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Luís de Camões — Os Lusiadas

Os Lusiadas (segundo o têsto da primeira edição de 1572, com as variantes da 2ª edição impressa por Manoel de Lyra em 1584, e acrecentada com dois apêndices por A.J.Gonçálvez Guimarãis)

Coimbra: Imprensa da Universidade & Braga: Livraria Cruz – Editora. M DCCCC XXIII. In-8º de XIX, [III], 448, [IV] págs. Br.

Importante edição, reconhecido marco da bibliografia camoneana, preparada por Gonçalves Guimarães a partir da 1ª, que reproduz. Inclui a abrir um competente prefácio, da sua pena, em que são deixados apontamentos sobre a prioridade temporal das edições iniciais do poema e as várias alterações introduzidas; e, a fechar, uma nota com as variantes da 2ª edição, a que se seguem os dois apêndices (I – Sobre a pronúncia geral do português no tempo de L. de Camões. II – Algumas reflexões sobre a métrica) de aspectos técnicos gramaticais, com curiosas estatísticas e quadros vários. Inclui ainda uma gravura com a reprodução do frontispício da 1ª edição, além da reprodução do alvará com a licença de impressão passado em nome do rei (Sebastião) e do parecer de Fr. Bertholameu Ferreira, pela Inquisição.

Exemplar da tiragem corrente; encadernado em pele com lombada gravada a dourado.
 
30€ 

O Episodio do Adamastor nos «Lusiadas» de Luis de Camões

Livorno: Tipographia de Raffaello Giusti – 1897. In-4º gr. de 46, [II] págs. Br.

Reedição no mesmo local, um ano depois, de uma ainda mais rara edição de apenas 56 exemplares preparada por Joaquim de Araújo tomando como mote o cruzador «Adamastor»; esta, (também?) com três estampas em folhas à parte – o retrato de Camões, uma fotogravura do navio de guerra e uma outra com os promotores da lusa iniciativa em território italiano –, tem declarada uma tiragem de 192 exemplares, “simbolicos do numero de versos do Episodio”, dos quais aquele que aqui se apresenta está ainda por estrear, com os cadernos por abrir (apesar de algum desgaste da capa, principalmente sobre o encaixe).
 
45€

Episodios de Ignez de Castro e Adamastor

Episodios de Ignez de Castro e Adamastor extrahidos dos Cantos III e V dos Lusiadas com a traducção em versos francezes por J. A. d’Escodeca de Boisse

Lisboa: Imprensa Nacional, 1865. In-4º gr. de [38] págs. inums. Br.

Com um prefácio do editor, que explicava ser esta uma edição especial em homenagem à divulgação de Camões e d’«Os Lusíadas» pela cultura francesa; aproveitando a tradução do texto épico que o escritor francês Jean August Escodeca de Boisse preparava (não a chegando a terminar, por ter nesse mesmo ano morrido), e da qual se reproduziram aqui estas versões preliminares. Inclui um conhecido retrato de Camões gravado em litografia sobre folha própria junto ao frontispício. 

Exemplar exteriormente um tanto frágil, a recomendar futura encadernação, e também afectado por marcas frequentes de acidez no miolo.

25€

Ignez de Castro: episodio extrahido do canto terceiro do poema epico Os Lusiadas

Ignez de Castro: episodio extrahido do canto terceiro do poema epico Os Lusiadas de Luiz de Camões / edição em quatorze linguas

Lisboa: Imprensa Nacional, 1873. In-4º gr. de [88] págs. Enc.

Interessante recolha inesiana compilando as versões então conhecidas do célebre excerto do canto III que começa no magnífico verso “Estavas, linda Inês, posta em sossego”, com datas de 1745 a 1863, num total de 13 idiomas; sendo a tradução para francês a do duque de Palmela. Na anteportada reproduz-se um conhecido retrato do Épico. 

Exemplar encadernado logo à época com as pastas em percalina granitada e a lombada em pele granulada gravada a ouro; conservando a hoje rara capa de publicação (na imagem).

40€

José Fernandes Fafe — Os Lusíadas e os Outros e outros poemas

(o jornal, 1990). In-8º de 86, [2] págs. Br.

“Após mais de 20 anos sem publicar nenhum novo livro de versos, com este Os Lusíadas e os Outros e outros poemas regressa ao convívio dos leitores, com uma obra diferente”, este portuense embaixador que 3 anos antes fizera sair na Imprensa Nacional a sua obra em verso quase completa - que também temos.

Volume publicado na colecção «Horas de Poesia».

8€

Fernando Gil — O efeito-Lusíadas

Edições João Sá da Costa, Lisboa. (1999). In-8º peq. de 77, [3] págs. Br.

Este vencedor do Prémio Pessoa (em 1993) dedicava-se aqui ao émulo Super-Pessoa num extenso e complexo ensaio sob o mote que assim descrevia: “Este estudo tenta elucidar uma impressão de leitura que porventura não é só do seu autor. Os Lusíadas suscitam reacções contraditórias. São por um lado uma obra laboriosa e árdua de ler – e, por outro, um deleite, para dizer como Tétis ao Gama. Foi para saber porque é assim que me pus à procura do seu princípio de composição”. Só para exemplo, uma das argúcias do filósofo na decomposição do livro é a de compreender quatro níveis no Camões que o escreveu: o homem, o autor, o narrador e o poeta.
 
7€

Oliveira Simões — As Armas nos Lusíadas

alfa [s/d]. In-4º de 163, [i] págs. Cart.

“Fazendo a sua resenha, encontramos no poema referencias mais ou menos numerosas a: armas brancas, armas de haste, armas de arremesso, armas defensivas, artilharia neurobalística, armas de fogo, munições e engenhos de fogo, instrumentos e insígnias bélicas. Ocupar-nos-emos, sucessivamente, do que haja a considerar em cada uma destas categorias”.
Cartonado e abundantemente ilustrado, o álbum foi impresso sobre folhas de papel couché.

Exemplar por estrear.

12€

Reis Brasil — O Amor em Camões

O Amor em Camões (Nova interpretação de tipo psicológico) / 3.ª edição

1957. (Composto e impresso em Outubro de 1957 na Tip. do «Jornal do Fundão»). In-8º de 160, [4] págs. Br.
 
Edição com um prefácio próprio e aumentada de um novo capítulo, passando aqui a ter XI: entre eles, «Valor e sentido do platonismo», «Conceito geral do amor camoniano», «Camões e o sentimento do Divino» e «Visão global da personalidade camoniana». Várias composições do vate foram seleccionadas para irem entremeando o volume.

Exemplar desvalorizado por uma nota de compra escrita a tinta, embora engraçada.
 
10€ 

Poesias Lyricas Selectas de Luiz de Camões

Poesias Lyricas Selectas de Luiz de Camões publicadas pela V. de V. M.

Coimbra: Imprensa da Universidade. 1876. In-8º de XL, 225, [III] págs. Enc.

O volume, preparado pela Viscondessa de Vila-Maior – cujo longo estudo proemial, algo monótono, fornece alguns dados biográficos sobre o poeta e se estende pelas quarenta páginas prévias –, recolhe uma selecção de «Sonetos», «Canções», «Odes», «Elegias», «Eclogas», «Redondilhas», «Estancias», «Voltas» e «Endeixas», a que é no final acrescentado um «Additamento» de dois sonetos mais.

Exemplar guarnecido de uma boa encadernação com a lombada em pele gravada a ouro (não conservando, ao menos de modo visível, a capa de brochura); em muito bom estado no miolo, mantendo-se o papel ainda praticamente limpo. 

25€

Eleutério Cerdeira — Duas Grandes Fraudes Camonianas

Duas Grandes Fraudes Camonianas (documentadas com ilustrações)

1946 / Companhia Editora do Minho, Barcelos. (Composto e impresso nas oficinas gráficas da (...) Acabou de se imprimir aos 4 de Outubro de 1946). In-8º de 111, [I] págs. Enc.

Na «justificação prévia», os editores explicavam ter a edição resultado de um convite ao autor para rever e ampliar o estudo publicado na também sua edição monumental ilustrada d’Os Lusíadas, publicada no ano dos centenários (1940), e que tivera por título «As duas edições de Os Lusíadas datadas de 1572»; resolvendo ele acrescentar-lhe aqui ainda um outro texto acerca de outra mistificação, a de uma suposta assinatura de Camões.
 
Tiragem declarada de 1572 exemplares numerados, tendo esta casa dois deles, de uma tiragem encadernada sem a capa de brochura. 

14€   

Selecta Camoniana ou Excerptos dos Lusiadas com summarios e notas explicativas

Selecta Camoniana ou Excerptos dos Lusiadas com summarios e notas explicativas por Antonio Jose Viale (professor de Literatura Grega e Latina, no curso superior de Lettras, e socio effectivo da Academia Real das Sciencias)

Lisboa: Livraria da V. Bertrand & Filhos (aos Martires, 73) – 1863. In-8º peq. de [VIII], 314, [I], [i] págs. Enc. 

“As pessoas intelligentes, e principalmente as desveladas pelos progressos na instrucção publica, decidirão se foi acertada a traça d’esta obrinha, e se o seu desempenho satisfaz de algum modo ao fim a que tende este commetimento, embora humilde, novo na nossa terra, onde ainda não abundam nem os bons compendios, nem livros subsidiarios, que facilitem e suavisem o ensino e o estudo das disciplinas professadas nas escholas”.

Exemplar encadernado em pele mosqueada com a lombada gravada a ouro; por plausível descuido do encadernador, duas das folhas preliminares ficaram do avesso.

25€

José Gomes Ferreira — O Enigma da Árvore Enamorada

O Enigma da Árvore Enamorada: divertimento em forma de novela quase policial (1980)

Moraes editores (Composição: Gris Impressores, SARL). In-8º de 87, [iv], [I] págs. Br.

Além da principal peça que deu título ao volume, inclui depois «Diálogo de Cosme com o Diabo», um texto de 1923 que o escritor apresenta no intermezzo «Papéis Velhos»: “Não há escritor em que o tempo, sujo de pó e traças, não acumule nas gavetas, nos armários, nas malas e arcas, para confundir o futuro, papéis velhos do tamanho da indisciplina dos pesadelos de cada um”.

Primeira edição.

Exemplar quase impecável.

14€

José Gomes Ferreira — Revolução Necessária

Diabril (1975). In-8º de 243, [9] págs. Br.

Extensa recolha de peças antes publicadas na imprensa («O Primeiro de Janeiro», «Vida Mundial», «Diário de Notícias», «Diário Popular» e «Seara Nova»), infelizmente sem data assinalada, aqui agrupadas nas secções «Construção do Presente» (25 de Abril), «Intervalo, para recordar alguns amigos mortos», «O Passado, Memórias da 1.ª República», «Outro Intervalo, para meditações jornalísticas», «Tirania Ilúcida» e «Regresso à Luta Presente». Algumas das crónicas: «O meu 25 de Abril», «Reportagem do Rossio em 1974», «Memórias do M.U.D.», «O M.U.D. Juvenil», «A minha proposta de Constituição», etc.

Primeira edição.

15€

José Gomes Ferreira — Imitação dos Dias

Diabril (Este livro foi composto e impresso na Sociedade Industrial Gráfica Telles da Silva, Lda. (...) e acabou de se imprimir em Maio de 1977). In-8º de 190, [II] págs. Br.

Terceira edição desta heterodoxa espécie de diário, que o autor poderia ter dedicado a um futuro livreiro nascido no início do mês – este vosso. Não dedicou a edição, mas dedicou o livro aos netos Sílvia e Pedro José, acompanhando a dedictória de dois desejos, um bastante realizável e outro bastante irrealizável: que ele (o livro) ainda fosse legível no tempo deles, e que nesse tempo não houvesse já tiranos no mundo (temo-lo notado...).

Exemplar com ligeiro desgaste da capa; miolo em bom estado.  

10€ 

José Gomes Ferreira — Poesia (- I e – II)

Portugália Editora. (1972). 2 vols. in-8º de 170, [14] e 206, [6] págs. Br.

O primeiro volume teve aqui a 5.ª edição e o segundo a 4ª, ambas com a mesma capa de João da Câmara Leme. Vale a pena transcrever a dedicatória que abre o primeiro (sairiam seis, no total): “À memória de meu Pai, Alexandre Ferreira, mestre de virtudes republicanas, com quem aprendi tudo o que sei da Vida, da Morte, da Liberdade e do Amor. Foi para ele que reuni estes versos, depois de 27 anos de silêncio, quando o senti perto da Morte – que encarou com coragem exemplar”.

Exemplares com marcas de uso, o segundo sobretudo. 

20€

José Gomes Ferreira — O Mundo dos Outros

Publicações Europa-América, Lisboa (Este livro foi composto e impresso na Sociedade Industrial Gráfica (...) e concluiu-se em Junho de 1961). In-8º peq. de 173, [i], [II] págs. Br.

Foi salvo erro a segunda edição, publicada na colecção «os livros das três abelhas» com capa do pintor António Domingues, de uma recolha de textos originalmente publicada em 1950 pelo Centro Bibliográfico – nome hoje bastante implausível. Algumas das peças soarão familiares, até porque pelo menos duas tiveram edição autónoma: «A Boca-Enorme» e «O barbeiro de má-morte».

17€

Hélia Correia — Montedemo

Ficção Portuguesa (Relógio d’Água, 1987). In-8º de 56, [ii] págs. Br.

“Para meu espanto e maravilhamento, eis que o Montedemo e a sua gente me aparecem agora, passados alguns anos – e armados de um esplendor, de uma frescura, de tão bela e dramática energia que confesso – me enchi de desumano orgulho com que Pigmaleão viu mexer-se a sua estátua”, dizia a autora no seu prefácio a esta 3.ª edição do livro, aproveitado do catálogo da representação da peça pelo teatro «O Bando» que lhe servira de mote; as duas primitivas saídas na Ulmeiro em 1983 e 1984.
Ilustram a frente da capa precisamente uma fotografia dessa encenação e atrás uma outra, «retrato da escritora quando jovem». 

10€

Natália Correia — O Encoberto

Galeria Panorama. [1969?]. (Composto e impresso na Soc. Ind. Gráfica Telles da Silva, Lda.). In-8º de 122, [4], [II] págs. Br.

Proibindo a encenação, a censura marcelista proibiu também a circulação do livro, de nada servindo a carta de reclamação que a autora enviou (como outras) directamente a Marcelo Caetano já quase um ano decorrido nem o tom bastante (demasiado) respeitoso que nela usou; a peça apenas viria a ser reeditada pela Afrodite de Ribeiro de Melo em 1977. O parecer do  sempre doutíssimo censor: “É uma peça sobre o “mito” do regresso de D Sebastião, o “Encoberto”. / Trata-se do desenvolvimento em estilo de “paródia” de assunto histórico, com não poucas pinceladas pornográficas, à maneira de “Natália Correia”, com alusões ao povo português ou a figuras históricas com expressões de chacota e uma clara intenção de ridicularizar. / Conclusão: Julgo ser de proibir, por inconveniência política e ser pornográfica”. 
Este livro integrou precisamente a colecção de «obras visadas pela Censura» que saiu há tempos (em fac-simile) com o jornal Público

Exemplar com pequenas marcas na face superior da capa e ainda algo amolgado no topo ao longo de grande parte do volume; conservando-se todavia as folhas limpas.

17€

Natália Correia — Antologia da Poesia do Período Barroco

Círculo de Poesia ——————— Moraes Editores, Lisboa / 1982. In-8º de 342, [II] págs. Br.

A introdução de Natália Correia espraia-se por mais de três dezenas de páginas, constituindo nas palavras da própria “uma proposta de reabilitação da nossa poesia barroca que terá de ser lograda por críticos que se especializem não em denegrir o Seiscentismo mas em compreendê-lo e estimá-lo”, estimando ela e recenseando aqui, entre outros, Tomás de Noronha, Violante do Céu, Francisco Manuel de Melo, Frei António das Chagas, Gregório de Matos, Soror Maria do Céu, Ribeiro da Costa.

20€

Como Exilados de um Céu Distante: Antero de Quental e Giacomo Leopardi

Arranha Céus [S/d – DL 2019]. In-8º de 195, [I] págs. Br.

Interessante, trabalhado e documentado (embora com lacunas) estudo de Andrea Ragusa, dado a público nesta edição – da mão do saudoso João Paulo Cotrim – com o apoio do Centro de Estudos Anterianos e da tutelar Câmara Municipal da Vila do Conde onde Antero passou os derradeiros anos de atormentada existência; resumida na frase de Eça que deu título ao volume.

Exemplar novo.

14€  

A Ideia de Justiça em Antero de Quental

A Ideia de Justiça em Antero de Quental (Prefácio de Fernando Catroga) // Publicação patrocinada pelo Instituto Português do Livro e das Bibliotecas

íman edições [S/d – DL 2002]. In-8º de 238, [ii] págs. Br.

Cada um deles dividido em numerosos sub-capítulos, a autora (Maria João Cabrita) dividiu o seu estudo nos capítulos principais «A ideia de Justiça que subjaz ao percurso de Antero de Quental», «A ideia de Justiça ao longo da evolução intelectual de Antero de Quental» e «A proposta social e política para a reposição da Justiça». (A título de exemplo, algumas das partições e alguns dos sub-capítulos: «O justo da geração de setenta», «A influência proudhoniana», «O krausismo na Universidade de Coimbra», «O Cenáculo», «Da influência de Hegel à crítica ao hegelianismo», «A lei moral e o progresso – a santidade», «A proposta socialista de Antero de Quental», «A última fantasia revolucionária – a Liga Patriótica do Norte».

Exemplar novo, mas com ligeiros defeitos de deficiente armazenamento.

8€

Rebelo Bettencourt — O verdadeiro "Antero"

O verdadeiro "Antero" / no 1.º centenário do nascimento de Antero de Quental (18 de Abril de 1842 - 18 de Abril de 1942)

Emprêsa Literária Universal (15, Rua da Hora, 17), Lisboa. (Composto na Tipografia de «O Carlitos»). In-8º de 72, [i], [1] págs. Br.

"Figura excepcional e complexa, e aparentemente contraditória por essa extraordinária complexidade, Antero, que foi uma das mais nobras figuras do seu tempo, projecta-se ainda no presente, não como uma sombra, muito menos como uma curiosidade erudita, mas assumindo, talvez mais do que nunca, uma actualidade das mais vivas, pois nada, absolutamente nada, diminuiu ou morreu nas suas páginas,  antes, pelo contrário, nelas vamos encontrar, a-par-dos nossos problemas, a resposta às nossas inquietações espirituais"; assim começava o conterrâneo açoriano as suas palavras de «Pórtico».

Exemplar ainda por estrear, conservando os cadernos por abrir.

15€

José Bruno Carreiro — Antero de Quental (subsídios para a sua biografia)

Edição do Instituto Cultural de Ponta-Delgada / Depositária: Livraria Morais – Rua da Assunção, 51 / Lisboa, 1948. (Composto e impresso na Sociedade Astória, Lda. – Regueirão dos Anjos, 58 – Lisboa). 2 vols. in-8º gr. de XXXVI, 465, [I] e 434, [II] págs. Enc.

Trabalho de referência até hoje não ultrapassado (nem porventura igualado) na amplitude de elementos que investiga, recolhe e apresenta, desde a bastante exaustiva bibliografia – com que começa logo o primeiro volume e termina o segundo – à reprodução de variados documentos, boa parte deles desconhecidos do público. A dimensão e a profundidade deste trabalho do fundador do Correio dos Açores que convidou Raul Brandão terá merecido ao também açoriano Onésimo Teotónio de Almeida o título d’”a melhor biografia portuguesa”; reeditada décadas mais tarde pela INCM. 
Boa encadernação conjunta dos dois volumes com cantos e lombada em pele, embora esta já ligeiramente desgastada; conservando ambas as faces da capa original de ambos; o corte das folhas carminado à cabeça; e o primeiro volume valorizado por dedicatória de oferta do autor.

60€

Antero de Quental — Sonetos

Lisboa, Livraria Sá da Costa, 1979. In-8º de LXXXVIII, 287, [III] págs. Br.

Edição organizada, prefaciada e anotada por António Sérgio e integrada na colecção de clássicos da Sá da Costa, com a gravação de um retrato do poeta. Para além do extenso estudo de Sérgio, reproduz também o prefácio de Oliveira Martins dado a lume na edição original.

14€

Antero de Quental — Sonetos

Lisboa, Livraria Sá da Costa, 1979. In-8º de LXXXVIII, 287, [III] págs. Enc.

“Há mais de 20 anos que faço Sonetos, e todavia nunca escolhi esse género nem estudei nos mestres os segredos especiais daquela forma; levou-me para ali uma predilecção impensada e singular (pois, quando comecei, ninguém entre nós os fazia já, sepultados como estavam, com todas as outras formas clássicas, debaixo da reprovação dos românticos) e talvez a influência dos nossos poetas do século 16, que foram dos primeiros que conheci. O fundo de idealismo que há naqueles poetas apossou-se então de mim e os seus Sonetos, especialmente os de Camões, tornaram-se para mim como um Evangelho do sentimento. Tais são as minhas raízes, se assim posso dizer” [Antero, em carta a Carolina Michaëlis]

Exemplar da série encadernada pela editora com gravações a dourado, cuja tiragem terá sido bastante mais restrita do que a corrente.

20€

Antero de Quental — Prosas Escolhidas (Selecção e prefácio de Fidelino de Figueiredo)

Livros de Portugal, ltda. Rio de Janeiro, 1942. In-8º gr. de 309, [9] págs. Br.

É  bastante extenso (ultrapassa as duas dezenas de páginas) o prefácio do professor então já exilado no Brasil, que aqui recolheu «Bom-senso e Bom-gosto», «A Dignidade das letras e as Literaturas Oficiais», «Causas da Decadência dos Povos Peninsulares nos últimos três séculos», «Considerações sôbre a Filosofia da História Literária Portuguesa», «Teoria do Socialismo. Evolução política e econômica das sociedades da Europa, por J. P. de Oliveira Martins», «A Poesia na Actualidade», «A "Philosophia da Natureza" dos naturalistas» e «Tendências gerais da Filosofia na segunda metade do século XIX». 

20€

Antero de Quental — Cartas I ([1852]-1881)

Cartas I ([1852]-1881) / Organização, introdução e notas de Ana Maria Almeida Martins

Universidade dos Açores / Editorial Comunicação. (Foi produzido pelos serviços da Editorial Comunicação (...) sob a responsabilidade de António Melo, com concepção gráfica de Sebastião Rodrigues, (...) e impresso em papel vergé creme nas oficinas de Guide-Artes Gráficas (...) durante o mês de Maio de 1989). In-8º gr. de XXXV, [I], 581, [2], [III] págs. Br.

“É exactamente um Antero íntimo que agora se apresenta nesta correspondência, onde a evolução do pensar e do sentir do seu autor transparece em toda a verdade cronológica. São mais de sete centenas de cartas, a primeira das quais escrita aos dez anos de idade. (...) Sabe-se que muita da sua correspondência se perdeu: em incêndios, inundações, até em naufrágios, mas sobretudo devido à incúria de possuidores, algumas vezes descendentes dos destinatários, que de todo desconheciam o valor desses documentos. (...) A grande importância desta correspondência advém-lhe do facto de não poder ser considerada como algo de acessório na obra de Antero; pelo contrário, o seu conhecimento é absolutamente fundamental, não apenas porque permite reconstituir a fisionomia psicológica do seu autor, mas porque algumas delas, sobretudo dirigidas a Oliveira Martins, João Lobo de Moura e Jaime Batalha Reis, se podem considerar autênticos ensaios filosóficos rigorosamente inéditos”.

Exemplar novo. (A quem interesse, também poderemos obter algum do 2º volume, mas usado)

15€

Eugénio de Andrade — Office de la patience

Office de la patience (Edition bilingue / Traduit du Portugais par Michel Chandeigne)

Orfeu – Livraria Portuguesa (35 rue Franklin • 1040 Bruxelles). (Achevé d’imprimer le 20 octobre 1995 sur les presses de l’Imprimerie  Impresor S. A. à Bruxelles). In-8º de 116 págs. Br.

Chandeigne, esse incansável divulgador da literatura portuguesa na Europa francófona, traduzira já vários títulos de Eugénio de Andrade nas suas éditions de la différence.
Capa ilustrada por um desenho/retrato do poeta por Jorge Ulisses.

Exemplar novo.

15€ 

Eugénio de Andrade — A La Sombra de la Memoria

A La Sombra de la Memoria (Traducción de Martín López-Vega)

Pre – textos (colección textos y pretextos). (Acabóse de imprimir este libro el día 16 de Octubre de 2006, en Valencia). In-8º de 141, [iii], [IV] págs. Br.

“Eugénio de Andrade, autor de una poesía en la que no sobra una palabra, tenía que escribir una prosa igual; esencia, guiada por los sentidos, amiga de la felicidad del verano y de la fugaz estela de las aves. Su obra en prosa es la que se recoge en este volumen".
Hoje a mais reputada editora independente espanhola, esta Pre- textos tem num seu editor um fervoroso leitor do poeta português; de quem adquiriu vários títulos a esta casa.

Exemplar novo.

15€

Eugénio de Andrade — Todo el Oro del Día: Antología poética (1940-2001)

Todo el Oro del Día: Antología poética (1940-2001) / (Traducción, selección y prólogo de Ángel Campos Pámpano)

Colección La Cruz del Sur ∙ Editorial Pre- textos / Madrid ∙ Buenos Aires ∙ Valencia ∙ 2004. In-8º de 419, [v], [XX] págs. Br.

No prefácio, assinalava o tradutor que “El lector español ya contaba con una espléndida edición preparada por Ángel Crespo, Eugénio de Andrade, Antología poética (1940-1980), Plaza & Janés, Barcelona, 1981. Sin duda, Crespo es el primer artífice del (re)conocimiento de la obra del poeta portugués entre nosotros. Tras él vinieron muchas traducciones parciales que han hecho que la obra de Eugénio de Andrade sea conocida y valorada debidamente en España” – e que esta sua recolha contemplava poemas de todos os livros do poeta portuense, incluindo inéditos do livro por então pronto a sair, Os Sulcos da Sede; baseando-se na edição portuguesa da poesia completa publicada pela Fundação Eugénio de Andrade no ano 2000.

Exemplar novo.

25€

Eugénio de Andrade — Prosa (Prefácio: Luís Miguel Queirós)

Modo de Ler  editores e livreiros limitada. (Impressão e acabamento: Norprint). (2011). In-8º gr. de 410 págs. Enc.

“A presente edição reúne os textos em prosa que Eugénio de Andrade publicou nos livros "Os Afluentes do Silêncio" (1968), "Rosto Precário" (1979) e "À Sombra da Memória" (1993), encerrando com os três únicos textos do volume "A Cidade de Garrett" (1993) que não figuram em nenhum dos títulos anteriores. Ficam de foram alguns dispersos, entre outros, sobre Óscar Lopes e o Pintor António Cruz - porventura suficientes para justificar um volume autónomo -, mas está aqui o que Eugénio de Andrade considerava ser a sua obra em prosa.

Exemplares novos.

25€

Eugénio de Andrade — Traduções (Prefácio: Vasco Graça Moura)

Modo de Ler. (Impressão e acabamento: Norprint). (2012). In-8º gr. de 275, [iii], [XII] págs. Cart. 

“Não sendo muito extenso, o conjunto das traduções de Eugénio de Andrade abrange quatro títulos, reeditados ao longo dos anos com pequenas alterações, e assume uma importância fundamental para compreendermos o poeta e o seu ofício, além de, evidentemente, nos proporcionar um contacto privilegiado com os poetas que traduz”, assim começava Graça Moura o seu prefácio, no qual, entre outras coisas, se detém a explicar por que não devemos levar muito a sério aquela negação do próprio Eugénio quanto à decisiva influência do traduzido Lorca nas suas primícias no ofício – quer o de tradutor, quer o de versejador por conta própria. [É de crer que essa negação do óbvio, já obviamente sublinhado por tantos leitores e investigadores de Eugénio, se devesse à grandeza de Lorca, que o português estava consciente de não poder «imitar»]
Os quatro títulos a que o prefaciador alude são a antologia poética de Garcia Lorca, precisamente; as Cartas Portuguesas; os Poemas e Fragmentos de Safo; e Trocar de Rosa, conjunto de versões de poetas castelhanos (António Machado, J. J. Jiménez, Guillén, os andaluzes Alberti e Cernuda, etc.), franceses (Reverdy, Prévert, Char), italianos (Montale, Sandro Penna), etc. etc.
Edição com o cuidado gráfico habitual das casas do editor Cruz Santos, cartonada e revestida de sobrecapa de papel.

Exemplares novos.

28€

Granada: El poeta y su ciudad

Granada: El poeta y su ciudad (selección de textos con Granada como protagonista) / edición de Beñat Arginzoniz

Sierpe Editorial (Este libro se terminó de imprimir en octubre de 2022 en la imprenta Mundo de A Coruña). In-8º de 139, [vii], [II] págs. Br.

À parte alguns fragmentos poéticos e teatrais e cartas de Lorca reproduzidos no final, a maior parte do volume e seu principal ponto de interesse é a recolha dos seguintes textos em prosa: «Fantasia Simbólica» (1917), «Granada» (1918), «Banquete de «Gallo»» (1928), «Historia de Este Gallo» (1928), «Granada, Paraiso Cerrado para Muchos» (1926), «Como canta una ciudad de Noviembre a Noviembre» (1933) e «Semana Santa en Granada» (1936); alguns dos quais, se ninguém o fizer entretanto, talvez venhamos a traduzir para português um dia.

18€

Beñat Arginzoniz — Federico y los perros de plomo

Sierpe Editorial (Este libro se terminó de imprimir en septiembre de 2022 en la imprenta Mundo de A Coruña. El cuerpo de Lorca sigue desaparecido. Ya nadie lo busca.) In-8º de 105, [v], [II] págs. Br.

“El componente de lo que no se sabe está en este Federico y los perros de plomo, Beñat Arginzoniz ha sabido hacer lo que nadie ha hecho, dibujar la totalidad con retazos mágicos, construir un impresionismo de palabras rebosantes de alma. Vio un niño con cara redonda pegada contra el cristal y siguió la vida de ese niño, más que su historia; el alma de ese niño, más que los acontecimientos de su existir” (...) “Lo que no sabíamos (...) es que se podía decir con palabras, pocas y elegidas palabras, la verdad de la imagen y su sombra, la biografia de Lorca” [Enrique Montiel].

17€

Vila-San-Juan — García Lorca, Assassinado: Toda a Verdade

García Lorca, Assassinado: Toda a Verdade (Tradução de M. Rodrigues Martins)

Livraria Bertrand (Lisboa, 1976). In-8º de 243, [iii], [II] págs. Br.

Publicada no ano seguinte ao da original espanhola, em Barcelona, foi a edição portuguesa deste “estudo exaustivo de um dos episódios mais discutidos de toda a guerra civil espanhola. A morte de García Lorca foi durante tanto tempo silenciada por interesses políticos que se tornou cada vez mais necessário destrinçar este trágico acontecimento, e trazê-lo a público com a máxima clareza e isenção. Do assassinato foram dadas inúmeras versões, nenhuma delas, no entanto, suficientemente comprovada”. Nas palavras do autor, Federico “foi morto por uma série de circunstâncias que confluíram, num dado momento, como numa absurda tragédia grega. No presente livro estão reunidos todos os meus conhecimentos, se bem que alguns dados devam ser lidos nas entrelinhas”.

14€  

Ian Gibson — El asesinato de Federico Garcia Lorca

Bruguera (noviembre, 1981). In-8º peq. de 413, [XIX] págs. Br.

Trabalho de investigação de muitos anos, desde que o hispanófilo irlandês Gibson chegou a Granada em meados da década de 60 para uma tese académica sobre a poesia de Lorca, que acabaria por ser trocada pela investigação biográfica – a qual viria a dar mais tarde aquela que é hoje a mais considerada biografia do nosso poeta. Publicado originalmente em 1971 (esta é uma versão revista e aumentada), o livro obteria em 1972 o Prémio Internacional de Imprensa, sob o louvor generalizado da crítica.

10€

Ian Gibson — Federico García Lorca: uma biografia

Editora Globo. In-8º de 601, [I] págs. Br.

Edição brasileira desta mesma biografia inédita em Portugal até hoje, a biografia de referência do grande poeta de Espanha, como de referência foi também a edição preparada pelo irlandês do Libro de Poemas igualmente inédito em Portugal mais de um século depois – mas disso estamos nós a tratar desde 2021 (edição original em 1921), e não deverá passar de 2026. 

Exemplar um tanto desvalorizado por algum engelhamento da segunda metade do volume, aparentemente devido a humidade.

15€

Ian Gibson — Federico García Lorca: A Life

faber and faber / London · Boston. (1990). In-8º de 551, [i] págs. Br.

“Magnificently  detailed  as  a  work  of  research  and beautifully  contoured  as  a  book”  [Seamus  Heaney,  Daily Telegraph
Federico García Lorca: A Life gives us not only the letter but he  spirit  of  Lorca:  the  charmer  who  still  charms  after decades  of being dead, the  mock-humble  egotist, the  daing young  man  on  a  poetical  flying  trapeze.  At  one  time  in  our  life  we  all  wanted  to know Lorca. After reading this book we know we have” [Guillermo Cabrera Infante, The Guardian

12€

Vilma Guimarães Rosa — Por que não? (Contos)

Livraria José Olympio Editora / Rio – 1972. (Este livro foi confeccionado nas oficinas de Artes Gráficas Bisordi S. A. São Paulo). In-8º de 156, [III], [i] págs. Br.

Primeira edição deste volume de contos, o terceiro da autora, após Acontecências e Setestórias: «A Chave», «Desde e Até», «Sinhá de Azul», «Vamos Nadar, Querida?», «O Homem Que Amava Gentes», «A Cruz na Pedra», «O Recado de Bisavó Isabel», «“O Mundo Já Era Velho...”», «Cai Faceira», «Mingau de Aveia e Arenque Marinado».

10€ 

Alexandre Vieira (1884-1973) de Viana a Caminha

BENTO, Paulo Torres - Alexandre Vieira (1884-1973) de Viana a Caminha: Um tipógrafo, jornalista operário e sindicalista revolucionário com o Alto Minho no coração

Edições Afrontamento  caminha@2000. (Impressão e acabamento: Rainho & Neves, Lda. // 1.ª edição/Outubro de 2022). In-8º de 97, [iii] págs. Br.

“Alexandre Vieira (1884-1973), tipógrafo, jornalista e militante operário, foi um dos grandes nomes do sindicalismo revolucionário português da primeira metade do século XX (...) Fundador e diretor de jornais tão importantes como A Greve, O Sindicalista, O Movimento Operário e A Batalha, passou pelas prisões por mais de uma ocasião e participou na criação da União Operária Nacional (1914) e da Confederação Geral do Trabalho (1919).
O propósito maior deste livro é contribuir para o conhecimento da etapa inicial da sua vida, passada em Viana do Castelo e na vila de Caminha, os primórdios do seu labor como tipógrafo e jornalista, e o início da militância político-sindical — com destaque para a sua ligação ao jornal operário vianense O Luctador. Rastrearam-se ainda outros momentos da relação de Alexandre Vieira com o concelho de Caminha (nomeadamente, com Vila Praia de Âncora), Viana do Castelo e o Alto Minho em geral, região a que se manteve profundamente ligado ao longo dos anos.”

Exemplar novo.

11€

Alexandre Vieira — Para a História do Sindicalismo em Portugal

Seara Nova   1970. (Composto e impresso na Bosil, Lda. Lisboa). In-8º de 211, [I] págs. Br.

Edição original deste trabalho de referência, do qual dizia o autor no prefácio não se tratar "duma obra doutrinária, pois não temos tal objectivo, nem aliás para tanto possui o autor capacidade, visto que forma, hoje como ontem, nas rudes hostes proletárias, que não é o meio mais propício à aquisição de requintes intelectuais. Trata-se quase exclusivamente do relato de acontecimentos que agitaram uma boa parte da sociedade portuguesa durante cerca de um quarto de século [até ao Estado Novo, obviamente], que o mesmo é dizer uma simples reportagem, ou melhor: um depoimento, o qual, se não tiver outro interesse, possui o de ser produzido por um dos já hoje raríssimos veteranos que viveram os factos narrados": um bom velho tipógrafo ou, como ele dizia, "operário gráfico", cujo percurso biográfico é um bom espelho quer da história política, quer da história da edição em Portugal no séc.XX. Natural de Santa Maria da Feira, trabalhou em Viana do Castelo, (belas paisagens não lhe faltaram, portanto...), onde começou a actividade sindical antes de se fixar em Lisboa, aí vindo a entrar para a tipografia da BN pela mão de Cortesão e mais tarde a dirigir a da Seara Nova que lhe editou este livro fundamental. 

14€

Alexandre Vieira — Para a História do Sindicalismo em Portugal

Para a História do Sindicalismo em Portugal (2.ª edição / Notas preliminares de César de Oliveira)

Seara Nova, 1974. (Este livro acabou de se imprimir em 8 de Abril de 1974 nas oficinas de Guide - Artes Gráficas, L.da). In-8º de 227, [V] págs. Br.

Distinguem esta segunda edição o longo prefácio em que César Oliveira, sem sonhar que isso aconteceria ainda esse mês, a terminava qualificando "de homenagem a Alexandre Vieira e a toda uma geração cujo sacrifício um dia se revelará em toda a força do seu exemplo"; e um anexo final, pequeno catálogo da biblioteca do autor em 1912. 

10€