catálogo on-line
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Carta em verso de João de Deus
Tomás de Eça Leal — Intimos
Pedro Homem de Melo — Pedro
Cabral do Nascimento — Cancioneiro
Eugénio de Castro — Prologue de Sagramor
Venise//Texte portugais/Traduction italienne par Ugo Leoni/Traduction française par Robert Durand
Eugénio de Castro — A Tentação de São Macário
Exemplar com discreta assinatura na frente da capa.
10€
Eugénio de Castro — Chamas duma Candeia Velha
Eugénio de Castro — Camafeus Romanos
Eugénio de Castro — Cartas de torna-viagem
Eugénio de Andrade — Coração do dia / Mar de Setembro
Eugénio de Andrade — Primeiros Poemas (...)
Afagando a Face de Lorca: uma antologia
Centenário - Urbano Tavares Rodrigues (1923-2023)
Urbano Rodrigues — Sonho em Pompeia
O Lubis-Homem
Alberto Pimentel — Uma Visita ao Primeiro Romancista Portuguez em S.Miguel de Seide
Alberto Pimentel — O Livro das Lagrimas
Alberto Pimentel — Rosas Brancas
Porto: na Livraria de Novaes Junior – Editor – 1868. In-8º de 32 págs. Br.
Castilho, a quem o livro é dedicado, terminava assim o seu prefácio-em-carta: “Permitta-me dizer-lhe em prosa chã meu poeta, o que nas arriscadas viagens por mar se ouve sempre com delicias aos marinheiros velhos quando a proa vai em bom rumo e com vento de servir nas vellas cheias: andar assim que é bom andar.”
Um do títulos iniciais de Pimentel, já consideravelmente raro nesta sua primeira e porventura única (independente) edição.
25€
Alberto Pimentel — Seára em Flor
Alberto Pimentel — Memória sobre a História e Administração do Município de Setubal
Alberto Pimentel — O Capote do Snr. Braz
Antero de Figueiredo — Doida de Amor (Novela)
Doida de Amor (Novela) / Quarta edição, 6.º milhar
Livrarias Aillaud e Bertrand, Paris-Lisboa / Livraria Francisco Alves, Rio de Janeiro 1918. (Composto e impresso na typographia «A Editora L.da». In-8º de 191, [i] págs. Enc.
Exemplar com boa encadernação de lombada em pele gravada a dourado, mas que infelizmente o desproveu da capa original – da qual não conserva nenhuma das faces.
10€
Antero de Figueiredo — O Último Olhar de Jesus
Antero de Figueiredo — Senhora do Amparo
Antero de Figueiredo — Fátima
Guilherme de Santa Rita — O Bezerro de Oiro
Joaquim Leitão — Os Deuses Voltaram
Frédéric Lefèvre — Images Bibliques
Pinto Ribeiro — Os Nossos Maiores
Campos Monteiro — A oito dias de vista
Campos Monteiro — Contra a Maré (contos e chronicas)
Campos Monteiro — Auto das três barcas (4 quadros em verso)
Campos Monteiro — Santa Olivia (poema dramático)
Nemésio, Nemésios (Um Saber Plural)
Vitorino Nemésio: Estudo e Antologia
Boletim bibliográfico 5/2023
João Barrento — Aparas dos Dias (A escrita na ponta do lápis)
Antologia de Poesia Açoriana (do século XVIII a 1975)
Natália Correia — O Sol nas Noites e o Luar nos Dias
Natália Correia — Erros Meus, Má Fortuna, Amor Ardente
Cesariny (5-8-23)
Assinalamos hoje, a partir da que foi em várias temporadas a sua praia minhota, o centenário de Mário Cesariny ["oh meu Deus de Vasconcelos"] - indivíduo bastante genial nascido em Lisboa a 9 de Agosto de 1923. Representou para o século XX português o que tinham sido entre a Idade Média e a Moderna um Gil Vicente e entre a Moderna e a Contemporânea um Bocage: um sopro de liberdade, licenciosidade e espontaneidade como a literatura ("afinal o que importa") portuguesa não terá visto em mais ninguém. De resto, todos os que com ele alguma vez privaram foram testemunhas dessa espontaneidade ao mais alto grau, capaz de uma rima ou de um epigrama fulgurantes em meras fracções de segundo. Cesariny era um caso sério de génio; infelizmente, dirão alguns (como nós), ou felizmente, dirão outros, dedicou-se tanto à sátira e ao humor que poucas vezes parou para o escutar a fundo. Quando o fez, sacou das profundezas por exemplo O Navio de Espelhos, dos principais candidatos ao título de mais belo poema alguma vez escrito em língua portuguesa. 





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