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14 de dezembro de 2015

Raul Brandão ― O Pobre de Pedir

Lisboa: Seara Nova, 1931. In-8º de 193, [1] págs. Enc.

Primeira edição, póstuma, com prefácio de Maria Angelina Brandão, mulher do escritor. Publicado um ano após a morte, e deixado ainda em bruto (quando lhe perguntavam se estava pronto, respondia o escritor que “Está pronto e nunca está”), o livro é normalmente visto como o livro-testamento de Raul Brandão – torrencial, apocalíptico, será difícil não reconhecer nele, levados ao extremo, os traços mais característicos de todo o seu trabalho; embora, bem entendido, de força inferior à de Húmus.

Exemplar revestido de muito boa encadernação de tipo meio-amador, com cantos e lombada em pele gravada a ouro, conservando a capa de brochura da que se crê a primeira série (a segunda tê-la-ia ilustrada por Fred Kradolfer).
 
38€