catálogo on-line

Livraria / Editora / Alfarrabista } { Porto bibliographias@gmail.com

.

.

José Cardoso Pires — Cartilha do Marialva

Cartilha do Marialva ou das Negações Libertinas, redigida a propósito de alguns provincianismos comuns e ilustrada com exemplos reais

Ulisseia (1966). In-8º de 191, [3] págs. Enc.

“Marialva é o antilibertino português, privilegiado em nome da razão de Casa e Sangue, cuja configuração social e intelectual se define, nas suas tonalidades mais vincadas, no deccorer do século XVIII”, assim apresentava o autor em resumo preliminar a sua interessante tese – porém insuficientemente explorada e desenvolvida, e padecendo entretanto de superficialidades e deficiências (na melhor das hipóteses; na pior, desonestidades) de leitura flagrantes, como o trecho em que se trataria depois a peça A Traição, de Camilo (exactamente o contrário do que se lhe argui, para o bem e para o mal); ou a ligeireza de apreciação do «caso amoroso» de Pascoaes, cuja filiação aqui forçada no conservadorismo rural lusitano até mete dó.
Segunda edição, publicada seis anos após a original, que constara de apenas 350 exemplares; encadernada em tela com sobrecapa de papel.

15€ (reservado)

José Cardoso Pires — Dinossauro Excelentíssimo

Dinossauro Excelentíssimo (ilustrado por João Abel Manta)

Arcádia (1972). In-4º de 93, [3] págs. Enc.

“Esta obra foi publicada simultâneamente em Portugal e no Brasil pela Editora Arcádia, de Lisboa, e pela Editora Civilização Brasileira S.A.R.L., do Rio de Janeiro.”
As ilustrações de Abel Manta, reproduzidas extra-texto, foram impressas nos ateliers Novotipo na mesma espécie encorpada de papel. Nas badanas aparece um texto de «apresentação» de Vítor Silva Tavares.

Exemplar da série corrente, marcado por ligeiro desgaste na sobrecapa; valorizado por dedicatória manuscrita do próprio Cardoso Pires aposta sobre a folha de anterrosto.
 
40€

José Cardoso Pires — Dinossauro Excelentíssimo

Dinossauro Excelentíssimo (ilustrado por João Abel Manta)

Arcádia (1972). In-4º de 93, [3] págs. Enc.
 
Outro exemplar da tiragem corrente da edição original, conservando igualmente a sobrecapa; este em branco, por estrear, sem qualquer dedicatória ou sinal de uso, padecendo apenas de ligeiros defeitos de armazenamento.
 
30€ (reservado)

José Cardoso Pires — Balada da Praia dos Cães

Balada da Praia dos Cães (Dissertação sobre um crime)

o jornal (1982). In-8º de 256, [2] págs. Br.

Edição original daquele que hoje talvez seja, muito por via da adaptação cinematográfica que José Fonseca e Costa ensaiou, o título mais famoso do autor – mais ainda que o mais lido O Delfim. Capa de João Segurado sobre fotografia de Manuel Costa e Silva, na frente, e atrás reproduzindo o conhecido retrato de Cardoso Pires caminhando sobre a linha de caminho-de-ferro, tirado por Inácio Ludgero.

Exemplar valorizado por dedicatória manuscrita pelo escritor ao crítico literário – com actividade sobretudo precisamente nas bordas do neo-realismo português – Ramiro Teixeira.
 
28€

O fantasma de Saramago

«O fantasma de Saramago, ou o misterioso caso do escritor que se esquecia dos livros que escreveu»

(Explicando:
- No mês em que se celebra Saramago, quase toda a nossa imprensa entrevista Lobo Antunes. Tirem as vossas conclusões, não parecendo nada tolas as que apontem para a vontade do entrevistado.
- A entrevistadora pergunta-lhe pelos livros que escreveu, e ele "Não me lembro nada disso. Trata de quê?")


Tirando a parte anedótica, é talvez das entrevistas mais desinteressantes da história da literatura, mas pode interessar muito como caso clínico. "Quando é que eu fui feliz?", pergunta alguém que a 66 questões da entrevistadora responde 62 vezes na primeira pessoa, o que parece francamente mais inédito do que o novo livro em vias de publicação, seja ele qual for, e trate do que tratar, verbo, esse sim, agora sim, feliz.

Psicólogos, psiquiatras, demais profissionais da saúde mental e gente sem nada de especial para fazer podem aceder à coisa aqui

José Saramago — Memorial do Convento (5.ª ed.)

editorial Caminho, O Campo da Palavra (1985). In-8º de 357, [3] págs. Br.

“O seu Memorial do Convento é um dos romances do nosso tempo que mais me emocionaram e mais me engrandeceram como ser humano”, terá dito Umberto Eco, autor do não assim tão afastado O Nome da Rosa, a Saramago – que com ele viu sublinhada e reforçada a consagração já começada após Levantado do Chão, e nele tem até hoje o seu título mais célebre.

Exemplar usado e com significativo desgaste exterior.

10€

José Saramago — O Ano da Morte de Ricardo Reis

editorial Caminho, o Campo da Palavra. (1984). In-8º de 415, [I] págs. Br.

Primeira edição daquele que muita gente considera o opus magnum de Saramago, mosaico da Lisboa dos anos inaugurais do Estado Novo com o início da guerra civil espanhola como pano de fundo – após a morte de Fernando Pessoa, em Novembro de 1935, o romancista põe o seu heterónimo das Odes a regressar desde o Brasil a Portugal, num exercício (duplamente) ficcional extraordinário.
 
30€   

José Saramago — A Bagagem do Viajante

A Bagagem do Viajante (Crónicas / 2.ª edição)

Caminho, o Campo da Palavra. (1986). In-8º de 241, [3] págs. Br. 

Segunda edição do livro originalmente dado a lume em 1973 pela Futura, que foi o quarto do escritor; junto com o terceiro, Deste Mundo e do Outro, um dos dois únicos volumes de crónicas que publicou.
Exemplar bem conservado, mas com assinatura de propriedade na folha de guarda, alguns vestígios de acidez e ligeiros vincos na capa.
 
12€

José Saramago — A Jangada de Pedra

Caminho, o Campo da Palavra. (1986). In-8º gr. de 330, [2] págs. Br.

Primeira edição de um dos mais celebrados e mesmo internacionalmente aclamados livros do autor.
Exemplar em bom estado, tendo só algumas marcas na capa e o habitual - mas aqui ainda muito ténue - escurecimento das margens do papel.
 
25€

José Saramago — História do Cerco de Lisboa

Caminho, o Campo da Palavra. (1989). In-8º gr. de 348, [4] págs. Br.

Edição original de um dos principais romances do autor – amiúde considerado, com Memorial do Convento e O Ano da Morte de Ricardo Reis, como lhe devendo integrar o pódio.

Três exemplares disponíveis.

28€

José Saramago — Todos os Nomes

Caminho, o Campo da Palavra. (1997). In-8º de 279, [3] págs. Br.

Foi a edição original do romance, último título publicado por Saramago antes de receber em 1998 o Nobel.
 
18€

José Saramago — Levantado do Chão

Levantado do Chão (Romance / 3.ª edição)

editorial Caminho / Colecção «O Campo da Palavra». (1982). In-8º de 366, [2] págs. Br.

Segue a segunda edição pouco precedente, de que aproveita a capa e a mancha gráfica.
Exemplar com um vinco e pequenos defeitos no canto superior direito da capa e das folhas iniciais.
 
10€

O Nobel de Saramago na imprensa internacional

A 9 de Outubro de 1998, conhecido o premiado com o Nobel da Literatura, começou uma longa sequência de notícias e reportagens acerca de José «Saramágico» na Europa Ocidental e na América Latina. Durariam semanas, e na Península Ibérica meses. As linhas de força das reacções à atribuição do prémio foram duas: a de finalmente ser reconhecida a língua portuguesa, senhora de uma literatura muito respeitável desde o Cancioneiro medieval luso-galaico, passando por Camões, depois Garrett e desembocando no «século de ouro» XX com Pessoa em destaque (perdoai-lhes, que não sabem mais...); e a de o Nobel voltar a contemplar a literatura-a-sério, depois de algumas derivas bastante discutíveis (ainda não tinham visto nada...).
Em Espanha, logo nesse dia seguinte o escritor português - já então a viver em Lanzarote, após a polémica com O Evangelho Segundo Jesus Cristo e o governo português de Cavaco e do secretário de Estado Sousa Lara a tomar-se das dores da ortodoxia católica - faz capa em grande parte da imprensa de referência, que apresenta quantidade considerável de peças assinadas por outros escritores, espanhóis, como Manuel Rivas, Enrique Vila-Matas, Arturo Perez-Reverte, Manuel Vasquez Montalban, etc. Aqui fica o início da de Juan Manuel de Prada no «ABC»: 
 
"O prémio Nobel não conta entre as suas virtudes com a da infalibilidade; talvez por isso, quando acerta, a reacção de quem acolhe os seus ditames com cepticismo, junta a perplexidade ao alvoroço. Ao premiar José Saramago, a assembleia dos académicos suecos não se limita a reparar uma obscena e demasiado repetida injustiça; dirigiu também o seu veredicto para a literatura em estado puro, sem condimentos políticos, folclóricos ou sociológicos, essas rémoras que nos últimos anos têm enturvado o elenco dos ganhadores, com nomes tão discutíveis ou estranhos como Morrison ou Fo.
Foi premiado um homem na plenitude dos seus recursos, entregue a uma obra que em cada título incorpora novos motivos de deslumbramento. Em 1985, quando foi publicado «O Ano da Morte de Ricardo Reis», Saramago era para nós um escritor quase secreto, mas desde aí a sua envergadura literária e moral continuou a crescer, com um vigor impetuoso, dono de uma coerência interna que distingue os mestres."

8 de Outubro de 1998

Faz hoje vinte anos que uma sua futura leitora muito ilustre celebrava o 16º aniversário e José Saramago era como nós todos informado de que a Academia Sueca lhe atribuíra o Nobel da Literatura. Foi a primeira - e, até hoje, única - vez que um escritor de língua portuguesa saiu premiado com o título. Pascoaes, Ferreira de Castro, Aquilino e Torga, portugueses, Guimarães Rosa e Jorge Amado, brasileiros, tinham sido entre muitos outros aventados em vão. Lobo Antunes auto-aventa-se todos os anos dizendo que não quer, mas não parece que venha a ter melhor sorte, coitado. O autor de «Todos os Nomes», publicado precisamente antes do prémio, foi o único nome a merecer a honra.

Podemos desdenhar dos prémios literários em geral e do Nobel em particular, podemos distanciar-nos de algumas posições políticas de Saramago (e desde logo do seu credo comunista), podemos achar pouca graça a uma certa rigidez da personagem, podemos tudo. Mas repare-se num homem que é criado por avós camponeses ribatejanos analfabetos e por pais ainda iletrados, faz a sua aprendizagem com dificuldades económicas nas escolas públicas e as suas leituras nas bibliotecas públicas, descobre a literatura, torna-se tradutor e editor, primeiro, depois jornalista e escritor, escreve romance após romance após romance e ganha assim, vindo do nada, feito do nada, pela primeira vez o Nobel. É razão suficiente para lhe dedicarmos este mês de Outubro, em exclusivo.

 
[Na imagem: «O dia em que Saramago ganhou o Nobel», ilustração de Gonçalo Viana]

Feira do Livro do Porto

Decorre de 7 a 23 de Setembro a quinta edição da nova Feira do Livro do Porto, nos jardins do Palácio de Cristal, somando a também quinta participação da bibliographias - que ocupará o pavilhão nº 107, quase exclusivamente ocupado com literatura.
Pode o programa ser consultado aqui

Alves Redol — Olhos de Água

Portugália Editora, Lisboa. [S/d – 1960?]. In-8º de 303, [7] págs. Br.
 
Segunda edição, publicada na colecção «contemporânea» com capa de Infante do Carmo, de um dos títulos mais apreciados de Redol (que o dedicou a Garrett) – este romance no qual “revive ou parece reviver uma vila ribeirinha, na monotonia dos seus pequenos ridículos e dos seus pequenos dramas, perdidos, quase sem eco, no ritmo voraz de uma civilização que a não consente. Por aqui andam lavradores e campesinos, barqueiros e lojistas, mondinas e artesãos, pescadores e ceifeiras. E também os que abalam para a grande cidade e para as ilusões de outros mundos que ficam para além do mar; e ainda os que vêm até à Borda-d’Água em busca de canseira para os braços ou de aventura para dar de comer ao coração”.

Bom exemplar, levemente desgastado na capa.
 
10€

Alves Redol — A Barca dos Sete Lemes


A Barca dos Sete Lemes (Romance / 2.ª edição)
 
Publicações Europa-América. (1959). In-8º de 435, [1] págs. Enc.

“A Barca dos Sete Lemes assinalava, no estilo e pela densidade da acção a melhor forma do escritor, a sua plena maturidade (...) é um grande romance e assinala uma fase culminante de domínio da criação romanesca na obra do grande escritor português”

15€

Alves Redol — Teatro

Publicações Europa-América. (1966-67). 2 vols. in-8º de 248, [8] e 235, [5] págs. Br.

O primeiro volume coligiu Forja e Maria Emília, ainda inédita e apresentada por um texto introdutório do próprio Redol, «Alguns apontamentos escritos ao sabor do improviso»; sendo também do autor a longa prosa preliminar que abre o volume, «Reinvenção de outra realidade». O segundo foi a primeira edição de O Destino Morreu de Repente (Sugestão para um divertimento popular), que o ocupa em exclusivo.  
 
20€

Ilse Losa — O Mundo em que Vivi

Edições Afrontamento. In-8º de 196, [4] págs. Br.

Uma mais de já tantas edições do mais conhecido livro da escritora, reproduzindo na capa um texto de Óscar Lopes sobre ele.

Exemplar por estrear.
 
7€

Ilse Losa — O Quadro Roubado

Figueirinhas / Porto. (1976). In-8º de 85, [3] págs. Br.

Um título menos conhecido de Ilse Losa; tendo por graça nesta edição original as ilustrações muito «BD» do pintor Jorge Pinheiro.
Bom exemplar.
 
12€

Histórias Inesquecíveis para Crianças

Histórias Inesquecíveis para Crianças (selecção de Ilse Losa / ilustrações de Manuela Bacelar)

Edição «Livros do Brasil» Lisboa (Rua dos Caetanos, 22). [S/d]. In-8º de 226, [6] págs. Br.

É rica a plêiade de contribuições para este livro: além das ilustrações de Manuela Bacelar e da capa de A. Pedro, contou com Ilse Losa não só para a selecção como para muitas das traduções, asseguradas também pela filha Margarida e, uma cada, por Maria Cristina de Araújo, Teresa Balté, Luísa Derouet e Virgínia de Castro Almeida. Estão representados escritores como os Grimm, George Sand, Ruskin, Tolstoi, Andersen, Mark Twain («Uma Fábula», deliciosa), Wilde e Selma Lagerlöf.
Exemplar por estrear.
 
10€

Eugénio de Andrade — História da Égua Branca

História da Égua Branca / Eugénio de Andrade // Ilustrações de Manuela Bacelar

Edições ASA. (1982). In-8º gr. de 30, [2] págs. Br.

Originalmente publicado em língua alemã num volume colectivo de 1972 dedicado a literatura infantil, o conto teve aqui a segunda edição, revista e com tiragem numerada, integrada na Colecção ASA Juvenil coordenada por Ilse Losa; salvo erro, a edição prévia nesta mesma chancela fôra em 1976.

Bom exemplar, marcado ao de leve na capa e de resto sem defeitos significativos.
 
10€

Manuel António Pina — Os Piratas

Os Piratas / Manuel António Pina, ilustração de Manuela Bacelar

Areal Editores (Novembro de 1986). In-8º de 45, [3] págs. Br.

“O texto de «Os Piratas», juntamente com outros, resultou do meu trabalho num projecto mais vasto (entretanto frustrado) ligado a um filme de Raul Ruiz. Mantive o nome da personagem porque é também o meu nome e porque o conto é narrado na primeira pessoa, embora, pelo menos até onde eu sei, nada tenha de autobiográfico. O vasto mundo e eu próprio são as únicas ilhas onde alguma vez vivi.”

7€

O Masculino e o Feminino em Literatura Infantil

Edição da Comissão da Condição Feminina, 1982. In-8º de 68, [4] págs. Br.

Livrinho integrado numa extensa colecção «Cadernos Condição Feminina», que interessará aos estudiosos de literatura infanto-juvenil e das (mal) chamadas «questões de género», e que aos leigos demonstra duas coisas: que estes temas já são tratados há mais tempo do que se possa supor; e que também são mais antigos do que se possa supor os excessos da dogmática feminista/«de género» (fica o leitor a saber que Ilse Losa e Sophia, por exemplo, condescenderam gravemente com o machismo instalado (!) ).

Bom exemplar.
 
5€

Cecília Meireles — Problemas de Literatura Infantil

Problemas de Literatura Infantil (3.ª edição) / (Com ilustrações de Sir John Tenniel, Arthur B. Frost, Henry Holiday, Harry Furniss, e Lewis Carroll)

Editora Nova Fronteira (1984). In-8º de 155, [1] págs. Br.

Originalmente publicado em 1951, o livro parte de três conferências pronunciadas pela autora e por ela depois desenvolvidas e rearranjadas em pequenos capítulos independentes: «Literatura Geral e Infantil», «O Livro que a Criança Prefere», «Alice no País das Maravilhas», «Como Fazer um Bom Livro Infantil», «Influência das Primeiras Leituras», «Bibliotecas Infantis», etc. Capa de Victor Burton.
 
10€

Selma Lagerlöf — O Livro das Lendas

Livros do Brasil. [S/d]. In-8º de 205, [5] págs. Br.

O texto introdutório é o famoso “A lenda de uma Dívida (Contada no banquete Nobel, a 10 de Dezembro de 1909)”, em que a escritora agradece à memória do pai as primeiras leituras, seguindo-se o interessantísso e mais longo dos contos “A rapariga do Brejo Grande” e depois “A mina de prata”, “A lenda da rosa do Natal”, “A Marcha Nupcial”, “O violinista”, “Uma lenda de Jerusalém”, “Porque durou tanto o Papa” e “O balão”.
Capa e ilustrações de Infante do Carmo. 
 
10€

Selma Lagerlöf — O Livro das Lendas

O Livro das Lendas (Tradução de Pepita de Leão / Revista para Portugal por A. Vieira d’Areia)

Livros do Brasil, Limitada / Lisboa. [S/d]. In-8º peq. de 193, [5] págs. Br.

Edição publicada na «Colecção Miniatura».

Exemplar ainda por estrear, sem defeitos significativos.
 
4€

Selma Lagerlöf — A Maravilhosa Viagem de Nils Holgersson através da Suécia

A Maravilhosa Viagem de Nils Holgersson através da Suécia (tradução de Maria de Castro Henriques Osswald/4.ª edição)

Editora Educação Nacional de Adolfo Machado - Porto. In-8º de 399, [3] págs. Enc.

É também da tradutora o prefácio que apontava este livro como uma “epopeia de virtudes simples e aspirações altíssimas”, dizendo da sueca “uma das maiores escritoras entre os maiores escritores do mundo”.
Exemplar revestido de uma boa encadernação com a lombada em pele – já um tanto desgastada, sobretudo nas extremidades – ornada de gravações a ouro; que conserva por inteiro a capa primitiva.
 
14€

Ali Babá e os Quarenta Ladrões e outros contos das Mil e Uma Noites

Ali Babá e os Quarenta Ladrões e outros contos das Mil e Uma Noites (texto de Costa Barreto / desenhos de César Abbott)

Editorial Infantil “Majora”, Porto//Portugal. [S/d]. In-8º de 126, [2] págs. Cart.

São os outros contos «As Duas Cadelas Encantadas», «Os Dez Zanagas», «O Barbeiro e os dois Irmãos», «O Mercador que Cheirava a Alho» e «A Talha de Azeitonas». As ilustrações de Abbott foram impressas a p/b no texto.
 
10€

Aladino e a Lampada Maravilhosa

Aladino e a Lampada Maravilhosa, por Carlos Frederico / ilustrações de Rachel Roque Gameiro

Porto: Livraria Chardron, de Lello & Irmão, L.da, editores – Rua das Carmelitas, 144 – 1927. In-12º de 71, [1] págs. Enc.

Volume publicado na colecção infanto-juvenil «Contos para Crianças», com o pequeno formato habitual encadernado em percalina gravada a ouro.
 
7€

Contos de Aladino

Contos/Transcritos por Mauricio Boucher (Segundo a tradição oriental e africana)

Casa Editora de A. Figueirinhas. Porto. [S/d]. In-8º de 71, [1] págs. Br.

Com ilustrações de Alfredo de Morais – a cores, em estilo «Arte-Nova», na capa, e a tinta-da-china em página inteira ao longo do texto –, o volume, recolhendo d’«As Mil e uma Noites» a história de Aladino, inaugurou a série oriental desta biblioteca juvenil.
 
Exemplar em bom estado, mas tendo algumas falhas na capa.
 
5€

Contos para as Crianças

Contos para as Crianças, por Frances Browne (Tradução portuguesa autorizada) // Os Dois Castelões / A Menina Caridade / O Pastor Ambicioso

Porto: Casa Editora de A. Figueirinhas (Rua das Oliveiras, 71) – 1924. In-8º de 48 págs. Br.

A autoria das ilustrações (p/b, página inteira) não foi indicada, mas parecem ter sido de Alfredo de Morais.
Bom exemplar.
 
5€

Três Contos de Perrault

Três Contos de Perrault (Ilustrações de Manuela Bacelar / Tradução de Luiza Neto Jorge e Manuel João Gomes)

Colecção Rectângulo de Ouro. Campo das Letras (1997). In-4º de 81, [21] págs. Enc.

Encadernado em tela com sobrecapa ilustrada, este álbum de ilustrações de Manuela Bacelar aproveita as versões de A Pele de Burro, O Barba Azul e O Polegarzinho que o casal lisboeta preparara para a edição (em formato mais pequeno) da Estampa 20 anos antes.

Exemplar com defeitos de armazenamento: margens das folhas ligeiramente amareladas e, pior, o papel da capa com um rasgão por incisão.
 
10€

La Fontaine — Contes et Nouvelles en Vers

A Amsterdam. M. DCC. LXII. (Aliás, Le Club Français du Livre, MCMLXIV). In-8º de XIV, [IV], 268, [8] e VIII, [IV], 306, [4], 16 [4] págs. Enc.
 
Edição em fac-simile da de 1762, publicada em dois volumes.

Boa encadernação do editor em tecido sintético, imitando pele, brunido a ouro em ambas as pastas e na lombada. 

10€

La Fontaine — Fábulas

Fábulas (Traduzidas ou adaptadas por poetas portugueses e brasileiros do século XIX e ilustradas por Grandville)

Temas e Debates. (1999). In-4º de 539, [5] págs. Br.

Edição impressa na Printer Portuguesa com capa de João Rocha. As versões oitocentistas (que já antes tantas e tantas edições tinham dado) foram revistas por Isabel St. Aubin.

Exemplar com pequenos defeitos.

10€