catálogo on-line

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O Livro na Arte (III)


(Composto em 1893 pela finlandesa Anna Sahlstén, artista da era tida como dourada na pintura do seu país - assim a nórdica, em geral; e a europeia, mais em geral ainda -, penúltimo entresséculo, o trabalho é notável não só pela delicadeza da pose e do traço mas sobretudo pelo efeito da luz: trazer a um simples quadro, mais a mais, de interior, a luz  mesma escandinava. Da expressão da retratada só não se entende se em plena rêverie, por o livro ser tão bom, ou se divaga e olha através a janela insinuada para qualquer coisa que pouco mais interesse, por tão mau. Nem importa grandemente...) 

Ana Plácido - Luz Coada por Ferros

Luz Coada por Ferros -- escriptos originaes por D. Anna Augusta Placido
 
Lisboa: Livraria de A. M. Pereira – 1863. (Aliás, Lello & Irmão, 1995). In-8º de XV, [I], 210, [2] págs. Enc.
 
“Esta edição fac-similada, de 1000 exemplares numerados, foi lançada em Dezembro de 1995 numa coedição de Lello & Irmão – Editores e da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, no âmbito das comemorações do 1.º Centenário da morte de D. Ana Augusta Plácido (1895-1995)”. Salvo erro, deverá tratar-se da terceira edição do livro (publicado segunda vez pela editora lisboeta na sua «Collecção Antonio Maria Pereira» ao início do século passado, e depois, se bem suponho, deixado ao olvido), colectânea de textos compostos pela amante de Camilo Castelo Branco maxime na Cadeia da Relação, no Porto, enquanto ele, também lá preso  por acusado  no comum crime de adultério *,  escrevia, entre outros, Amor de Perdição; o tom, aliás, é todo – sobretudo no primeiro, a novela «Adelina» – muito camiliano, personagens, enredo e geografia sentimental portuense, ainda que lhes falte, já se imaginaria, um certo golpe de asa do génio do nosso maior romancista. Ficou o prefácio  por conta do  escritor alfacinha, e amigo de ambos, Júlio César Machado.

(* Após andar  erradio a monte  entre terras minhotas e transmontanas, acabou, desfeitas as hesitações, por achar que lhe seria mais nobre entregar-se  - pose romântica e pundonor amoroso que hoje, século e meio depois, pareceriam altamente improváveis; a que talvez acrescesse a ideia, certa e bem solidária, de ser mais fácil a defesa de Ana se com ele metido ao barulho, o que, entre outras coisas, parece ter confirmado a visita feita pelo próprio rei D. Pedro V à prisão - também à polícia, comungando da sorte da mulher de Pinheiro Alves, que lhes movera o processo e subsequentes cordelinhos, ao que consta, mais por insistências alheias do que genuína vontade individual. Em julgamento de grande azáfama, acabariam os dois absolvidos pelo juiz Teixeira de Queirós - o pai de Eça - cerca de um ano passado)  
 
Julgo que todos os exemplares terão, como este (n.º271, em condição quase perfeita, decerto por estrear), sido encadernados, sobriamente, em tela.

15€ 

Ana Plácido - Herança de Lágrimas

Herança de Lagrimas: Romance Original por Lopo de Souza (...)

Guimarães: Redacção do Vimaranense –– Editora / Typ. do Vimaranense –– 1871. (Aliás, Lello & Irmão, 1995). In-8º de 287, [1] págs. Enc.

A mesma edição (os dois livros saíram em conjunto) e o mesmo n.º de exemplar, 271, sensivelmente nas mesmas condições. 

15€

Scriptorium (III)


As sílabas de cedro, de papel,
A espuma vegetal, o selo de água,
Caindo-me nas mãos desde o início.
 
O abat-jour, o seu luar fiel,
Insinuando sem amor nem mágoa
A noite que cercou o meu ofício.
 
(Soneto Fiel, in Sobre o Lado Esquerdo, 1968)


Carlos de Oliveira

Imagenes y Mensajes: escultura romana del museu de Évora

Instituto Português de Museus / Museu de Évora, 2005. In-4º gr. de 111, [1] págs. Br.

Boa edição em papel couché, publicada por ocasião da exposição homónima organizada pelo museu eborense no Museo Nacional de Arte Romano de Merida (capital da Lusitânia romana), em Espanha; ilustrada ao longo do volume por finas reproduções de peças, desenhos, fotografias, mapas e plantas.

Artigos de Jorge de Alarcão («Las Civitates de Lusitania»), Maria Conceição Lopes («La Civitas de Pax Iulia»), Theodor Hauschild («El Templo Romano de Ebora»), Panagiotis Sarantopoulos («Los Caminos de Ebora Liberalitas Iulia»), Nogales Basarrate e Luís Jorge Gonçalves («Imágenes y Mensajes: Las Esculturas del Museo de Évora como Testimonio de Romanización»), José Carlos Caetano («La sociedad de Liberalitas Iulia Ebora a través de la epigrafía») e Joaquim Oliveira Caetano («Los Restos de la Humanidad: Cenáculo y la Arqueologia», sobre a actividade colectora e investigadora deste conhecido franciscano setecentista, confessor de D. José, que viria a ser Arcebispo da arqui-diocese alentejana). Além deles, o volume integra ainda textos explicativos, fichas de inventário, etc.   

Exemplar novo, em óptimo estado.

15€

Fátima, Altar do Mundo

Porto: Ocidental Editora, 1953 (a 1955). 40 fascículos in-4º gr. Br.
 
Edição original, de grande primor gráfico, impressa em bom papel do Prado pela Companhia Editora do Minho e (offset) pela Litografia Nacional, sob as direcções de João Ameal (literária) e Reis-Santos (artística), com desenhos de Manuel Lapa e gravuras de Marques Abreu. Será talvez, ainda hoje, considerado o mais importante trabalho de conjunto dedicado ao tema, contando na primeira parte com os estudos «O culto de Nossa Senhora em Portugal», «As aparições de Fátima em 1917» e «A Consagração pela Igreja do Culto de Nossa Senhora de Fátima (principais documentos episcopais e pontifícios)»; na segunda com «As grandes Jornadas de Fátima (1918-1944)», «A Coroação de Nossa Senhora e o agradecimento pela Paz (1945)» e «O encerramento do Ano Santo em 1951»; e, na terceira, «A Imagem Peregrina» e «Inquérito sobre Fátima dirigido às figuras representativas da Igreja e aos maiores Pensadores Católicos de todo o Mundo»; terminando pelo epílogo «Padroeira de Portugal, Padroeira do Ocidente».
 
50€

Arqueologia Literária (I) - Uma carta de Oliveira Martins


(Carta enviada pelo publicista a Albertina Paraíso, que lhe pedia colaboração - a ele, como a toda a fina flor da nossa literatura segundo-oitocentista, cuja anuência mais ou menos prestável terá tornado este volume dos mais bem concorridos no género por cá publicados - para o seu Almanach das Senhoras Portuguezas e Brazileiras para 1888 por Albertina Paraizo/(3.º anno). [Nas duas edições anteriores chamava-se Almanach das Senhoras Portuenses].  
O exemplar que tenho em mãos pertence à rara tiragem especial de 25  impressos  sobre  papel  de linho,  numerados e presumivelmente em maior formato, destinados a "bibliophilos e camonianistas". A capa, decerto comum com a tiragem corrente, é, veja-se pela fotografia, castiça q.b.
Já se sabe da devoção à estância de Eça, que lá fez a côrte a Emília Resende, e de Ramalho, que lhe erguera panegírico n'«As Praias de Portugal», por exemplo. Fica-se a saber - quem  ainda  não  soubesse, assim o autor destas linhas - da dest'outro Vencido da Vida, que no Porto morou muito tempo, e talvez até então morasse.)
 
 
             Ex.ma Senhora
 
     No remanso desta praia, onde vim buscar algumas raras horas de socego, recebo a carta de V. Ex.ª.
     Entre as tyrannias mais crueis, que affligem a raça dos escriptores, estão, permitta-me V. Ex.ª a franqueza, os albuns e os almanachs.
     Que quer V. Ex.ª que lhe diga para o seu? Deseja algum parecer sobre o intrincado problema dos tabacos? Ou variações lyricas ácerca das ondas do mar? Ou finalmente opiniões sábias com respeito á eficácia dos banhos?
     São os motivos mais de occasião; mas infelizmente não tenho que dizer, a respeito de nenhum delles. Dos tabacos fujo com medo dos espirros, das ondas com medo do rheumatismo. Só me agrada agora o socego e o silencio.
     E' tudo o que lhe posso mandar para o seu almanach, isto é, cousa nenhuma, além dos meus mais respeitosos e sinceros cumprimentos.

     Granja, 16 de Setembro
                                                                                       J. P. Oliveira Martins

Egito Gonçalves - luz vegetal

limiar (Porto, 1975). In-8º de 85, [11] págs. Br.

Primeira edição de um dos primeiros (o terceiro, após Poemas a Guevara, organizado pelo próprio Egito Gonçalves, e Ciclo do Cavalo, de Ramos Rosa) títulos da colecção «Os Olhos e a Memória»; com arranjo gráfico de Armando Alves, tendo na capa, à frente, reproduzido um quadro de Labisse, e atrás um retrato do autor por Barbara Köppe em Berlim.

O exemplar foi valorizado pela dedicatória de oferta que Egito lhe apôs sobre a folha de anterrosto: “Ao Mário, a saudação amiga”, parecendo, por uma pequena marca de esboroamento, ter sido apagado um nome – decerto, comum – que, a ser o caso, se seguiria.

18€

O Traje Poveiro

 O Traje Poveiro (Colecção de 8 postais / Autoria: Énio Ramalho)
 
Publicado em edição de autor, não datada, patrocinada aparentemente pelo município poveiro, consta o conjunto dos postais artísticos (aguarelas e gouaches, salvo erro) intitulados «Pescador», «Tricana», «Os Banheiros», «Noivos - séc. XIX», «Romaria», «Resgatando as Almas», «Sargaceira» e «Traje de Trabalho», tendo a protegê-los um desdobrável com o formato de um envelope. A colecção está completa.
 
10€ 

Graça Morais: Silêncios (pintura e desenho)

Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso. Amarante. 28 Abril a 27 Maio 2007. In-4º gr. de 38, [2] págs. Br.

Catálogo da exposição organizada pela Cooperativa Árvore em Amarante, com tiragem limitada a 250 exemplares; graficamente cuidado, inclui boas reproduções a cor de vários dos trabalhos expostos (como é hábito, quase em exclusivo a carvão e/ou pastel, por vezes complementados com colagem, acrílico ou óleo), a meia página e página inteira. A edição integra textos de abertura de Armindo Abreu, António Cardoso e Manuel António Pina, uma ficha cronológica da carreira artística de Graça Morais e, no início e no fim do volume, dois retratos fotográficos (um deles, belíssimo) seus.

Exemplar novo, ainda por estrear e em condição impoluta.

10€

Scriptorium (II)

(Primeira das ilustrações sobre folhas à parte desenhadas por Lima de Freitas para a tiragem especial de Maria Benigna, de Aquilino Ribeiro / Bertrand, 1958)

Pomar / Michel Waldberg

Éditions de La Différence. (1990). In-4º gr. q/quadrado de 350, [2] págs. Enc.

Publicado na colecção «Mains et Merveilles» com edição simultânea em França e em Portugal (Europa-América), o álbum deverá ter sido, pelo menos, até então,  a maior panorâmica retrospectiva dedicada ao artista (acabado de homenagear, durante o fim de semana, em Lamego, por celebrações de vário tipo), compondo-se do profuso texto introdutório, em XII períodos, «Pomar, le regard net comme un tournesol», de Waldberg, de biografia e foto-biografia, de uma relação de exposições, bibliografia e filmografia e, naturalmente, das reproduções – centenas – de trabalhos dele, desde os primeiros tempos no Porto até à época, já há muito em Paris e Lisboa.


Permanecendo por estrear, este exemplar conserva o estojo original, cartonado como a capa, tendo ainda – também original, presume-se – uma caixa de sobre-embalagem.

50€

 

O Livro na Arte (II)

Natureza Morta com Livros
(óleo s/madeira, c.1628; Mauritshuis, Haia)







Johannes de Heem 

Roteiro da costa do Brasil

Roteiro de todos os sinais, conhecimentos, fundos, baixos, alturas, e derrotas que há na costa do Brasil desde o cabo de Santo Agostinho até ao estreito de Fernão de Magalhães (Edição Fac-Similada do manuscrito da Biblioteca da Ajuda / Leitura, introdução e notas de Melba Ferreira da Costa)

Tagol / Lisboa, 1988. In-8º gr. de [14] págs. + 33, [20] ff. + [1] desd. Enc.

A que era à época directora da antiga biblioteca real dizia na sua introdução salientar-se dela, entre todo o acervo manuscrito e impresso, este roteiro (atribuído por Jaime Cortesão e outros a Luís Teixeira, e chegado à Ajuda por venda a D. José após o terramoto), ao que caberia “lugar de honra pela originalidade que o destaca das demais espécies quinhentistas como pela importância que assume na história cartográfica portuguesa”. Consistiu a edição, graficamente bem executada pela Litografia Tejo, em 3000 exemplares revestidos de uma boa encadernação integral em tecido sintéctico, imitando pele, gravado a ouro por todo, lombada e pastas (dois filetes de cercadura, rematados por floretes sobre cada um dos cantos; tendo a da frente ainda, sensivelmente ao centro, por super-libris, o emblema da antiga Real Bibliotheca com as armas da coroa portuguesa).

Exemplar a estrear, irrepreensível.

28€

O Livro na Arte (I)

Composition surréaliste: l'Homme au livre
(óleo sobre tela, 1926; Petit Palais, Genève?)




Jean-Pierre Viollier

António Sérgio - Educação Cívica (2.ª edição)

1954 / Editorial Inquérito Limitada, Lisboa. In-8º de [2], 85, [3] págs. Br.

O curto prefácio que Sérgio compôs de propósito para esta edição fazia estilo dizendo ser o seu livro – publicado de início em 1915, e constante dos capítulos «O «self-government» e a escola», «Objecto e princípios do Município Escolar. Papel do professor», «Organização dos Municípios Escolares», «A justiça e a disciplina. Os resultados», «Combinação do «self-government» e do «self-support». A «Junior Republic»», acrescidos no final de espraiadas notas - naquela década de 50 só próprio para portugueses que fossem “tão afastados da indisciplina como do totalitarismo fascista”, leia-se logo Primeira República (que não o tratou nada mal, e da qual ainda em 1923 era Ministro...) e Estado Novo (aqui, como outras vezes, a precisão em teoria política não parecia a mais acurada: se o regime de Salazar era ou não, em sentido estrito, fascista, ainda agora se discute, defendendo alguma direita que não; do que não há discussão, como já na altura não haveria, é a natureza autoritária – e não totalitária – de uma ditadura também imprecisamente mesmo hoje chamada, ou, pelo menos, subentendida, segunda «república»: in medio virtus).

Exemplar em bom estado, salvo ligeiras manchas sobre a frente da capa.
10€   

António Sérgio - Educação Cívica (3.ª edição)

Instituto da Cultura Portuguesa / Ministério da Educação. (1984). In-8º de [8], 99, [1] págs. Br.
 
Estende-se por dezoito páginas o prefácio de Vitorino Magalhães Godinho, intitulado «A Educação, a transformação de Portugal e a mudança de civilização», que esta terceira edição introduz, sublinhando a importância do ensaio até ao nosso tempo mas também não se tratar de “obra isolada: forma um todo com as Considerações Histórico-Pedagógicas e com as Cartas sobre a Educação Profissional” .
 
Exemplar em muito bom estado, quase como se novo.
5€

Scriptorium (I)

Eu, que vivo de lado, sou à esquerda de quem entra

(in Água Viva, 1973)









Clarice Lispector

Cadernos de Cinema - 7 e 8


À Margem do Cinema Nacional

Cine-Clube do Porto. 1956. In-8º de 181, [3] págs. Br.

Ilustrado na capa por um original de Mário Bonito, o volume  integra vários capítulos de interesse para uma história do cinema português, como sejam «Os desenhos animados e os artistas portugueses», «A sétima arte e o gosto do público», «A Cinemateca Nacional» (numa velha, monótona e infeliz história, começavam já aqui os lamentos pelas dificuldades dos meios cinéfilos portuenses em aceder aos sacrossantos – ainda que, bem se sabe, tantas vezes deficientemente cuidados – arquivos da Cinemateca Portuguesa, à qual, de resto, vários outros capítulos foram dedicados, escritos por ocasião da abertura), «Elementos oficiais sobre o cinema português», «O Estatuto do Cinema Não Comercial», «O 1º encontro dos Cine-Clubes Portugueses», «A desefa dos filmes», «Cultura cinematográfica», «Equívocos e confusões do cinema nacional», «O documentalismo português», «A propósito da Federação dos Cine-Clubes», etc.; sendo ainda apresentados, em apêndice, vários textos finais, dos que se poderá destacar dois artigos de Henrique Alves Costa e uma exposição colectiva ao Ministro da Presidência assinada, entre outros, pelo mesmo Alves Costa, pelo autor, e por Eurico da Costa, Ernesto de Sousa, Henrique Espírito Santo e João Falcato. Foram ainda incluídas, em duas folhas destacadas de papel couché, algumas fotogravuras de filmes nacionais, entre elas quatro em sequência de «O Pintor e a Cidade», de Manoel de Oliveira.


  
(Em Defesa do Cinema) Cartas Abertas aos Senhores Deputados da Nação

Cine-Clube do Porto, 1955. In-8º de 75, [1] págs. Br.

Recolhe as crónicas assinadas pelo autor no «Jornal de Notícias» em 1954, opondo-se aos cortes nas fitas e defendendo a sua conservação sob a égide da Cinemateca Nacional. Como habitualmente nestas séries do Cine-Clube, apresenta, também em folhas extra-texto, imagens de filmes vários.   


 
 
Exemplares em bom estado, só com ligeiros defeitos.
20€, preço conjunto

Boletim Cultural de Vila Verde - n.º 1

Boletim Cultural (número 1 • 2005)

(Gráfica Vilaverdense – Artes Gráficas, Lda). In-4º de 284, [4] págs. Br.

Edição da Câmara Municipal de Vila Verde, inaugural da série, comemorando os 150 anos da criação (ao tempo da reforma administrativa liberal que o governo actual quer anular) do município. O volume, impresso em bom papel couché, integra os estudos «Património arqueológico e  primitiva ocupação do território do concelho de Vila Verde» (Manuela Martins), «Vila Verde. As terras e as gentes» (Aurélio de Oliveira), «O território de Vila Verde, na Idade Média» (José Marques), «150 anos do concelho de Vila Verde» (José Viriato Capela), «A criação administrativa do concelho de Vila Verde» (Cerqueira de Sousa), «Casas nobres no concelho de Vila Verde» (Castro Damásio e Armando Malheiro da Silva), «O “estaleiro” beneditino de Rendufe e o barroco vilaverdense» (Aurélio de Oliveira), «Haverá coisas eternas? Vila Verde, os lenços de namorados, a tradição» (Jean-Yves Durand), «Deu-nos a música algum con(c)(s)elho novo?» (Costa Machado), «Vila Verde: recursos naturais e evolução das paisagens» (Nicole Devy-Vareta), «Manuel Lobo de Mesquita Gavião» (José Viriato Capela), «Rezar e cantar pelos mortos e pelos vivos: as confrarias das Almas do Pico de Regalados no século XVIII» (Marta Lobo de Araújo) e «A igreja matriz de Soutelo, Vila Verde» (Eduardo Pires de Oliveira); com mapas, gráficos e algumas fotografias de diferentes lugares do concelho.

Exemplar novo, por estrear.
10€