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21 de maio de 2016

«De Portugal, ni buen viento, ni buen casamiento»


Fala-se pouco nisto entre nós (só agora se falou qualquer coisinha), como de costume, mas tem-se por certo que a grande paixão de Cervantes foi uma portuguesa, e por quase certo que dela nasceu a única filha do escritor castelhano, que a levaria da capital portuguesa para a espanhola. Nada se sabe dela senão talvez o nome: Ana Franco, seja a tradição documental ou oral. Há quem diga que era actriz (já haveria teatro em Lisboa?  possivelmente), há quem diga que era uma simples doidivanas, há quem diga muita coisa. Ter-se-ão conhecido durante uma das estadias alfacinhas do homem - com morada no bairro de Alfama -, ou quando ia embarcar para os Açores sublevados, ou quando ia embarcar em missão de espionagem para o norte de África. Até nisso era o Camões espanhol...
Se interessar o subsídio, aqui fica: na edição francesa do «Quijote» que abaixo se apresenta, com cerca de século e meio de idade, já se alude ao assunto.