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Álvaro Cunhal — A Revolução Portuguesa
Álvaro Cunhal — Rumo à Vitória
edições “a opinião” 1 (Tipografia do Carvalhido, Porto). In-8º de 296, [IV] págs. Br.
Explicava o editor em nota preliminar ser esta estreia editorial a reedição do trabalho originalmente publicado em 1964 pelas edições «avante»; sob a direcção gráfica de Armando Alves.
Muito bom exemplar.
10€
[Álvaro Cunhal] — Até Amanhã, Camaradas
Pacheco Pereira — Álvaro Cunhal: «Daniel», o Jovem Revolucionário (1913-1941)
Álvaro Cunhal: Uma Biografia Política / «Daniel», o Jovem Revolucionário (1913-1941) / volume 1
Temas e Debates (1999). In-8º gr. de 473, [3] págs. Br.
Dispensará muitas apresentações este trabalho publicado em vida de Cunhal, que do próprio biografado, normalmente pouco dado a anedotas, recebeu o melhor elogio possível: “ele [o autor] sabe mais de mim do que eu próprio...”. A biografia teria depois sequência em três volumes adicionais, correspondentes a várias fases da vida do líder comunista.
14€
Francisco Ferreira ― Álvaro Cunhal, Herói Soviético
Maria de Lurdes Pintasilgo — As Minhas Respostas
Maria de Lurdes Pintasilgo — Sulcos do Nosso Querer Comum
Mulher das Cidades Futuras
Salgueiro Maia — Capitão de Abril
O Dia 25 de Abril de 1974: 76 fotografias e um retrato
the russian vision on europe
Hedrik Smith — Os Russos
Wladimir Weidlé — La Russie Absente et Présente
Nikolai Berdiaeff — De l’Esclavage et de la Liberté de l’Homme
Henri Troyat — Catherine la Grande
Henri Troyat — Gogol
Gogol — O Capote
Gogol — A Lei dos Cossacos («Tarass Bulba»)
Tolstoi — Os Cossacos
Tchekov — Ivanov
Tchekov — O Selvagem
Tchekov — Um Drama na Caça (Uma História Verdadeira)
Tchekov — A Minha Mulher
Gorki — Correspondência (Lenine / Gorki)
Gorki — Lenine
Gorki — O Espião
Gorki — Contes et Poèmes
Gorki — O Vagabundo Filósofo
Gorki — Uma Vida Inútil e Outros Contos
Boris Pasternak ― O Doutor Jivago
Livraria Bertrand. [S/d – 1959?]. In-8º gr. de 622, [2] págs. Br.
Primeira edição portuguesa do romance que a Pasternak valeu o Nobel, saída na série monumental da colecção «Autores Universais» e naturalmente valorizada pela tríade de escritores lusos que nela interveio; sendo de supor que a tradução de Abelaira tomasse como base a original italiana, publicada em 1957. Quanto a Aquilino, por entre pequenos retoques, louvou a bom louvar este romance no breve prefácio em que dele dizia “O seu sentimento da paisagem não tem rival. Os mil painéis que desenha do céu, da neve, da floresta, são todos diferentes e de uma incisão de traço e verdade que nem vistos com lentes de cristal. Nisto há um poder de incisão de miniaturista que nunca foi igualado”.
Exemplar com ligeiros defeitos exteriores.
Boris Pasternak ― O Doutor Jivago
Livraria Bertrand. [S/d – 1959?]. In-8º gr. de 622, [2] págs. Br.
Outro exemplar da mesma edição, mas com capa diferente - tenha ou não correspondido a tiragem diacrónica.
12€
Soljenitsin — Paz e Violência: A Hipocrisia do Ocidente
Soljenitsin — O Carvalho e o Bezerro
Soljenitsin — o primeiro círculo
Soljenitsin — L'Archipel du Gulag
Soljenitsin — Arquipélago de Gulag
Soljenitsin — agosto, 1914
Publicações Dom Quixote. (1973-1974). 2 vols. in-8º de 718, [2] págs. nums. em conjunto. Br.
“Agosto, 1914 é a narrativa minuciosamente documentada de uma epopeia, ou melhor, antiepopeia, o ataque do exército russo, em 1914, à Prussia Oriental, que termina com a sangrente derrota das tropas de Nicolau II, em Tannenberg, esmagadas pelas forças do chefe do Estado-Maior alemão Hindenburgo. // Soljenitsine reconstitui toda uma sociedade num momento em que ela se vê alterada por acontecimentos excepcionais. O autor «observa-a», assim, nesse momento privilegiado, desvenda-a nas suas estruturas e nas suas aparências, aproveitando uma altura em que a vida das pessoas se vê conturbada e em que os sentimentos e as paixões são exacerbados sob a acção de forças que substituem os pequenos ou grandes destinos individuais por um vasto destino colectivo que parece escapar ao contrôle dos homens. // Levantamento rigoroso de um momento exemplar da história russa, Agosto, 1914 é susceptível de outros níveis de leitura que não deixarão de se impor ao leitor atento. Esta, talvez, a razão por que incomoda uma obra que conta factos velhos de mais de cinquenta anos.”
Iuri Tivianov — Um Dom-Quixote Russo
Konstantin Simonov — Os Combatentes
Konstantin Simonov — Companheiros de Armas
Dias e Noites de Estalinegrado
Ilya Ehrenburg — A Viela de Moscovo
Ilya Ehrenburg ― O Degelo (Tradução de Juliane Haerdter)
Introduzem o segundo volume duas notas de apresentação, uma da tradutora (mais zangada) e outra do editor Vítor Silva Tavares (mais irónica), justificando-o e defendendo a opção da Ulisseia de publicar separadamente as duas partes, tidas por autónomas, do livro – opção que, garantia Haerdter, tivera o aval do próprio Ehrenburg. De ambos os volumes foi o arranjo gráfico de Sebastião Rodrigues, compositor também da capa (melhor) do segundo; a primeira fôra de António Sena. Números 6 e 21 da colecção «sucessos literários».
14€








