
Joaquim Leitão — Os Deuses Voltaram
Frédéric Lefèvre — Images Bibliques
Pinto Ribeiro — Os Nossos Maiores
Campos Monteiro — A oito dias de vista
Campos Monteiro — Contra a Maré (contos e chronicas)
Campos Monteiro — Auto das três barcas (4 quadros em verso)
Campos Monteiro — Santa Olivia (poema dramático)
Nemésio, Nemésios (Um Saber Plural)
Vitorino Nemésio: Estudo e Antologia
Boletim bibliográfico 5/2023
João Barrento — Aparas dos Dias (A escrita na ponta do lápis)
Antologia de Poesia Açoriana (do século XVIII a 1975)
Natália Correia — O Sol nas Noites e o Luar nos Dias
Natália Correia — Erros Meus, Má Fortuna, Amor Ardente
Cesariny (5-8-23)
Assinalamos hoje, a partir da que foi em várias temporadas a sua praia minhota, o centenário de Mário Cesariny ["oh meu Deus de Vasconcelos"] - indivíduo bastante genial nascido em Lisboa a 9 de Agosto de 1923. Representou para o século XX português o que tinham sido entre a Idade Média e a Moderna um Gil Vicente e entre a Moderna e a Contemporânea um Bocage: um sopro de liberdade, licenciosidade e espontaneidade como a literatura ("afinal o que importa") portuguesa não terá visto em mais ninguém. De resto, todos os que com ele alguma vez privaram foram testemunhas dessa espontaneidade ao mais alto grau, capaz de uma rima ou de um epigrama fulgurantes em meras fracções de segundo. Cesariny era um caso sério de génio; infelizmente, dirão alguns (como nós), ou felizmente, dirão outros, dedicou-se tanto à sátira e ao humor que poucas vezes parou para o escutar a fundo. Quando o fez, sacou das profundezas por exemplo O Navio de Espelhos, dos principais candidatos ao título de mais belo poema alguma vez escrito em língua portuguesa. Pascoaes — Poesia I
Boletim bibliográfico 4/23
Boletim Bibliográfico 3/2023
Federico García Lorca
Camilo Castelo-Branco — Maria! Não Me Mates, Que Sou Tua Mãe!
João Bigotte Chorão — Camilo, a Obra e o Homem
Catálogo - PALOP's
Alexandre O'Neill ― Coração Acordeão
Edição organizada por Vasco Rosa com a colaboração de Perfecto Cuadrado, Maria Antónia Oliveira e Luís Manuel Gaspar e incluída na colecção «Horas Extraordinárias – Série Inéditos de Imprensa» do extinto jornal «O Independente». Colige textos publicados por O’Neill em periódicos diversos desde os anos 40 aos 80 – o escritor morreria em 86 –, destacando-se a década de 70, de longe a mais profusa; com referências a Pascoaes («Recordação precipitada de Teixeira de Pascoaes», o artigo saído na «Vértice» em 1953 após a morte do poeta), Nobre, Borges, Torga e Tolentino (seu «antepassado» dilecto), entre muitos outros, além da «Resposta a um inquérito sobre André Gide» publicada na «Unicórnio» em 1951, a instâncias de Jorge de Sena.
Encadernação editorial com sobrecapa ilustrada.
Exemplar novo.
Urbano T. Rodrigues ― Imitação da Felicidade
Imitação da Felicidade (2.ª edição, Com um texto crítico de Mário Sacramento)
Livraria Bertrand – Amadora. (1974). In-8º de 216, [4] págs. Br.
De um livro de novelas que merecera na edição original (1966) os encómios de Claude Roy (“um talento rigoroso e comovedor”) falou de forma também bastante elogiosa Mário Sacramento no texto aqui aproveitado para prefácio: começando por lhe chamar não apenas obra de maturidade de um escritor por quem confessava um interesse especial mas, mais que isso, “ponto de fusão e síntese (…) de todas as correntes literárias válidas deste quartel de século”, tratando-se “não já de um caso de extraordinário talento (como sabíamos), mas de cumeada de uma época”.
Urbano T. Rodrigues ― A Impossível Evasão (seguida de O Espírito)
Urbano T. Rodrigues ― Horas Perdidas (Narrativa)
Urbano T. Rodrigues ― A Porta dos Limites
Livraria Bertrand, Lisboa. (1969). In-8º de 303, [5] págs. Br.
O prefácio de Ventura Ferreira aproveitava o título de um destes contos e do próprio livro (estreia do autor na ficção em 1952) para uma digressão acerca do tema dos limites da arte e da actividade do artista cuja leitura não é tempo perdido. Além desse, são também aqui apresentados «A Feira», «Palavras do Tempo Incerto», «Desviados», «Francisco da Lucini», «Um Domingo Diferente», «O Estrangeiro», «Avila de los Caballeros», «Sentidos», «Poesia», «A Aventura», «A Porta dos Limites», «Recordação», «O Grifo», «Tornada da Primavera» e «A Última Façanha do Tigre».
10€
Urbano T. Rodrigues ― Uma Pedrada no Charco
Uma Pedrada no Charco (novelas) / (2.ª edição)
Livraria Bertrand, 1959. In-8º de 237, [5] págs. Br.
Integra «A Impossível Evasão» (viria a ter edição independente), «Uma Pedrada no Charco», «A Banal Rosa Vermelha» e «O «Monte» das Rosas». Volume publicado na colecção de «Autores Portugueses».
8€





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